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joaoneves

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About joaoneves

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  • Birthday 18-05-1988
  1. joaoneves

    Material para Maquetes

    quais as dimensoes maximas para esses sabões?? ....pretendo fazer uma maquete de uma superficie sinuosa. Já tenho algumas possibilidades para a sua execução mas concerteza ha sempre soluções desconhecidas!!!!:)
  2. joaoneves

    Segundo Ciclo no Estrangeiro

    Antes de entrar para a Univ, telefonei para o departamento de relações internacionais da FAUTL. A senhora que me atendeu por pouco não me mandou para um determinado sitio. Insultou-me e disse que se eu entrasse na univ e voltasse a ir lá tentar saber mais informações que iriam haver consequências. tudo porque diz que só dá informações a pessoal do 4º ano da universidade. chamamos-lhes "gente" limitada?!?..
  3. joaoneves

    Estudar em Londres

    Eu também tenho estado de olho nas universidades de Londres, porque também tenho algum interesse em fazer lá o 4º e 5º anos, mas a universidade que mais me falam é a South Bank. Sei que é possível fazer o 4º e 5º num "pacote" também de dois anos. No entanto numa resposta a um mail que lhes enviei não se mostraram muito aptos a colaborar no processo de transferência. =/
  4. joaoneves

    Ajuda-maquete.

    Eu já fiz uma maquete em betão armado ( pilar e vigas adjacentes do mercado de santa maria da feira do arq. Fernando Távora em cimento com uns ferros metálicos com 2mm de espessura ) Apesar do trabalho que deu, deu bastante gozo e o resultado foi impecável. O peso também é um factor muito importante;)
  5. Confesso que costumo passar os fins de semana em Leiria, inclusive o apartamento pertence a um dos edifícios que se vê na foto mas nunca tive a disponibilidade mental para parar na ponte azul e observar com atenção. O que é certo, é quando desço para tomar o pequeno-almoço, já o parque está à pinha de crianças.
  6. Como frequentador assíduo das ruas leirienses agrada-me o facto do programa polis ter explorado diversas vias de requalificação de espaços, nomeadamente os atravessamentos ou conexões entre margens, as quais se encontravam um quanto que repelidas pelo desmazelo tido até então pelas águas do rio Lis. Desconhecia a autoria das pontes, mas apesar de algumas comportarem soluções formais pouco práticas ou eventualmente desviadas do contexto onde estão inseridas, a atitude conceptual e simultaneamente uma crítica aos modos de utilização que um mero local de passagem pode oferecer ao habitante, levam a reflexão acerca do modo como poderemos nós habitantes de um meio urbano, caracterizá-lo e aproveitá-lo de formas diferentes e usufruir dessa flexibilidade de utilizações, pois uma cidade deve ser antes de mais, um meio com uma estrutura-base concisa mas que seja elaborada em conformidade com o cidadão e com os possíveis hábitos futuros ou que seja necessário incutir-lhe e na efemeridade do amanhã, possibilitar uma metamorfose e/ou adaptação ao próprio meio ou malha nos quais este tipo de intervenções estão inseridas. Vou ver se passo pelas pontes brevemente com a máquina fotográfica para colocar aqui outras fotos.
  7. Caros colegas, Gostaria de saber se alguém tem alguma informação acerca do mercado de Santa Maria da Feira do arquitecto Fernando Távora. Já fiz uma pesquisa conjunta com os elementos do grupo, que nos permitirá apresentar um trabalho exaustivo sobre esta obra de arquitectura nacional, com entrega e apresentação para meados de Maio. Já temos referências para diversos livros, entre os quais o livro do próprio arquitecto com o espólio do mesmo, da editora Blau; temos também a referência do livro com a obra completa de Fernando Távora da editora Mondadori Electa. No entanto não é suficiente, nomeadamente a falta de desenhos rigorosos de qualidade, e alguma infromação acerca de críticas ao projecto e a própria história do mesmo. Fotografias ou outro tipo de informação é sempre bem vinda. Agradeço!! Agora que chovam informações =D abraços
  8. Por um lado é muito bom existir uma iniciativa destas com esta amplitude e pelo modo como vai propiciar a invesitgação e a melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes. Mas quais os verdadeiros objectivos desta cidade, para os que a financiam? Qual a quantidade de energia e recursos gastos para a construção desta cidade? Não estou a contestar, mas estou a questionar.
  9. ja passei por lá com pessoal. Ficamos 10min parados a olhar para aquilo. É impressionante o modo como deixaram aquilo assim. Como não percebo muito de construções, não sei se foi uma boa solução ou não fazer daquela forma. Mas é estranho eles deixarem o próprio edificio já sem chão nalguns sitios e outros consegue-se ver as tabuas a cairem e as rachas de baixo a cima do edificio. Mas quem sou eu para questionar a o trabalho dos profissionais :p
  10. joaoneves

    Pedro Pacheco e Marie Clement

    Bem...suponho que ...literalmente, ele esteja a pedir o contacto telefónico e o email dos arquitectos Pedro Pacheco e Marie Clement... =/ Quanto ao pedido de info, realmente não encontro o contacto.
  11. Num tópico relativamente recente não está presente um conjunto de fotografias de um novo casino lisboa em Macau?
  12. ...aguardamos então por uma "nova" proposta. Quanto à proposta referida no tópico, confesso que quanto à volumetria não estará assim tão exagerada, mas pelo sitio em que se encontra, deveria realçar mais transparência. Qualidade arquitectónica é relativa, mas é possível que outros projectos mais interessantes sejam apresentados.
  13. joaoneves

    Penang | Global City Center | Asymptote

    http://www.arquitectura.pt/forum/f11/asymptote-architecture-announces-the-design-of-penang-global-city-center-7873.html .....:cross-eyed:
  14. Posso parecer injusto e absurdo, mas o nosso "Espaço Lusíada" apesar do horário alargado, faz-me muita confusão determinadas atitudes por parte da universidade quanto ao funcionamento do mesmo. Passo a explicar: O horário do espaço é todos os dias úteis fecha ás 6h e abre ás 7:30h, menos aos domingos e feriados que abre ás 16h e fecha ás 6h e volta a abrir ás 7:30h. Esta semana aconteceu-me como me aconteceram já dezenas de vezes: Uma pessoa está a trabalhar, chega-se ás 5:45h estão a mandar-nos embora. Ora, se estamos com 20 000Kg de materiais espalhados plo espaço (ou por 2 salas extra que disponibilizam as vezes, junto ao espaço lusíada), e estamos a meio do trabalho, temos que arrumar tudo, fazer tempo até às 8h da manhã (aulas) ou até às 7:30h (hora de abertura da universidade). Não querendo parecer demasiado exigente, torna-se neurótico ter que tirar tudo de lá, para poderem ir 2 mulheres-a-dias fingir que varrem e fingir que limpam, enquanto nós vamos para o cais-do-sodré beber um café ou vamos para casa para tomar banho, ou simplesmente para o carro dormir e acordar lá para as 10h...faltando já ás 2 primeiras aulas. O que quero dizer com isto, é que apesar do horário ser alargado, é um total disparate esta quebra. É sabido que a maioria dos estudantes da univ. lusíada vivem nos arredores de lisboa (sou excepção ) e que é de todo ridículo terem que ir para casa a essa hora, sabendo que 10min depois têm que ir para as aulas. Quanto ao parque de estacionamento, é outra situação bizarra. Existe algures no trajecto "palácio"->"ar líquido" um parque de estacionamento fechado que se encontra disponível unicamente para professores e/ou membros da associação de estudantes (pelo que me disseram). Ora, se ambos os polos têm espaço suficiente no parque para todos os professores, e se o número de elementos da assoc. de estudantes não é assim tão elevado, que sentido faz manter o parque fechado ao estudante "comum"? Resultado: nunca vi o parque cheio a não ser em dias que lhes vou chamar de especiais, por desconhecer de alguma razão para tal acontecimento. O bar do "ar liquido" é mais caro que o bar do "palácio" (em diversos alimentos). A exploração é a mesma. É verdade que o que interessa nisto tudo é o tipo de ensino e o modo como conseguimos apreender conhecimentos e tornarmo-nos bons profissionais. Mas não será de todo conveniente, pelo preço que pagamos pelo ensino+instalações, proporcionar-nos melhores condições para que passemos mais tempo na faculdade a trabalhar e a investigar: "bolonha defende como principio quase primário" ; "lema da universidade: Fundação Minerva - Cultura - Ensino e Investigação Científica ... ONDE?
  15. Pois, as únicas imagens que encontrei estão no site do atelier, que mesmo assim não é possível guarda-las. Mas podem ser encontradas também na revista TC (espanhola, suponho eu) -> http://www.arquitextos.com/arquitextos-2-0-563.html Entretanto quando souber mais info acerca deste projecto vou publicando. De momento é tudo :p
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