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Showing content with the highest reputation since 06/30/2008 in all areas

  1. 4 points
    Peter

    Reputacao

    olha!! já que falam... eu não tenho nenhum!? desapareceram os que tinha ohhhhhhhh
  2. 3 points
    XXXXX

    Honorários

    Os honorários não são tabelados, pormenor que presumo que deve saber... dois mil euros para o projeto de licenciamento + cerca de dois mil euros para as especialidades, para quem trabalha a partir da casa, sem custos adicionais (rendas ou imi´s, luz, água, informática variada, colaboradores, estas tretas todas sobre a forma de custos) é um preço que garante margem de lucro assaz, se for praticado tipo patrão a frente de uma empresa, o preço é diferente para mais geralmente embora existam gabinetes, que cobram 700 euros por um projeto de arquitetura, tipo copy paste, pega na moradia que fizeste ali em Peniche e cola em Torres Vedras, troca janelas, muda uma coisitas ao jeito do cliente e como inteligência é coisas que não abunda por estas bandas, o patrão diz, "Estou-lhe a fazer um desconto", o cliente responde "Obrigada", é assim que ganha 700 euros numa semana apenas no projeto de arquitetura... eu para fazer porcaria, merdas horrorosas, por favor ao próximo, prefiro não fazer, é preferível fazer uma moradia de 10 em 10 anos, mas que fique bem feita e cobrar 6000 Euros ao cliente, mas incluímos, Arquitetura + Especialidades + Assistência Técnica na Obra + Plano de Segurança e Saúde + Caderno de Encargos + Orçamentos, tudo com contrato, escrito a assinado... porquê as porcarias que se faz, por preços de Merda, nunca valem o sacrifício, tipo: Vou olhar para aquele mono o resto da minha vida, cujo autor fui eu, mas que foi feito ao gosto do cliente? É deprimente! Quanto é suposto um arquitecto cobrar para ir à Câmara pedir e preencher um formulário para saber o que pode ser feito em termos de projecto, num dado terreno? Isto pode ser preço de custo, além de ir passear à CM local, as taxas obviamente ficam por conta do cliente (PIP). As despesas de deslocamento, alimentação, portagens, são calculadas à parte? Deverá ser cobrado um valor à hora quando se trata de trabalhos pontuais p.ex. requesição de documentos para o dono de obra? Portagens e deslocação = 0.3 Euros/Km, era o que pagavam para Avaliações Imobiliárias para empresas privadas em 2010 (agora simplesmente não pagam nada), se trabalhasse para o estado a custa do dinheiro dos contribuintes, aí escuso de falar, seria gozar ainda mais com a cara dos Portugueses... que ainda se levantam, para ir votar! E, no caso de um novo projecto para uma moradia, depois de estimados os custos da obra, i.é, tendo um primeiro orçamento em mãos para o custo estimado da obra, que percentagem devemos levar para o projecto de arquitectura? Faseado de que forma. Não há regras, mas o bom senso obriga a que a maior fatia seja na fase de licenciamento + especialidades (que engloba orçamento e caderno de encargos). A "nossa fatia do bolo é equiparável às restantes especialidades? Hoje em dia os engenheiros, com os programas de estruturas, já perdem a sensibilidade para os cálculos, existem projetos de especialidades, cujos pilares são de forma indistinta todos iguais, acredito mesmo, que nem as armaduras mudam de pilar para pilar, qualquer Arquitecto percebe se a carga não é a mesma em todos os pilares, porque razão os pilares não poderão ser mais finos de forma a poupar betão caso a caso conforme a solicitação de cargas, eles ainda pensam, que nós nas pescamos nada disso... nem com meios informáticos as vezes conseguem escamotear pilares nas paredes, o que é frustrante, num projeto simples sem SADI e AVAC, não há razão para que a nossa ponderação não seja superior a deles. Em relação aos projectos de estabilidade, incêndios, águas e esgotos, térmica e acustica, somos apenas mais uma especialidade? Ou como coordenadores destas especialidades e diretores técnicos da obra podemos e devemos cobrar mais? Cobrar o quê, fazer um projeto de Arquitetura, sempre se pressupôs as especialidades e repectiva compatibilidade, se tudo estiver bem feito, não haverá problemas (raras vezes). Nota, não pode fazer Direção Técnica de Obra ou Fiscalização e ser o Autor de Projeto, a Ordem não deixava (Necessito de confirmar no novo estatuto, mas penso que contínua igual) e penso que continua a não deixar, coisas que estes estúpidos nas CM´s as vezes não percebem. Isto era a mesma coisas que fazer projeto para uma Câmara e depois ir aprová-los internamente como funcionário da mesma. Apenas como diretor de obra, ganha o seu salário de diretor de obra, a partir da empresa de construção, garanta o cumprimento do projeto de acordo com o aprovado na CM e dentro do budget. Mas você vende casas, tipo gaja gira e comunicativa com outdoors pendurados nas fachadas? Eles gabam-se muito do verdinho que ganham... cá em Portugal as pessoas não se medem em altura física, capacidades e conduta, é pela conta bancária e o carro que ostentam pago ou não. Já ouviu falar dos PQ e dos PAI? Esqueça isso da Remax, andou na melhor escola do País de Arquitetura para vender casas?
  3. 2 points
    Elio Branco

    Shanghai

    O escritório onde trabalho está neste momento com 2 vagas para junior arquitecto. Mais informações endereçar questões para: eliombz@gmail.com
  4. 2 points
    JCSMARTINS

    Proposta

    Olá a todos! Acompanho este fórum há algum tempo, mas acho que esta é a minha primeira intervenção. E faço-a na qualidade de 'cliente' também, porque é isso que sou actualmente pois tb estou a iniciar o projecto de uma moradia, para a qual decidi que seria melhor recorrer à contratação de um Arquitecto. E acreditem que muita gente me disse para nao o fazer, que ia pagar mais e tal, e que no fim o resultado era o mesmo... enfim, a conversa do costume. Bem ou mal, assim não entendi, porque valorizo as competências dos profissionais qualificados, que pelo menos dedicaram tempo e esforço das suas vidas para aprender as coisas... Não se limitaram à auto-aprendizagem baseada na cópia de outros trabalhos, sem querer, no entanto, menosprezar o trabalho de quem o faz. O tema do preço, embora importante, foi tratado com prioridade menor. Vejo aqui uma pessoa, a apresentar uma espécie de programa preliminar do que pretende, onde anexa uma foto, e que recebe respostas com criticas à foto apresentada, etc. Como cliente, decerto que a Liliana não pretende uma cópia da casa em questão, no entanto há pormenores nela que gosta, por isso a colocou aqui. Se o gosto é mau ou não, de qualquer ponto de vista, é sempre discutivel. Eu também mostrei fotos de coisas que gostava, e sei que muitas delas serão má opção para o meu caso particular, mas o que espero do Arquitecto não é que me faça uma cópia de uma casa ou que misture pormenores de várias só porque eu disse que gostava disto e daquilo... Espero antes que tenha a creatividade suficiente para traduzir um modelo de casa agradável e com qualidade, depois de conhecer quem a vai habitar, dos gostos e estilo que o cliente pretende, da luz que gosta de ter, do espaço que gosta de sentir, da temperatura que gosta de sentir, do ruido que gosta de ouvir, do dinheiro que pretende ou pode gastar, etc. Espero também que possa questionar opções por mim tomadas que possam ser inadequadas do ponto de vista de execução/custos. Espero interacção,acompanhamento, reponsabilização e garantias, o que é mais dificil de encontrar nuns meios que noutros, e sabem do que falo. Serei um melhor cliente porque espero isto de um Arquitecto, do que uma pessoa que espera apenas que lhe façam uma cópia de algo que viu, mesmo que seja uma completa aberração ? Eu acho que não ... Se o arquitecto tiver a competência suficiente para demonstrar que a pessoa está a caminhar na direcção errada, e se o trabalho é assim tão mau, então assuma-se isso perante o cliente e recuse-se o trabalho. Deixe-se para os outros, porque senão vai fazer parte do leque e depois perde a moral para criticar. Eu sei, a realidade é diferente, e as vezes a vontade/necessidade de facturar fala mais alto... As pessoas são diferentes, e muitas vezes nem fazem ideia do que querem... Viram coisas apenas ... Acham que gostam ... É tudo muito frágil na fase inicial de um projecto ... A gestão de espectativas tem de ser bem feita, por parte de quem vai fazer o projecto. E as vezes não é assim tão dificil... Penso que alguns comentários são colocados aqui em forma de critica não por causa do conteudo do post inicial em causa, mas sim pelo sentimento generalizado do estado das coisas, ao nivel da Arquitectura em portugal. Mas não é só a arquitectura ... Quase tudo neste país tem coisas mal feitas, concorrências desleais, etc ... Continuem com este forum de qualidade! Não se esqueçam que ele tb é bom para clientes que não percebem nada de arquitectura. Um abraço a todos!
  5. 2 points
    Uma correçao apenas. O facto da parede ter diferentes profundidades, como sugere, torna a parede num difusor acústico. Um difusor acústico continua a ser reflector. Mas espalha o som pela sala. É bastante usado em salas de uso musical como auditórios para manter a sala viva, e no entanto livre de defeitos acústicos. Pode ver vários tipos de difusores e as suas especificações técnicas em : http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=difusores-2 Numa piscina o objetivo é reduzir a reverberação, logo é fundamental a colocação de material absorvente. Embora na maior parte dos casos os materiais leves sejam mais absorventes, o que define a absorçao porosa (porque existem vários tipos de absorsores) é o fluxo de resistividade e não a densidade. Mas isto era um tópico de dava "pano para mangas" e muitas formulas matemáticas. Eu concordo consigo, mas o meu alerta era igualmente relativo à la de rocha e não à madeira... a madeira nao absorve som, quem absorve é a la de rocha que com execesso de humidade ou em contacto com a água nao conjuga muito bem, pelo menos dos exemplos que vi. Pode-se sempre pensar em usar espuma acústica conjugado com as placas de madeira, mas a unica que conheço e que é eficaz contra a humidade (Quash) tem uma absorção acústica muito fraca. Existem neste momento soluções de material absorvente que já são resistentes ao fogo e à humidade (ver http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=espacos-publicos) que não precisam de la de rocha ou espumas acústicas. Essa anulação de fase que refere só acontece em algumas frequências, enquanto noutras o som é amplificado. Alias isso é comum ocorrer em paredes lisas (efeito comb filtering observado em estúdios de música) e nao em difusores acústicos.
  6. 2 points
    nunomiguelneto

    Reputacao

    yah... nao devia ser azul como a minha ;)
  7. 1 point
    XXXXX

    Destaque vs loteamento

    Unidade mínima de cultura, é a medida padrão, que atesta que um indivíduo, tem um mínimo de capacidades para intervir, trabalhar e viver em sociedade, paulatinamente introduzida na região oeste de Portugal em meados da década de 80, por um conhecido Psiquiatra de Torres Vedras, o epíteto tem origem explícita nas três palavras que o compõe, "unidade mínima de cultura", Torres Vedras foi escolhida para cidade piloto, dada a propensão que os locais tinha para se mascarar de concubinas, beber álcool e celebrar o carnaval ostensivamente desde a tenra idade, costume este, visto pelo vizinhos da Capital, como um misto de idiotice aos quais os saloios se dedicavam... hoje mais do que nunca, ser da geração da unidade mínima de cultura, é ser designado de idiota, daí a necessidade de muitos Torrienses fugirem para a Capital, numa de: "Sou filho de saloios, mas pugno para matar a hereditariedade!" Eu que sou da geração de 80, só muito tardiamente fugi para a Capital... anos a fazer figura de idiota... Mas existem outras definições afins, cito esta, no *.jpg: Será que isto ainda está em vigor?
  8. 1 point
    XXXXX

    Este é para o Lobby do PVC!

    Pedreiros, empreiteiros, malta com 30 anos de experiência em obra, que defende o PVC com veemência... think again!
  9. 1 point
    Resumindo e concluindo......continuamos a ser reféns dos Engenheiros, pois com a obrigatoriedade de entrega do tal Termo junto com o Projeto de Arquitetura, não conseguimos "ser autónomos" em relação ao Nosso Projeto ARQ...! Maravilhoso mundo este...
  10. 1 point
    Caros Membros Chamo-me Gustavo Portocarrero e sou arqueólogo. Defendi uma tese de doutoramento intitulada Braga na Idade Moderna: Paisagem e Identidade, sobre a evolução da identidade de Braga ao longo da Idade Moderna (séculos XV-XVIII), através da análise das mudanças que tiveram lugar na paisagem urbana. O trabalho também chama a atenção para a importância da geografia sagrada no estudo das cidades da Idade Moderna. Pela sua abordagem, trata-se de um trabalho inovador no âmbito dos estudos históricos sobre cidades portuguesas e que pode ser de interesse para todos os arquitectos que trabalhem com centros históricos. Os interessados na sua leitura podem fazer o download do seu pdf no seguinte site: https://www.academia.edu/7315864/Braga_na_Idade_Moderna._Paisagem_e_Identidade Cumprimentos Gustavo Portocarrero
  11. 1 point
    Estimativa de custos para quem ?
  12. 1 point
    2010 não foi o ano da reabilitação, assim como 2011 e 2012, 2013 não o será também certamente...
  13. 1 point
    Feliz aniversário....
  14. 1 point
    Fonte: Architectural Record
  15. 1 point
    Ola a todos, Aproveito para divulgar o lançamento da minha galeria fotográfica online. Não é dedicado exclusivamente a fotografia de arquitectura, mas espero brevemente começar a apostar mais nessa vertente. Próximos albums a publicar: Museu do Farol de Santa Marta (Aires Mateus), ISCTE (Raúl Hestnes Ferreira) www.photo.joaomorgado.com Estação de Metro do Cais do Sodré Abraços :)
  16. 1 point
    AnaCardo

    Cidades Africanas

    No teu caso, poderias seleccionar Lagos (capital económica da Nigéria) porque apesar de ter sido fundada pelos portugueses, é a cidade africana herdeira de uma das culturas autênticas mais importantes de África (yoruba, criadora da religião dos Orishas, orixás no Brasil), senão a mais significativa. Além disso, recordo-me de algures ter visto que eles usavam a estrutura da tartaruga como guia para definir um mapa urbano. E as outras duas seriam o Cairo, como cidade representante da África islâmica e, talvez a Cidade do Cabo (ou Luanda, Maputo, etc.) como cidade do período colonial. E sobre qualquer destas cidades encontrarás terabytes de informação na internet.
  17. 1 point
    http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/2369_6_Beekman%202big.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/2369_4_beekman%205big.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/2369_3_Beekman4big.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/2369_1_Beekman%201big.jpg Fonte: WorldArchitectureNews
  18. 1 point
    daniela portela

    Telas finais

    As alterações que houve devem ser registadas em desenhos de vermelhos e amarelos e dar entrada em aditamento, só depois entram as Telas Finais, ou em simultâneo. Se no orçamento que o arquitecto lhe deu inicialmente, incluia as Telas, então não tem nada que pagar a mais por nada. Caso o orçamento seja omisso a esse nível, esse trabalho poderá ser cobrado, pois é um trabalho que envolve custo de deslocação, visita a obra e material e tempo gasto. Tudo depende do que acordou inicialmente (se isso estava incluido ou não). Eu normalmente descrevo todos os passos do projecto e é assim que uma proposta de honorários deve ser redigida.
  19. 1 point
    hanzobr

    Praças

  20. 1 point
    Mark

    Motivação e Arquitectura

    Segundo o Siza "arquitectura sem prazer e um inferno" neste momento tou a trabalhar no estrangeiro pra uma grande empresa com bastante sucesso ao nivel do velume de negocios e concordo cada vez mais com o Siza. Infelizmente nesta firma (porque de facto n se trata de um atlier mas de uma maquina de fazer dinheiro), os projectos resumem-se a colagem de cliches e da ultima proposta q saiu na ultima revista. Vou quase todos os dias pra casa com um no na garganta, n porque os projectos sejam muito maus mas pk podiam ser muito melhores e todos os q trabalham aqui sabem disso mas os "poderes" superiores (os patroes, clientes e alguns colegas) assim nos condenam. Nao existe qualquer cultura de educar o cliente para que ele possa tomar as decisoes correctas, a estrategia passa antes por satisfazer os seus desejos de modo q ele assine o proximo cheque. A unica motivacao, pra alem de monetaria (sim o ordenado n e mau), e pensar q algum dos projectos q passam pelas minhas maos sejam um pouco menos mau, e passando os dias na ilusao de um dia trabalhar num atlier em q o q mais importa n seja o velume de negocios mas sim, que o mais pequeno detalhe tenha algum valor. Ate la vou trabalhando neste "inferno". Ja agora, se alguem quiser partilhar as suas experiencias, tou curiouso por saber como passam as coisas em Portugal, ou mesmo noutros paises. se puderem deixar o vosso testemunho agradeco. Obrigado
  21. 1 point
    X-acto

    Saídas Profissionais...

    perdão entre nao receber nada e receber 2 ordenados minimos, realmente houve subida na remuneração, já o titulo mantém-se: arquitecto estagiário!
  22. 1 point
    a.s* _ atelier de santos Residências Universitárias das Laranjeiras _ Ponta Delgada . 1998-2007 O complexo das Residências Universitárias das Laranjeiras situa-se a Nascente de Ponta Delgada, junto a uma antiga zona industrial, sobranceira a terrenos agrícolas abandonados. O crescimento da cidade verificado nas últimas décadas faria prever rápidas e profundas alterações em toda a área, transformando-a num subúrbio mono-funcional pelo que a construção do complexo residencial, pela sua escala e pelas funções que abriga, constituiria uma oportunidade em definir uma estrutura urbana que possibilitasse a implementação de uma regra, permitindo constituir-se como um catalizador de futuras intervenções, transformando-se ela própria num pólo de actividades. As residenciais albergam 300 estudantes universitários que se dividem pelos quatro edifícios longitudinais, paralelos entre si, implantados perpendicularmente ao principal eixo viário de ligação ao centro de Ponta Delgada. Por sua vez, paralelamente à estrada é ordenado um conjunto de faixas – como que de pequenos recortes na paisagem se tratassem – dispostos com orientação norte/sul, que cruzam os 4 blocos, organizam os espaços exteriores do complexo, e desenham a transição entre as áreas públicas e as zonas privadas destinadas aos seus habitantes. Um quinto edifício – a entrada principal do complexo – procura complementar toda a área exterior das residências, desenhando uma esplanada, um miradouro e um solário, ao mesmo tempo que abriga um bar, uma cantina e a sala de convívio para os estudantes. O projecto de espaços exteriores, torna-se tema central na estratégia de intervenção, permitindo que as áreas existentes entre os blocos das residênciais ganhem uma dimensão pública eminentemente funcional. As longas faixas de “recortes na paisagem”, dispostas segundo uma regra que procura destacar uma frente urbana ao complexo – que garante simultaneamente a existência de uma espécie de jardim no seu interior –, proporcionam a criação de pequenos espaços singulares no interior do perímetro. A sua sequência de implantação hierarquiza usos, adequando-os à sua posição relativa no complexo: paralela à estrada implanta-se a Faixa de Estacionamento Automóvel e a Faixa de Passeio Urbano (destinadas ambas ao passar quotidiano dos habitantes da área) e sequencialmente, a Faixa de Arvoredo (estabelecendo uma fronteira visual para o interior do complexo, e atenuando a visão perpectica longitudinal sobre os edifícios residenciais), a Faixa de Percurso Central (destinada à distribuição interna e à ligação entre os vários edifícios das residências), a Faixa de Acontecimentos (onde são implantadas funções complementares: Laranjal, Campo de Jogos, Jardim/Labirinto dos Namorados, Estacionamento de Bicicletas, etc.) e por fim, acompanhando uma canada (caminho rural) existente, a Faixa de Prado (um enorme relvado propício ao repouso). Dado tratar-se de uma obra de carácter social, os recursos disponíveis apontam para soluções construtivas e tipológicas simples – o que aliás é apontado pela natureza programática do projecto; daí a opção do recurso à modularidade (construtiva e espacial) para a edificação dos quatro blocos residenciais. Agredecemos a colaboração de a.s* _ atelier de santos.
  23. 1 point
    Against

    Psyco - Smile Cup

    Finalmente um sítio para por as bolachinhas!! Eu pessoalmente tenho sempre a chatice de nunca saber onde por os cookies quando bebo o chá das 5... Ah, e não podem convidar alguém para uma chávena de chá, agora é só meia! Smile
  24. 1 point
    Arq_Castro

    ordenamento do território

    Caros colegas, Não posso dizer que concorde ou discorde de vós a 100%... uma coisa vos digo, há possibilidade e mesmo a necessidade de (re)pensar as zonas interiores do nosso país, é essencial isso para o nosso desenvolvimento económico. Se analisarmos alguns investimentos estrangeiros feitos em Portugal percebemos isso, percebemos também que têm sido eles a ter visões estratégicas de ocupação do território que nós, enquanto país, não tivemos. Percebemos também que apesar de estratégicas essas intervenções pecam por serem "egocêntricas" (à falta de melhor termo) e acabam por não fazer cidade, não fazer urbanidade, mas poderão faze-lo se houver condições para tal. Chama-se a isso ordenamento de território. Há formas e formas de ver e pensar as cidades, há formas e formas de pensar o desenvolvimento deste pequeno pedaço de terra à beira mar plantado... mas não considero que nos possamos apoiar num único modelo, uma única forma de pensar a cidade, como dizes e bem, o Porto é uma grande cidade...à escala nacional, à escala europeia uma cidade e à escala mundial... Noutro tópico citaste o Barata, eu vou tomar a liberdade de citar o Távora, "Temos de ir do geral para o particular, e depois fazer o processo inverso...", não podemos cair na asneira de pensar o todo sem o particular, ou vice-versa. Abraços,
  25. 1 point
    com certeza não estás à espera que eu diga que nesse caso já gostava.. e apesar de não acreditar muito que fosse possível, se alguma vez o fizessem a minha opinião mantinha-se com uma agravante, é que a obra desses é seguida há muitos anos por toda a gente, seria um cancro na sua obra como foi o Estoril-Sol para o byrne, que claramente foi feito por uns putos lá do atelier.
  26. 1 point
    Dreamer

    OBRIGADO PORTUGUESE (sim o user)

    Como o Pedro disse no final do seu 1º comentário, este tópico tem o objectivo de nos fazer rir um bocado. Quanto ao sistema de reputação, é óbvio que não é perfeito, tem as suas falhas, a menos que muitos votassem em muitas mensagens para termos uma amostra maior e consequentemente menos sujeita a potênciais manipulações que como o "amigo" referiu, podem acontecer. Ainda assim, para mim é um mero ponto de avaliação que tem a importância que tem, ou que não tem. Cada um dá-lhe o valor que entender, mas mais importante do que isso é a nossa opinião própia dos membros deste espaço e ao fim de algum tempo já se vai conhecendo a personalidade de cada um, pelo menos a personalidade virtual, já que a real nem sempre é mostrada.
  27. 1 point
    mais uma vez obrigado //ARQ// pela tua participação, e pela tua opiniao ...obrigado
  28. 1 point
    Acharia louvável que o Conselho Directivo Regional Sul da OA tivesse vindo a público em defesa deste projecto se tal fosse prática corrente. Curioso notar que a argumentação apresentada se refere apenas à legitimidade (ou falta dela) de procedimentos administrativos, algo que qualquer advogado poderia fazer, nada referindo quanto à qualidade arquitectónica do projecto. A defesa que a OA faz do projecto assenta em argumentos jurídicos, enquanto que o ataque público que tem sido feito assenta em argumentos estéticos e de inserção urbana e, sobre estes que são matéria intrínseca da arquitectura, a Ordem dos Arquitectos nada diz... Não acredito que os dirigentes da OA não saibam de alguns outros casos de discricionariedade dos que diariamente se passam por todo o país, e não dou por eles virem a público denunciar essas situações. Infelizmente a Ordem só é para todos quando toca a pagar quotas...
  29. 1 point
    http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1308 Eu também tenho uns quantos projectos nessa situação. Será que a Ordem também me faz um comunicado?
  30. 1 point
    AnaS

    E depois da arquitectura?

    Apesar de nao estudar arquitectura, aqui vai a minha opinião: sempre quis ser um monte de coisas ! enfim .e coisas que não têm nada a ver!!! ... educadora de infancia, arquitecta, pediatra, pintora, escritora, militar, .... acabei em Psicologia !
  31. 1 point
    Obrigado, por partilhares essa história conosco. Realmente, algumas cidades de portugal ( digo algumas, porque não conheço todas), bem precisavam de pôr os olhos em cidades de outros países. No ano passado, visitei a Suíça e fiquei fascinado com a organização deles, e na preocupação de preparar as cidades para o bem estar dos cidadãos. Os tansportes públicos, para além de serem pontuais, tinham boas condições para as pessoas com mobilidade condicionada, os edifícíos, a mesma coisa. para não falar da rede de ciclovia que a cidade tinha. A cidade em questão, é a cidade de luzern. Enquanto aqui em portugal se trava uma batalha para estas questões, foi interessante, e dá motivação, ver que em outros países, as coisas resultam, e resultam bem... A próxima cidade a ser investigada, em principio, será a cidade de Amesterdão...
  32. 1 point
    arklab

    E depois da arquitectura?

    "O Fernando Távora contava a estória do senhor da mercearia ou café, que o conhecia desde há muito tempo, e tratava-o sempre por engenheiro, até que um dia o Távora interpelou-o e disse-lhe que era arquitecto, ao que o senhor respondeu que sabia que ele era arquitecto mas como tinha muita consideração por ele tratava-o por engenheiro." Design como profissional, escultura/fotografia como passatempo.
  33. 1 point
    nota-se que és portista! e o boavista não conta!?? * estamos a reportar há época em que se fez os estádios. Concordo que deveria ter sido feito um estádio municipal, para sporting, benfica e belenenses,no entanto o Alvalade XXI foi pensado muito antes de de saber se vinha o Euro2004. Foi pena não ter sido o 1º projecto a ser construido, porque este é muito feio Apesar de gostar do projecto do Souto Moura, o Estádio AXA, considero o vosso estádio o mais bonito e funcional. nota: o orçamento deste ultrapassa os dois da segunda circular!!
  34. 1 point
    Aaliz

    Destaque vs loteamento

    caro rui fernandes, como a lei é uma matéria complexa e após me ter reafirmado através da sua resposta q na câmara admitiam (mesmo e sem sombra de dúvida) a possibilidade de requerer a divisão do terreno sem processo de loteamento, e em mais de dois lotes, fiquei a pensar no assunto e julgo ter encontrado o enquadramento deste caso no site do ministério público, no entanto, pelo que entendo, aplica-se apenas a prédios rústicos, onde a leitura de prédio é o termo atribuido legalmente á descrição predial de um terreno na conservatória . Não sei se será este o caso pois tal como esclarece o diploma o seu âmbito é: O Estado promove a execução de operações de emparcelamento integral quando elas constituam base indispensável para: a) A execução de programas integrados de desenvolvimento agrícola regional; O ordenamento do espaço agrícola e a reconversão cultural; c) A reestruturação da propriedade rústica e da empresa agrícola afectadas pela realização de grandes obras públicas, nomeadamente auto-estradas, caminhos de ferro, barragens e aeroportos. e segue nos art.ºs : 1 Artigo 10.º Melhoramentos fundiários de carácter colectivo Os melhoramentos fundiários que pela sua natureza determinem a compartimentação do perímetro e condicionem o novo loteamento devem estar definidos quando se iniciar o período de reclamação para fixação das bases do projecto. 2 Artigo 12.º Traçado dos novos prédios Fixadas as bases do projecto de emparcelamento nos termos do artigo anterior, é estabelecido o novo loteamento de acordo com os critérios seguintes: a) A concentração da área dos terrenos de cada proprietário no menor número possível de prédios, cuja superfície, forma e acesso favoreçam as condições técnicas e económicas da respectiva exploração; A aproximação, tanto quanto possível, dos novos prédios das actuais sedes das explorações ou a criação de novos centros de lavoura com o acordo dos interessados; c) O aumento, sempre que possível, da área dos prédios integrados em explorações de dimensão insuficiente, com recurso à incorporação de terrenos da reserva de terras. 3 Artigo 13.º Reclamação do projecto 1 - Terminada a elaboração do projecto, é este submetido à apreciação dos interessados, que podem apresentar reclamações e recursos nos termos dos artigos 37.º e seguintes. 2 - Para o efeito, são expostos os seguintes elementos do projecto: a) Plano cartográfico do novo loteamento e dos melhoramentos fundiários previstos; Indicação numérica da equivalência de valor entre os novos prédios e os anteriores; c) Representação cartográfica das superfícies sobre as quais ficam a incidir ónus, encargos e posições contratuais transferidos dos anteriores prédios ou constituídos por força do n.º 2 do artigo 35.º; d) Projectos de melhoramentos fundiários e rurais de carácter colectivo com incidência nas condições de exploração dos terrenos ou nas condições sociais e económicas das populações da zona. o site q consultei é: http://www.pgdlisboa.pt/pgdl/leis/lei_busca_assunto_diploma.php?buscajur=loteamento&artigo_id=&pagina=1&ficha=1&nid=641&tabela=leis na legislação: EMPARCELAMENTO E FRACCIONAMENTO DE PRÉDIOS RÚSTICOS Decreto-Lei n.º 103/90, de 22 de Março versão actualizada (Decreto-Lei n.º 59/91, de 30 de Janeiro) ver artºos 10º, 12º e 13º.
  35. 1 point
    Rake de Rama

    Fotografias

    exacto, quando mais rapido for a velocidade do obturador, mas nitidas vao ser a fotografias e quanto mais lento for a velocidade do obturador tudo o que estiver em movimento, vai parecer cremoso, especialmente se o motivo for a água, pois vao ficar fravados na pelicula mais momentos.
  36. 1 point
    Argos

    Fotografias

    peco desculpa pelo meu lapso, nao reduzes a velocidade, neste caso aumentas, deminuirias se fosse para fotografar a luz das velas.
  37. 1 point
    kwhyl

    Dubai | Opera House | Zaha Hadid

    falando do dubai, todos nos temos esse sonho, o abandono da cidade, e transformção em ruínas...não me parece, argos, que "aguentes" fazer a arquitectura que lá pedem nós portugueses, não sabemos fazer parques de diversôes, hoteis de charme, casas neo-qualquer coisa, tudo banhado a ouro sobre dinheiro do petrolio e sheiques (como se escreve isto?) que te mandam abater se o ouro for mal colocado a UE citizen is something to be
  38. 1 point
    Olá! A todos os que estiveram presentes na visita e que viram a construção de todas as perspectivas aki vai uma que provavelmente só as gaivotas conhecem. Desculpem enviar só uma foto, mas amanha no fim do dia já devo ter tempo para colocar o resto. Abraço
  39. 1 point
    JVS

    O Ultimo Filme que Vi

    Eh triste... acabou em grande. A juventude tem destas coisas... perdem-se na droga e morrem... quando nao morrem caem no abismo... forever.
  40. 1 point
    JAG

    Reputacao

    Atenção... a Leonor... quer começar a lixar o pessoal... :nervos:
  41. 1 point
    Against

    Reputacao

    Eu quero pontinhos!!! Já estou como diz a m a r g a r i d a, têm que zelar pelas meninas da equipa! :icon_chick:
  42. 1 point
    Connecty

    Reputacao

    A reputação não desapareceu, os valores que viam era os pontos dados a outros a reputação é sempre representada por essas luzes, mas vamos mudar os valores para números logo que que possa.
  43. 1 point
    arklab

    Reputacao

    sem querer estragar a conversa de "amigos"...o que é que aconteceu à reputação......!??? somos brindados com cartões !? ou são luzes de semáforo !??...:nerd: .....sendo a última hipótese, a minha luz deveria estar amarela....!!!??:nervos:
  44. 1 point
    AnaS

    Reputacao

    olha mas a publicidade fez bem... a bocado tinha 0 pontos agora tenho 8 lolol ;)
  45. 1 point
    Connecty

    Reputacao

    Experimentem clicar no meu para ver o que acontece, depois digam-me o que aparece!
  46. 1 point
    3CPO

    Reputacao

    Se clicarem no meu, aparecem umas fotos de umas meninas todas giras... ;)
  47. 1 point
    O mais interessante destes projectos é todo o conceito em volta deles. No Polis de Leiria focou-se o facto de o rio ser bastante desprezado pela cidade, sendo uma vala de águas sujas que dividia a cidade em 2. Todo o projecto Polis teve como objectivo revitalizar todas as áreas anexas ao rio e é neste contexto que surgem estas pontes pedonais. Convido desde já todos a visitarem Leiria e fazerem o percurso beira rio e igualmente as suas pontes.
  48. 1 point
    shakilrahim

    Territorios Inteligentes

    não é só uma abordagem geográfica, histórica, social ou economica, mas a suas consequências na actividade projectual. comprei-o na fnac a coisa de um ano
  49. 1 point
    a.s* _ atelier de santos Residências Universitárias das Laranjeiras _ Ponta Delgada . 1998-2007 [Continuação do texto anterior] O módulo definidor da solução é a unidade habitacional mínima: um quarto duplo, de planta rectangular (2.6 x 6 m), com os seus topos transparentes. O topo sul constituiria a frente exterior do quarto, sendo o topo norte destinado ao acesso interno. A meio do quarto são dispostos dois volumes – contendo instalações sanitárias, zona de banhos, armários e estantes – que dividem a restante área disponível em zona de estudo (a norte, aberta para um corredor de acesso envidraçado, o que permite a iluminação natural deste espaço), e um espaço destinado ao repouso (a sul, aberto para a paisagem). A separação das duas áreas é assegurada pelas portas dos armários: quando abertas, encerram o corredor de ligação entre zona de estudo e zona de repouso, repondo a necessária intimidade a esta última, que tinha sido anulada pela não existência de qualquer barreira visual entre o corredor e o quarto. Tendo em conta a necessária economia de meios, seria óbvio que este módulo assumiria preponderância no que respeita à morfologia dos blocos residenciais fazendo com que a imagem dos edifícios resultasse da mera associação dos módulos (dos quartos) que a compõem. Nesse sentido ao módulo base são introduzidas pequenas variações: varandas, portadas, o desnivelamento da zona de repouso em relação à zona de estudo ou até a separação física entre elas. Estas variações corresponderiam não apenas a diferenciações de usos e de espaços, mas também, sobretudo, a variações formais, o que garantiria que a associação entre módulos e suas variações protagonizassem por si só diferenças morfológicas aos quatro blocos residenciais. Desse modo, por mera associação modular, obtivemos quatro edifícios residenciais semelhantes, mas que procuram soluções morfológicas diferenciadas entre si, como resposta a uma procura de variabilidade urbana de conjunto, reflexo da localização relativa de cada edifício, mas também da proximidade com outros elementos. Assim, de sul para norte, temos o Edifício Destemido (aquele que confronta todos aqueles que se aproximam vindos do Centro da Cidade), o Edifício 2 (porque é o segundo bloco residencial), o Edifício Desportista (dada a proximidade do Campo de Jogos, e a extensão dos seus corredores internos) e o Edifício Maciço (por ser aquele que alberga mais alunos). Cada um dos 4 blocos de residências organiza a quase totalidade do seu programa funcional junto à fachada sul libertando o alçado norte para as circulações internas, que podem desse modo ser totalmente abertas para o exterior. Consegue-se assim que os utentes de cada um dos blocos cruzem a totalidade das faixas de “paisagem” localizadas no exterior., à medida que se deslocam pelo interior dos edifícios. Dá-se oportunidade aos estudantes de escolher habitar o bloco e a vista do quarto que mais lhe agrada, bem como da própria vista do quarto já que cada módulo funciona como uma espécie de enquadramento sobre as (diferentes) faixas de paisagem. Desse modo é possível viver num quarto do Edifício Desportista, tendo vista sobre o Arvoredo, habitar o Edifício Maciço com uma vista sobre o Prado, ou dormir num quarto com vista para o estacionamento no Edifício 2. Qualquer outra conjugação é possível de se obter. O Edifício Central contrapõe a toda a malha estrutural rectilínea uma outra geometria, quase aleatória, quase natural, como quase artificial é o conjunto de laranjeiras plantadas em frente a este (e que recordam o grande laranjal aí existente até finais do séc. XVIII), fixando-se à topografia, alterando-a, e implantando-se profundamente no cruzamento entre os blocos construídos e as faixas exteriores. Ficha Técnica Residências Universitárias das Laranjeiras (1º Classificado em Concurso Público) Cliente: Serviços de Acção Social da Universidade dos Açores Localização: Bairro das Laranjeiras, Ponta Delgada, S. Miguel, Açores Programa: 150 quartos duplos, cantina e refeitório, sala de convívio, serviços de apoio Área de Construção: 6500m2 Área de implantação: 10000 m2 Data de projecto: 1998/2001 Data de Construção: 2002/2003 (1.º fase), 2004/2007 (2.º fase) Coordenação: Pedro Machado Costa, Célia Gomes / a.s* Créditos Fotográficos: FG+SG - Fotografia de arquitectura Agredecemos a colaboração de a.s* _ atelier de santos.
  50. 1 point
    Vampir0

    freehand

    No Adobe Acrobat Professional tens essas opções todas...
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