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Arquitectura.pt


m a r g a r i d a

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  1. Como é óbvio...se não tal não seria o pessoal a entrar em privadas e depois pedir "à bruta" transferências para a publica... :p
  2. Ricardo...Ricardo..calma.. (esta geração frustrada realmente!!) a revista foi a SABADO, tal como a VISÃO (desculpa lá por não ter dito o 24 horas ou o correio da manhã, de certo mais dentro do teu grupo de leituras). E sim, tiveram em conta todos esses factores que falam e mais alguns. A questão aqui é muito simples: Évora ou ULP e como eu conheço a duas muitíssimo bem, por dentro e por fora, parece-me lógico que possa opinar. Já tu, nem uma nem outra...mas deixa lá..sshhiiuu ninguém fica a saber :s Vejo que continuas azedo, sinal da não mudança dos tempo. Um velho do Restelo portanto XD
  3. segundo uma revista conceituada o segundo curso mais caro para tirar é Arquitectura (em primeiro lugar vem medicina dentária e em terceiro eng. informática). é óbvio que a fac de arquitectura da univ. lusíada porto não tem nada a ver com Évora.. simplesmente porque é melhor a nível de secretariado, professores, currículo de ensino e a forma como lecciona. a única coisa que talvez seja melhor em Évora é que tem mais condições para trabalhar. (conheço muitíssimo bem as duas. falo com conhecimento) já agora outro facto interessante, de todas as faculdades de arquitectura que existem, é na fac arquitectura da universidade lusíada porto que se registam menos desempregados estando à frente da faup e fautl. Quem emprega prefere os arquitectos que saem da fac. univ. lusíada porto.. por algum motivo será :s
  4. Olá navegante! Desculpa só responder agora, mas de facto tenho andado um pouco "desaparecida" atulhada em trabalho. Em Lisboa não conheço nenhum gabinete que precise de colaboradores...pois os bons que conheço estão neste momento a despedir pessoal... Não desanimes (é fácil falar)!! Por vezes é necessário alargar os nosso horizontes. Só queres em Lisboa? Só queres gabinetes? Estarei atenta. Se souber de alguma coisa comunico.

  5. felizmente ainda há gabinetes onde não é bem assim...
  6. enquanto isso decorre, os arquitectos, calma e pacificamente observam os factos confortavelmente sentados na sua poltrona de "big boss" elitistas. THE END
  7. FELIZMENTE que nem todos os estágios em entidades publicas são assim! digo felizmente porque ao contrário do que se pensam há efectivamente, entidades publicas onde não reina o ócio nem as sestas, mas sim o trabalho e a competência. e só assim é que se pode aprender e ser-se bom profissional...seja em entidades publicas ou privadas
  8. talvez fosse importante que começasses a ver a sua organização funcional. vê como se articulam os espaços, o que acontece uns a seguir aos outros e porquê. o que ganham por ter determinada posição, o que perdem. tudo tem uma lógica que importa perceber. em que tipo de terreno se insere? orientação solar...... fazer arquitectura não é copiar o que existe. é perceber o que foi feito e fazer melhor.
  9. o que já pesquisaste sobre projectos de hotéis já existentes?
  10. o ideal será sempre perguntar à própria câmara em questão, porque embora hajam desenhos essenciais, há sempre mais qualquer coisa para entregar diferente de câmara para câmara
  11. vai tudo muito bem obrigada :p e por ai? e já agora um bom ano!!
  12. está tudo a ficar desesperado...ainda ontem vieram ter comigo a dizer que tinha entrado em vigor agora em Janeiro. a mim parece-me simples.. os que forem iniciar o estágio agora que venham aqui dizer se é verdade ou não.
  13. obrigada pedro (acho eu). este topico ja é um pouco antigo e na altura em que intervim estava a fazer estagio. agora já terminei e tenho a sorte de ter contrato com ordenado de ARQUITECTO. é uma tristeza dizer "a sorte" mas infelizmente é assim na maioria dos casos. não deveria ser sorte, mas sim normal, mas pode ser que um dia toda a gente que saia da faculdade tenha essa oportunidade. o melhor de tudo é que estou a trabalhar na area que mais gosto e na qual me quero especializar (requalificação) e já vou ter obra com o meu nome :p por isso, tendo em conta tudo isto, sim, vale muito apena seguir arquitectura! dever-se-á sempre ter olho e fazer as escolhas certas, ainda que isso signifique ir um pouco contra a maré e contra aquilo que se julgue "normal"
  14. a partir do momento em que recentemente (2 ou 3 meses atras) sairam novos decretos de lei e portarias sobre a requalificação urbana e incentivos para tal, não percebo porque não acreditar.... já está na hora de portugal seguir o exemplo da civilização (norte da europa)
  15. sempre podes entrar pelo "fantástico" estatuto especial para o pessoal das ilhas...
  16. parabéns! disseste grandes verdades e concordo plenamente contigo
  17. Ricardo, respondo-te da mesma forma que te responderam no tópico "Guggenheim Design it: Shelter Competition - Cork Block Shelter - David Mares":"De um arquitecto espera-se que nunca tenha a arrogância de pensar que está a voltar a aprender, mas sim que nunca o parou de fazer... digo eu. Acho que também há um tal de Siza Vieira que disse algo parecido, mas pode estar errado." Se achas que uma pessoa pára de aprender, de se formar, de querer mais quando sai da faculdade.. tas redondamente enganado.
  18. pois, mas não pode haver 2 interpretações da mesma lei. alguém está a fazer trafulhice e eu quero saber quem é...lol
  19. curioso que ando a tentar falar com a Dra. Beatriz (responsável pelos estágios profissionais do IEFP da Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo) à já 2 DIAS e, ou não me atende ou "encontra-se fora em trabalho de exterior"..... curioso também que me dizem que não há mais ninguém que me possa dar informações..como é possível?? É preciso que se diga que liguei já 5 vezes (4 de manhã e 1 de tarde)... viva à função pública! (desabafo) para quem quiser tentar, o número é o 21 330 74 00 (agradeço que o façam) do centro de emprego de Picoas, também ninguém atende...( telefone: 213566900) eu pergunto, é costume as pessoas em Lisboa irem trabalhar?? Ou ficam todas no café a fingir que trabalham? Que atraso de vida! (estou mesmo irritada)
  20. A inscrição na Ordem dos Arquitectos, mais do que uma exigência de qualquer entidade, é uma obrigatoriedade legal regulada pelo Estatuto da Ordem dos Arquitectos, para qualquer licenciado em Arquitectura que queira exercer os actos próprios da profissão de arquitecto, seja na elaboração ou na apreciação de projectos. A Secção Regional Sul constatou que existiam cerca de 15% de membros que não pagavam quotas há vários anos, uma injustiça em relação a todos quantos cumprem as suas obrigações, e uma irregularidade no que respeita à correlação entre o pagamento da quota e o exercício dos actos próprios da profissão, em conformidade com o estabelecido em Estatuto. Nesse sentido, e de modo a que todos os membros pudessem estar ao abrigo da legalidade estatutária, encetámos um plano de recuperação de qotas. Este plano, subscrito de livre vontade, foi aberto em duas fases, a primeira em Julho de 2008 e a segunda de 1 de Setembro a 31 de Dezembro de 2008. Consideramos o plano de recuperação de quotas um sucesso, com elevada adesão, pautado por uma elevada sensibilidade social, com planos de pagamento a 5, 10 e 15 anos, sem juros. Aos membros que não responderam aos dois períodos abertos pelo plano de recuperação de quotas, a OASRS enviou os respectivos processos para cobrança judicial. Em primeiro lugar, porque entendemos ser uma falta grave para com o estabelecido em Estatuto, e em segundo, porque os valores em causa são objecto de prescrição. Contratámos para o efeito o escritório de advogados Correia, Seara, Caldas e Associados, com quem a OASRS já mantinha relações de âmbito jurídico e que nos garantia a execução desta tarefa na maior transparência, credibilidade e profissionalismo. De cerca de 1634 membros que estavam em situação irregular foram enviados para processo de injunção 281 membros, que não aderiram ao plano de recuperação de quotas, no quadro da maior normalidade.Para concluir, salientamos ainda que, após termos enviado uma circular a todas as autarquias abrangidas territorialmente pela Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos (177), solicitando informação sobre os respectivos funcionários a prestar serviço, detentores do título de arquitecto independentemente do regime contratual (existindo parecer favorável da Comissão Nacional de Protecção de Dados), a maioria das câmaras respondeu - processo que ainda decorre. No caso específico dos arquitectos da Câmara Municipal de Lisboa, e após reunião tida entre arquitectos que trabalham neste município e a presidente do conselho directivo regional sul da Ordem dos Arquitectos - arqª Leonor Cintra Gomes, com o intuito de esclarecer a sua situação profissional, após termos sido informados de existir um tratamento diferenciado relativamente a outros profissionais, foram enviados dois ofícios ao senhor presidente da Câmara Municipal de Lisboa, dr. António Costa, aos quais ainda não obtivemos reposta. O conselho directivo regional do Sul A CSA - sociedade de advogados e a Ordem dos Arquitectos Enquanto sócia da CSA - Correia, Seara, Caldas e Associados, Sociedade de Advogados, RL, aceitei o patrocínio da Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Sul no processo de cobrança de quotas em atraso dos seus membros, processo que envolveu, e envolve, uma fase de pré-contencioso e o contencioso propriamente dito. Este processo conta com a minha coordenação e o envolvimento de outros colegas do escritório. A dra. Paula Pires Coelho e o dr. Francisco Gambôa jamais tiveram qualquer envolvimento neste processo, foram consultados ou informados relativamente ao andamento do mesmo. Mais se clarifica, que a dra. Paula Pires Coelho não é sócia da CSA, nem à data da entrega deste dossier à sociedade detinha essa condição ou qualquer outro vínculo a este escritório. Lurdes Vargas, sócia, CSA - Correia, Seara, Caldas e Associados, Sociedade de Advogados, RL N.D. - Tal como a Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos confirma, esta entidade "já mantinha relações de âmbito jurídico com o escritório de advogados Correia, Seara, Caldas e Associados" antes de lhe entregar o processo das quotas em atraso no final de 2008. A drª Paula Pires Coelho, directora do Departamento Jurídico da CML, "pediu a exclusão de sócia" daquele escritório em Maio desse ano, segundo informação da própria sociedade. (Títulos da responsabilidade do PÚBLICO. O artigo a que aqui se responde foi publicado no dia 18/11 com o título "Arquitectos da CML em guerra com a autarquia e a Ordem".) http://jornal.publico.clix.pt/noticia/26-11-2009/local-lisboa-18295614.htm
  21. O consórcio do atelier de arquitectura que integra a Rui Pinto Gonçalves (RRJ) a PineArq, a Souto Moura Arquitectos e a Manuel Abreu Arquitecto ganharam o projecto para a execução do projecto do novo hospital de Évora , segundo adiantou ao Negócios fonte da RRJ. O consórcio do atelier de arquitectura que integra a Rui Pinto Gonçalves (RRJ) a PineArq, a Souto Moura Arquitectos e a Manuel Abreu Arquitecto ganharam o projecto para a execução do projecto do novo hospital de Évora , segundo adiantou ao Negócios fonte da RRJ. O projecto, para o Hospital do Espírito Santo, que o agrupamento venceu no passado dia 6, está agora a terminar a fase de audiência prévia, em que os restantes concorrentes se podem pronunciar quanto ao resultado. Foram dez, segundo a informação no 'site' do actual hospital de Évora, os concorrentes que se apresentaram na fase inicial. http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=398037
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