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Arquitectura Contemporânea Japonesa na Ordem dos Arquitectos

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Arquitectura Contemporânea Japonesa na Ordem dos Arquitectos


Processo (In)visível é uma ideia proposta inicialmente pelos arquitectos portugueses Francisco Spratley e Tiago Borges e pelos japoneses Yoshihide Kobanawa (curador da exposição) e Kaoru Fujii, que trabalham em Barcelona, e elaborada posteriormente pela Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos com o apoio da Fundação Japão, que financia, através da Embaixada nipónica em Portugal, programas de intercâmbio cultural internacional desde 1972.


Processo (In)visível procura mostrar como se desenvolve um projecto de arquitectura.


Desde a primeira ideia e necessidade até à sua construcção e realização. Um processo em constante desenvolvimento que depende das necessidades do cliente, das soluções adoptadas pelo arquitecto e das diferentes entidades públicas e/ou privadas que também participam e determinam em que direcção um projecto se desenvolve.


Conseguir mostrar o “backstage” de um projecto de arquitectura, permite questionar e reflectir sobre os pontos vitais e imperceptíveis deste processo. Uma problemática com a qual, seguramente, os arquitectos portugueses poderão identificar-se.


Para esta exposição, foram escolhidas duas gerações diferentes de arquitectos japoneses com diferentes maneiras de pensar e projectar.


Uma ampla variedade de projectos serão apresentados com o objectivo de descrever formas de viver e construir, esclarecendo-nos e dando-nos pistas acerca de tão admirável cultura.


São 13 arquitectos de diferentes gerações seleccionados «com o objectivo de explicar a evolução e mudança da arquitectura japonesa e o seu impacto na sociedade» apresentando ainda um conjunto de projectos da sua autoria.


São eles Kengo Kuma (nascido a 1954), Jun Aoki (1956), Kazuhiro Kojima (1958) + Kazuko Akamatsu (1968), Tetsuo Furuichi, Masahiro Harada (1973) + Mao Harada (1976), Kazuyasu Kochi (1973), Sou Fujimoto (1971), Jun Igarashi (1970), Kimiko Inui (1969) e Hiroshi Sambuichi (1968).


Para os portugueses a mostra constitui, segundo os organizadores, «a possibilidade de conhecer ideias e filosofias da cultura contemporânea japonesa» em que «paradigmas políticos, económicos e sociais recentes definem uma nova paisagem e criam alterações na relação entre os habitantes» revelando maneiras de resolver e dar forma a conceitos bastante diversos.


A exposição é complementada com um ciclo de conferências a 1, 2, 4 e 29 de Junho, também na sede da Ordem dos Arquitectos que trará a Lisboa sete arquitectos japoneses para falar da sua prática e da sua sua obra.


Segue o programa:


1 de Junho- 20:00h conferência de Tetsuo Furuichi


21:15h inauguração (experiência japonesa com Tomo San)


2 de Junho- 19:30h conferência de Sou Fujimoto


4 de Junho- 19:30h conferência de CAt ( Kazuhiro Kojima+ kazulo Akamatsu),


20:45h conferência de Mount Fuji Architects Studio (Masahiro Harada+ Mao Harada)

29 de Junho- 19:30h conferência de Hiroshi Sambuichi

1 a 30 Junho


Processo (In)visível


Exposição de arquitectura contemporânea japonesa


Sede da Ordem dos Arquitectos


Travessa do Carvalho, 21-25, Lisboa


Segunda a sexta-feira, 10:00h-18:00h


Entrada livre


Zita Ferreira Braga



in http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=2023

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