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Showing content with the highest reputation since 03/05/2012 in all areas

  1. 3 points
    XXXXX

    Honorários

    Os honorários não são tabelados, pormenor que presumo que deve saber... dois mil euros para o projeto de licenciamento + cerca de dois mil euros para as especialidades, para quem trabalha a partir da casa, sem custos adicionais (rendas ou imi´s, luz, água, informática variada, colaboradores, estas tretas todas sobre a forma de custos) é um preço que garante margem de lucro assaz, se for praticado tipo patrão a frente de uma empresa, o preço é diferente para mais geralmente embora existam gabinetes, que cobram 700 euros por um projeto de arquitetura, tipo copy paste, pega na moradia que fizeste ali em Peniche e cola em Torres Vedras, troca janelas, muda uma coisitas ao jeito do cliente e como inteligência é coisas que não abunda por estas bandas, o patrão diz, "Estou-lhe a fazer um desconto", o cliente responde "Obrigada", é assim que ganha 700 euros numa semana apenas no projeto de arquitetura... eu para fazer porcaria, merdas horrorosas, por favor ao próximo, prefiro não fazer, é preferível fazer uma moradia de 10 em 10 anos, mas que fique bem feita e cobrar 6000 Euros ao cliente, mas incluímos, Arquitetura + Especialidades + Assistência Técnica na Obra + Plano de Segurança e Saúde + Caderno de Encargos + Orçamentos, tudo com contrato, escrito a assinado... porquê as porcarias que se faz, por preços de Merda, nunca valem o sacrifício, tipo: Vou olhar para aquele mono o resto da minha vida, cujo autor fui eu, mas que foi feito ao gosto do cliente? É deprimente! Quanto é suposto um arquitecto cobrar para ir à Câmara pedir e preencher um formulário para saber o que pode ser feito em termos de projecto, num dado terreno? Isto pode ser preço de custo, além de ir passear à CM local, as taxas obviamente ficam por conta do cliente (PIP). As despesas de deslocamento, alimentação, portagens, são calculadas à parte? Deverá ser cobrado um valor à hora quando se trata de trabalhos pontuais p.ex. requesição de documentos para o dono de obra? Portagens e deslocação = 0.3 Euros/Km, era o que pagavam para Avaliações Imobiliárias para empresas privadas em 2010 (agora simplesmente não pagam nada), se trabalhasse para o estado a custa do dinheiro dos contribuintes, aí escuso de falar, seria gozar ainda mais com a cara dos Portugueses... que ainda se levantam, para ir votar! E, no caso de um novo projecto para uma moradia, depois de estimados os custos da obra, i.é, tendo um primeiro orçamento em mãos para o custo estimado da obra, que percentagem devemos levar para o projecto de arquitectura? Faseado de que forma. Não há regras, mas o bom senso obriga a que a maior fatia seja na fase de licenciamento + especialidades (que engloba orçamento e caderno de encargos). A "nossa fatia do bolo é equiparável às restantes especialidades? Hoje em dia os engenheiros, com os programas de estruturas, já perdem a sensibilidade para os cálculos, existem projetos de especialidades, cujos pilares são de forma indistinta todos iguais, acredito mesmo, que nem as armaduras mudam de pilar para pilar, qualquer Arquitecto percebe se a carga não é a mesma em todos os pilares, porque razão os pilares não poderão ser mais finos de forma a poupar betão caso a caso conforme a solicitação de cargas, eles ainda pensam, que nós nas pescamos nada disso... nem com meios informáticos as vezes conseguem escamotear pilares nas paredes, o que é frustrante, num projeto simples sem SADI e AVAC, não há razão para que a nossa ponderação não seja superior a deles. Em relação aos projectos de estabilidade, incêndios, águas e esgotos, térmica e acustica, somos apenas mais uma especialidade? Ou como coordenadores destas especialidades e diretores técnicos da obra podemos e devemos cobrar mais? Cobrar o quê, fazer um projeto de Arquitetura, sempre se pressupôs as especialidades e repectiva compatibilidade, se tudo estiver bem feito, não haverá problemas (raras vezes). Nota, não pode fazer Direção Técnica de Obra ou Fiscalização e ser o Autor de Projeto, a Ordem não deixava (Necessito de confirmar no novo estatuto, mas penso que contínua igual) e penso que continua a não deixar, coisas que estes estúpidos nas CM´s as vezes não percebem. Isto era a mesma coisas que fazer projeto para uma Câmara e depois ir aprová-los internamente como funcionário da mesma. Apenas como diretor de obra, ganha o seu salário de diretor de obra, a partir da empresa de construção, garanta o cumprimento do projeto de acordo com o aprovado na CM e dentro do budget. Mas você vende casas, tipo gaja gira e comunicativa com outdoors pendurados nas fachadas? Eles gabam-se muito do verdinho que ganham... cá em Portugal as pessoas não se medem em altura física, capacidades e conduta, é pela conta bancária e o carro que ostentam pago ou não. Já ouviu falar dos PQ e dos PAI? Esqueça isso da Remax, andou na melhor escola do País de Arquitetura para vender casas?
  2. 2 points
    Elio Branco

    Shanghai

    O escritório onde trabalho está neste momento com 2 vagas para junior arquitecto. Mais informações endereçar questões para: eliombz@gmail.com
  3. 1 point
    Fiz um find pela palavra "inclinação", só encontro isto: "Nas coberturas das edificações correntes, com inclinação não inferior a 20º nem superior a 45º, apoiadas sobre estruturas de madeira, poderão empregar-se, sem outra justificação, as secções mínimas seguintes ou suas equivalentes em resistência e rigidez, desde que não se excedam as distâncias máximas indicadas (...)"
  4. 1 point
    XXXXX

    Destaque vs loteamento

    Eu quando perguntei, será que isto ainda está em vigor, não sabia que alguns dias depois: Portaria nº 219/2016 Isto iria ser revogado, fica a nota.
  5. 1 point
    XXXXX

    Destaque vs loteamento

    Unidade mínima de cultura, é a medida padrão, que atesta que um indivíduo, tem um mínimo de capacidades para intervir, trabalhar e viver em sociedade, paulatinamente introduzida na região oeste de Portugal em meados da década de 80, por um conhecido Psiquiatra de Torres Vedras, o epíteto tem origem explícita nas três palavras que o compõe, "unidade mínima de cultura", Torres Vedras foi escolhida para cidade piloto, dada a propensão que os locais tinha para se mascarar de concubinas, beber álcool e celebrar o carnaval ostensivamente desde a tenra idade, costume este, visto pelo vizinhos da Capital, como um misto de idiotice aos quais os saloios se dedicavam... hoje mais do que nunca, ser da geração da unidade mínima de cultura, é ser designado de idiota, daí a necessidade de muitos Torrienses fugirem para a Capital, numa de: "Sou filho de saloios, mas pugno para matar a hereditariedade!" Eu que sou da geração de 80, só muito tardiamente fugi para a Capital... anos a fazer figura de idiota... Mas existem outras definições afins, cito esta, no *.jpg: Será que isto ainda está em vigor?
  6. 1 point
    Olá boa tarde, Deparei-me com uma questão sobre a qual não encontro uma resposta clara: as alhetas que podemos encontrar na face inferior, perto da aresta exterior, das consolas em betão armado, como por exemplo em varandas, tem exactamente que função? Serve como pingadeira? É uma junta de indução de fendas ou apenas uma junta de dilatação? Não sei. Alguém me pode ajudar? Obrigado desde já.
  7. 1 point
    XXXXX

    Este é para o Lobby do PVC!

    Pedreiros, empreiteiros, malta com 30 anos de experiência em obra, que defende o PVC com veemência... think again!
  8. 1 point
    fabiopinto

    Dúvida habitação bifamiliar

    Boa noite. Gostaria que os mais entendidos nesta matéria me conseguissem dar umas luzes. É o seguinte, num terreno com 1700 m2 em zona residencial nível 2 ( índice de implantação maximo de 40%) pretendo construir uma habitação bifamiliar (por exemplo uma no RC outra no 1piso) É possível? E se for moradias geminadas? Tenho de proceder a algum projecto de loteamento e dividir o terreno em 2 lotes? Desde já agradeço a quem possa ajudar a esclarecer as minhas duvidas.. Cumprimentos
  9. 1 point
    Resumindo e concluindo......continuamos a ser reféns dos Engenheiros, pois com a obrigatoriedade de entrega do tal Termo junto com o Projeto de Arquitetura, não conseguimos "ser autónomos" em relação ao Nosso Projeto ARQ...! Maravilhoso mundo este...
  10. 1 point
    Caros Membros Chamo-me Gustavo Portocarrero e sou arqueólogo. Defendi uma tese de doutoramento intitulada Braga na Idade Moderna: Paisagem e Identidade, sobre a evolução da identidade de Braga ao longo da Idade Moderna (séculos XV-XVIII), através da análise das mudanças que tiveram lugar na paisagem urbana. O trabalho também chama a atenção para a importância da geografia sagrada no estudo das cidades da Idade Moderna. Pela sua abordagem, trata-se de um trabalho inovador no âmbito dos estudos históricos sobre cidades portuguesas e que pode ser de interesse para todos os arquitectos que trabalhem com centros históricos. Os interessados na sua leitura podem fazer o download do seu pdf no seguinte site: https://www.academia.edu/7315864/Braga_na_Idade_Moderna._Paisagem_e_Identidade Cumprimentos Gustavo Portocarrero
  11. 1 point
    Obrigado pela ajuda. Parece-me que conseguiste com que foque a minha procura: "fachada oculta".
  12. 1 point
    Estimativa de custos para quem ?
  13. 1 point
    O nosso atelier está a praticar o preço de 4000 euros + iva para Projeto de Arquitectura + Especialidades de Engenharia Civil para Moradias Uni Familiares. Sabemos que vos irá chocar este preço e é mesmo o que temos praticado por força do mercado e para não estarmos parados. Trata-se de projeto de licenciamento apenas. Acompanhamento técnico de obra, Projeto de Execução, Medições, Autos, FIscalização, etc., não está incluido. Temos plena consciencia de que o projeto de arquitectura em fase de licenciamento é insuficiente para execução de obra, dái incluirmos os principais pormenores e pormenores de fachada a escalas de 1/50, 1/20 e 1/10 com dois cortes a escala 1/50. Sempre disponiveis para qualquer esclarecimento.
  14. 1 point
    Connecty

    Ingressar em Arquitectura

    Cada faculdade pede específicas diferentes, por norma é Geometria Descritiva. O curso de arquitectura, como outros artísticos requer muito trabalho, é um opção difícil, mas é possível trabalhar e estudar. Para consultares as disciplinas de cada curso, só consultando com as faculdades, existem várias que oferecem o curso e todas elas oferecem diferentes planos de curso.     Aqui podes consultar alguma informação: '?do=embed' frameborder='0' data-embedContent>>
  15. 1 point
    ArqRicardo

    Proximidade Aluno - Professor

    Sou aluno de Arquitetura e nao posso concordar com isso. Tenho todo o tipo de professores, mas todos se preocupam connosco, bem quase todos. Agora aqueles aluno que nao querem saber minimamente das aulas (como sabemos) eles nao querem saber. Mas quanto aos alunos empenhados acho que os professores (os meus) são bastante interessados e preocupam-se connosco. Espero ter respondido a tua questão.
  16. 1 point
    2010 não foi o ano da reabilitação, assim como 2011 e 2012, 2013 não o será também certamente...
  17. 1 point
    O Prof Godin

    Dia Nacional Do Arquitecto

    Eu, que sou mais velho…há quem diga sénior…mas eu prefiro velho, porque sénior é alguém de sucesso…e sucesso em arquitectura, salvo os ditos "filhos de Deus" ou de "deuses menores", não existe…sou do tempo da velha Associação dos Arquitectos, dos diplomados e da (des)Ordem como todos os que eu conhecia lhe chamavam…sobretudo os mais velhos ainda do que eu…desOrdem dos arquitectos é o que hoje existe…tentacular, tenta escravizar os associados, pedindo-lhes dinheiro e mais dinheiro, ameaçando de penhora se não pagar…meteram-se na avaliação do ensino da arquitectura…fazem projectos…cursos…exames…promovem-se a si próprios e ninguém sabe exactamente o que é ou representa a dita Ordem… protegem os arquitectos nas várias vertentes do exercício da arquitectura ?…não…dizem que só na prática profissional…ajudam os arquitectos desempregados ?…não…não faz parte das suas competências…defendem os jovens arquitectos de serem explorados pelos arquitectos seniores ?…não…gostam desta situação dos 500 euros por mês a recibos verdes, sem férias ou Natal…então para que serve esta treta designada Ordem dos arquitectos, se não há trabalho…os ditos Grandes, mandam-nos emigrar…não vá a gente incomodar "alguém"…O dia do Arquitecto é uma fraude formal, para enxovalhar todos aqueles que não conseguem viver da arquitectura…temos o exemplo de Helena Roseta, que nunca exerceu arquitectura e se perdeu nos meandros da política, chegando ao ponto de em determinada eleição haver uma lista única, onde se fundiram todos os interesses pessoais…continua a espantar na sua presença permanente na televisão onde até assusta o seu conhecimento prévio das desgraças deste país…portanto a Ordem está como o País…quer mais dinheiro, contrata os grandes escritórios de advogados de Lisboa para perseguir os seus membros…politizada e corrupta, é hoje uma extensão do poder estabelecido e conivente com ele…assim só fazendo o "reset", apagar tudo e começar de novo…uma nova instituição que represente efectivamente os arquitectos e não determinados grupos, lobys, interesses ou pessoas, escolas…talvez esteja a pedir de mais, pois isto que afirmei aplica-se a todo o poder estabelecido, que quer perpetuar-se no poder…seja estado…sejam partidos políticos…sejam pessoas individuais…a minha ideia é que tal como os gregos disseram em determinado momento…é a própria vida que tem de mudar…portanto hoje é dia triste, para velhos, novos e futuros arquitectos…
  18. 1 point
    Earviel

    Dia Nacional Do Arquitecto

    Acabei o curso faz já 6 anos, nunca tive um emprego como arquitecta, estava inscrita na ordem tive de suspender este mês por estar desempregada e ser já insustentável, mas paguei durante todo este tempo para nada, passando por empregos temporários há dois anos que me encontro sem nenhum. O que pretendo da Ordem dos Arquitectos é facilidades em formação, para desempregados ou sem possibilidades de a ter; tambem gostaria de mais informação e oportunidades de ofertas de emprego; e a exigência das empresas darem oportunidades para os que não têm experiência, nem que os próprios ateliers tenham que dar formação não remunerada para depois no seguimento disso darem o tal emprego, impossível de adquirir. Será pedir muito? ( o próprio estágio de um ano através da ordem dos arquitectos é pouco para o que costumam pedir nas ofertas vai entre os 3 a 5 anos....)
  19. 1 point
    co-driver

    Dia Nacional Do Arquitecto

    Transcrição do link http://www.arquitect...m?no=303081,287 que pode ser encontrado no site www.arquitectos.pt: "A Autoridade da Concorrência tem vindo a sancionar as ordens profissionais pela utilização de tabelas de honorários vinculativas ou indicativas para os actos profissionais. A entrada em vigor do Código de Contratos Públicos - e da subsequente Portaria 701-H/2008 de 29 de Julho - implicou a revogação das Instruções para o Cálculo de Honorários referentes aos Projectos de Obras Públicas, que servia de referência para o cálculo de honorários de muitos dos actos profissionais dos arquitectos. Assim sendo, cada arquitecto pode e deve estabelecer a sua própria tabela de honorários, respeitando o Estatuto, o Regulamento de Deontologia e demais disposições regulamentares da OA." Sei que a Ordem dos Arquitectos formou uma equipa para discutir, debater e tentar criar uma Tabela de Honorários. Peço à nossa Ordem que não abandone esta ideia e consiga uma Tabela de Honorários "Legal", capaz de clarificar o setor, assim como o acesso ao mesmo.
  20. 1 point
    O meu nome é Gonçalo Almeida, sou Mestre em Arquitectura de Planeamento Urbano e Territorial desde de 2011, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Procuro estágio profissional para acesso à Ordem dos Arquitectos. Possuo facilidade em trabalhar em equipa e adapto-me a diferentes contextos de trabalho, demonstrando sempre elevado espírito de iniciativa e de criatividade. Tenho disponibilidade imediata. Contactos: goncalompalmeida@gmail.com Atenciosamente, - - Gonçalo Almeida
  21. 1 point
    Feliz aniversário....
  22. 1 point
    http://www.revistadiagonal.com/articles/analisi-critica/larazondelclientecurutchet-lecorbusier/
  23. 1 point
    Acho que tens duas maneiras de o fazer... 1º através da criação de um objecto. 2º utilizar a ferramenta "solid element operations". espero ter ajudado.
  24. 1 point
    Fonte: Architectural Record
  25. 1 point
    Pedro Barradas

    Legislação Lar Idosos

    Podes ver aqui a legislação especificia: https://sites.google.com/site/jfrancoaraujo/legislacao Tens uma lista exaustiva por temas aqui: http://www.oasrn.org/apoio.php?pag=tema Depois falta conciliar com mais legislação, nomeadamente Lei das acessibilidades, SCIE, Condições de trabalho, Acustica e RCCTE.
  26. 1 point
    Diz que é solução para REVESTIMENTO?!?... certo? Ora se é para revestimento, considera-se o acabamento da superfície. Não se está a contar com eventuais requisitos de outros substratos da composição de paredes, tectos e pavimentos. E já pensaste nos requisitos que devem ter os revestimentos para uma cela prisional? quais são? que te parece que sejam?
  27. 1 point
    gibag

    Tendências da Arquitectura

    No presente é sempre difícil definir quais as principais tendências da arquitectura. Geralmente é mais fácil olhar para tráz, percebendo-se melhor qual o rumo que a arquitectura tomou. Por exemplo, Durante grande parte do sec. XX, Le Corbusier e Frank Lloyd Wright eram vistos como totalmente dissonantes e opostos, nos meios académicos da altura. Actualmente, a apesar de terem seguido tendências distintas, são vistos como 2 vultos do modernismo internacional. O tempo acabou por mostrar que tinham mais afinidades que discrepâncias. Em relação à sustentabilidade, não me parece que seja uma tendência da arquitectura. É um conceito que se pode aplicar a quase tudo: Construção, economia, industria, gestão, ambiente, política, .......
  28. 1 point
    lllARKlll

    Ul / fautl

    Não, um 20 na FAUTL é um 10 na Lusíada... e eu não estou a gozar consigo, muito menos a exagerar... Aliás, eu não minto, quando digo que toda a geração de Arquitectos Portugueses com algum prestígio, foram formados na Lusíada, todos sem excepção... senso comum. (Errrr)
  29. 1 point
    daniela portela

    Telas finais

    As alterações que houve devem ser registadas em desenhos de vermelhos e amarelos e dar entrada em aditamento, só depois entram as Telas Finais, ou em simultâneo. Se no orçamento que o arquitecto lhe deu inicialmente, incluia as Telas, então não tem nada que pagar a mais por nada. Caso o orçamento seja omisso a esse nível, esse trabalho poderá ser cobrado, pois é um trabalho que envolve custo de deslocação, visita a obra e material e tempo gasto. Tudo depende do que acordou inicialmente (se isso estava incluido ou não). Eu normalmente descrevo todos os passos do projecto e é assim que uma proposta de honorários deve ser redigida.
  30. 1 point
    imoprojectos

    Texturas

    aproveito para deixar um dos meu ultinos trabalhos. Criticas sao bem vindas, sou desenhador e pretendo melhorar a minha qualidade para prestar serviços a arquitecto com a melhor qualidade possivel.
  31. 1 point
    X ign

    Material de Chao [pavimento]

    Auto nivelante de resina expoxy??? Pode ser da cor que quiseres, dependendo do pigmento! experimenta da SIKA Floor, por exemplo
  32. 1 point
    nunomiguelneto

    Tópico das Maquetas

    Este tópico é destinado à colocação de dúvidas sobre construção e assuntos relacionados com maquetas. :D
  33. 1 point
    a.s* _ atelier de santos Residências Universitárias das Laranjeiras _ Ponta Delgada . 1998-2007 O complexo das Residências Universitárias das Laranjeiras situa-se a Nascente de Ponta Delgada, junto a uma antiga zona industrial, sobranceira a terrenos agrícolas abandonados. O crescimento da cidade verificado nas últimas décadas faria prever rápidas e profundas alterações em toda a área, transformando-a num subúrbio mono-funcional pelo que a construção do complexo residencial, pela sua escala e pelas funções que abriga, constituiria uma oportunidade em definir uma estrutura urbana que possibilitasse a implementação de uma regra, permitindo constituir-se como um catalizador de futuras intervenções, transformando-se ela própria num pólo de actividades. As residenciais albergam 300 estudantes universitários que se dividem pelos quatro edifícios longitudinais, paralelos entre si, implantados perpendicularmente ao principal eixo viário de ligação ao centro de Ponta Delgada. Por sua vez, paralelamente à estrada é ordenado um conjunto de faixas – como que de pequenos recortes na paisagem se tratassem – dispostos com orientação norte/sul, que cruzam os 4 blocos, organizam os espaços exteriores do complexo, e desenham a transição entre as áreas públicas e as zonas privadas destinadas aos seus habitantes. Um quinto edifício – a entrada principal do complexo – procura complementar toda a área exterior das residências, desenhando uma esplanada, um miradouro e um solário, ao mesmo tempo que abriga um bar, uma cantina e a sala de convívio para os estudantes. O projecto de espaços exteriores, torna-se tema central na estratégia de intervenção, permitindo que as áreas existentes entre os blocos das residênciais ganhem uma dimensão pública eminentemente funcional. As longas faixas de “recortes na paisagem”, dispostas segundo uma regra que procura destacar uma frente urbana ao complexo – que garante simultaneamente a existência de uma espécie de jardim no seu interior –, proporcionam a criação de pequenos espaços singulares no interior do perímetro. A sua sequência de implantação hierarquiza usos, adequando-os à sua posição relativa no complexo: paralela à estrada implanta-se a Faixa de Estacionamento Automóvel e a Faixa de Passeio Urbano (destinadas ambas ao passar quotidiano dos habitantes da área) e sequencialmente, a Faixa de Arvoredo (estabelecendo uma fronteira visual para o interior do complexo, e atenuando a visão perpectica longitudinal sobre os edifícios residenciais), a Faixa de Percurso Central (destinada à distribuição interna e à ligação entre os vários edifícios das residências), a Faixa de Acontecimentos (onde são implantadas funções complementares: Laranjal, Campo de Jogos, Jardim/Labirinto dos Namorados, Estacionamento de Bicicletas, etc.) e por fim, acompanhando uma canada (caminho rural) existente, a Faixa de Prado (um enorme relvado propício ao repouso). Dado tratar-se de uma obra de carácter social, os recursos disponíveis apontam para soluções construtivas e tipológicas simples – o que aliás é apontado pela natureza programática do projecto; daí a opção do recurso à modularidade (construtiva e espacial) para a edificação dos quatro blocos residenciais. Agredecemos a colaboração de a.s* _ atelier de santos.
  34. 1 point
    carlos.sol

    Skase Teacup

    Skase Teacup, Uma das melhores peças do Steve Watson. Simples, limpa. Foge um pouco às peças conceptuais e humorísticas que ele tanto cria, afinal de conta não são todos que tornam dois vibradores em saleiros. O facto de ser edição limitada eleva um pouco o preço (25£), talvez num futuro vejamos o Ikea a "inspirar-se" em algo semelhante. Steve Watson
  35. 1 point
    Against

    Psyco - Smile Cup

    Finalmente um sítio para por as bolachinhas!! Eu pessoalmente tenho sempre a chatice de nunca saber onde por os cookies quando bebo o chá das 5... Ah, e não podem convidar alguém para uma chávena de chá, agora é só meia! Smile
  36. 1 point
    Against

    Sh*t Box - The Brown Corporation

    (As coisas que eu encontro...) Portanto, a mim das coisas que mais me faz confusão nessa onda de festivais de verão, acampar e por aí fora, é a questão das I.S.. Pois bem, alguém já pensou nisso, e antecipou o problema, resolvendo-o de uma forma no mínimo peculiar: The Brown Corporation criou uma sanita em versão origami (quase). No site, disponibilizam as informações todas, montagem e utilização! A caixa vem com 10 sacos que são substituídos após cada utilização, e que são biodegradáveis! Tudo para sermos amigos do Al Gore! Depois de cada utilização, a Sh*t Box transforma-se num stool (lol...) Prático ou é preferível enfrentar o terror das I.S. dos festivais?
  37. 1 point
    Muito interessante! Mas falta lá o preto :p
  38. 1 point
    a.s* _ atelier de santos Residências Universitárias das Laranjeiras _ Ponta Delgada . 1998-2007 [Continuação do texto anterior] O módulo definidor da solução é a unidade habitacional mínima: um quarto duplo, de planta rectangular (2.6 x 6 m), com os seus topos transparentes. O topo sul constituiria a frente exterior do quarto, sendo o topo norte destinado ao acesso interno. A meio do quarto são dispostos dois volumes – contendo instalações sanitárias, zona de banhos, armários e estantes – que dividem a restante área disponível em zona de estudo (a norte, aberta para um corredor de acesso envidraçado, o que permite a iluminação natural deste espaço), e um espaço destinado ao repouso (a sul, aberto para a paisagem). A separação das duas áreas é assegurada pelas portas dos armários: quando abertas, encerram o corredor de ligação entre zona de estudo e zona de repouso, repondo a necessária intimidade a esta última, que tinha sido anulada pela não existência de qualquer barreira visual entre o corredor e o quarto. Tendo em conta a necessária economia de meios, seria óbvio que este módulo assumiria preponderância no que respeita à morfologia dos blocos residenciais fazendo com que a imagem dos edifícios resultasse da mera associação dos módulos (dos quartos) que a compõem. Nesse sentido ao módulo base são introduzidas pequenas variações: varandas, portadas, o desnivelamento da zona de repouso em relação à zona de estudo ou até a separação física entre elas. Estas variações corresponderiam não apenas a diferenciações de usos e de espaços, mas também, sobretudo, a variações formais, o que garantiria que a associação entre módulos e suas variações protagonizassem por si só diferenças morfológicas aos quatro blocos residenciais. Desse modo, por mera associação modular, obtivemos quatro edifícios residenciais semelhantes, mas que procuram soluções morfológicas diferenciadas entre si, como resposta a uma procura de variabilidade urbana de conjunto, reflexo da localização relativa de cada edifício, mas também da proximidade com outros elementos. Assim, de sul para norte, temos o Edifício Destemido (aquele que confronta todos aqueles que se aproximam vindos do Centro da Cidade), o Edifício 2 (porque é o segundo bloco residencial), o Edifício Desportista (dada a proximidade do Campo de Jogos, e a extensão dos seus corredores internos) e o Edifício Maciço (por ser aquele que alberga mais alunos). Cada um dos 4 blocos de residências organiza a quase totalidade do seu programa funcional junto à fachada sul libertando o alçado norte para as circulações internas, que podem desse modo ser totalmente abertas para o exterior. Consegue-se assim que os utentes de cada um dos blocos cruzem a totalidade das faixas de “paisagem” localizadas no exterior., à medida que se deslocam pelo interior dos edifícios. Dá-se oportunidade aos estudantes de escolher habitar o bloco e a vista do quarto que mais lhe agrada, bem como da própria vista do quarto já que cada módulo funciona como uma espécie de enquadramento sobre as (diferentes) faixas de paisagem. Desse modo é possível viver num quarto do Edifício Desportista, tendo vista sobre o Arvoredo, habitar o Edifício Maciço com uma vista sobre o Prado, ou dormir num quarto com vista para o estacionamento no Edifício 2. Qualquer outra conjugação é possível de se obter. O Edifício Central contrapõe a toda a malha estrutural rectilínea uma outra geometria, quase aleatória, quase natural, como quase artificial é o conjunto de laranjeiras plantadas em frente a este (e que recordam o grande laranjal aí existente até finais do séc. XVIII), fixando-se à topografia, alterando-a, e implantando-se profundamente no cruzamento entre os blocos construídos e as faixas exteriores. Ficha Técnica Residências Universitárias das Laranjeiras (1º Classificado em Concurso Público) Cliente: Serviços de Acção Social da Universidade dos Açores Localização: Bairro das Laranjeiras, Ponta Delgada, S. Miguel, Açores Programa: 150 quartos duplos, cantina e refeitório, sala de convívio, serviços de apoio Área de Construção: 6500m2 Área de implantação: 10000 m2 Data de projecto: 1998/2001 Data de Construção: 2002/2003 (1.º fase), 2004/2007 (2.º fase) Coordenação: Pedro Machado Costa, Célia Gomes / a.s* Créditos Fotográficos: FG+SG - Fotografia de arquitectura Agredecemos a colaboração de a.s* _ atelier de santos.
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