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  1. Gostaria de saber as diferenças entre um Projecto de Loteamento e os Planos de Pormenor (PP). O Projecto de Loteamento não deveria estar regulamentado como um PP e fazer parte do figurinos dos PMOT's (Planos Municipais de Ordenamento do Território - PDM, PU e PP)? Não sendo um PP, o loteamento não faz parte dos PMOT, certo? É correcto enquadrá-lo como projecto de edificação urbana (Arq/Eng) à semelhança de um projecto para uma moradia, edifício de comércio, etc? Qual o enquadramento legal dos loteamentos? Ainda é legal fazer projectos de loteamento?
  2. Bem ... acho q vou ter de concluir a minha participação neste tópico, pq descambou de vez. Penso q não é assim q conseguimos debates sérios. P'ra quê q eu kero saber de troca de correspondências pessoais, com dados completamente irrelevantes? Qual o objectivo? Não consegui captar o alcance ... mas pronto, cada um sabe de si. Pensava q já tinha visto de tudo em fóruns em pt ... Ninguém fica bem nessa fotografia. Se eu fosse um dos autores do mail, certamente q não iria ficar mto contente com esse "diz q disse" q não interessa a ninguém ... Ainda dizem q só as mulheres é q são peixeiras? enfim! Até sempre camaradas!
  3. ... de facto os bits e os Bytes transmitem carga emocional. só pode. Tenho cá para mim essa teoria ... e às vezes tb acontece cmg. Penso q temos matéria mais do q suficiente para criar um verdadeiro fórum de discussão pt sobre BIM, aberto a todos os softwares e à partilha de experiência nas várias plataformas tecnológicas ... sem exclusão ... Acho q todos nós, independentemente das nossas preferências, devemos estar sempre preparados para toda e qualquer eventualidade a nível de softwar ... prontos a agarrar oportunidades ... se me surgir pela frente a oportunidade de um bom projecto e o cliente exigir Allplan ... só tenho de aceitar o desafio, dar cordas ao sapato e desenrascar ... e mesmo q o trabalho seja desenvolvido em outsourcing eu tenho de perceber minimamente do assunto. Por isso, como profissional tenho de mostrar alguma flexibilidade em relação à ferramenta de trabalho e sem qualquer comprometimento a um a outro fabricante, até porque a bem da verdade, como clientes teremos razões de queixa de todos eles, nenhum deles é santinho ... querem todos o mesmo €€€! nesse aspecto, hoje em dia até a Santa Casa quer a sua parte €€€ Eu fiz a minha escolha tecnológica pelo REVIT ... mas não sou propriamente cego, ao ponto de não reconhecer todos esses aspectos de preços e outras práticas ... e irei continuar a estar atento. Se eu conseguir descortinar um produto com as mesmas características q eu vi no revit a preços mais competitivos, não tenham a mínima dúvida q invisto noutro produto. Satisfação do cliente é das coisas mais importantes num negócio ... e nisso não há exclusividade q nos valham ... Como user, eu ganharia imenso se visse no AC 12 (ou em futuras versões) a simplicidade e as outras características q sinto no Revit ... e é isso q eu espero q venha a acontecer não só com o AC, mas tb com os outros softs (Allplan, Vector, Bentley, Gehry, etc ...)
  4. No dia em q os arquitectos tirarem medo dos engenheiros ... a coisa pode mudar de figura. Ponham uma coisa na cabeça: os projectinhos de estruturas em Portugal são quase todos feitos por desenhadores. Os engenheiros apenas assinam. Viraram mais especialistas em "canetadas" do q os arquitectos. Não sei porquê, mas hoje a situação inverteu-se ... os desenhadores sairam dos gabinetes de arquitectura e invadiram os gabinetes de engenharia ... vá se lá perceber o fenómeno ... Há algumas excepções ... mas são poucas, mesmo nos grandes gabinetes de engenharia.
  5. Por analogia podemos até dizer q as Categorias e sub-categorias (à nossa livre escolha e vontade) do Revit são equivalentes aos Layers dos CAD e ArchiCAD, só q com alguma "inteligência artificial" incluída. É justo fazer essa ressalva, pq é esse pequeno pormenor q faz com q o programa diferencie e reconheça que "uma parede é uma parede e uma laje é uma laje e assim por aí adiante" ... Sobre paredes complexas/inclinadas e afins ... Recentemente fiz pequenos testes de interoperabilidade via IFC entre Revit e ArchiCAD. Paredes normais são reconhecidos de um lado e de outro. Paredes inclinadas, com perfís complexos, etc são reconhecidos como sendo "in place". Qto a mim o AC está com redundância de comandos com essas ferramentas de edição de formas mais complexas recentemente incluídas no software ... alguns dos quais com "pequenos/grandes problemas" (para não dizer bug - ver aki) de representação (parede inclinada automática) q esperava ver resolvidos na versão 12. Quanto a mim, a solução passaria por simplificar isso tudo e não misturar ferramentas de edição de paredes normais com ferramentas de paredes complexas (in place) ... apenas uma opinião. PS: Vejo q afinal sempre é possível falar de BIM em Portugal, com elevação :D
  6. Acho q já disse aki publicamente q gostava MUITO de ter no Revit a nova ferramenta "Partial Structure Display " apresentada no AC12. Lá pq o Revit não tem, não vou nunca usar o argumento falacioso q é desnecessário, prejudicial e q nem sequer sentimos falta dessa ferramenta. Não, não penso assim. Sinto necessidade de ferramentas q realmente fazem falta. Não é o caso do conceito de Layers do CAD, assim como não sinto mais a necessidade de desenhar duas linhas offset 0.20m para fazer de conta q estou a representar uma parede em BIM. São evoluções e há procedimentos q temos de descontinuar. Acho q devemos clarificar esse conceito de Layer de CAD, para ver se fazem ou não falta em BIM. Basicamente temos de responder para q servem, ou seja com que finalidade os usamos ... q eu saiba usamos Layer para: 1. "Organizar" e gerir os elementos construtivos 2. ajudar a seleccionar/isolar objectos organizados em Layer Ora, se existem programas q nos resolvem completamente o problema da Organização (1) de todos os objectos, ainda por cima de forma infalível, então vale a pena perder tempo com isso, ainda por cima correndo o risco "humano" de errar? Por outro lado, se existem ferramentas muito mais poderosas de selecção (2), então porquê recorrer a Layers? Na minha humilde opinião, porque tradicionalmente sempre foi usado ... só isso.
  7. Lichado, o Revit exporta todo o projecto com Layers mas não tem Layers e nem precisa. Arruma-nos os elementos construtivos de acordo com a estrutura hierárquia q é inerente ao próprio programa. Ou seja, nunca nos preocupamos com Layers e nunca corremos o risco q indevidamente colocar guardas na mesma layer/categoria das paredes. ... para não dizer q o processo de select apresenta muito mais vantagens do q selecção por por Layers. Imaginem q queremos seleccionar todos os objectos paredes (Layer parede) mas com certas particularidades específicas (por exemplo comprimento >= 19 metros) ... São selects q ultrapassam a lógica dos Layers ... Não tenho nada contra Layers. em certos softwares e principalmente no mundo CAD acho q fazem todo o sentido e são deveras úteis. Em BIM por e simplesmente deixou de ser necessário ... pelo menos em Revit e em Softwares de Gestão de Obras e Projectos (empresa de construção), onde a pesquisa é orientada ao objecto e não ao Layer do objecto ... até pq como já disse, indevidamente uma guarda pode estar guardada na Layer parede (quem não conhece esse fenómeno estranho? ) ... e isso pode dar granel nas listagens :)
  8. Um dia vão-me dar razão ... Vá se lá saber pq o ArchiCAD tem lá uma ferramenta poderosa de SQL por aí escondida (q ninguém utiliza) só para gerir apenas e só Layers e não as Tabelas (infelizmente). Estamos a falar de programas diferentes. BIM pressupõe q estamos em presença de um SGBD (Sistema de Gestão de Base de Dados) e como tal não precisa de Layers à lá CAD para gerir a informação dos elementos contrutivos do projecto virtual. Imaginem só esse cenário futurista de projecto, onde estamos a navegar num projecto virtual online, na nete por exemplo, onde clicamos numa parede ... interessa-nos saber em q Layer essa parede está? Não nos interessa mais ao clicarmos, aparecer a tabela com todas as características desse objecto, inclusive com as opções de visibility por vista ou folha, sendo q todas essas características são pesquisáveis e filtradas em simples operações de Base de Dados?
  9. Nem tudo o q é "velho" é caduco. Conheço bem as potencialidades de gestão de objectos ou camada de informação dos layers e esse conceito irá continuar a existir durante muitos anos pq faz todo o sentido q alguns programas citados tenham mesmo de trabalhar com isso qdo não têm outros parâmetros de gestão de informação. A virtude dos BIM é q possuem algo mais do q os CAD e os outros softwares, pq passaram a ser Base de Dados. Ora bem, se estamos perante uma base de dados "orientado para o objecto" onde todas as características dos objectos estão armazenados, onde podemos inquirir, podemos filtrar e seleccionar, segundo uma estrutura hierárquica real e mais disciplinada do q na gestão de layers ... então é caso para perguntar: "pq continuamos a usar layers"? No ArcGIS o conceito de layer é um pouco diferente dos CAD ... em GIS layer significa camada de informação passíveis de operações de "Map Algebra" ... podemos adicionar, subtrair e fazer "n" operações com Layers, conceito esse q não existe em CAD. Em GIS esses conceitos há muito q estão bem sedimentados e há muita coisa q o mundo BIM poderia ir lá beber um bocado.
  10. Hello Zorbatan, Não é preciso exaltar ... estamos a trocar ideias. outra coisa: tente não fazer julgamentos precipitados. Excesso de icons comandos e redundância de operações: Vamos partir do princípio q todos os programas são bons e todos os conceitos tb. Uns gostam de muitos comandos, layers à lá CAD, mtos menus, mtos cursores, mto grafismo, etc ... outros mais minimalistas (meu caso) gostam de poucos comandos mas arrumadinhos qb, e eficientes na lógica de funcionamento e sequência ... como os novos iphones, sem muitos botões e tal, mas com tudo lá dentro, numa sequência lógica q torna mais intuitivo o uso ... pode fazer confusão no início, mas depois de nos habituarmos não vamos querer coutra coisa. o AC 12 não trouxe nenhuma melhoria a esse nível. Eu vejo BIM sem o conceito de layers à lá CAD. aliás, são os próprios users do AC q reconhecem publicamente no fórum Graphisoft q esse conceito deveria ser outro, orientado mais pela categoria do objecto, à semelhança do Revit. Mas pronto, podemos resumir q é tudo uma questão de gosto. Aprendi a gerir a informação sobre os elementos construtivos em BIM de outra forma, não permitindo por exemplo q um objecto tipo guarda seja colocado indevidamente na mesma layer (estrutura hierárquica) de uma parede ... convenhamos, com esse princípio à lá CAD corremos riscos desnecessários e isso pode-nos levar a cometer erro de informação de projecto. o AC 12 não trouxe nenhuma melhoria a esse nível GDL: (meu Deus já escrevi tanto sobre isso ... ) Até compreendo q por birra não queira aceitar a evidência, mas fike sabendo q é algo há muito reclamado pelos users do AC12 ... Vamos por partes. Eu tb posso desenhar/modelar os objectos que kiser com o AutoBAD, o problema não está aí. Se fosse só para desenhar/modelar, nunca mudaria de CAD para BIM. GDL em AC significa parametrizar. Se não usam o GDL seja qual for o motivo (simples, fácil, o q for), significa que não estão a tirar partido do melhor do mundo BIM q é precisamente a parametrização de objectos, ou seja, atribuição de alguma "inteligência artificial" aos objectos ... xerto? Só a título de curiosidade, veja um exemplo prático q colojei aki no fórum: http://www.arquitectura.pt/forum/f52/archicad-9245/index3.html#post49727 outro exemplo: imagina q numa porta simples do nosso modelo BIM, keremos controlar o parâmetro do ângulo de abertura (varrimento), de forma isolada e diferenciada em várias vistas em simultâneo (3D, planta, corte, alçado, pormenor, etc, etc), ou seja, na axonometria 3D vamos querer ver a porta com abertura de 30º, no alçado 10º, na planta 45º, noutra perspectiva a 90º, etc, etc, etc ... O objectivo é manter a mesma porta com diferentes ângulos de abertura nas várias vistas em simultâneo! ...percebeu a ideia? Como é q seria no AC? Como resolveríamos esse petit rien? à unha? Workaround?... A informação q tenho é q em AC tal nem é possível. Pois bem, o Revit possibilita q um simples iniciado faça a referida porta de raiz, com toda a facilidade de parametrização (geométrica/desenhada) sem recorrer a uma única linha de código de Script. Por isso é q digo q o AC 12 tb a esse nível não trouxe nenhuma melhoria. Potencialidades de Scripts -vs- "usabilidade": Zorbatan, acho q anda por aí muita confusão sobre . Vou tentar desmistificar: assim como no AutoCAD não passa pela cabeça de ninguém recorrer a Scripts para construir um bloco de autoCAD, (certo?), também não me passa pela cabeça recorrer a Scripts para parametrizar objectos simples, banais, certo? Recorremos ao Lisp e ao VB para criar rotinas e procedimentos para melhorar o programa, não para construir objectos indispensáveis ao seu normal funcionamento. Penso q aki toda a gente concorda cmg, não? Em parametrizações mais complexas, aí sim, podem entrar scripts, vbs, lips e tudo o resto. Agora para coisas banais, por amor de deus, sou arquitecto, kero fazer bonecos não ser ser programador ninformático Fui claro? Um ab.
  11. Um Gigante (Nemetschek) com boa quota de mercado compra outro gigante (Graphisoft) tb com boa quota de mercado ... porreiro pá! Não há problema! mesmo q não se perceba bem a estratégia subjacente a essa aquisição, não faz mal, é bom para reactivar o mercado. Agora, qdo o outro Gigante (Autodesk) compra uma tecnologia moderna mas em dificuldade financeira para se aguentar no mercado ... ui, cai o Carmo e a Trindade! está mal! é prática monopolista! Enfim ... Sobre o ArchiCAD 12: Gostei do q vi sobre a novidade "partial structure display" http://www.graphisoft.com/ftp/marketing/ac12/demo/13/AC12-NF-03.html Posso dizer mesmo q fikei surpreendido com esta novidade. O programa continua igual a si próprio, muitos comandos, vários tipos de cursor, muitas opções, excesso de parâmetros pré-feitos - muitos dos quais nunca usamos, continuam a usar o conceito de layers à lá CAD. Não sabia q ainda não tinham o curtain wall; nas escadas parece q houve melhorias mas podemos ficar condicionados aos formatos de escada q fornecem de acordo com os parâmetros pré-feitos ... e não houve melhoria no GDL ... Penso q continuam por corrigir alguns bugs de representação 2D/3D de algumas situações q envolvem formas mais complexas (paredes inclinadas por exemplo).
  12. Entendo perfeitamente q qdo a discussão se descamba dessa forma para ataques pessoais com promessas de “sopapos” e tudo o mais, há q pôr um stop! ... Estava quase a não responder, mas não resisti ... foi mais forte Antes de mais podem comprovar tudo neste link: http://www.revitpt.com/forum/index.php?topic=289.msg1047#msg1047 Pode-se ver nesse link q MK MENTIU SIM!, ao dizer q o ArchiCAD fazia determinada operação (paredes curvas com perfís complexos) qdo essa mesma operação só veio aparecer algum tempo mais tarde, na versão 11 (?). “Fórum é coisa lixada” ... está lá tudo registadinho. Era a isso q eu me referia, e ele fez isso de forma consciente para não reconhecer a evidência, a verdade daquilo que eu, um ignorante no AC lhe estava a dizer e ele teimava em não reconhecer, remetendo sempre para o “enxovalhanço” em vez do debate de ideias, com verdade e lealdade ... e se ele faz isso dessa foram (e sem necessidade, pq a mentira tem perna curta), fez de forma doentia (=por fanatismo) sim. Há mais outras situações ... mas por aki me fico Mesmo mentido (por fanatismo) nesse caso concreto, não me dá o direito de lhe chamar mentiroso nem doente. Por norma não gosto de generalizar, nem de julgar, nem adjectivar os outros ... e tenho um profundo respeito pela diferença. Sem ofensas a ninguém, em defesa da minha honra, tive de responder ao MK professor universitário que me censura no seu blog apenas porque não tolera as minhas opiniões, mesmo sabendo q sempre o fiz a descoberto de anonimato e com respeito. Infelizmente perdi a qualquer esperança de um dia poder dialogar com o MK de forma civilizada. I rest my case
  13. ... e mais um em Miraflores/Algés (vê-se da CRIL) dos jovens empresários q nunca aparece referenciado como sendo obra do Siza na sei porquê ... A bem da verdade quando falamos arquitectura contemporânea em Lisboa, lembramo-nos de q obras assim de maior referência? ... uma imensa maioria de autores anónimos, Taveira (vários edifícios), Carrilho da Graça em Benfica (um mais velho e outro acabado de nascer), Mateus (Reitoria da Universidade Nova) ... e pouco mais :D
  14. "Vocês só serão verdadeiramente arquitectos a partir dos 40' ... aos 50' irão ter a certeza se são arquitectos ou não" (meu professor do 1º ano de arquitectura, já não me lembro se Eduardo Malhado ou Consiglieri) No início não levei a frase muito a sério ... pensava q estavam a brincar e q era só para assustar :D
  15. O Siza tem obras por todo esse mundo fora. Em Lisboa tem o Chiado e pouco mais ... WHY????
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