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Arquitectura.pt


Rui Leite

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About Rui Leite

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  • Birthday 10/26/1970
  1. Olá Pode-se utilizar apenas betonilha como acabamento, mas a maior parte das pessoas poderá julgar que o pavimento não está acabado, mas antes esperando acabamento (assentamento de mosaico, p.ex.). Há muitos espaços de garagem com esse acabamento. A betonilha afagada dá uma textura rugosa, mas sem estereotomia. Permite alguma absorção de água. A betonilha polida (usualmente com uma máquina de lâminas circulares (que alguns chamam "helicóptero") dá um acabamento liso, mas só é aplicável na prática em superfícies grandes. Tem mais resistência a absorção de água. Por vezes misturam-se aditivos endurecedores ou impermeabilizantes à argamassa, para melhorar o comportamento da betonilha. A betonilha esquertelada é como a afagada, mas dividida em quadrados ou rectângulos, gerando uma esterotomia que podemos definir. É muito utilizada em passeios. Convém prever juntas de execução/dilatação no exterior ou em grandes superfícies, pois caso contrário teremos fissuras aleatórias devido a expansão/contracção do material (no máximo 5m de espaçamento entre juntas). Estas juntas podem ser menos espaçadas e ter diferentes configurações, gerando uma esterometria, mas convém evitar ângulos muito agudos, que se tornam frágeis. Cumprimentos, Rui Leite
  2. pôxa.....se fazendo distraido.!!!

  3. É uma notícia que me deixa satisfeito. Não porque o edifício seja pavoroso, porque desses há muitos, e então não teriamos mãos a medir com tantas demolições... mas porque é um passo importante na luta contra a política do facto consumado, que os promotores e empreiteiros tanto apreciam, e que as câmaras municipais mostram-se incapazes de contrariar.
  4. Concordo consigo quanto a validade das posições, dependendo, como sempre da qualidade da resposta de cada autor. Concordo também quanto a necessidade deste tipo de objecto possuir uma área livre de outras intervenções ao seu redor, e desejo sinceramente que isto aconteça neste caso... A minha reflexão sobre a moda ia no sentido de questionar o porque da proliferação de um determinado tipo de resposta, enquanto outras abordagens (como a da casa da cascata) raramente são vistas. Claro que a casa Kauffman é um projecto excepcional, uma das melhores obras de um arquitecto que considero genial, e portanto não pretendo estabelecer comparações. Penso no entanto que é consensual que o conceito da "caixa(s)", um ou mais volumes simples, tem sido claramente predominante na produção mais recente. Por fim, também concordo em outro ponto: ainda bem que não é branca !
  5. Pode-se gostar mais ou menos, mas parece-me sem dúvida um projecto cuidado. No entanto gostaria de levantar a questão dos extremos e da(s) moda(s). Parece-me que valorizamos muito as respostas extremas ao sítio, do qual esta casa seria um exemplo ao assumir-se como objecto que quase flutua, evitando tocar no terreno, e daí sua colocação transversal à pendente. No extremo oposto estaria outra hipótese que facilmente nos ocorre, a da casa semi-enterrada, que tenta desaparecer na paisagem, e que se implantaria acompanhando as curvas de nível... Estas respostas extremas parecem-me conter um desejo de simplificação, muito distante da casa da cascata, que na sua complexidade consegue afirmar-se simultâneamente como objecto e integrar-se na natureza envolvente, de tal forma que uma valoriza a outra, e vice-versa. E daí a reflexão que muitas vezes me ocorre...porque valorizamos (onde me incluo) estas respostas extremas ao sítio ?
  6. Parabéns aos Correios pela iniciativa. Agora, a título de crítica construtiva (para uma eventual 2ª série) : Não acham que algumas das fotos poderiam ser melhores, tendo em conta a pequena dimensão do formato? As obras do Alcino Soutinho e do Siza estão bem, mas as restantes quase não se veem...
  7. A mim o que mais chateia é a Denominação de Centro Cultural que aqui é claramente usada abusivamente para dar suporte a uma operação de carácter eminentemente comercial. Assim, como é "cultural" e para rentabilizar toda essa "cultura" permite-se uma volumetria muito superior àquilo que seria razoável ou aceitável ! Tenho praticamente a certeza que se um promotor apresentasse tal proposta seria imediatamente chumbado ! Aliás, para criar ali um espaço cultural a volumetria existente é mais que suficiente. Bastaria reabilitar a construção, mantendo paredes, coberturas, desníveis e criando as infraestruturas e apoios mínimos (sistemas de iluminação e segurança,casas de banho, etc) e com 1 ou 2 milhões de euros tinhamos um excelente espaço para manifestações culturais... mas claro que não tinhamos um Hotel, Cinemas e Lojas...
  8. Gosto Economia de meios, simplicidade, e bom senso...
  9. É apenas um passo...mas é um bom passo, sobretudo por contribuir para o respeito e valorização de nossa profissão. Agora gostaria de saber qual é o próximo passo que a Ordem pretende dar nesse caminho...alguém sabe?
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