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Arquitectura.pt


martilu

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  1. Caros colegas, Obviamente que a OA arquivou o processo, concluindo que houve efectivamente o acompanhamento da obra da minha parte e que todas as deficiências da obra derivavam da falta de bom senso da dona de obra. Mesmo assim, posso dizer que não foi nada agradável ter de prestar "declarações" no sentido de comprovar o meu bom trabalho e o meu empenho profissional. Agora seguirei para vias judiciais para exigir o pagamento do montante em falta. Obrigada a todos!
  2. Tendo passado por uma situação semelhante concordo com o que o Lichado escreveu. E julgo que precisa da anuência de 2/3 dos condóminos para poder efectuar a demolição das paredes de meação. A conservatória não é de modo algum para aqui chamada. Para haver alteração à propriedade horizontal, o proprietário de ambas as frações teria de ser o mesmo.
  3. Boa tarde a todos! A saga continua! A cliente avançou com uma queixa contra mim à OA. Fui chamada a prestar declarações e sem espanto nenhum da minha parte, a senhora resolveu sonegar informação, alegando que eu não tinha feito sequer um único desenho! Obviamente que foi logo apanhada em falta, visto que eu tenho todos os desenhos arquivados, ainda por cima alguns com apontamentos dela. Deve-se ter esquecido dessa parte! Esta gente é normal?! Vá-se lá ter paciência para nos defendermos dos maluquinhos!!!
  4. Sim, resumidamente o caso é esse. O problema é que quando as coisas correm bem ninguém se queixa. Quando é o contrário surgem os problemas! Aqui o maior problema foi ter arranjado duas pessoas que eram tudo menos qualificadas. Porque o suposto carpinteiro nem sabia montar os móveis da cozinha. Resultado, andaram lá imenso tempo, cobraram-lhe couro e cabelo e eu é que supostamente não os soube dirigir...
  5. Obrigado pela pronta resposta. Neste caso o problema foi mesmo não ter havido empreiteiro, apesar das minhas recomendações. A minha proposta visava apenas a assistência da obra, sempre que surgia alguma dúvida eu dirigia-me à obra e fui acompanhando regularmente os trabalhos. Não existem emails nem nada do género, a cliente é uma pessoa de idade e foi tudo tratado presencialmente. Para fazer direcção técnica da obra teria de haver uma maior disponibilidade da minha parte em termos de horário por isso foi uma hipótese que ficou logo inicialmente de fora da proposta. Aliás todo o processo decorreu de forma informal, visto que se tratava de uma pessoa amiga de família, portanto nunca imaginei que viessem a surgir estes problemas. Mas enfim, serve de lição. Ah e um factor importante, a única coisa que me foi pedida foi para fazer o projecto da disposição do mobiliário da cozinha e não para fazer o projecto de execução da envolvente. Desse aspecto quis ser ela a tratar, materiais e formas de colocação, embora aconselhada por mim do contrário.
  6. Boa Noite! Venho aqui pedir algum aconselhamento numa questão relacionada com a prática profissional. Em Janeiro de 2008 foi-me pedido que realizasse um "projecto" de uma cozinha. Ponho entre aspas porque basicamente o que a cliente pretendia era que lhe organizasse o mobiliário de forma funcional num espaço que anteriormente era uma garagem e que ela queria trasnformar em cozinha. Fiz-lhe uma proposta de honorários dividida em duas partes - projecto e acompanhamento da obra. Após alguns estudos da melhor disposição chegou-se a uma versão final e iniciou-se a obra. Chamei-lhe àatenção do facto de o espaço garagem não estar preparado a nível de isolamento para acolher um compartimento habitável. Seria necessário isolar a divisão pelo exterior com capotto, isolar a cobertura e tratar o pavimento de modo a evitar humidades. Como o orçamento era baixo, a cliente resolveu iniciar a obra, colocando revestimento cerâmico nas paredes e chão e instalar a cozinha, não dando ouvidos às minhas advertências. Chamou para realizar as obras 2 trabalhadores, supostamente um pintor e um carpinteiro que andaram a fazer farinha e não percebiam nada daquilo. Entretanto pagou couro e cabelo pelo péssimo trabalho que eles foram realizando e optou por concluir apenas metade da cozinha. Não me querendo alongar muito mais, a questão é que como ela entende que a obra não está concluída não me paga os honorários relativos ao acompanhamento de obra. E entretanto surgiram problemas de humidades como seriam de prever e admirem-se? A culpa é da arquitecta. E não se cansa de dizer que vai fazer queixa e blá blá blá. Podem-me dar alguns conselhos sobre como lidar com a situação? Trabalho num gabinete de arquitectura, acompanho muitas obras e lido com muitos clientes e nunca me tinha acontecido semelhante... Obrigado!
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