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Koolhas

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    http://jafm-arquitecto.blogspot.com/
  1. Olá Marcio obrigado pela tua ajuda,. Conheço este site ja a bastanter tempo, e pouco me ajudas no que quero.....alguem conhece outros sites de concursos de arquitectura?
  2. Boas, Alguem sabe de sites onde podemos obter informações sobre concursos de arquitectura e participar??? Agradeço a ajuda.
  3. Já agora Ricardo Oliveira , será possivel enviares-me também toda a pormenorização? é que eu também estou interessado em perceber como funciona essa caixilharia.....
  4. Olá ARK cuidado com essa expressão "Angola é o Paraíso", pois eu estou em Angola e sou tb Angolano e não é bem assim...para a nossa "classe" (Arquitectos) isto aqui não é la mto bom..pois há falta de cultura....O arquitecto no verdadeiro sentido da palavra aqui em Angola ainda não é bem visto....pois os gostos aqui são mto duvidosos....mas para quem é pato bravo esses sim vêm isto com grandes oportunidades...mas tb digo-te aqui para os clientes pagarem é um caso sério....Podes ter 10 projectos para fazer e com muita sorte desses 10 projectos 1 é que vai para frente....
  5. Olá pessoal alguém sabe de algum site onde possa sacar imagens de pessoas para fotomontagens???
  6. Parábens a todos do arquitectura.pt....Acho que tá na altura de se realizar o 2º concurso do arquitectura.pt.... o tema até podia ser: "espaços ecologicos" ou "arquitectura ecologica em africa"
  7. O mercado do Kinaxixe começou a ser demolido. Um crime

  8. Olá pessoal alguem me pode ajudar em encontrar exemplos(desenhos tecnicos e ou imagens) de caixilharias em chapas de aço galvanizado ou então em inox????
  9. Secil Universidades atribui prémios André Escobar Teixeira, da Universidade Lusíada de Lisboa (com um projecto para um Museu Militar), Luís Fonseca Rasteiro, do Instituto Superior Técnico (Percurso pedonal assistido para a Baixa-Castelo, em Lisboa) e Francisco Lencastre, da Universidade Lusíada do Porto (com a Casa das Artes do Barreiro) ganharam o Secil Universidades 2007. O Secil Universidades – que é atribuído anualmente desde 2002, organizado em colaboração com a Ordem dos Arquitectos e que tem por objectivo reconhecer e premiar o trabalho académico dos jovens estudantes das escolas portuguesas de arquitectura – atribuiu ainda duas menções honrosas. Uma para um projecto para as piscinas do Ginjal, da autoria de Bárbara Ribeiro Mesquita, da Universidade de Évora, e outra para uma intervenção no Parque Eduardo VII de Lisboa, de Diana Ramos, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia de Lisboa. Fonte: Ordem dos Arquitectos
  10. Conheço um grupo de pessoas que participaram no concurso
  11. Bem não queria opinar mas sinto-me no dever de o fazer....Ora bem essa velha questão das universidades que têm os professores de nome na praça pública não é sinonimo de sucesso dos alunos...cuidado... quem faz as universidades mais uma vez, não são os professores mas sim os alunos...podemos encontrar alunos bons na Autonoma como na Lusiada, Lusofona, FAUTL entre outras , assim como também maus alunos...O que difere uma universidade da outra é ápenas o grau de exigência dos professores para com os alunos e vice-versa apenas isso e mais nada...o resto o aluno é que faz..........se não vejamos uma coisa em relação (fora de portugal) a Architectural Association não tenho duvidas que os professores de lá na sua maioria são as estrelas do panorama arquitectonico e sem duvida que os trabalhos desenvolvidos pelos alunos numa boa parte são mto interessantes mas isso não significa que esses mesmos alunos que tiveram professores como Richard Roger, Reem Koolhaas, Zaha Hadid, entre outros, serão as proximas estrelas....Há um ditado que eu gosto muito que é o seguinte: Para seres o melhor dos melhores tens que ter 75 % talento e 23% de trabalho "Non-stop" e 2% de auto-critica........ Moral da historia: os profs so dão a percentagem do trabalho o resto o aluno é que têm que ter....por isso não venham com essas tretas de que se tiveres como professores o arquitecto x, y ou z que estas bem e no bom caminho.... E ja agora o que acontece na maioria das vezes é que esses professores que são intitulados de estrelas normalmente gostam de cultivar a sua doutrina aos seus alunos....ou seja se for um arquitecto que so faz caixas com angulos rectos os seus alunos não vão experimentar outras coisas se não as caixinhas com angulos de 90 graus para agradarem os profs...Pergunto até que ponto será benefico ter um professor estrela? Enquanto que o professor não estrela da-te a liberdade total para explorares mundos para além do obvio...... Contava aqui uma cena que me aconteceu numa conversa com o Arq. Borja Ferrater (filho do Arq. Carlos Ferrater) em Barcelona, a cerca de alguns profs. intitulados de estrelas que dão aulas numa dessas universidades onde só ha estrelas(portuguesa claro) Bem não quero polemicas...pensem o que quiserem cada um defende aquilo que é seu mas num sentido critico e não por emoções.....
  12. Sim em certa parte tb estou de acordo contigo, mas será este o caminho certo para a cidade do séc. XXI?? Se voltamos um pouco atraz na historia, na antiguidade classica, na epoca medieval, no Renascimento, podemos ver que nesta altura a cidade era para as pessoas, com espaços públicos de referências tais como ja referiste "Ágora, praças, igrejas, Foruns" mas se repararmos como deve ser, podemos ver que esses espaços tinham relações geometricas muito forte com a envolvente. Com o surgimento da epóca industrial e com a filosofia do modernismo todos esses conceitos praticamente desapareceram, a cidade nesta altura passou a ser algo vazio(exemplo de Brasilia)...as pessoas praticamente desapareceram das ruas para dar lugar ao automovel, os espaços públicos um tanto quanto estereis, enfim uma cidade para o carro...Ultimamente tem-se notado nos projectos contemporâneos um certo recuar da historia em relação a essas questões de caracter social que é os espaços públicos e a cidade para as pessoas, o que mostra também que o Modernismo foi algo de "pessimo" para a cidade e que agora há um certo cuidado ao projectar e pensar a cidade e os espaços públicos. Não podemos nos esquecer é claro que as coisas têm as suas epócas, as suas filosofias e maneira de interpretar o mundo, mas é com a história que construimos o amanha. repara neste projecto dos NL architects, ganharam o concurso com este projecto, olha para o desenho urbano envolvente. o que te parece????? Palavra chave : no passado desenhava-se atraves do paradigma Cartesiano até nos dias de hoje ainda assim se faz.....mas há alguns arquitectos que trabalham com as Non-forms(pessoalmente eu tb prefiro projectar com essa filosofia ou ferramenta de interpretação da forma) ou por assim dizer com o diagrama não-euclidiano(que na minha interpretação pessoal nao passa nada mais do que reviver a maneira de projectar da epoca Medieval...é claro num tom contemporâneo) de uma maneira espontânea mas com ordem(Teoria do Caos)
  13. Arquitectura evasiva, o que é? Como se relaciona com o desenho da cidade? Ela produz espaço público? Que consequências têm para a evolução da cidade? É boa ou má? Como surgem na cidade? Ao acaso? Que relação estabelecem com a envolvente consolidada???? Eis algumas questões interessantes para ser debatida aqui no forum...O que acham e que opiniões tenhem acerca deste tema? Ficam aqui algumas imagens que possam ajudar... Este tema faz parte de um dos capitulos da minha tese final de curso...gostaria de ouvir opiniões acerca desse tema...
  14. Bem, em relação a este projecto, pouco posso falar pq identifico-me um pouco com essa linha de pensamento arquitectonico e claro acho o arquitecto josep llinas um bom arquitecto. Mas nem sempre os grandes arquitectos conseguem manter uma constante performance nas intervençoes que fazem em varios lugares com variados programas. O que noto nesta intervenção é um pouco de egocentrismo do arquitecto em relação a forma da intervenção com o lugar propriamente dito. Ou seja quem conhece Josep Llinas e as suas obras verá que o desenho formal nao foge mto a regra do que ele tem feito, tal como podemos ver tb nas obras do Siza ou Souto Moura como por exemplo. Vê-se aqui uma cobertura com algumas linhas marcando algumas direcções mas que no conjunto nao funciona mto bem com a envolvente é quase como negar o lugar. Por mais arrojado que um arquitecto seja isso não lhe permite negar as caracteristicas do lugar. Mas lá está mesmo gostando desse tipo de linguagem temos que ser criticos a elas mesmas e nao devemos estar preso ou dominado por essas formas coisa que aqui o arq. Josep Llinas mostra. Conclusão, boa expressão formal mas má interpretação do Lugar........apenas fica aqui um ponto de vista.
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