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Arquitectura.pt


Ringo

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About Ringo

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    Frequentador
  • Birthday 12-09-1985

Meio Pessoal

  • Country of Origin
    Portugal
  • Qual o software de desenho que utiliza?
    AutoCAD

Meio Profissional

  • Profissão
    Design
  1. Ringo

    Ver a arquitectura?

    ...simultaneidade de ideias, confuso?, talvez... Divagar num mundo complexo... Pensamento livre de obstáculos, sem regras. Partilha de pensamentos e ideias, na expectativa de um feedback positivo. Uma critica capaz de destruir todo o discurso subjacente na construção da ideia(s), mesmo que isso seja fruto de uma linha de pensamento livre, ou talvez inútil na sua interpretação.
  2. Ringo

    Indefinição...

    Sim, de facto a arquitectura não é uma ciência exacta, e deste modo assume-se como uma disciplina aberta a novas ideologias, vivendo da sua própria indefinição formal, e do seu compromisso com a função. Desta forma, poderemos considerar que a arquitectura e, por imposição de uma função bem desempenhada se torne num objecto de design construído para aquele efeito, arrasando toda a concepção artística?
  3. Ringo

    Ver a arquitectura?

    o texto em questão representa uma opinião pessoal, que sublinha uma visão sobre o tema. O texto é meu!
  4. Ringo

    HABITAÇÃO MÍNIMA (em Portugal?)

    ... Mas afinal como se define "habitação mínima"?
  5. Que mundo é este, saliência de possibilidades infinitas submersas por questões jamais objectivas que a alma tende a projectar na memória através de imagens na sua eterna falta de palavras que o caracterizam. São imagens que conhecemos, ou não queremos simplesmente imaginar, por virtude da própria essência do ser humano, totalmente insatisfeito na vontade de transcendência para além do material que por sua vez se revê na infrutífera vontade de criar o seu próprio aconchego - o lar. Em tempo que observamos cada instante na arquitectura, o momento torna-se eterno, dando lugar ao ocupante como parte integrante do seu ecossistema, para o qual foi criado pelo arquitecto na tentativa de dar a conhecer à sociedade através de um encontro de mundos, impulsionado pela tentativa de resposta a um possível cliente, incutindo através de uma solução um lugar geográfico à arquitectura que deverá ser o espaço onde o ser humano seja capaz de se orientar, pois só assim se pode habitar. Interessante é a forma como vimos a arquitectura e a forma de como esta se pode tornar inútil, na sua insuficiência de utilidade, afastando a arquitectura da sua função mais primitiva de aconchego (parte funcional) tornando-a numa sublime inutilidade na ausência de função e neste sentido apenas podemos orientar na arquitectura e entende-la como lugar de contemplação ou mera obra de arte. comentem!
  6. Poderá uma obra arquitectónica constituir uma discussão frutífera da sua indefinição enquanto obra de arte ou objecto cientifico e neste sentido funcional? Na sua índole, o conceito funcional interage com a definição de habitação, e neste sentido poderá coexistir enquanto conceito artístico?, ou uma complementa a outra e vice-versa?
  7. O silêncio é ausência... Um vazio concepção arquitectónica!
  8. Por Vezes, um espaço que é só meu, um tempo que não quero percorrer na arquitectura por ser perfeita na sua condição de aconchego que simplesmente simula o ego que é capaz de me transformar em algo indescritível longe das palavras por ser elementos de uma alma que reflecte verdade. É a fragilidade, a sua ideia, que me faz derrotar a noção positivista de tudo aquilo que nos rodeia face aos acontecimentos naturais que ocorrem fora do meu espaço, que, ao mesmo tempo que me protege me incute a ideia do quanto é sensível o monumental espaço que me protege e que cria dentro de mim uma agradável sensação, pelo medo (sensação) que me provoca. Basta abrir os olhos e sonhar, para sentir a adrenalina, o fruto de medos criados a propósito e em detrimento do meu bem-estar emocional.
  9. Quis ser eu mesmo e pensar para além de minha alma, desejei transcender o material e eliminar meras regras, que são dejectos mentais, largados ao acaso e aleatoriamente segundo uma lógica desconhecida e presente na imaginação de seres cujo poder supera hipoteticamente a vontade divina. Regras, cuja barreira permite ser ultrapassada, e deixada ao mercê de alguém que exerce o papel de ser superior, esticando a corda, e assim desta forma faz-nos tropeçar na consequência mais baixa, fruto dos dejectos largados por aí como minas anti-pessoais, dispostas a rebentar à sensibilidade do toque humano...levando à auto-destruição ideológica. ...Consegui! Neste meu pequeno mundo alheio, por vezes a mim mesmo. http://silence-words.blogspot.com
  10. Hoje em dia o que assistimos é de facto a uma visão cada vez mais minimalista da arquitectura, é este facto incute no objecto uma linguagem que por si só já se identifica como moderna. há todo um supremo avanço da forma em relação à sua resolução minima, sem qualquer ornamento possivel... a ficção cientifica assume um papel importante no avanço da tecnologia, esta surge como fonte de inspiração para tudo o que se POSSA criar. quantos de nós em miudos apreciava aquelas fantasticas series de ficção cientica, que nos fascinava pela sua magia, ou aparente ilusão de fuga à realidade, tudo aquilo hoje, ou parte é realidade. ou seja quero dizer com isto que da forma que a mudança sofre transformação, a velocidade, cada vez mais temos a ilusão de moderno, pois tudo corre o risco de se tornar vanguarda...é o risco da modernidade! Abraço
  11. Ringo

    Espaço de culto/contemplação

    Tudo bem...Mas a minha opinião consiste na definição (esse dar sentido - Bolha espacial) de espaço como o "lugar" exacto no qual está localizado esse mesmo banco. Afirmo que existe uma barreira imaginária entre o espaço circundante ao banco e um outro (infinito) na qual surge a potencial paisagem, ou algo que, de uma forma subjectiva seja susceptivel de ser contemplado.
  12. Ringo

    Espaço de culto/contemplação

    ...no entanto há de certa forma uma barreira que restringe a associação entre o a arquitectura de culto e a de contemplação. Podemos associar a "culto" a forma de representação de um espaço nomeadamente religioso - pois o termo culto aparece direcamente ligado à religião, a par que "contemplação" atinge uma definição mais abstracta. Porque comtemlar surge associado a deuses e sua contemplação (mais uma vez mais religião), como podemos comtemplar uma mera arvore isolada em pleno alentejo, daí talvez a confusão e o sua consequente ligação à religião.
  13. Ringo

    Espaço de culto/contemplação

    Tentemos simplificar ao maximo essa questão, ou seja consideramos como objecto de culto/contemplação um simples banco de jardim, permitindo a observação de todo um espaço comum à felicidade humana. Neste sentido torno a definição um pouco mais vasta...
  14. Ringo

    Espaço de culto/contemplação

    Um espaço de culto/contemplação deverá ou não ser de uso pessoal. Excepcionalmente a religião, independentemente das suas ideologias.
  15. Não concordo com o Bruno Moreira, pois esta experiencia é sem dúvida uma solução arrojada, na qual se manifesta o saliente gosto pela mãe natureza e sua contemplação. Falo de solução, nomeadamente enquanto convívio com o meio natural, a sua intregação e comunicação Homem - meio. Abraço
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