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Arquitectura.pt


sribas

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  1. .....espero que sim, mas duma forma activa, com mais dados e mais formulas de calculo, sem nos mandar comprar os DIN e os ISO $$$$$ para conseguir resolver tudo o que não se enquadra nas soluções constructivas muito limitadas da ADENE. Por mais sistemas passivos e isolamentos e orientações correctas de vãos envidraçados que a gente crie, não adianta, ficamos sempre pelo B-, C.........só quando nos lembra-mos do sistema de aquecimento e metemos a famigerada "Bomba de Calorrrrr" (entra 1Kw e saiem 3ou4) é que de repente........por acto de magia o nosso projecto passa para A+, e ficamos mais descansados.......
  2. É sempre importante referenciar as versões do software de que falamos, pois as funcionalidades de uma nova versão mudam radicalmente a utilizabilidade do software. A experiencia me diz que tudo se paga, e em dinheiro. Isto é, quando queremos qualidade, temos que estar dispostos a investir $$$$ num sistema CAD/BIM. Comecei em 1982 com um Apple IIe e um sistema CAD mais lento do que desenhar à mão......na época era o material que eu podia comprar. Fiz um projecto inteiro de Arquitectura Solar Passiva com esse sistema entre 85-86. Nessa altura nos ateliers de arquitectura ainda se usava a régua T aqui em Portugal e a régua paralela no Brasil. Já experimentei um pouco de tudo, ArchiCad Architrion FormZ, MiniCad para sintetizar os mais importantes, já fiz visualização 3D para gabinetes de arquitectura como Souto Moura e Alvaro Siza, tanto em imagens fixas como para video 3D. Fiz sempre tudo de forma a não ter de subir muito na "parada" e não ter de investir num sistema CAD demasiado dispendioso. Em todo este processo ficou-me bem claro que não posso comparar de igual para igual um VectorWorks 2011 com um ArchiCad$$$$ ou com os BIM da Autodesk $$$$. Uso o MiniCad desde 1987 que mais tarde se tornou no actual VectorWorks. Acabo sempre por regressar a ele pela versatilidade que me dá. Não digo que seja o melhor do mundo, mas a relação preço/productividade é muito boa. As novas funcionalidades de biblioteca de anotações, de lajes e paredes por laminas, as listagens automaticas em folha de calculo, a base de dados parametrica, a divisão dos objectos por classes, tudo isto junto "bem oleado" dá nos um potencial incrivel de rapidez de apresentação de um projecto, e no uso da classificação da construção (ainda escassa aqui em Portugal).
  3. alguem sabe o consumo energético desta casa, da sua orientação, do tipo de envolvente exterior, se tem pontes térmicas, nivel de iluminação interior etc etc?
  4. Comecei por um ZXSpectrum em 1982 e programação Basic, seguido de um RoboCAD em Apple IIe em 1983-1987, seguido do MiniCad em Mac desde 1988 até ao VectorWorks 2009. Pelo meio experimentei Architrion, e nunca simpatizei com o ArchiCAD...infelizmente....:-( STrata 3D, FormZ, Sketch, Infini-D e actualmente Cinema 4D foram os meus modeladores preferidos. Trabalho com Apple desde 1983, embora tenha tido que comprar uns Pc para simulação térmica.
  5. Não existe mercado de edificios Bioclimáticos..........isso é inexistente........porquê esta conversa acerca dos portugueses e da sua atitude para com "edificios Bioclimáticos"????? E não vai ser com a actual mentalidade RCCTE que as coisas vão melhorar. porquê? 1º Portugueses não sabem criar manuais técnicos suficientemente explicitos e legiveis que acompanhem as leis que fazem. 2º Se não o sabem fazer, que copiem quem o sabe fazer, e que já o faz há alguns anos com exito. 3º O actual RCCTE é omisso em muitos itens importantes na avaliação de um edificio, sobrevalorizando o tipo de equipamento mecanico utilizado, em detrimento de soluções passivas e de boa concepção. 4º O actual RCCTE atribui a mesma classificação a edificios de tipos diferentes (moradia = apartamento)
  6. tapar o casario do centro histórico, seja lá com o que for, é errado e só vai descaracterizar o seu centro histórico......por favor.......vejam da margem sul do Lima como a tentativa de Siza Vieira de levantar a Biblioteca de nada resolve o impacto negativo de toda aquela volumetria em frente do casario antigo. O Coliseu so Souto Moura, mesmo recorrendo a vidro, vai pelo mesmo caminho criar obstrução visual e descaracterizar Viana.
  7. sim recordo-me de Viana do Castelo quem entra nela "por todos os lados" (mar, serra,norte, ponte Eiffel, Ponte de Lima) e sempre fiquei positivamente impressionado com a beleza e harmonia do centro historico desta cidade, mesmo com a Basilica neo-qualquer-coisa lá em cima. O novo Hospital sempre me impressionou da mesma forma, e sempre achei incrivel como o projectista consegui encaixar o programa-volumetria de um Hospital distrital de uma forma tão conseguida e em harmonia com o existente........ O mesmo não posso afirmar das actuais "jabardices" feitas na nova frente marítima de Viana. São belas apenas para quem está no local..........mas desproporcionadas e nefastas para quem chega a Viana vindo da margem sul...........
  8. arquitectos (as).....vão ver o aspecto com que Viana do Castelo está a ficar, vista da margem sul do Lima......e depois venham falar em integração bla bla bla ........mais contextualização bla bla bla...............infelizmente o edificio do Coutinho até começa a parecer "integrado"......... E o Axis até encaixa bem em Viana....... e o umbigo do tal Arqº Albuquerque nem é assim tão grande......comparado aos umbigos dos Presidentes de Viana.....Sizas.....Soutos Mouras etc etc........
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