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Arquitectura.pt


arqsoc

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  • Birthday 02/23/1980
  1. Se calhar o que pretendes é saber como organizar um projecto de execução completo. Eu separo o meu por tópicos: desenhos gerais; mapas de acabamentos; vãos exteriores; vãos interiores; pormenores construtivos; pormenores interiores como wc e cozinhas; arranjos exteriores, etc....
  2. Se calhar tive sorte, mas na minha altura (4 ou 5 anos atrás) cheguei a encontrar três possibilidades de estágio para entrar na ordem, em 3 meses. Fiquei no primeiro a receber subsidio de alimentação. Mas os outros também eram bastantes interessantes. Ficam umas dicas que usei na altura: 1º lista dos gabinetes e entidades onde queria realmente trabalhar (na altura eram 40); 2º bater directamente à porta para entregar o curriculo; também serve de apresentação; 3º não ficar somente numa cidade, principalmente Lisboa e Porto; ir também para as cidades vizinhas ou outras; 4º pedir moradas falsas aos amigos porque existe sempre o critério de preferencia por pessoas da zona; Não é nada de mais mas a mim foram muito úteis...
  3. Acho que o Ricardo devia contratar uma empresa de cobranças dificeis... ou um homem de fraque...
  4. Um cliente pediu a Autorização de Utilização à Camara Municipal. Entregou-se o processo mas este foi anulado porque violava o nº 3 do artigo 83º da Lei 60/2007 que diz que as ampliações e alterações de condições de implantação estão sujeitas a prévio licenciamento. A unica alteração ao projecto de arquitectura reside no aumento de área bruta da garagem na cave. Assim sendo, antes de se entregar o requerimento a pedir a licença de habitabilidade tem de se licenciar esta ampliação. A dúvida é a seguinte: entrega-se o processo como alteração ao projecto de arquitectura anteriormente entregue e pagam-se as taxas excedentes relativas ao aumento da área bruta ou entrega-se um licenciamento totalmente novo? É que o alvará de licença de construção também está caducado e não sei que implicações é que este facto possa ter no processo. Alguém tem um processo semelhante... Não sei se me fiz entender....
  5. O site da Adene tem uns .pdf interessantes acerca de arquitectura bioclimática (inclui parede de trombe).
  6. Concordo plenamente com a Margarida... evitar a arrogância e tentar usar o bom senso. Também devo dizer ao Lichado que os tecnicos da camara, o presidente de camara e os juízes da comarca/ tribunal da cidade onde custuma trabalhar não devem, de certeza absoluta, formar um trio de amizade. E acredite que assim que tiver meios técnicos, económicos e funcionais para poder reclamar sem acreditar que à partida é uma causa perdida, como vejo que o Lichado tem, seguirei o seu exemplo... Quem consegue encontar um erro no português ? ahahahah
  7. O decreto tem em anexo a organização da memória descritiva. Para as restantes duvidas contacta a protecção civil.
  8. Os 350 parecem-me bem se for somente pelas peças desenhadas. Para organizar o processo todo leva mais alguma coisa, dependendo do procedimento administrativo. É que depois são mais as plantas de localização, os registos da conservatória, os telefonemas porque o requerente esqueceu-se de dar os dados pessoais, as fichas estatisticas (caso se aplique), memória descritiva (se for o caso), etc... É trabalho para aquecer mas ocupa tempo...
  9. Em termos de relacionamento com entidades camarárias a minha experiência diz-me que não vale a pena agir com teimosia em relação às opiniões dos tecnicos. Quando não estão dispostos a abdicar de alguma questão ameaçam com tribunal. E a eles não faz diferença se o projecto fica empatado durante 5 meses ou 5 anos. A questão do material do telheiro não me parece motivo para tanto desgaste. Pior seria se implica-se com questões urbanisticas e de implantação. Já falas-te pessoalmente com o tecnico que emitiu o parecer? Se calhar a questão resolve-se com uma conversa. Eu não tenho tido problemas em termos "estéticos", mas os tecnicos gostam sempre de dar uma sugestão. Num projecto que fiz acharam que tinha verde a mais numa zona do edificio e mencionaram esse facto no parecer. Encarei a situação como se tivesse perguntado a opinião a um colega e segui em frente. Depois de algum afastamento do projecto até acabei por lhe dar razão.
  10. Não dependo dos concursos... felizmente. Só estava interessada em variar nos programas. Tenho trabalhado maioritariamente com habitação e estabelecimentos comerciais. Muito raramente com projecto de execução. Os clientes não acham "necessário". A intenção era saber se os concursos podem colmatam estas falhas na prática profissional?
  11. Gostava de saber qual é a vossa esperiência profissional ao nível de concursos públicos ou concursos de ideias e outros. Custumam participar? Ganhar? Acham que vale a pena ou é perda de tempo?
  12. Sr. Michaeloureiro, não duvido da capacidade técnica dos profissionais que trabalham nas câmaras, muito pelo contrário. Até acho que têm de ser os mais competentes de todos... No entanto, tem de concordar que existe algum proteccionismo em relação ao planos de pormenor e loteamento (e outros) realizados pelas câmaras, quando estes existem. E a prova é que continuamos a esclarecer as questões de parametros urbanisticos em sessão de atendimento. Pergunto eu, como é que podemos refutar o que os tecnicos camarários dizem se não temos acesso a peças desenhadas ou peças escritas, como os regulamentos de loteamento e que estão previstas na lei??
  13. Adorei o diálogo, JVS... fartei-me de rir... apanhaste o ponto da questão de uma maneira muito acutilante... Deve ter sido por isso que o Sr. Manuel respondeu...
  14. Os elementos a entregar com as telas finais constam da Portaria nº 232 /2008 no artigo AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO.
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