Jump to content
Arquitectura.pt


Andreia alves

Membros
  • Content Count

    48
  • Joined

  • Last visited

Everything posted by Andreia alves

  1. vá neste link (Link omitido pela administração por conter conteúdo protegido por direitos de autor) e faça download de um livro sobre materiais muito interessante com 460 páginas
  2. O curso referido no link abaixo vale 2 créditos para acesso à Ordem dos Arquitectos: http://www.jornalarquitecturas.com/Cursos/Planodecursos2011/CursoEcoeficiênciadosMateriaisdeConstrução.aspx
  3. A 9 de Março do corrente ano o Parlamento e o Conselho Europeu aprovaram o novo Regulamento de Produtos da Construção (305/2011) o qual está em vigor desde 24 Abril de forma parcial e que a partir de 1 de Julho de 2013 irá substituir de forma integral a Directiva dos Produtos da Construção 89/106/CEE. O novo Regulamento irá obrigar à avaliação dos impactos ambientais de todos os produtos de construção vendidos na Europa, com reduzidas excepções previstas no Artº 5. O Regulamento de Produtos da Construção apresenta ainda novidades ao obrigar à avaliação das substâncias perigosas contidas nos produtos. Este Regulamento irá assim incentivar a utilização de produtos mais sustentáveis pelo sector da construção.
  4. http://www.springer.com/cda/content/document/productFlyer/productFlyer_978-0-85729-891-1.pdf?SGWID=0-0-1297-174128669-0
  5. Indíce da 2ª edição: Prefácio 1 Introdução 1.1 Enquadramento 1.2 Desenvolvimento Sustentável 1.3 Construção Sustentável 1.4 O Papel dos Materiais de Construção 1.5 Conclusões Gerais 1.6 Referências 2 Toxicidade dos Materiais de Construção 2.1 Enquadramento 2. 2 Tintas, Vernizes e Materiais para Preservação de Madeiras 2.2.1 Tintas e Vernizes 2.2.2 Materiais para Protecção de Madeiras 2.3 Materiais Plásticos e Colas Sintéticas 2.3.1 Materiais Plásticos 2.3.2 Colas Sintéticas 2.4 Materiais Tóxicos em Caso de Incêndio 2.5 Materiais com Substâncias Radioactivas 2.6 Materiais contendo Amianto 2.7 Chumbo em Redes de Abastecimento de Água 2.8 Importância dos Ensaios de Lexiviação 2.9 Conclusões Gerais 2.10 Referências 3 Materiais e Energia 3.1 Enquadramento 3.2 Energia Incorporada nos Materiais 3.3 Emergia 3.4 Materiais que Contribuem para a Redução do Consumo 3.4.1 Isolamentos Térmicos Correntes 3.4.2 Isolamentos Térmicos à Base de Materiais Naturais e Resíduos 3.4.3 Isolamentos Térmicos de Elevado Desempenho 3.4.4 Materiais de Mudança de Fase 3.5 Conclusões Gerais 3.6 Referências 4 Resíduos de Construção e Demolição 4.1 Enquadramento 4.2 Regulamentação 4.3 Plano de Prevenção e Gestão - PPG 4.4 Quantificação de RCD 4.5 Demolição, Desconstrução, Triagem, e Reciclagem 4.5.1 Demolição versus Desconstrução 4.5.2 Triagem e Reciclagem 4.5.2.1 Reciclagem de Materiais Contendo Gesso 4.5.2.2 Reciclagem de Materiais Contendo Amianto 4.5.2.3 Reciclagem de Resíduos de Betão com Processos Térmicos 4.6 Conclusões Gerais 4.7 Referências 5 Agregados, Ligantes e Betões 5.1 Enquadramento 5.2 Betões Contendo Resíduos Pozolânicos ou Hidráulicos 5.3 Betões com Agregados Reciclados e outros Resíduos 5.3.1 Betões de Ligantes Hidráulicos com Agregados Reciclados 5.3.2 Betões de Ligantes Hidráulicos com outros Resíduos 5.3.2.1- Betões com resíduos de borracha de pneus 5.3.2.2- Betões com resíduos de poli teraftalato de etileno-PET 5.3.3 Betões Betuminosos 5.4 Betões com Capacidade Sensora 5.5 Gessos Sintéticos 5.5.1 Gesso FGD 5.5.2 Fosfogesso 5.5.3 Outros Gessos Sintéticos 5.6 Ligantes Obtidos por Activação Alcalina 5.6.1 Emissões de Dióxido de Carbono 5.6.2 Retrospectiva Histórica 5.6.3 Matérias-Primas 5.6.3.1 Superfície Específica 5.6.3.2 Composição 5.6.3.3 Activadores Alcalinos 5.6.3.4 Aditivos 5.6.4 Mistura dos Componentes 5.6.5 Cura 5.6.6 Resistência Mecânica 5.6.7 Durabilidade 5.6.7.1 Resistência aos Ácidos 5.6.7.2 Resistência a Altas Temperaturas 5.6.7.3 Resistência ao Fogo 5.6.7.4 Resistência ao Gelo-Degelo 5.6.7.5 Resistência à Abrasão 5.6.8 Reaproveitamento de Resíduos de Minas e Pedreiras 5.6.9 Imobilização de Resíduos Tóxicos e Radioactivos 5.7 Conclusões Gerais 5.8 Referências 6 Unidades para Alvenarias 6.1 Enquadramento 6.1.1 Introdução 6.1.2 Considerações Prospectivas sobre a Construção em Alvenaria 6.1.3 Desempenho Ambiental das Indústrias do Sector 6.1.3.1 Consumo de Recursos não Renováveis 6.1.3.2 Consumo de Energia 6.1.3.3 Consumo de Água 6.1.3.4 Emissões de Gases Poluentes 6.1.3.5 Produção de Resíduos 6.2 Tijolos Cerâmicos com Incorporação de Resíduos 6.3 Blocos não Cozidos 6.4 Unidades com Novos Formatos 6.5 Conclusões Gerais 6.6 Referências 7 Materiais Compósitos com Fibras Vegetais 7.1 Enquadramento 7.2 Características e Propriedades das Fibras 7.3 Betões e Pré-Fabricados com Fibras 7.3.1 Matriz Cimentícia 7.3.2 Propriedades dos Compósitos Cimentícios 7.3.2.1 Fibras Dispersas na Matriz 7.3.2.2 Varões de Bambu 7.3.3 Durabilidade de Compósitos Reforçados com Fibras 7.4 Conclusões Gerais 7.5 Referências 8 A Sustentabilidade da Construção em Terra 8.1 Enquadramento 8.1.1 Panorama Actual 8.1.2 Técnicas Construtivas 8.1.2.1 Monolítica 8.1.2.2 Por Unidades 8.1.2.3 Por Enchimento e Revestimento 8.1.2.4 Taipa 8.1.2.5 Adobe 8.1.2.6 BTC 8.1.3 Caracterização e Estabilização 8.1.4 Durabilidade 8.2 Vantagens Ambientais 8.3 Conclusões Gerais 8.4 Referências 9 Durabilidade de Materiais Ligantes 9.1 Enquadramento 9.2 Patologia e Durabilidade 9.2.1 Betão 9.2.1.1 Fissuração e Durabilidade 9.2.1.2 Causas de Degradação 9.2.1.2 Metodologias de Abordagem da Durabilidade e Regulamentação 9.2.2 Revestimentos de Edifícios Antigos 9.3 Prevenção e Reabilitação 9.3.1 Betão 9.3.1.1 Medidas para Minimizar a Ocorrência de Reacções Álcalis-Silica (RAS) 9.3.1.2 Tratamento da Superfície do Betão 9.3.1.3 Protecção e ou Reparação Electroquímica 9.3.1.4 Utilização de Argamassas de Reabilitação 9.3.2 Revestimentos de Edifícios Antigos 9.3.2.1 Considerações Prévias 9.3.2.2 Identificação da Composição das Argamassas Originais e Ensaios in-situ 9.3.2.3 Fase de Restauro 9.3.2.4 Relação entre os Materiais de Revestimento e a Formação dos Quadros 9.4 Conclusões Gerais 9.5 Referências 10 Nanotecnologia e Sustentabilidade dos Materiais 10.1 Enquadramento 10.1.1 Introdução 10.1.2 Compreensão dos Compostos Gerados Durante a Hidratação do Cimento Portland 10.1.3 Utilização de Nanopartículas para Aumentar a Resistência e a Durabilidade de Argamassas e Betões 10.1.4 Riscos de Toxicidade Associados à Utilização de Nanopartículas 10.1.5 Reacção Fototacalítica de Nanomateriais 10.2 Materiais Auto-Limpantes 10.3 Materiais que Reduzem a Poluição do Ar 10.4 Materiais com Propriedades Bactericidas 10.5 Conclusões Gerais 10.6 Referências 11 Selecção de Materiais de Construção Eco-eficientes 11.1 Enquadramento 11.2 Análises do Ciclo de Vida dos Materiais 11.3 Rotulagem Ecológica e EPD´s 11.4 Alguns Casos Práticos 11.5 Conclusões Gerais 11.6 Referências
  6. Cara Sara, neste link encontras alguns artigos interessantes: https://repositorium.sdum.uminho.pt/browse?type=author&value=Torgal%2C+Fernando+Pacheco&sort_by=2&order=DESC&rpp=80&etal=3&submit_browse=Actualizar 1-Ensaios de avaliação da durabilidade das construções em terra 2-Construção em terra : algumas considerações sobre a selecção de solos 3-Patologia e reabilitação de construções em terra 4-Construção em terra : o passado, o presente e o futuro ou podes ir à Engebook e por 12 euros comprar um pequeno livro sobre esse assunto: http://www.engebook.com/nm_catalogo.php?ID_ORG=112&tipo=&order_by=6
  7. há milhares de anos que se utilizam cinzas vulcânicas como substituto do cimento, neste link podem ver um artigo sobre isso: https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/10732
  8. o link abaixo permite descarregar o artigo "Nanotechnology: Advantages and drawbacks in the field of construction and building materials" http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0950061810003764 o referido artigo está em 4º lugar no no top25 Hottest articles da revista Construction and Building Materials http://top25.sciencedirect.com/subject/materials-science/15/journal/construction-and-building-materials/09500618/archive/31/
  9. os mesmos autores já tinham feito um artigo sobre este assunto em 2007, que já foi baixado por milhares de pessoas em mais de 40 países: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/7542 http://repositorium.sdum.uminho.pt/stats?level=item&type=access&page=downviews-series&object-id=1822/7542
  10. http://www.whsmith.co.uk/CatalogAndSearch/ProductDetails.aspx?ProductID=9780857298911
  11. Este livro está em 2º lugar do top de vendas da Engebook na área dos materiais e processos de construção: http://www.engebook.com/nm_catalogo.php?ID_ORG=112&tipo=&order_by=6
  12. Curso sustentabilidade dos materiais de construção - 13 de Dezembro http://www.aitec-oeiras.pt/documentos/ProjectosJornalArquitecturas.pdf
  13. http://www.bcsdportugal.org/a-sustentabilidade-dos-materiais-de-construcao/1158.htm
  14. http://www.fnac.pt/A-Sustentabilidade-dos-Materiais-de-Construcao-Fernando-Pacheco-Torgal/a335224
  15. Na compra deste livro 4 euros revertem para duas associações de protecção de animais. http://www.google.com/imgres?imgurl=http://parquedaterranova.files.wordpress.com/2010/11/fernandotorgalcaes.jpg%3Fw%3D389%26h%3D292&imgrefurl=http://animaisdeportugal.blogspot.com/2010/11/fernando-pacheco-torgal-destina-uma.html&usg=__iJyDGUX6ODZqrfgjGP1cxzcSerY=&h=292&w=389&sz=32&hl=pt-pt&start=32&sig2=gdiwoFAOWD5kiLeI5Bjmzg&zoom=1&um=1&itbs=1&tbnid=3owAnrn5nsb4LM:&tbnh=92&tbnw=123&prev=/images%3Fq%3D%2522%2Ba%2Bsustentabilidade%2Bdos%2Bmateriais%2Bde%2Bconstru%25C3%25A7%25C3%25A3o%2522%26start%3D20%26um%3D1%26hl%3Dpt-pt%26sa%3DN%26rls%3Dcom.microsoft:en-US%26ndsp%3D20%26tbs%3Disch:1&ei=XwTqTI3TCMOYOtGY5ZIK
  16. Alguns links: http://www.apcmc.pt/newsletter/newsletter_n246/Livro_Sustentabilidade.HTM http://www.greensavers.pt/2010/09/14/%E2%80%9Csustentabilidade-dos-materiais-de-construcao%E2%80%9D-ja-esta-livro/ http://www.apfac.pt/ http://www.engenhariacivil.com/sustentabilidade-materiais-construcao http://digg.com/news/science/A_Sustentabilidade_dos_Materiais_de_Construcao http://www.jornaldaconstrucao.pt/news.php?lang=0&id_page=542&id=1083 http://theroofabovemyhead.blogspot.com/2010/08/livro-sustentabilidade-dos-materiais-de.html
  17. Trata-se de um artigo sobre a importância da nanotecnologia no desenvolvimento de materiais de construção. Como por exemplo as argamassas auto-limpantes e capazes de reduzir a poluição do ar. Veja-se o caso da Igreja “Dives in Misericórdia” em Roma projectada pelo Arqº Richard Meyer A MAXIT também vende argamassas com nanoparticulas de titânio que reduzem a poluição do ar interior das casas. As mesmas foram utilizadas para revestir as paredes de alguns quartos de hotel na Suécia tendo-se observado uma redução da concentração dos compostos orgânicos voláteis que se reduziu para 1/3, em relação aos quartos em que este revestimento não foi utilizado.
  18. Na minha opinião o problema da estrutura metálica começa logo no facto do aço ser importado, o que não é nada positivo para a economia nacional. Acho que seria preferivel apostar antes nos perfis de lâminas coladas de madeira. É claro que quando se pretendem determinadas estruturas mais arrojadas daquelas que faz o Calatrava, o betão é uma melhor aposta. Aliás acho que existe pouca aposta nas virtualidades do betão á vista (aparente). Quando o betão apareceu julgava-se que ter um betão com uma resistência elevada era sinónimo de um betão com uma vida útil muito longa, a realidade mostrou que tal não é um facto adquirido. Pelo que agora é necessario fazer composições de betão para serem pouco consumidoras de cimento e ainda assim terem uma elevada vida útil.
  19. o problema é que os betões auto-compactáveis levam (regra geral) mais cimento na sua composição dos que os betões vibrados e como este componente é responsável por 80% das emissões do betão...
  20. Tudo bem... questão: os betões auto-compactáveis são mais amigos do ambiente que os betões vibrados ou só são amigos da carteira dos produtores de super-plastificantes?
  21. os meus parabéns, raras vezes se encontra alguém que fala de forma tão desassombrada sobre o seu próprio trabalho...os seus Colegas devem fugir de si e da sua critica como o diabo da Cruz
  22. a sua arquitectura também é "free of charge" ou é o dinheiro que lhe subjaz ? Se o Siza fizesse projectos "free of charge" ou por apenas 10% daquilo que habitualmente leva (o que mesmo assim não seria barato), poderia estar ao alcance de mais clientes e logo poderiamos ter melhor arquitectura em Portugal ?
  23. "privacidade"!? o termo é singular contudo a realidade é mais preto e branco, há quem viva respeitando a lei, quem viva nas margens da ilegalidade e quem faça desta a sua actividade diária. Os que se enquadram no primeiro caso podem dormir mais descansados, já os outros vivem com o aviso "if you cannot do the time do not do the crime"
  24. assiste-lhe alguma razão porque ninguém vive do ar, contudo é importante colocarem-se as coisas na devida perspectiva: os exemplos abaixo mostram de forma clara o que é um negócio, este livro custa só a módica quantia de 180 euros http://www.woodheadpublishing.com/en/book.aspx?bookID=1394 assim como quase todos os desta Editora e não acredito que esteja na falência dou-lhe outro exemplo muito mais flagrantes, cada artigo de revistas cientificas internacionais disponibilizados aqui http://www.sciencedirect.com/ custa só 38 euros, e cada artigo tem em média 10-12 páginas, isto sim é que é facturar a sério mas por outro lado se cada um desses artigos representam investigações de vários meses com custos de dezenas de milhares de euros, quanto deveriam custar ?
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.