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Arquitectura.pt


EMontenegro

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  1. devo desde já transmitir os meus parabéns ao Arq Troufa Real que finalmente saiu da casca e conseguiu fazer o que sempre desejou. a todos os que acham "um projecto feio" certamente, neste momento, o senhor concorda e ri-se do assunto... mas afinal, quem é que vai aparecer nos livros daqui a uns anos? certamente sacrificou a zona urbana, felizmente a minha infancia já passou e na memoria de infancia não vou guardar este edificio... quanto ao projecto propriamente dito, ignorando o facto muito importante da sua razão de ser, acho que recuamos 600 anos para o pior exemplo! infelizmente ha pior por ai, andam é mascarados :p
  2. Muito obrigado meu caro! E sinceras desculpas pela minha falta de conhecimentos no que toda a 3dsmax, mas vou ser sincero, a necessidade a pouco tempo bateu a porta, tornando o sketch up obsuleto :\ muito obrigado!!
  3. hum... faço os renders com o 3dsmax... nao tenho muitos conhecimentos, incompetentemente limito-me a utilizar o 3dsmax para qualificar o modelo e tirar as imagens... não sei propriamente ao q t estas a referir
  4. Ando com alguma necessidade de encontrar umas árvores porreiras para adicionar ao meu modelo... já tentei desenhar umas a cad mas sem sucesso, isto po archicad é facil pois existem 1400 templates com milhares de arvores diferentes, mas como nunca fui muito amigo do archicad, preciso de arranjar uns "blocos" já em 3d... podem nem ter as texturas defenidas e ser so o modelo... alguem me pode ajudar? Cumprimentos
  5. acho piada a este tópico, realmente é informativo e retrata bem o que vai na cabeça das pessoas falando em termos mais gerais. qual é a ambição que as pessoas teem para seguir o que gostam? A situação está mal em todo o pais, daqui a 6 anos quem pode dizer que não está mal em todo o mundo ? a arquitectura não está fora desse panorama, mas "não é por estar a chover que não vamos sair de casa". Enquanto estas a fazer o que gostas, e se gostares realmente, vais ter sucesso. Faz-se tudo com esforço e dedicação, não é preciso sofrer, deve dar prazer trabalhar para isto. Eu estou no meu 2º ano, e sinceramente percebo o porque de este curso ter a fama que tem. Há bons e maus momentos, já fiz trabalhos dos quais me orgulhei imenso, outro que nem tanto, mas no fim todos eles me ensinaram alguma coisa, e são aquelas noites que passas a fio a desenhar e a falar alto que desenvolvem o que podes vir a ser. Se consegues estar a fazer isso em vez de ir para a palhaçada com os teus amigos, estás no sitio certo! Profissionalmente não faço ideia, tento ao máximo tirar partido e conhecer arquitectos, de modo a entrar no meio e a conhecer as pessoas, mas presumo que há poço mais cheio neste momento. Mas sinceramente, se queres que te diga, vai para arquitectura!!! Imagina bem, podes andar mal vestido, com a barba de 2 meses e vais andar sempre com a dupla bic cor de laranja e moleskine a5 atrás:)
  6. Boas tardes. Venho a perguntar, se algum user deste forum, conhece a cidade de Lourenço Marques (moçambique), e se a visitou recentemente. Tenho interesse em saber se um edifício em concreto : Volksras Building, Pretroria, ainda está de pé. É (ou era) um banco nesta cidade, perto de lourenço marques. Tenho imensa vontade de visitar a cidade no futuro proximo, mas toda a arquitectura que me é directamente familiar remota a esta data (1960's), logo gostaria de saber se ao menos este banco ainda está em pé ! Outras curiosidades sobre lourenço marques são bem vindas, possivelmente foi o berço de alguns users deste forum cumprimentos
  7. estou a subentender que a parte inicial estava esclarecida. é tipicamente um exercício de configuração de espaços com matéria limitada, os do 1o ano da minha fac tão a fazer a mm coisa mas com a sala de aula, é sempre engraçado ver as respostas ;)
  8. resumindo, pretendem que cries uma sucessão espacial logica, seguida de um pensamento conceptual que organize os elementos propostos. tens 1 contentor, que é o teu espaço, e os elementos laminares, que é a tua materia. tudo pode ser manipulado
  9. eu não gostava de ter quartos orientados a sul, nem tao pouco de uma casa de banho tão perto da cozinha. va de resto, pq é que não mostras esse esboço a um arquitecto, tiras umas fotocopias e desenhas por cima as modificações que quiseres?
  10. fiz um trabalho sobre o metro da baixa chiado o ano passado. se não me engano, alguma bibliografia do siza vieira tem publicações com plantas e maquetas, informação técnica eles arranjam na metro, e informação arquitectonica podes tu orientar visitando e observando diz que estas a fazer um trabalho para a universidade para n pagares bilhete :p
  11. m a r g a r i d a acho que respondeste a grande parte das minhas duvidas. Eu não queria comparar cursos atenção, não quero dizer que o IST é mais técnico e a Lusíada mais artística, apesar de ter dito isto por outras palavras simplesmente não é esta a minha intenção. Apenas estava preocupado pois este ano não tive muito de exercitar a matemática, ao contrario de amigos meus de outras instituições, em contrapartida, tive outras cadeiras. Percebo a importância de termos um conhecimento global sobre varias matérias dentro e fora da nossa área! Estou mais esclarecido agora, era isto que eu queria (exemplos dos exemplos )
  12. Espero não teres interpretado mal a minha ideia. Apenas quis transparecer o facto de vocês apostarem mais numa faceta técnica... não digo que o vosso curso foge à arte, erro meu, a expressão não foi muito esclarecedora... Conheço colegas no IST, e sim, os projectos deles são muito bons, mas é muito diferente, o que me preocupou um pouco... Quanto ao resto, concordo com tudo..
  13. Boas noites caros colegas Abro este tópico num tom um pouco de desabafo, pois é algo que me tem intrigado um pouco a medida que leio / abro os olhos sobre o panorama nacional em que a nossa arte se encontra, em termos profissionais. Sou estudante do primeiro ano de arquitectura pela Universidade Lusíada de Lisboa, e acabei de passar para o 2º ano. Vou tentar agora manter um discurso óbvio e linear para expor as minhas preocupações. Quando entrei no curso, não escondo o choque que senti, não só em termos de adaptação ao ensino superior como também a nível de "começar a estudar arquitectura". A típica e indispensável face que só nos estudantes e arquitectos conhecemos, o lado poético da arquitectura. A adaptação ao processo do projecto, intervir num lugar, ter um conceito que defina intenções foi algo que demorou o seu tempo, o que se reverteu nas notas do primeiro semestre. Tudo correr bem, entrei no 2o semestre mais confortável, consegui melhores resultados, finalizando o primeiro ano com media aritmética de todas as cadeiras de 14 e 15 a projecto. Primeira questão, todos os estudantes das diversas faculdades teem planos de estudo diferentes, mas por exemplo, conheço estudantes da FAUL e IST que teem um plano de estudo completamente diferente do meu (eles teem matemática mais "hardcore" e física, eu tenho desenho e mais historia de arte, e também tenho sempre uma cadeira de CAD e para o ano 3d). Em que sentido isto é bom para a formação de futuros arquitectos? No futuro vou ser um arquitecto que não vou saber tanto de física nem de matemática como outros arquitectos formados por estas instituições, mas provavelmente vou estar mais dentro do assunto em termos de conhecimento em software e ter uma atitude mais "artística" do que eles, pois acho que o plano deles foge um pouco a mãe da arquitectura, que é o grande vasto campo das artes. Neste plano estou confuso, estarei a ser penalizado no futuro por não ter formação no campo da matemática e física a nível de ensino superior? A outra grande questão, está o mercado assim tão saturado? Hoje em dia, a selecção dos arquitectos como é elaborada para concorrer a um atelier? A media tem grande importância? Guardo sempre como objectivo acabar o curso com media de 14, pois a minha professora de projecto deste ano disse-me que era mais fácil ter entrada como docente (algo que eu gostaria muito de ser) na universidade em que tirei o curso... Mas já ouvi dizer que a media não interessa muito, tal como o nome da faculdade pela qual estudamos... Isto assusta-me muito, pois ao longo do ano confirmei que é isto que quero fazer da minha vida, como profissão e realização pessoal. Não estou a tirar o curso para não ficar em casa sem estudar, este ano fiz com muito gosto, orgulhei-me e esforcei-me com muito gosto em todos os trabalhos que apresentei, coisa que acho que justifica a minha escolha. Não é propriamente uma preocupação, mas é tema de café todos os dias com amigos discutirmos a taxa de desemprego dos vários cursos e o facto do nome da univ / media carimbarem o profissional. Como não sei muito sobre o assunto, nunca falo do meu curso Cumprimentos !
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