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Lisboa | Projecto de Expansão do Oceanário de Lisboa | Peter Chermayeff+Pedro Campos Costa

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Oceanário apresenta projecto de expansão

Aquário, um dos maiores da Europa, tem três mil visitantes diários

2009-05-02

TELMA ROQUE

O Oceanário de Lisboa apresenta, na terça-feira, o projecto de expansão das actuais instalações.

O projecto, a executar até 2011, tem como objectivos reforçar a capacidade para receber visitantes e aumentar as receitas.

Nunes Correia, ministro do Ambiente, e Rolando Borges Martins, presidente do conselho de administração da Parque Expo, presidem à cerimónia, marcada para as 11.30 horas, na sala Sophia de Mello Breyner. Pedro Campos Costa, arquitecto responsável pelo projecto de expansão, e João Falcato, administrador do Oceanário de Lisboa, farão a apresentação da empreitada.

Os contornos do projecto não foram antecipados. Os responsáveis pelo Aquário, um dos maiores da Europa, situado no Parque das Nações, adiantaram apenas que a expansão visa "reforçar a capacidade de o Oceanário atingir a sua missão, garantir a sustentabilidade económica e financeira da instituição a longo prazo e aumentar o grau de satisfação dos muitos visitantes através de novas exposições".

Projectado pelo arquitecto Peter Chermayeff, o Oceanário de Lisboa é composto por dois edifícios, ligados por uma ponte. A estrutura maior está cercada por água e representa um navio pronto a zarpar, acolhendo a exposição principal. O edifício de apoio possui, na fachada nobre, um painel com 55 mil azulejos, que reproduzem animais marinhos em grandes dimensões.

O Oceanário de Lisboa colabora com várias instituições, nacionais e internacionais, em projectos de investigação científica. É o primeiro aquário da Europa a conseguir a obtenção de certificações de qualidade (9001, 14001, e EMAS).

O edifício foi ainda distinguido com uma menção honrosa do Prémio Valmor de Arquitectura 1998 e o Oceanário ganhou o Prémio Internacional de Ciência Chiaja da Europa. Todos os dias, recebe cerca de três mil visitantes. Ao todo, mais de 13 milhões já entraram no Oceanário.

in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1218830

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Lisboa

Oceanário de Lisboa cresce pela mão de Pedro Campos Costa

Ana Baptista

13/07/09 00:05

O grande desafio do arquitecto foi criar um espaço com uma identidade própria, mas que não chocasse com o actual edifício, já um ‘ex-libris’ de Lisboa.

A partir do momento em que se convida um arquitecto para desenhar a expansão de um edifício tão emblemático e tão marcante como o Oceanário de Lisboa, existe a certeza de que esta nunca será apenas a expansão de um edifício, mas sim algo mais.

O objectivo era claro: construir um novo edifício, junto ao actual e não colado a ele, com um auditório e uma sala de exposições para que o Oceanário conseguisse dar resposta aos 1,1 milhões de visitantes que recebe anualmente. Mais difícil era definir onde construir este edifício sem chocar esteticamente com as áreas envolventes e com o próprio Oceanário.

"Desenhar a extensão do oceanário de Lisboa é um desafio interessante, mas sem dúvida complexo e difícil. Está-se a intervir perto de um ícone da cidade de Lisboa, um edifício com uma linguagem muito forte, desenhado pelo Peter Chermayeff, com uma vasta obra de Oceanários por todo o mundo", confessou ao Diário Económico, Pedro Campos Costa, o arquitecto responsável pelo projecto.

Por isso, no que respeita à localização, optou por deixar o espaço público envolvente ao Oceanário "sem nenhum tipo de obstáculo visual, uma vez que a praça à frente do edifício existente funciona de forma eficaz e agradável", sendo "usado não só pelos visitantes do Oceanário mas também pelos cidadãos de Lisboa e turistas".

Assim, em relação à estrutura e desenho do novo espaço, Pedro Campos Costa escolheu criar um edifício "que não funcione apenas como uma peça arquitectónica isolada". "Partimos destes pressupostos de forma a criar um edifício que fosse contido, que tivesse uma identidade e uma linguagem própria mas que não interferisse com o edifício existente e valorizasse as dinâmicas existentes do espaço público", explicou.

Um prisma ventilado

O novo edifício do Oceanário será um prisma irregular de betão prefabricado com cinco pisos, dois dos quais subterrâneos, em que a ligação ao actual edifício será feita através de uma ponte em escadaria que ligará ao ‘lobby' do Oceanário.

Assim, "este novo edifício passará a funcionar como a nova entrada do Oceanário", explica Pedro Campos Costa, acrescentando que "as escadas serão um dos elementos arquitectónicos diferenciadores pela sua importância funcional e também de organização especial".

Outra característica importante está nas fachadas. Todas as paredes exteriores parecem ter buracos, mas que assim permitem a criação de "um jogo de luzes que desmaterializa a massa construída". Além disso, esta solução não só tem um bom comportamento térmico, criando uma fachada dupla ventilada, como serve como filtro de ar. A ventilação passa assim a ser natural, o que permite grandes ganhos no consumo energético, tanto no arrefecimento como no aquecimento do edifício.

Esta foi uma das grandes preocupações de Pedro Campos Costa: criar uma arquitectura que seja capaz de conjugar a estética com boas performances ao nível da sustentabilidade. Por isso, além deste sistema passivo, inerente à estética, o arquitecto pretende ainda implementar outros sistemas sustentáveis, como por exemplo painéis fotovoltaicos ou térmicos, que minimizem o consumo de energia do edifício.

Área de exposições de 600 m2

O edifício novo terá um auditório, uma zona de restauração com área infantil, uma zona de descanso, um anfiteatro e uma área de 600 metros quadrados para exposições temporárias. O investimento é de 4,7 milhões de euros e o novo espaço está previsto abrir ao público no primeiro trimestre de 2011.

in http://economico.sapo.pt/noticias/oceanario-de-lisboa-cresce-pela-mao-de-pedro-campos-costa_34344.html

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Novo edifício do Oceanário de Lisboa alerta para espécies em vias de extinção
08.04.2011
, Cristiana Carmo

O Edifício do Mar, inaugurado ontem, é a obra mais recente do Oceanário de Lisboa. O projecto é da autoria do arquitecto português Pedro Campos Costa.

O edifício, cuja fachada é revestida de "escamas" e uma faixa que integra 800 peças abertas, da autoria de Toni Cumell - responsável pelo restauro do Parque Güell, em Barcelona -, tem uma área de exposições temporárias, um restaurante e um auditório com 125 lugares.

Para o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, o Oceanário de Lisboa tem dado provas de ser "um excelente exemplo de como um organismo público consegue manter-se sustentável economicamente".

O tema escolhido para a primeira exposição do Edifício do Mar é Tartarugas marinhas. A viagem. João Falcato, administrador do Oceanário, explicou que a mostra pretende "alertar para o perigo da extinção da espécie marinha", sensibilizando o público para a importância de apoiar a sua conservação.

Apesar do ligeiro atraso na inauguração - que esteve prevista para o fim de Março -, o presidente do Conselho de Administração da Parque Expo, Rolando Borges Martins, salientou o facto de o organismo ter "cumprido todos os compromissos associados ao projecto".

A arquitectura "invulgar" do edifício, que representou um investimento de 4,8 milhões de euros, mereceu destaque por parte da ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, que enalteceu a importância do projecto para "a conservação do patimónio natural e para o desenvolvimento de investigações associadas aos oceanos". O bilhete normal para visitar o novo edifício do Oceanário custa seis euros.


in http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1488921

Oceanário inaugurou ontem Edifício do Mar

O Oceanário de Lisboa ganhou ontem uma nova atracção, com a inauguração do Edifício do Mar, um espaço que conta com uma sala para exposições temporárias, anfiteatro e restaurante e que foi comparticipada pelo Turismo de Portugal (TP).

“Este projecto melhora e dá densidade à oferta turística e cultural da mais moderna zona da capital, permitindo diversificar os serviços prestados, atrair e receber novos visitantes e aumentar a frequência de visita”, sublinha o TP em comunicado à imprensa.

A construção do Edifício do Mar motivou um investimento superior a quatro milhões de euros e foi financiada em 667,3 mil euros pelo Turismo de Portugal, ao abrigo da Linha I do Programa de Intervenção do Turismo (PIT), destinada a apoiar infra-estruturas que valorizem e requalifiquem os destinos turísticos.

Além dos novos espaços que vem disponibilizar, o novo Edifício do Mar destaca-se também pela sua arquitectura e decoração singulares, cujos elementos invocam a ligação aos oceanos.

O projecto de arquitectura foi concebido pelo arquitecto Pedro Campos Costa e a fachada do edifício ostenta mais de quatro mil peças artísticas em cerâmica simulando escamas, da autoria de Toni Cumell, responsável pelo restauro do Parque Güell de Antoni Gaudi em Barcelona.

“Com este aumento de capacidade, o Oceanário expande e intensifica as suas competências na realização e acolhimento de eventos e no apoio e disponibilização de novos serviços aos visitantes”, destaca o TP no mesmo comunicado.
I.M.


in http://www.turisver.com/article.php?id=52150

Oceanário de Lisboa enriquece oferta
do Parque das Nações com o apoio do Turismo de Portugal

O Edifício do Mar, que foi inaugurado hoje no Oceanário de Lisboa, constitui a mais recente valência turística do Parque das Nações e contou com o apoio do Turismo de Portugal. Este projecto melhora e dá densidade à oferta turística e cultural da mais moderna zona da capital, permitindo diversificar os serviços prestados, atrair e receber novos visitantes e aumentar a frequência de visita.

A obra, da responsabilidade da Parque Expo, supôs um investimento superior a 4 milhões de euros e foi financiada pelo Turismo de Portugal em 667,3 mil euros ao abrigo da Linha I do Programa de Intervenção do Turismo (PIT), destinada a apoiar infra-estruturas que valorizem e requalifiquem os destinos turísticos.

Ao abrigo da Linha I do PIT o Turismo de Portugal já apoiou outras obras em zonas e monumentos emblemáticos de Lisboa como a reabilitação do Terreiro do Paço e o novo Pátio da Galé, as estruturas de acolhimento aos turistas no Mosteiro dos Jerónimos, a reabilitação do Jardim da Cascata no Palácio de Belém e a requalificação do Padrão dos Descobrimentos.

O novo edifício do Oceanário acrescenta novos equipamentos como uma sala para a realização de exposições temporárias, um anfiteatro e um restaurante e é também motivo de atracção pela sua arquitectura e decoração singular, evocativa da ligação aos oceanos.

Com projecto do arquitecto Pedro Campos Costa, o edifício ostenta na sua fachada mais de quatro mil peças artísticas em cerâmica simulando escamas, da autoria de Toni Cumell, responsável pelo restauro do Parque Güell de Antoni Gaudi em Barcelona.

Com este aumento de capacidade, o Oceanário expande e intensifica as suas competências na realização e acolhimento de eventos e no apoio e disponibilização de novos serviços aos visitantes. Em 2010, o Oceanário foi visitado por mais de 950 mil pessoas, afirmando-se como um dos equipamentos mais visitados da Capital.

Com este novo equipamento, Lisboa renova a sua competitividade no mercado internacional, prosseguindo uma contínua afirmação no restrito clube das cidades mais visitadas da Europa.


in http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=95122&mostra=2&seccao=moldura&titulo=Oceanario-de-Lisboa-enriquece-oferta-

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