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Arquitectura.pt


alexelos

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  1. Boa noite a todos. Estou a projectar um edificio e surgiu-me uma dúvida ao desenhar a escada principal. A minha dúvida prende-se com o facto de a escada ter ou não no seu nucleo a famosa bomba para ventilação e iluminação. Será que a referida bomba tem que ser construida mesmo no nucleo da escada? ou será que em alternativa podemos construir um ducto "buraco" para ventilação ao longo de todo o desenvolvimento da escada mas posicionado em local diferente dentro da caixa das escadas? É que neste projecto, faz toda a diferença por uma questão de espaço. A escada é enclausurada e totalmente interior não sendo possivel abrir qualquer vão para o exterior. Em anexo segue um pdf com o desenho das escadas. Resumindo, a minha duvida é a de saber se posso ou não construir a escada sem a referida bomba. Agradecia que me ajudassem Obrigado. caixa de escadas.pdf
  2. Estou a projectar um edificio onde vai existir um apartamento T1, só que a área é um pouco reduzida e necessitava de fazer o acesso á cozinha, passando pela sala. Será que é possivel passar pela sala???. Na legislação de segurança incêndios anterior, não éra permitido este acesso, mas agora não sei se pode ser, será que alguem aqui do forum poderia esclarecer? Obrigado a todos.
  3. Por favor alguem que ajude a esclarecer esta dúvida. Imaginem um edificio composto por 3 pisos, com duas fracções por piso ( 6 fracções). Qual é a forma mais correta de identificar as fracções quando fazemos a constituição da propriedade horizontal, ou seja: Fracção "A" situada no 1º esquerdo e fracção "B" situada no 1º direito???? a) esta identificação faz-se estando nós de frente para o edificio. OU :p identificamos as fracções do r/chão estando nós ainda no exterior do edificio e de frente para ele como sendo a fracção esquerda e a fracção direita e as restantes são identificadas já no interior do edificio, no momento em que subimos a escadaria principal???? Qual será então a forma mais correta será que existe alguma legislação sobre este assunto? Ja executei propriedades horizontais das duas maneiras que descrevi anteriormente e nunca tive problemas em nenhuma Câmara Municipal nem na Conservatória. Se poderem dar a vossa opinião seria optimo. um abraço a todos.
  4. Sim é possivel, o ideal é que nestas situações em que temos "meios pisos", a diferença de cotas piso a piso não seja inferior a 0.60 /0.70 m, pois valores inferiores por vezes provocam desconfigurações no sistema digital do elevador responsáveis por controlar as posições de chegada e de partida do mesmo, não conheço nenhum caso em que isto tenha acontecido, mas foi o que me transmitiu o fornecedor de elev. aqui da zona. Como no teu caso tens uma diferença de cota de 1.80m penso que não vais ter problemas.
  5. Caros Amigos. Estou com uma dúvida que gostava de ver esclarecia em relação a elevadores que é o seguinte: Como sabem, o ( DL-163 acessibilidades ) diz que a cabine do elevador deve ter as dimensões minimas de 1.10m x 1.40m. Agora imaginem o seguinte, tenho que fazer o projecto de um edificio de 5 pisos, onde me dá bastante jeito que a entrada e saída do elevador nos dois primeiros pisos se processe de frente para a maior dimensão 1,40m e que nos restentes pisos a entrada e saída do mesmo elevador se faça segundo a menor dimensão 1,10m. Pois a minha grande dúvida é se na verdade a legislação permite que, uma pessoa em cadeira de rodas possa entrar nesse elevador num piso em que o acesso é feito segundo a menor dimensão. O DL-163 fala nas dimensões da cabine mas em nada se refer á entrada nos elevadores com dois ou mais acessos, ou seja a 180º e a 90º. Se poderem dar uma ajuda agradecia.
  6. Certo concordo que as escadas não tenham focinho e que sejam acessiveis mas a dúvida é o seguinte: Existe já um percurso acessivel, desenhado no plano de acessibilidades com recurso ao elevador. Se o construtor mandar construir a escada principal do edificio com focinho, será que a visturia para a concessão da licença de utilização feita pela câmara poderá chumbar o edificio, ou não o pode fazer dado que já existe um percurso acessivel pelo elevador??. Não sei se o Pedro Barradas conhece o "Guia Ilustrado de Acessibilidade e Mobilidade" não me lembro agora do link mais tarde ponho aqui mas refere o sitado guia que a secção 2.4 esclarece que se trata de escadas incluidas em percursos acessiveis, ora a meu ver esta escada não esta incluida no percurso acessivel ou seja pelo menos eu não a conciderei quando desenhei o percurso acessivel será que estou correcto?? Para mim já não se trata de uma questam de crer construir a escada com focinho até porque já disse ao construtor para mandar cortar as pedras de modo a que as escadas sejam acessiveis é mesmo por uma questão de esclarecimento obrigado. O link do tal guia e penso eu http://www.engenhariadereabilitação.net/arquivos/Guia-mobilidade.pdf
  7. Alguem aqui do forum pode dar uma ajudinha para esclarecer dúvida? é o seguinte: Fiz o projecto para um edificio de 4 pisos e elaborei o respectivo plano de acessibilidades. Nesse plano de acessibilidade fiz o percurso acessivel com recurso a um elevador, que atinge os vários níveis com chegada ao respectivo patamar onde é possivel a rotação de 360º para as cadeiras de rodas. a entrada nas várias fracções do edificio, bem como o percurso acessivel destro destas, está tudo de acordo com o D-lei 163/06 de 8 de agosto. A dúvida surge quando o construtor pretende revestir a escada principal do edificio com pedra "granito" e me pergunta se pode mandar cortar a pedra que reveste o cobertor do degrau, um pouco mais larga por forma a que esta fique com uma saliencia de 2 ou 3 cm em relação ao espelho do referido degrau. No D-lei 163 secção 2.4, mais propriamente no ponto 2.4.6 diz que os degraus das escadas não devem possuir elementos salientes nos planos de concordância entre o espelho e o cobertor. Uma vez que o percurso acessivel que desenhei utiliza o elevador para vencer os desnivel piso a piso, será que a escada principal do edificio terá que ser obrigatóriamente acessível
  8. revê esse pé direito de 1,35m do quarto de vestir pois não está de acordo com o (RGEU), não sei de momento qual o artigo, para teres uma divisão habitável com cobertura inclinada,tens que ter na parte mais baixa, um pè direito de 2,00m a 0,30m do dessa parede mais baixa.
  9. Pedro, é verdade já li o diploma e é isso, basta apenas uma unidade de alojamento ser acessivel, obrigado. jà agora aproveito para questionar o seguinte, no que se refere a empriendimentos turisticos, mais propriamente hoteis, o DL 39/2008 de 7 de março que regula o funcionamento deste estabelecimenmtos, diz a determinada altura que não é necessário existir no próprio estabelecimento estacionamentos para os hospedes desde que nas próximidades existam estacionamentos. Alguem me sabe informar se esses estacionamentos, apesar de não estarem contidos no terreno do hotel, terão que ser privativos deste, ou basta que sejam públicos?? Obrigado a todos que me possam ajudar.
  10. Caros Amigos estou com um projecto de um hotel em mãos e estou com uma dúvida que gostaria de esclarecer que é a seguinte: Na construção de um hotel novo, é obrigatório que todas as casas de banho privativas dos quartos sejam acessiveis a pessoas com mobilidade reduzida?? ou será que se podem tornar acessiveis apenas uma percentagem de todos os banhos?? Agradecia resposta muito obrigado
  11. se fizeres esses calculos vais ver que o preço/hora do teu escritório já te fica a ti por +- 10€ / hora, agora vê quanto terás de cobrar ao teu cliente. se cobrares ao cliente só 10€/hora, so estás a ganhar para as despesas.
  12. O 3d é daquelas coisas que ou não se sabe fazer e então dizemos ao cliente que não fazemos. Ou então sabemos mesmo fazer e ai temos que cobrar o justo valor. Eu hoje já vou fazendo uma coisas em 3d com boa qualidade, mas para o conseguir fazer tive que aprender pagando a 75€/hora ao formador isto se estive-se incluido numa turma ou 100€/hora se com aulas particulares, alem disto, aprender 3d quer muita dedicação, muita hora perdida, enquanto os outros já estão a dormir, nós ainda estamos á frente dos computadores a dar cabo da vista, alem disso necessitar ter softwer profissional e legalizado por exemplo (3dsmax +- 6.000€, vray +- 800€, photoshop +- 3000€ muitas librarias de objectos, boas máquinas para os renders e muito mais mas mesmo muito mais) Por isso um edificio com 15 fracções " modelação, aplicação de materiais, iluminação e estudo de sombras mais meia duzia de imagens interiores e exteriores não faço a coisa por menos de 3000 a 4000€ ou então não vale a pena. E se o projecto não tiver qualidade, então não vale mesmo a pena fazer 3d isto na mina modesta opinião
  13. Atensão Arquitectos qd derem as vs propostas de honorarios não esquecer de especificar o que essa proposta inclui e o que está excluido. Não esqueçam que para muita boa gente o projecto é tudo aquilo que está inerente á construção de uma casa ou de um edificio. Por isso é bom que na proposta digam que não se inclui: -Direcção técnica. -Ficha técnica da habitação. -Propriedade horizontal. -Taxas pagas pela apreciação e certificação de projectos ou da construção, no caso da acustica. - etc. etc. etc. É que muitos "clientes", tambem são "artistas" e depois fazem-se de desentendidos e no preço que voces lhes deram, tambem querem que fique incluido, aquilo que não foi esclarecido. Por isso olho bem aberto na hora de dar horçamentos. se necessário demorem uma semana a dar horçamento, para terem tempo para se enteirarem daquilo que vai ser necessário para o licenciamento, não esquecer que quase todos os trabalhos são diferentes. E não esqueçam que no final ainda é necessário pedir a licença de utilização e instruir o processo para a requerer á Câmara municipal ainda se gastam +- 250€ sem ter qualquer lucro, mas o "cliente" se não for alertado para isto, vai dizervos que quando pediu horçamento foi com tudo o que é necessário para fazer a casa. Eu inclusivamente dei-me ao trabalho de fazer uma folha que anexo aos horçamentos que dou, e onde ao longo dos anos tenho acrescentado todos os custos imprevistos que surgem e que nós nem nos lembramos deles na hora de dar as propostas, á frente desses " serviços imprevistos" ponho o custo que normalmente me custam para os realizar e alerto o cliente que se surgirem imprevistos, estes são pagos á parte de acordo com folha anexa. E assim tenho-me "safado de algumas questões problemáticas.
  14. A esta situação ( cozinha + sala, sala + cozinha etc). chamamos nós cá na zona o carnaval das tipologias, ou seja: T1 disfarçado de T2, T2 disfarçado de T3 e por ai fora, a tua imaginação é o limite????.
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