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Arquitectura.pt


miguelbarroso

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About miguelbarroso

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    TAMBSTUDIO
  1. A obra da EB1/JI Alto de Algés á começou há cerca de 1 mês. Está previsto abrir para o ano lectivo de 2010/2011... vamos ver
  2. Obrigado, Lichado!... que raio, já li isto tudo de trás para a frente não sei quantas vezes, e isto tinha-me escapado! Por acaso os projectos de execução que me encomendaram antes, foi muito antes desta nova lei - desde pequenos construtores, que para não serem confrontados com desconfiança, e para maior controlo de custos, me pediram o projecto de execução, a particulares para se defenderem de construtores menos escrupulosos e para garantirem um maior rigor na execução. Em geral recomendo aos meus clientes todos que façam projecto de execução - e explico bem as vantagens do mesmo - em algumas situações onde não foi feito PE por falta de tempo, ou de disponibilidade financeira, as complicações surgiram, desde desentendimento entre promotor e construtor, derrapagem de custos, resultados finais aquém do que seria desejável, enfim... Verdade seja dita, que tb já tive um ou outro cliente (felizmente os dedos da mão chegam e sobram para os contar) em que não tive qualquer interesse nem vontade em fazer o projecto de execução, por diversas razões que não interessam agora referir... bem, mas onde é que íamos... ah... o AllPlan... mais um para juntar às várias opções de BIM. Aproveito para voltar a perguntar uma questão que não obtive resposta: Quais as diferenças entre as várias versões do Allplan? (da 100 à 700, os preços são muito diferentes) Entretanto o site da Mestre Clique também parece estar em baixo... :)
  3. Miguel, quanto a ateliers que mudaram de BIM para CAD, sei de pelo menos 2. Os motivos que os fizeram mudar podem ser válidos ou não, mas a verdade é que regressaram ao CAD. Lichado, o sr. do vectorworks não diz que o BIM não é o futuro... pelo contrário... diz que é o futuro, mas é ainda um futuro distante (pois a sua adopção está e continuará -segundo ele - a ser lenta). Mas indubitávelmente será o futuro. depois não sei onde é que a lei 60/2007 obriga a projecto de execução por fim, eu trabalho na zona de Lisboa, e grande parte dos projectos que tenho feito, têm projecto de execução. Aliás, tenho alguns clientes que vieram ter comigo para fazer apenas o projecto de execução de edifícios cujo projecto de arquitectura era de outros autores. Tenho também feito muito projecto para o estado, e é sempre com projecto de execução.... por isso, as realidades são muito distintas. Continuo a fazer tudo a 2D, tenho vontade de mudar para BIM, mas a dificuldade em escolher a plataforma mais adequada à minha maneira de trabalhar, aliado aos custos do software em si e da implementação do mesmo, são os grandes factores que me mantêm no 2D - para não falar nas experiências falhadas de que tenho conhecimento!
  4. Não há dúvida que cada cabeça sua sentença... eu dava em doido com esta metodologia! but as they say... your mileage may vary :rolleyes:
  5. actualmente dá-me ideia que a maior parte dos computadores ficaria de rastos se assim o fizesse... mas já os revestimentos por exemplo - esses fazem muita diferença a maneira como são aplicados e a relação que têm com os panos de parede e a estrutura (e no caso em que temos uma solução ETICS, ainda isto é mais importante - ter a possibillidade de controlar estas questões do edifício tridimensionalmente, parece-me um ponto a não descurar
  6. Mas já a maneira como esse caixilho é aplicado, por vezes o detalhe faz toda a diferença no resultado final - e aí se o empreiteiro não fez como estava no pormenor, azar... desfaz e faz de novo, às suas custas. É muito frequente no meus cadernos de encargos, remeter para o pormenor construtivo - e em concursos públicos é lindo ver os empreiteiros que concorrem com preços rapadíssimos, a julgar que vão ganhar é nos trabalhos a mais, e depois está tudo lá nos desenhos... acabam por perder dinheiro nas obras. Como já referi, ainda trabalho no modo antigo, e ainda não mudei para BIM (ou algo parecido)... mas para mim, quando mudar para BIM, vou querer poder ter o modelo desenvolvido à exaustão em 3D, pois considero que é no pormenor que muitas obras fazem a diferençam e o 3D permite controlar isso de um modo muito mais eficaz (que raio, já o faço em 3D, mas apenas com volumes - em BIM espero conseguir fazê-lo mas já com todos os detalhes contrutivos, quando o projecto o justificar, claro)
  7. Eu não disse que achava que o BIM não era o futuro... mas concordo que o BIM não está a acontecer - por culpa dos utilizadores, ou por culpa dos softwares, o que é certo é que o BIM continua a ser um nicho minúsculo no mercado... acho que para o bom e para o mal, o BIM ainda está longe de acontecer IMHO, acho a migração de CAD para BIM, substancialmente mais complexa que a passagem de rotring para CAD. É que na 2ª, o processo mental não se alterou muito, foi mais o processo físico. De CAD para BIM, o processo físico pouco se altera, mas o processo mental é completamente diferente. Quanto ao Vectroworks, eles embora façam algum marketing apresentando o software como BIM, eles próprios têm noção de que o mesmo não o é, como se pode ver na imagem que já tinha enviado o link: Vamos ver se na versão 2010, o programa sofrerá alterações que o permitam realmente se tornar numa solução BIM. Curiosa é também a ausência nesta tabela de qualquer comparação com o Allplan...
  8. Mas o que achei mais interessante foi a dissertação que citei: BIM isn't happening. Tenho falado com gente que trabalha em ateliers onde tentaram implementar BIM, toda a gente fez formação, e no entanto acabaram por voltar ao desenho tradicional - 2D para representação, 3D para apresentação - e bem separadinhos... o motivo apresentado é um: trabalhar em BIM é muito mais complexo, e para os resultados que se pretendem, o desenho tradicional responde melhor. Como diz Sean Flaherty, BIM será talvez o futuro, mas dá-me ideia cada vez mais que se trata de um futuro ainda distante - para a maior parte das pessoas, para o esquema tradicional de construção e gestão de obra que impera hoje, com o "peso que o papel" ainda hoje tem, o BIM ainda é difícil de impingir!
  9. Boas, A Nemetschek acabou de lançar o novo Vectorworks 2009, e ao que parece, a grande novidade é o novo "engine" 3D - o Parasolid (o mesmo que "equipa" o Solidworks, por ex.) http://www.nemetschek.net/upgrade/index.php mais info aqui, http://architosh.com/news/2008-09/0915_vectorworks_2009_mac.html e aqui: http://architosh.com/news/2008-09/0917_press-day1.html e na apresentação do programa, o CEO Sean Flaherty, fez uma exposição curiosa sobre o mercado BIM: podem ler o resto da report em: http://www.upfrontezine.com/2008/upf-572.htm Nesta imagem ('>) podem ver que eles estão já a prometer um Vectorworks 2010 com suporte completo para objectos paramétricos... O que vos parece?... sinceramente estou curioso! Até logo...
  10. Como os nossos legisladores, adoram complicar a cabeça dos cidadãos, criaram dois procedimentos distintos, mas com nomes parecidos: Comunicação Prévia e Pedido de Informação Prévio - leiam bem, para chamarem os procedimentos devidos pelos nomes certos - é que são coisas mesmo muito diferentes!!!
  11. Se não tiver elementos horizontais, tb "não há problema", a criança vai buscar uma cadeira... Devemos vigiar as crianças, mas dar-lhes liberdade para explorarem o que as rodeia. - e acima de tudo educá-las e alertá-las para os perigos - é muito confortável, despejar a criança num local 100% seguro e não ter qualquer preocupação... o problema é que nunca se poderá proteger por completo durante toda a vida - quanto menos a criança estiver exposta ao mundo real, mais probabilidade ela terá de se magoar quando a "redôma" for levantada. Hoje em dia observam-se cada vez mais acidentes, apesar de as normas e seguranças estarem mais apertadas - o problema a meu ver é o facto de as crianças, por serem tão protegidas de tudo e mais alguma coisa, quando se olha para o lado, o acidente acontece, pois as mesmas não têm qualquer autonomia. Há uns tempos, em que andou a moda de as televisões fazerem reportagens sobre os "perigos dos parques infantis", recordo o que disse uma pedopsicóloga - foi algo assim: "o maior perigo que as nossas crianças hoje correm, é o de não irem a lado nenhum, pois os pais acham que tudo é perigoso!" Enfim, vive-se no medo, divulga-se o medo, e a sociedade vai-se tornando cada vez mais bacôca... por favor não vão por aí
  12. O facto de ainda não ter respondido a este tópico, não significa que não esteja interessado no mesmo. Fiquei curioso sobre as diferenças entre as várias versões do Allplan... do 100 ao 700, acredito que muita coisa seja diferente... Pena que a página da MestreClique não tenha mais informação - apenas dizem que são distribuidores da Nemetschek e pouco mais...
  13. Linux, para a nossa área, não me parece uma opção muito viável... mas há quem "arrisque". Quanto à RAM da gráfica, 256Mb chegam e sobram para a maior parte das situações. Em relação à RAM, o vista normal não tira partido de mais do que 3Gb. Para quem precise de mais RAM, tem de ir para a versão de 64bits do Vista, o que se traduz em algumas incompatibilidades com um ou outro software... enfim. A minha experiência no Vista, até tem sido relativamente positiva - depois de desligar os efeitos gráficos desnecessários, fiquei com uma máquina bastante rápida. Ah, devo dizer que ainda ponderei comprar um mac, mas o preço atirou-me para bem longe... comprei um portátil Dell Precision M6300 por cerca de 1600€, com specs bem superiores a um macbook pro de 17", que custaria quase 3000€ (isto em Dezembro passado) desculpem o off-topic
  14. O problema não é do flash... é a maneiro como o mesmo é utilizado... ou têm alguém que sabe mesmo muiiiiito para o fazer, ou a navegação é prejudicada (os comandos standard deixam de funcionar... como o simples "back" por ex.), para não falar que o Google e afins passam por cima do site quase como se não existisse. mas nem se preocupam com isso... pois "tá lindo!"....
  15. Muito mais se poderia dizer sobre isso... o que é triste, é que os chamados arquitectos da moda, são-no porque são "artistas"... mas a maioria dos projectos que ganham concursos, e aparecem nas revistas não só respondem mal aos paradigmas da sustentabilidade, como são pouco funcionais, não respondem às necessidades dos programas, tem soluções construtivas de pormenor que logo à partida eu olho para aquilo e digo: isto vai estar muito bonito no dia da inauguração, mas passados uns meses vai estar uma desgraça! enfim... muito se poderia dizer sobre isto, mas este não é o tópico...
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