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  1. A forma como está resolvida a estrutura criando arestas "vivas" na fachada parece-me muito interessante, o quarteirão foi resolvido de maneira lógica e funcional, sobressaindo a " plasticidade" da fachada que demarca do edifício pré existente quer na caracterização quer na escala. Importante...ver o auditório de Leon de Mansilla e Tuñon.
  2. Este projecto saiu na El croquis (há um ano talvez)... um aspecto importante que nao se nota nas fotos é um volume de pequena escala ( mais humana), que percorre todos os edifícios unificando-os, originando uma galeria á cota de primeiro piso criando uma uma espécie de plateau na cobertura que se debruça sobre o espaço verde a construir...parece-me interessante
  3. Ficaste mm picado!! pensei que te passa-se mais rápido, alem de puto melga, daqui a bocado tás a chorar... tem calma contigo que ainda te dá alguma coisa má, vê lá se nao mordes a lingua e morres...descansa e aproveita para trabalhar um bocadinho pq pelo que parece tu nao és arquitecto..és comentador profissional de foruns ou então tás no desemprego...se precisares de ajuda apita...aquele abraço
  4. Realmente a história de que em caso de naufrágio o capitão é ultimo a sair do barco é mesmo um mito... embora começar a falar (comentar) arquitectura...boa
  5. Compatriota esquece a torradeira pede antes a máquina de café que tem mais pinta, é daqueles em aço inox, mesmo á arquitecto...pq o pessoal deve estar todo quase a trocar pelos bilhetes da Madonna (1000 pontos)
  6. A casa está muito bem "agarrada" ao terreno, é perfeitamente perceptivel o cuidado com as relações interior/exterior feitas de uma forma muito delicada e consciente, quer na forma como as aberturas são feitas quer na sua diferenciação criando uma nítida sensação de que o projecto nasceu de uma forte leitura do lugar cruzada com um programa aparentemente simples, quanto á liguagem parece-me segundária face a questões de conceito/lugar bastante mais importantes... as influências são nítidas mas parece-me uma prática sincera sem qq tipo de pretensões. Uma obra discreta mas muito positiva dentro do panorama nacional, uma postura de quem nao se quer pôr em bico dos pés e procura a boa prática da profissão.
  7. Estás a passar de criança a melga (hehe)...aquele abraço "Isto si"
  8. Miesogeno não cheguei a ver o projecto "in loco" como tu, mas repito international style estratégia projectual que teve os seus dias e foi amplamente criticado por questões de lugar, sociais ou mesmos históricas. O "contexto" ou o anchoring como diria Steven Hall tornou-se obvio, os edifícios de Rem kolhas na China são aberraçoes a nivel conceptual, será que um chines habita o espaço da mesma maneira que nós? Parece-me que não...mesmo que queiram importar á viva força modelos ocidentais gratuitamente "copiados". Fazer um hotel em Viana do Castelo não é o mesmo que fazer na Dinamarca ou Suécia, as casas Alentejanas vernáculas têm vãos pequenos e enorme massa térmica, os pátios árabes utilizam sistemas de ventilção e humidificação através da evaporação de água no interior das habitações...isto há milhares de anos (seguramente que não eram assim tão estúpidos). A boa prática da arquitectura nao admite tanta ingenuidade junta!!!
  9. Gupyna

    O grande teórico de arquitectura que lê a TV Guia!XD

  10. Publicar coisas tão banais com um discurso tão pretensioso parece-me no mínimo ingénuo e académico , e quanto á relação com o lugar tão amplamente discutido nas aulas de projecto arrisco dizer que o autor nem conhece o lugar, formalmente parece-me um desastre, um verdadeiro "amontoado" de lugares comuns, clichés e tiques que já começam a enjoar, e que nem bem feitos estão neste caso( a ligação entre os dois volumes horizontais e o vertical foi desastrosa), outra coisa já falada é que o clima implica com a arquitectura e seguramente isso não foi tido em conta neste projecto´, que mais parece ter nascido no norte da europa onde existem fortes necessidades de captação de calor e forte inércia térmica, nos climas tropicais tem mais a ver com ventilação e pouca massa térmica (a arquitectura vernácula assim o ditou e com razão). Todos "nós" andamos a tentar "entrar" no mercado angolano com propostas ridículas face ao fraco nível cultural de quem as encomenda, generais milionários gente ligada ao governo, etc...que pretendem casas com uma "linguagem" dita europeia (com renders mirabulantes, uma espécie de "ilhas mágicas"), e os arquitectos "abanarem o rabinho" pq por aqui o mercado "morreu" para quem não é nem o "star architect". O que não podemos falar nestes casos é de arquitectura...lamento
  11. Ainda bem que há mais gente a pensar nisto... já Tati gozava com isso!!
  12. kwhyl .... que "tristesse" falas de "e o dinheiro abundo", que ridículo....fazer obras com orçamentos que derrapam o que for necessário como faz e fez Souto de Moura em obras "públicas" ( ex:estádio de Braga) pagas por todo nós (espero) parece-me um total desrespeito, alem disso a capacidade de executar um projecto para um cliente com uma determinada capacidade financeira por mais que nao seja politicamente correcto em discussões de arquitectura não deixe de estar intrinsecamente ligado á prática da profissão. Quanto ao projecto: Embora não totalmente esclarecedores os elementos apresentados, está bem patente a capacidade de manipular forma que Souto de Moura nos habituou, as duas torres rasgadas na base pelos enormes vãos (que se vêem no 3d) vão seguramente criar uma espacialidade muito interessante quer interior quer na sua relação com o exterior, alem de gerarem de alguma maneira um elemento escultórico que marca profundamente o projecto enquanto "marca" de reconhecimento do mesmo.
  13. Mais um projecto com "pinta" holandesa feito em qq parte do mundo colocado numa revista de segunda (não me refero ao site), cheio de tiques bastante actuais tipo volumes desencontrados com fachadas gigantes em vidro que de facto se adequam ao nosso clima. Do muito pouco que se vê serve para nao querer ver mais.
  14. parece-me uma intervenção mais de caracter escultótico do que espacial, a qualidade do espaço interior foi submetida a uma "forçada" vontade conceptual. Não credito neste tipo de estratégias conceptuais quando dentro deste"casulo" terão de viver pessoas.
  15. Miesogeno... parece me uma leitura correcta mas do meu ponto de vista redutora relativamente ao trabalho desenvolvido pelos arx neste e noutros projectos, não percebo o queres dizer com "espectacularidade" quando a casa está perfeitamente integrada no terreno, a topografia embora tenha sido manipulada parece-me que foi respeitada, e relativamente aos arx, são um bom exemplo de arquitectura que gostariamos de ver mais vezes em portugal....secalhar nao deviamos estar sempre a cortar!!
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