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  1. Axel de Stampa transforma fotografias de projectos de SANAA, Herzog and de Meuron, MAD Architects em gifs   Fotos © Iwan Baan, James-Ewing, Luis-Garcia, Nico Saieh, Tom Arban GIF © Axel de Stampa                    
  2. Concordo Ana, acharia interessante subscrever a petição, onde posso encontrar a mesma?
  3. Cálculo De Honorários

    Alguns outros tópicos que podem ajudar: > > > > > > >   No campo de pesquisa no topo é possível procurar por mais tópicos da mesma forma que o fiz.   Boa sorte.
  4. O Arquitectura.pt deseja a todos um excelente Carnaval de 2014! Participe no nosso Carnaval e faça o download da nossa máscara "arquitectónica" e partilhe as suas fotos connosco. INSTRUÇÕES 1. Recorte pelo picotado as áreas brancas e utilize um fio de algodão para prender a sua máscara.2. Partilhe a sua máscara no nosso Facebook e no Arquitectura.pt. 3. Ver se os colegas conseguem adivinhar a sua máscara. Faça aqui o download:mascara2014_alvarosiza.pdf
  5. Calçada portuguesa, essa horrível beldade Revista Visão   A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, esta terça-feira o Plano de Acessibilidade Pedonal, uma iniciativa que prevê a aplicação de 100 medidas, até 2017, para facilitar a mobilidade na capital do país. Uma das medidas prevê a retirada da calçada portuguesa.   A propósito desta medida, republicamos um debate organizado pela VISÃO, em Dezembro de 2013   Quando chegam à Praça do Rossio, Viviane Aguiar, 37 anos, e Paulo Ferrero, 50, parecem trajados para desempenhar papéis opostos: ela vem de vestido com padrão a preto e branco, como a calçada que detesta; ele, de roupas pardacentas, como o cimento que abomina.   A VISÃO pediu à autora do blogue A Casinha da Boneca e ao fundador do Fórum Cidadania Lx, que lançou a petição Pela Manutenção da Calçada Portuguesa, para debaterem as vantagens e desvantagens deste piso típico, a propósito do Plano de Acessibilidade Pedonal, da Câmara de Lisboa, que levanta a possibilidade de mudar o pavimento em várias zonas da cidade. À mesa de uma casa de chá da Rua do Ouro, falaram das responsabilidades da Câmara, de turistas e, claro, de saltos altos.   O que tem contra a calçada portuguesa? Viviane Aguiar (VA): Não vou tratá-la por calçada portuguesa. Vou apelidá-la, carinhosamente, de pedrinhas do demo, que é a melhor descrição das ditas pedras que nos dão cabo da saúde e dos nervos. São um perigo para a segurança pública, e, nessa medida, não se podendo alcatifar a cidade ou acolchoá-la como nos parques infantis, arranja-se uma situação de compromisso.   Paulo Ferrero (PF): Pedrinhas do demo... [risos] Compreendo que haja muita gente que não gosta da calçada portuguesa, neste momento, como ela está: mal colocada, mal cortada, sistematicamente ocupada por carros. Chegámos a um estado em que realmente... Eu já caí, uma série de pessoas já caiu - sobretudo senhoras, por causa dos saltos altos -, e as pessoas de idade têm dificuldade. Também é preciso ver que há vários níveis de intervenção: nas ruas íngremes é mais perigoso, quando as pedras estão muito polidas ou esburacadas. Aí, não tenho nada contra a mudança da calçada. Temos aqui um ponto de encontro?   VA: Aparentemente.   PF: Mas pedrinhas do demo não são...   VA: Eu disse isso com todo o carinho.   PF: A calçada portuguesa é um símbolo de todo o País, não só da cidade.   VA: Mas até que ponto devemos mantê-la quando há tanta desvantagem? As calçadas são uma evolução das ruas de terra batida. Acho que devia haver uma terceira etapa de evolução natural para um piso mais consentâneo com o nosso dia a dia, que está, neste momento, a ser posto em causa.   PF: Não, não acho que esteja...   VA: Olhe que eu acho que sim. Experimente pôr uns saltos altos...   PF: [Risos.]   VA: Com todo o respeito!   PF: Como no filme do Almodôvar?   VA: Uma família em que a mãe está de salto alto e tem um carrinho de bebé, em que o pai, coitado, se magoou e anda de muletas...   PF: Os saltos altos fazem mal às senhoras. Fazem mal à coluna.   VA: Mas fazem tão bem a outras coisas das senhoras... E dos senhores.   PF: E não é só o salto alto. É mais o salto de agulha.   VA: Não entremos por aí... A cidade seria tão mais cinzenta se as senhoras usassem chanatos! Não vamos promover a chanatização de Lisboa.   PF: Estamos a falar de vários níveis da calçada. A artística não está em causa. A câmara não vai mexer muito nos pontos turísticos, o que até é engraçado: o turista já pode cair, mas o lisboeta não.   VA: A verdade é que há muitas queixas dos turistas. Dizem: "São tão bonitas, aquelas pedrinhas, mas fazem-nos cair."   PF: Quando fizemos a petição, houve amigos que nos mandaram artigos de estrangeiros a dizer precisamente o contrário, que era um ex-líbris da cidade.   VA: Não temos de pensar nos estrangeiros, mas nas pessoas que andam na cidade diariamente. A calçada é bonita, mas esqueço a beleza quando não é funcional. Mas não é parte da identidade da cidade?   VA: Por isso mesmo, parece-me bem que se mantenha em determinadas zonas. O que não faz sentido é vermos habitualmente pessoas a irem pela estrada...   PF: Porque está mal colocada!   VA: ... Ou pelas ciclovias. As pessoas andam pelas ciclovias para evitarem os passeios.   PF: Eu sei. Eu também ando. O passeio está esburacado, vai-se pela ciclovia. Depois, leva-se com uma bicicleta.   VA: Então estamos a chegar a outro ponto comum. Concorda que esta calçada, da forma como está, é péssima.   PF: Ah, mas então o demo é a Câmara que não trata da calçada convenientemente. Olhe, as obras na via pública: cada empresa que abre um buraco, quando volta a pôr a pedra, deixa aquilo tudo mal. Ora não põem o cimento em dose adequada com a areia, ora não cortam bem... Onde há uma obra, já se sabe que vai haver asneira. Depois, vem uma chuvada, um carro em cima do passeio, e pronto, um buraco. Mesmo que tudo fosse feito na perfeição, não é verdade que a calçada portuguesa é muito mais exigente do ponto de vista da manutenção?   PF: Não sei. Isso dizem os adversários da calçada. O que eu acho é que a calçada contribui para a permeabilidade dos solos, ao contrário dos outros pisos que andam a pôr, e além do mais dignifica, ou devia dignificar, a profissão do calceteiro.   VA: É uma profissão muito dura, não? E essas profissões tendem a desaparecer.   PF: Mas até há métodos automáticos e maquinaria que permitem fazer a calçada.   VA: Então é para manter a tradição e fazemos a calçada com máquinas?   PF: Antes colocar uma pedra cortada por uma máquina do que aquele cimento que estão a pôr nas Avenidas Novas. Uma coisa horrorosa. Outro aspeto: a Câmara disse que não ia intervir nas zonas históricas. Mentira. Já interveio na Rua da Vitória, no miradouro de Santa Catarina, com pedra lioz, e na 5 de Outubro e no Areeiro, com uma mistura de betão e materiais horríveis. Não admite alteração nem nessas zonas?   PF: Não. Para quê? São zonas quase planas. Precisam é de bom tratamento. Além disso, a calçada é responsável pela grande luminosidade da cidade.   VA: Mas isso não se resolveria com outro tipo de pedra clarinha?   PF: Isso não sei, mas o que estão a pôr não é outra pedra. É cimento. A Viviane considera que a calçada portuguesa se está a demitir da sua função primordial, que é servir de piso para caminhar?   VA: Precisamente. Cadeiras de rodas, idosos, senhoras de salto alto, pessoas de muletas, invisuais...   PF: Daqui a pouco, só temos passadeiras rolantes.   VA: Basta um piso funcional.   PF: Mas a calçada é funcional!   VA: Da forma como está, não é.   PF: Então estamos de acordo. E a calçada é mais cara do que outros pisos.   PF: Quem disse? Só pelo facto de ser um processo moroso e manual...   PF: Não sei, não sei. O que eu sei é que é um elemento característico de Lisboa, permeável e amigo do ambiente, exportável, responsável pela luminosidade da cidade... Faz sentido a Câmara substituir a calçada em zonas íngremes, passeios estreitos. Resumindo, trocava de caras os saltos altos pela calçada.   PF: Não é isso que está em causa. A minha mulher também usa saltos, e nunca caiu. Cai-se quando se está distraído ou se tem pouca sorte e não se vê o buraco. [Risos.] Não é mais cansativo, mesmo para os homens, caminhar na calçada portuguesa?   PF: É, é. Talvez seja, sim. Sente-se na sola. Mas, para si, não é uma diferença que o faça pôr a calçada em causa. Já no caso da Viviane...   VA: Faz toda a diferença. Eu junto vários fatores: é o salto alto, é o carrinho de bebé, são as entorses crónicas nos joelhos.   PF: Pois, está em má condição. É evidente.   VA: Mesmo quando está bem mantida, também é uma espécie de rinque, muito lisinha.   PF: Se estiver muito polida, é, mas pode-se enrugar. Há técnicas para evitar isso. Claro que não evitam tudo. Se vem chuva...   VA: A chuva é uma maravilha, para isso. Se estivéssemos numa sociedade em que as pessoas processassem com frequência, como noutras, a Câmara já estava carregada de processos cíveis à conta de acidentes, com pedidos de indemnização. Eu própria já estaria rica.   PF: E quem processasse a Câmara, teria razão. A Câmara é que tem a responsabilidade de manter a calçada em condições.   Ler toda a notícia em: http://bit.ly/1cVRutp
  6. Opções Profissionais Em Portugal

    Caro Edgar,    Infelizmente acho essa questão um pouco particular a específica. Infelizmente a situação de construção e arquitectura está pouco favorável em Portugal, e será difícil para qualquer outro colega arquitecto dizer as suas opções. Mesmo com informação específica do seu passado profissional depende da empresa ou instituição avaliar as suas capacidades de contratação.   O melhor a fazer será como terá feito para ser contratado pela primeira vez na Inglaterra, procurar em bolsas de emprego, contactar empresas e enviar currículos. Ou se ajudar contactar velhos amigos de faculdade, colegas de profissão que o possam ajudar a responder melhor às suas perguntas e ajudá-lo.   Boa sorte
  7. Aqui ficam alguns: http://www.inkscape.org/en/ http://www.creativedocs.net/ http://www.serif.com/free-graphic-design-software http://www.getpaint.net/ http://www.rw-designer.com/image-editor http://www.gimp.org/ http://al.chemy.org/ https://www.openoffice.org/product/draw.html
  8. Honorários Para Moradia De 2 Pisos

    Alguma informação de 2009 que ainda pode ajudar. 1329404032C3oBD5fd7Sl57AU3.pdf
  9. Duvidas - Club De Ciclismo

    Lamento mas acho que preciso de mais informação.
  10. Duvidas - Club De Ciclismo

    O programa de um clube de ciclismo? Mas ideias de arquitectura para um clube de ciclismo?
  11. Treehouse por Arq. Aibek Almasov em Almaty, Cazaquistão  Quando um cliente contratou o arquiteto Aibek Almasov pedindo um retiro tranquilo nas montanhas do Cazaquistão, Almasov decidiu criar um novo tipo de casa na árvore. Ao invés de sentar nos ramos, a casa envolve completamente em torno de um pinheiro. A casa de quatro andares cilíndrica é murada com vidro para dar pontos de vista dos bosques circundantes. Não há privacidade, mas isso é uma preocupação menor quando os esquilos são seus únicos vizinhos.  Está totalmente equipado como uma casa , embora os proprietários pretende usá-lo apenas nos fins de semana . " Se eu estivesse construindo para mim eu viveria o tempo todo ", diz Almasov , que diz que ele é atraído para áreas rurais longe do barulho e poluição. Uma vez que os galhos das árvores se espalharam para preencher mais espaço nos níveis superiores da casa, mais espaço de vida é na base do edifício. O primeiro andar é dividido em uma casa de banho e cozinha, e uma cama se encaixa no segundo andar . A casa fica cerca de 14 quilômetros da cidade de Almaty, Kazazhstan . Não há acesso aos serviços da cidade, como a eletricidade , assim que o arquiteto está planejando usar fontes de energia renováveis ​​. A bomba de calor geotérmica provavelmente vai fornecer o calor no inverno, e um revestimento solar sobre as superfícies de vidro pode fornecer energia . A casa também vai reciclar a água cinzenta. Porque não há acesso rodoviário direto , os proprietários terão de caminhar ou andar de bicicleta a uma curta distância para chegar a casa.  A construção está previsto para começar no próximo ano e terá um efeito relativamente pequeno sobre o terreno circundante, uma vez que a casa vai ser pré-fabricados em uma fábrica e apenas montados no local . Apesar da mudança de habitat, a própria árvore deve ficar saudável, diz Almasov . "Isso não deve ser afetado porque ele vai sempre ser ventilado por janelas abertas ", explica ele , e ainda terá acesso a luz e água. E, claro , ao contrário de a maioria dos projetos de construção nos bosques , este vai deixar árvores permanecer no local . " É melhor do que o corte de dezenas de árvores , a fim de construir uma casa de madeira. " Embora não seja exatamente uma idéia de projeto que pode ser replicado em escala de massa, Almasov diz que já tem o interesse de outras pessoas que querem casas semelhantes .      
  12. Universidade de Viena cria casa ecológica que produz mais energia do que consome   Nas duas últimas semanas, 19 equipas de estudantes de todo o mundo mostraram as suas casas sustentáveis alimentadas por energia solar, num projecto chamado Solar Decathlon e promovido pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos. O projecto vencedor veio da Áustria e foi projectado pela Universidade de Tecnologia de Viena, que desenhou a casa mais económica, eficiente em termos de energia e, claro, atraente. Alimentada por um sistema de energia solar no tecto, a Lisi gera mais energia do que consome ao longo de um ano. A energia extra poderá ser utilizada para abastecer um veículo eléctrico, por exemplo, ou vendida à rede.               Mais informação: http://bit.ly/Hzlr5H   Notícia: http://bit.ly/Hzls9O
  13. Ordem dos Arquitectos chumba concurso para internato feminino para Colégio Militar  Após analisar o procedimento concursal e, segundo um parecer a que a agência Lusa teve hoje acesso, o Departamento de Concursos da Ordem dos Arquitetos - Secção Regional do Sul - (OA-SRS) disse que "não recomenda" a participação no concurso, por este conter "dissonâncias quanto à interpretação da legislação aplicável e cláusulas que atentam ao devido regular da encomenda pública e do exercício da arquitetura". Entre as anomalias detetadas está o prazo de 15 dias estabelecido para a entrega das propostas, que a Ordem dos Arquitetos considera "manifestamente reduzido". A entidade contesta ainda a "conformidade de vários outros aspetos do concurso", nomeadamente a "exiguidade do preço base [128.722 euros], que se revela manifestamente reduzido e desproporcionado" em relação à empreitada, além de discordar também do "prazo para a execução do projeto". A OA-SRS considera que, tendo em conta as irregularidades detetadas, "não estão reunidas as condições necessárias que salvaguardam a desejável interpretação da legislação aplicável", assim como "os princípios da própria atividade profissional da arquitetura e da efetiva concorrência e da defesa do interesse público". Mais informação:http://bit.ly/1a89dLm
  14. Achas possível publicar a informação para que outros possam procurar da próxima vez?
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