Jump to content
Arquitectura.pt


lmorgado

Membros
  • Content Count

    68
  • Joined

  • Last visited

1 Follower

About lmorgado

  • Rank
    Frequentador

Meio Profissional

  • Instituição/empresa onde trabalha
    ALM
  1. Embora a maioria de nós já conheça Le Corbusier com grande pormenor, também apreciei muito a exposição. Mas o que mais me agradou foi tomar contacto com as suas pinturas. Por outro lado, achei engraçado o post da Aaliz e lembrei-me de uma discução com um colega, na qual nos questionávamos sobre quem nos fascinava mais: Wright ou Corbusier... Eu defendia a visão integral de LeCorbusier, um arquitecto "generoso" preocupado com a felicidade do homem comum: a cadeira, a casa, a cidade, enfim o habitar. O meu colega defendia o refinamento e a genialidade artística de Wright e também a cadeira, a casa e a cidade... e criticava alguns comportamentos pouco éticos de Corbusier. A conversa descambou - eu retorqui com outros comportamentos muito duvidosos de Wright... Mas afinal não estávamos a apreciar os homens e por isso deviamos ficar-nos pelos arquitectos enquanto tal e pelas suas arquitecturas. No final ele encerrou a conversa dizendo que não considerava LeCorbusier um génio... No final eu continuei a pensar o que para mim era óbvio: Wright e Corbusier são ambos geniais, mas Le Corbusier é mais. No entanto compreendo perfeitamente o que a Aaliz diz sobre Gaudi e Wright: a arquitectura de Corbusier parece estar mais ao nosso alcance.
  2. Caro Rui Venda Quanto às paredes inclinadas no comprimento (lamento não ter percebido, mas a questão, a meu ver também não estava bem explícita, não quis deturpar nada). Não vejo que seja um problema fazer uma operação booleana. Com a frequência com que aparece esta situação... para mim pelo menos este problema nem se coloca. As quantidades que eu obtenho são as que me interessam para fazer um mapa de quantidades para orçamentação. Neste sentido, os metros quadrados que me interessam são os da parede composta. Ou seja, na prática a mim - arquitecto - o que interessa é medir a parede composta e não os componentes individualmente. Mas isso não retira virtude à sua crítica que eu próprio já fiz criticas desse teor ao Archicad: Há que desenvolver o potencial interno que existe através de um interface mais amigável para editar e customizar as listas (lists) que são muito mais complexas e completas do que as tabelas (schedules). Continue a criticar este ponto que eu agradeço. As linhas de separação dos elementos de vãos em corte eram um problema já resolvido na versão 11 que eu usava até há umas semanas atrás. O resto da questão não tem a ver comigo... Consolidação 2d: De facto nunca usei essa ferramenta, mas se existe é porque houve necessidade de responder a uma solicitação de alguém. A exportação dwg permite uma série de opções e até personalização do método de exportação do ficheiro 2d final, por isso não vale a pena exagerar. O que quis dizer é que suspeito que deve ter havido a expressão de uma necessidade por parte de alguns utilizadores no sentido de terem uma ferramenta que possibilitasse uma edição gráfica rápida e fácil uma vez que a exportação 2d leva consigo sempre muitos elementos "parasitas" como tramas e linhas sobrepostas. Lamento a má experiência em termos de tempo de regeneração dos cortes e alçados, mas essa não é a minha experiência. Tenho a certeza que essa também não é a (má) experiência do utilizador comum porque se assim fosse o trabalho tornava-se impossível e decerto não haveria utilizadores Archicad. Eu pelo menos já tinha desistido. Mas reafirmo a boa (excelente) experiência relativamente à velocidade da versão 12. Só uma nota final sobre a minha noção de qualidade (aprendida com os investigadores do LNEC): Qualidade= Adequação do produto ao utilizador!
  3. Notas às notas sobre as notas do Rui Venda: Afinal paredes inclinadas sempre são brincadeira de bebé! Pois! O add-on de que falo está incluído na versão completa. Chama-se add-on, mas não custa dinheiro extra. Aquilo que eu disse é que quando tenho um componente, normalmente esse componente é o que me interessa para as medições. No caso em questão era da parede dupla que falávamos - esta pode ser facilmente medida através da listagem. Quanto á visibilidade das linhas de separação, lamento, mas já experimentei há muito tempo. Deve haver um problema com a sua versão do Archicad. Esta retórica é que a meu ver era escusada: "Portanto e resumindo, está de acordo comigo em relação às "limitações" do gdl e vem dar-me razão nos pontos que referi anteriormente, e mesmo estes com as devidas ressalvas." ????? Quanto ao trabalho com linhas e tramas (consolidação). Penso que é uma ferramenta destinada precisamente a facilitar os casos em que é necessária edição de 2d. Por exemplo exportação para edição noutros programas 2d. De facto parece haver no Archicad a preocupação de trabalhar e interagir com outros programas externos... Quando o Rui Venda diz "Quanto à sua nota à versão 12, ainda bem que assim é. Assim não tem de esperar 5 ou 10 minutos pela geração de um corte ou alçado" revela má vontade. Ou então está a tentar fazer o que os linguistas chamam uma hipérbole. De qualquer forma acho importante que o Rui Venda faça as suas críticas porque algumas (aquelas que revelam inteligência) podem ajudar a melhorar o Archicad. Os maiores apreciadores são sempre os mais críticos e isto é verdade tanto para o vinho como para o Archicad.
  4. Apenas algumas notas aos "handicaps" do Archicad - apontados pelo Rui Venda no seu penultimo post - provenientes de um utilizador de Archicad mais ou menos recente: Paredes inclinadas? - Não percebo bem a questão, mas se o objectivo é obter uma parede inclinada parece-me que a ferramenta "wall" é muito poderosa para permitir paredes inclinadas e respectivas intersecções. GDL - Concordo que o Archicad deve no futuro simplificar o método de produção de objectos paramétricos (pedido que já foi decerto colocado na "wish list" do fórum da graphisoft). Pese embora o facto de este problema não ser crítico para alguns utilizadores (para mim é). Amarelos e encarnados - Realmente não há uma receita pré formatada, mas aqui a gestão e organização por layers facilita e não tem constituído um problema para mim. Decerto que um método automático seria bem-vindo. Quanto ao faseamento da construção, há um "add-on" incluído oferecido que é o "construction simulation", mas nunca o explorei nem nunca precisei dele. Produção de objectos com primitivas ou paredes ou lajes - Quando temos de produzir um objecto (tipo mesa) ou esse objecto é simples e os objectos existentes na biblioteca resolvem o problema ou o objecto é tão específico que não há necessidade de ser parametrizável, podendo ser realizado intuitivamente e rapidamente com as ferramentas básicas do Archicad. Isto não elimina a crítica ao GDL. As listagens que interessam ao arquitecto para efeitos de elaboração do mapa de quantidades expressam, em geral, os componentes como componentes que são (por exemplo m2 de parede dupla). Mas uma forma simples de medir de forma rigorosa a alvenaria em paredes compostas (por exemplo uma parede com acabamento em reboco, dois panos de alvenaria e caixa de ar) consiste em usar as "schedules" e pedir uma listagem de componentes onde a quantidade de alvenaria (volume) é obtida através da diferenciação das tramas atribuídas a cada elemento do componente (por exemplo common brick para a alvenaria, empty fill para o reboco e air space para a caixa de ar). Podermos obter com facilidade a quantificação de cada um dos elementos da parede composta sem dividir a parede em elementos separados. A visibilidade das linhas de separação dos vários componentes de uma porta (ou de uma janela) consegue-se facilmente através da diferenciação das tramas atribuídas a cada um dos elementos. Essa diferenciação pode conseguir-se duplicando e renomeando simplesmente as tramas, mantendo as suas características: Exemplo: Wood para aduela, Wood 1 para folha, etc. No caso do vidro, se a trama for diferente temos de certeza a linha de separação entre elementos. Muitas vezes o que acontece é que as tramas são as mesmas para os diferentes elementos ou as definições do "detail level" do objecto estão definidas para o modo simplificado e não detalhado (e aqui pode depender também da escala do desenho se assim o quisermos). Resumindo: há na verdade melhorias a considerar, mas alguns problemas não o são de facto. Só uma nota à versão 12. O que mais me impressionou até agora foi a espantosa melhoria na velocidade obtida com o aproveitamento do multicore . Abraço
  5. "Apenas algumas coisas que acho interessantes em revit e que o Archicad, pelo que conheço, nao faz:" Muitas das coisas que referes o Archicad (ou seja, o utilizador): Tabelas de quantidades, Etiquetas de objectos, elementos e componentes, detalhes, ... Mas basta dar uma vista de olhos pelo manual de instruções. "é verdade que já vamos no 3º software (segundo as contas de alguns... o Imorgado é um deles )" Def, quando é que eu fiz contas dessas? deves ter confundido os posts. Quanto ao Fiat500, é bom, eu preferia o Jaguar-E, mas contento-me com o Metro que é óptimo e resolve os meus problemas.
  6. Quanto ao cálculo de vistas não estou de acordo. Não percebo como é que se pode dizer que as vistas não são bem calculadas. Onde é que estão as estatísticas da "maioria dos utilizadores"? É verdade que por vezes o esquema gráfico pretendido não sai à primeira, mas com trabalho acaba por se conseguir o que se pretende e é-se recompensado depois com a manutenção da integridade e actualização automática das peças. Quanto aos desenhos de alterações com amarelos e encarnados também não estou de acordo: podem ser feitos em 3D recorrendo a vários métodos como por exemplo: http://architruques.blogspot.com/2008/03/encarnados-e-amarelos.html e http://www.aecbytes.com/tipsandtricks/2008/issue26-archicad.html
  7. A minha perspectiva BIM é esta: O modelo tridimensional construido com software BIM permite uma optimização do processo de projecto ao nivel: 1- do desenvolvimento conceptual 2- da produção de peças de comunicação (desenhos) 3- da integração das especialidades (compatibilidades e estudos complementares, tipo térmica, acústica, etc) 4- das medições para orçamentação (controlo de custos e documentos para concurso) 5- da gestão e desenvolvimento da obra (calendário, faseamentos,etc) Tudo isto é possível com o Archicad, com o Revit e - estou certo - também com muitos outros programas. Tenho usado o Archicad e verifico que o nivel de informação que "depositamos" no modelo depende do contexto que envolve cada um dos projectos. Em certos casos, o BIM serve-nos apenas para testar um conceito simples. Outras vezes, exige-se que cada elemento, componente ou objecto do projecto estejam associados a informação que nos permita extrair documentos "automáticos" que irão constituir o projecto de execução. A minha ainda curta experîência em Archicad leva-me a compreender e maravilhar-me com o enorme potencial que encerra e a lamentar algumas das suas fragilidades (passageiras, espero): "+" Consigo obter uma rentabilidade e fiabilidade no processo de projecto muito superior ao dobro daquela que tinha com o Autocad (estou a comparar o incomparável). As críticas do DEF, são mesmo de quem não conhece nem quer conhecer o programa ("...ferramentas basicamente de paredes..."??? "...Vistas 2d..."???). "-" Por outro lado, lamento que o Archicad não apresente as ferramentas de "quantificação" (Listas) de forma amigável. As potencialidades estão lá, mas não são nada intuitivas. Sei que há o Archiquant, mas isso é batota. Na versão 12 volta-se a não tocar neste aspecto. Também a criação de objectos inteligentes poderia ser mais intuitiva do que é com o GDL (aqui talvez o Revit esteja melhor). Para finalizar, não me parece correcto que quem não conheça um software o esteja permanentemente a criticar. Tenho constatado que o Archicad é muito atacado por muitos daqueles que usam Revit (estou a meter-me amigavelmente com o DEF), não percebo porquê. Quanto ao Revit ou ao Archicad se conseguirem ou não aguentar no futuro, isso não é muito grave, o que é importante é que existam alternativas (e existem sempre) no caso de estes fecharem a porta.
  8. "É o que faz ser um software não BIM " ???? Porque é que o Archicad é um software não BIM? Acho que há aí muita desinformação!
  9. Ok Refs. Obrigado pelas informações. :*
  10. Quando digo que é só teoria é isso mesmo: não sinto essa limitação. Refiro-me sempre à minha experiência e às minhas necessidades e são essas que importam na avaliação de uma ferramenta que é a base do meu trabalho: Exerço arquitectura em Portugal, realizo projectos de pequena e média dimensão, procuro rigor e qualidade desde a concepção até ao projecto de execução. Quanto aos objectos, aqueles que normalmente preciso de "construir" não são os repetitivos, são precisamente os mais singulares e é por esse motivo que não existem nas bibliotecas disponíveis de objectos paramétricos. A detecção de uma "deficiência" que não me afecta não é critério de avaliação para mim. Se tenho um carro para andar até aos 120, não é defeito o facto de não chegar aos 300. Mas também sei que há alguns no Archicad que ultrapassam os 300 (porque precisam). Quanto à dimensão dos ficheiros no Archicad, se as bibliotecas são externas, o ficheiro base será sempre mais reduzido do que um ficheiro com as bilbiotecas incorporadas, não? Mas eu percebo o argumento e aceito com facilidade que por principio, um programa que me permite criar intuitivamente objectos paramétricos é melhor nesse aspecto - ponto final! O que reafirmo é o seguinte: Utilizo o archicad e considero-o uma ferramenta potentíssima., ainda que só use uma fracção mínima das suas potencialidades. Para já responde com eficácia às minhas exigências. No dia em que deixar de responder, procuro outro software. Quanto ao JoaoFernandes, não está de certeza a falar do Archicad, ou então está a falar de uma versão desactualizada que não lhe permite fazer as tais paredes inclinadas. De resto não contem comigo para uma guerra Archicad/Revit, já vi disso em muitos Fóruns e é quase igual às discussões entre Benfica e Sporting.:*
  11. Caro Refs obrigado Não conheço o Revit, por isso não posso fazer comparações. Mas as limitações de que falas relativamente ao Archicad eu não as sinto assim. Não sei programar GDL mas construo constantemente objectos no ambiente Archicad. Não são paramétricos mas resolvem-me os problemas que surgem... portanto, talvez essa limitação que apontas seja mais teórica que prática.
  12. Só um esclarecimento: Não foi só na versão 11, mas sim na 10 que "esse software" passou a simplificar a vida aos arquitectos mais complexos... Já agora gostaria de saber qual é o grave problema da tecnologia de suporte ao software a que se refere o refs, uma vez que utilizo o Archicad e estou muito satisfeito. PS - A questão de quem copia quem (O Revit copiou o Archicad, não o Archicad copia o Revit, não...etc, etc) não tem interesse absolutamente nenhum... Espero que se copiem uns aos outros e que fiquem todos cada vez melhores!
  13. O Joao Fernandes já respondeu, mas acho que não é demais dizer que o Archicad tanto faz casinhas simples como complexas, tudo depende do grau de conhecimentos do utilizador. No caso do Nunomiguelneto, para além das pardes que podem ser inclinadas, duplamente inclinadas e complexas, há também a ferramenta de perfis complexos que permite fazer "quase tudo". Uma boa ajuda pode ser a do architruques: http://architruques.blogspot.com/2007/09/perfs-complexos.html penso que resolve o problema dos "remates inclinados".
  14. Tenho a revista à minha frente e não encontro nada.
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.