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A Agressão da Beringela

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  1. Muito Obrigada! Já agora, parabéns pela casa! A arquitecta que escreveu o artigo sobre a sua casa está a formar os alunos do meu curso. Para além de excelente escritora é uma optima professora!
  2. Estou a fazer um trabalho sobre a casa de butantã e precisava de esclarecer umas duvidas sobre a estrutura dos lanternins, ninguem sabe o mail do atelier de Paulo Mendes da Rocha ou o site? Obrigada!
  3. Um colega meu que estuda lá já me tinha falado do projecto. parece muito bom, muito sóbrio! e manterem as tubagens ajuda a preservar a memória =) a fábrica não desaparece no tempo!
  4. Estudei la 3 anos e sempre achei que o curso de design estava completamente desenquadrado da área dos cursos da UA - científicos e técnicos. Há quem diga que é a universidade dos engenheiros. Sou obrigada a concordar. Dão demasiada atenção às ciências e encostam a um canto e para ultimo pano as áreas afectas às artes. Ali são poucos os que se aperceberam que o conhecimento não se esgota na ciência. Os cursos de letras são outros que, tal como design estão completamente deslocados. A UA ainda precisa de crescer muito (como cresce uma criança), nestes espaços da vertente artística e desenvolver os cursos que já tem, para ter mais "espaço" (não físico mas intelectual) para um curso de arquitectura (e não só).
  5. A conferencia foi muito interessante! O SF fez uma pequena introdução com o percurso dele até entrar em arquitectura e deteve-se durante bastante tempo na experiência que viveu em Rio de Honor durante o estágio (ainda no tempo em que a PIDE podia chama-lo para saber o que é que andava a fazer um futuro arquitecto numa vila partilhada por Portugal e por Espanha). Deu-me a sensação que foi a partir daqui que ficou com o "bixinho" da intervenção no património e que mais tarde aplicou no projecto do SAAL no Porto com o Alexandre Alves Costa, nas intervenções em Idanha - a - Velha e na zona do Convento de Sta. Clara em Coimbra. O tema da casa Alcina na foz do Minho teve o mesmo tempo de antena que todos os outros projectos que referiu: o Bloco de habitação da Pasteleira (1964-65) e o Jardim de infância de Moledo do Minho. O Alexandre Alves Costa fez a apresentação do livro e quando alguem se lembrou de o convidar para uma proxima conferencia no ISCTE apenas acerca do projecto SAAL ele mostrou-se muito disponível! (um aparte:No ccb foi a apresentação do elefante?)
  6. Não há maneira de fornecer o contacto do atelier dele? Estou a fazer um trabalho para o qual precisava de alguns desenhos técnicos e não arranjo "por aí"...
  7. está no cartaz. A conferencia realizar-se-à no ISCTE. http://maps.google.com/maps?f=q&hl=pt-PT&geocode=&q=ISCTE,+lisboa&sll=37.0625,-95.677068&sspn=34.724817,86.308594&ie=UTF8&ll=38.749615,-9.154508&spn=0.008351,0.021071&z=16&iwloc=A
  8. Tem havido grandes debates na minha turma sobre o assunto do conceito (sou aluna do 1º ano) como ponto de partida para a concretização do projecto de arquitectura. O que cria mais confusão nas nossas cabecinhas de leigos apaixonados da arquitectura é realmente o facto de termos que extrair o conceito, a ideia arquitectónica, escolher um "objecto" (elemento organizador do espaço) sobre o qual investigar no nosso projecto, o próprio programa do nosso espaço, a partir de um programa abstracto, como é, por exemplo, um excerto do livro de Lewis Carol "Alice do Outro Lado do Espelho". Sei que um conceito é aquela pequena frase que consegue dizer tudo sobre o nosso projecto, mas e o processo de descoberta? O modo como ele surge relaciona-se directamente com as capacidades de quem o questiona. E agora? Como é que aqueles que, por puro acaso, nunca foram confrontados com a estruturação e desenvolvimento de um conceito como motor da concretização artística, o descobrem ou o criam?
  9. patologias? boa boa! isso interessa-me! quais são? infelizmente n posso ir ao porto, mas vou tentar encontrar alguma coisa sobre a construção. Obrigada!
  10. Olá!! Estou a fazer um trabalho sobre materiais de construção, mais propriamente sobre rochas sedimentares utilizadas em construção, calcários, lioz, travertino.. Andei as voltas por lisboa, nos pontos de maior concentração de construções com estes materiais, belém, baixa, cidade universitária. No entanto o único material que encontrei aplicado nos edificios foi lioz, alpinina.. mas nada de travertino.. Tirei muitas fotografias as fachadas da fac de psicologia e ciencias da educação, à reitoria, à torre do tombo, ao teatro dona maria, ccb.. por aí fora. mas o meu trabalho carece de aplicações destas pedras em interior. Ninguem sabe dar-me informações ou referencias e/ou fotografias sobre construções contemporâneas com a utilização destas pedras, em especial de travertino, em interiores e exteriores? Obrigada! ;)
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