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galfarro

O FIM Decreto 73/73

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gibag

falha minha nos desenhadores, falha ao explicar, pois muito bem sabes que não me interessa a assinatura (se é do eng ou do arq) mas sim a qualidade, e sabes bem que o "cliente" do interior não gosta (porque não foi educado para tal) de arquitectura dos arquitectos, gosta da arquitectura dos desenhadores (que por trás tem um eng ou um arq) a assinar, mas que por tua vontade, amanha não ia existir

não sei se são 2, ou 100 ou 1000 esses fulanos, são e vão pagar a factura dos erros dos governantes e dos arquitectos durante pelo menos, repito, 35 anos

fora do litoral e das grandes cidades, não sei se sabes, não há propriamente arquitectura ou engenharia, há um gajo, que é o senhor engenheiro que é a figura profissional que faz com que a casa do desenhador exista, ele faz a engenharia e assina, e é pago, e mal pago, (ainda bem !) pela ***** que faz

o construtor, se é que ainda tem alguma coisa que fazer, desenha, constrói e pede ao senhor engenheiro que junto da câmara lhe valide a obra.
amanha, por tua vontade, esse senhor ia ganhar metade da miséria que ganha

não estou aqui a defender estas classes "profissionais", muito pelo contrario, estou apenas a dizer que eles, 2, 100 ou 1000 ou 5000, vão pagar a factura
vão pagar porque tu e eu, que representamos os arquitectos, os verdadeiros, não fomos capaz de em 35 anos de democracia explicar e educar a sociedade para a arquitectura

e a unica coisa que defendo aqui é que é justo darmos a esses 2 que sejam a oportunidade de, depois de nunca os termos ensinado o que era a arquitectura, para que servia, quem a devia fazer e porque, o tal "para que serve um arquitecto" terem 5 anos dignos para o perceberem e para se adaptarem a uma nova realidade que já tem 35 anos de atraso.

a culpa não é deles, é nossa, que só agora que somos muitos nos importamos.

No interior, que eu, por acaso, conheço, os tais 2, 100 ou 1000, estão felicíssimos, pois ao lado do Eng que faz fretes ao desenhador, mora um Arq, com a quotazita em dia paga pelo empreiteiro lá do sítio para o qual ele trabalha sem pestanejar (talvez estejam demasiado queimadas) e sem questionar as opções do patrão e cumprindo, em absoluto, o que este lhe impõe. A qualidade está garantida com a quotazita. Por vezes encotram-se, o "atrazado mental" do Eng e o erudito Arq, e é vê-lo a conversar talvez, quem sabe?, da ***** com que ambos vão presenteando os seus clientes só porque têm a quotazita em dia.
Haja vergonha. Discuta-se a competência, a casa da musica do Porto, aqueles prédios "maravilhosos" à esquerda quando se entra em Lisboa pela Vasco da Gama, etc... etc... etc... tenham coragem de chamar as ****** pelos nomes. Fiquem bem

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subscrevo o FINALMENTE! finalmente cada macaco no seu galho! tardou e muito mas "mais vale tarde do que nunca"...mas até ver... a ver vamos...

Agora como aqui já alguns de vós disseram, para quê mais 5 anos de transição? não terão chegado estes 35 anos? e não terão chegado estes últimos 5/6 anos em que se começou realmente a tentar revogar o 73/73 e em que já estava tudo em cima da mesa para que os técnicos da construção civil se graduassem?!

Pena? Pena dos oportunistas?!! E quem é que tem pena de nós caramba?

Mas enfim, já foi uma grande vitória!

A quem estás a chamar oportunistas? É oportunismo tirar um curso e, de acordo com a lei, desenvolver uma actividade profissional ? Ou, utilizando a força do LOBI, alterar essa lei em benefício próprio ? impossibilitando os clientes de poderem escolher o técnico que quizerem ? Já agora, sabes fazer um projecto? Ou agarraste ao RGEU e aí vais tu ? Sabes que um projecto é muito mais que uma assinatura ? Oprtunista eu...

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Obras em Portugal têm novo regulamento

A partir de agora será mais fácil regular as obras públicas e privadas em Portugal. Com a aprovação, hoje, de um novo decreto-lei, arquitectos e engenheiros passam a ter papéis definidos.

Alexandra Carita
18:42 Quarta-feira, 13 de Mai de 2009

O novo decreto-lei torna mais fácil regular a actividade de projecto no mundo da construção civil e das obras públicas, pretendendo evitar as comuns derrapagens orçamentais

José Sena Goulão/Lusa

Foram precisos 35 anos para se criar um decreto-lei que estabeleça a qualificação profissional de técnicos que subscrevem e elaboram projectos de obra. A Comissão Parlamentar de Obras Públicas, Transportes e Comunicações deu hoje luz verde ao decreto-lei 116/X que define as responsabilidades, direitos e deveres de cada profissional envolvido num projecto de obra. Ganham os arquitectos e engenheiros.

O documento, que segue ainda para aprovação em plenário na Assembleia da República esta sexta-feira, consagra apenas aos arquitectos o direito a praticarem actos próprios de arquitectura e define claramente o papel, direitos e deveres dos engenheiros dentro do quadro das suas habilitações para execução de projectos e obra.

Mais do que isso, o novo decreto-lei torna mais fácil regular a actividade de projecto no mundo da construção civil e das obras públicas. A revisão de projecto será obrigatória e antecederá a empreitada e construção por forma a apurar o custo real da obra e evitar as comuns derrapagens orçamentais, salvaguardando o interesse público. E terá a prazo fortes implicações no ambiente construído, repercussões urbanísticas e melhoramentos no ordenamento do território.

"Trata-se de um momento histórico e inédito. Estamos pela primeira vez perante um acordo global entre arquitectos e engenheiros", diz João Belo Rodeia, presidente da Ordem dos Arquitectos , cujos técnicos trabalharam em conjunto com os especialistas da Ordem dos Engenheiros para a elaboração do texto final do decreto. "A arquitectura entra agora num novo ciclo em Portugal", continua, congratulando-se com a definição da profissão não só em termos de elaboração de edifícios, como também de espaços públicos, fiscalização e acompanhamento de obras.

João Belo Rodeia recorda que até aqui mais de 50% dos projectos não eram subscritos por arquitectos e define o decreto como uma "vitória" para a classe, já com 18 mil profissionais. Mas também como uma "vitória" para os cidadãos, cujo "direito a um melhor ambiente construído será uma realidade".

in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/514349



AUTORES DE PROJECTOS

Helena Roseta satisfeita com nova lei

15 | 05 | 2009 17.01H

A arquitecta Helena Roseta congratulou-se hoje pela aprovação no parlamento da proposta legislativa que estabelece que apenas podem assinar projectos de arquitectura ou engenharia os profissionais da respectiva área.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

O parlamento aprovou o texto final da proposta legislativa que revoga o decreto 73/73, que definia a qualificação profissional dos autores de projectos arquitectónicos.

A proposta, que teve origem numa iniciativa legislativa de cidadãos, na qual participou a vereadora da Câmara de Lisboa, Helena Roseta, estabelece que apenas podem assinar projectos os profissionais da respectiva área: os arquitectos assinam os de arquitectura e os engenheiros os de engenharia.

"Para mim hoje é um dia de uma grande vitória, é uma vitória da cidadania, não foi o nosso projecto que foi aprovado mas o famoso 73/73 foi revogado", afirmou à agência Lusa Helena Roseta.

"Se isto já tivesse acontecido mais cedo o nosso primeiro-ministro não podia ter feito os projectos de arquitectura que fez e como ele muitos outros", precisou.

Helena Roseta entende que havia uma necessidade de "separar as águas" e sublinha haver lugar para todos nas respectivas especialidades.

O texto aprovado resulta de uma recolha de 35.000 assinaturas no âmbito de uma iniciativa legislativa de cidadãos iniciada pela Ordem dos Arquitectos, da qual Helena Roseta era a presidente na altura, em 2005.

Na altura, segundo a arquitecta, a iniciativa defendia "uma coisa muito simples, a arquitectura ser feita por arquitectos".

Passados alguns meses, a iniciativa foi aprovada por todas as bancadas, motivando depois uma iniciativa do Governo que, com alguns ajustes sobre o mesmo assunto, ao fim de quatro anos, foi aprovada, enquanto a iniciativa dos cidadãos acabou chumbada.

"Foi chumbada com este argumento extraordinário [vimo-nos obrigados a votar contra apesar de estar-mos a favor por razões de formalismo jurídico], e qual é o formalismo jurídico? È que o projecto que o Governo apresentou é mais amplo e o nosso mais pequeno, o nosso desaparece no meio amplo", explicou a vereadora.

Apesar disto, Helena Roseta manifestou-se satisfeita por finalmente se corrigir um decreto, supostamente provisório e muito contestado na altura, em 1973, e a arquitecta apenas lamenta o tempo que foi necessário para que fosse revogado.

in http://www.destak.pt/artigos.php?art=29697

Helena Roseta é aquela que foi Presidente da Camara, Bastonária da OA, deputada, vereadora da qual se diz ter uma licenciatura em arquitectura ? E projectos da sua autoria ? Alguem conhece algum ? Mais uma competencia certificada. Haja Deus.

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È curioso que quando se fala em "verificar no terreno" as competências de um ATAE já as "pessoas" se acagassam. Afinal sempre tem um curso superior não há que ter medo de um ignorante com a 4º classe que a unica coisa que sabe fazer é comer-vos o pão de cada dia.

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Achas ? E porquê ? porque reajo sem subserviencia a forma a meia dúzia de arquitectos falhados cuja (in)competencia e arrogancia apenas lhes permite ofender os outros utilizando o cómodo esconderijo que fica por detrás do canudo? Porque reajo quando e a quem me compara com um talhante? Já o disse a um e volto a repir para quem quizer e uando quizer. Estou disponível para colocar a prova as minhas capacidades confrontando-as com quem quizer. Não pretendo ser melhor que ninguém mas apenas, e só, demonstrar aquilo que ninguém tem coragem de assumir A CULPA DA MÁ ARQUITECTURA É DE TODOS OS QUE PROJECTAM MAL, e nestes há ATAES, Engeheiros e Arquitectos, por muito que vos custe. Quanto ao patético, seria muito bom que não partesses para a ofensa gratuita. Fica bem e boa sorte.

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... A legislação prevê o periodo de transição de 5 anos... + 2 (se estiverem inscritos em Inst. Ensino superior). Foi dada a oportunidade, para os ATAE´s efectuarem o curso superior que pretendam ( Arquitectura ou Engenharia´s) para continuarem a desenvolver a sua actividade.

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Quais ? Os bons ? Os assim assim ? Os maus ? ou serão mesmo todos ? desde que paguem a quotazita a OA, certificação de e da "qualidade" de TODOS os Arquitectos independentemente de darem pelo nome de Alvaro Siza Vieira ou Tomas Taveira. Isto sim, é isenção e nada tem a ver com corporativismo. zevora, um atae espoliado, no presente. Futuro arquitecto, protegido do futuro. Quanto à competencia, isso é irrelevante desde que pertença à corporação e pague a quotazita.



sejam bons, maus ou assim assim são arquitectos, estudaram para isso, quando vai a um medico esse mesmo médico também pode ser bom mau ou assim assim e não é por isso que deixamos de ir a medicos e passamos a ir a um enfermeiro quando estamos doente!
Não percebo porque de tanta discussão, se faz assim tão bons projectos também consegue fazer o curso, eu também era técnico e se quis evoluir fui estudar! é como diz o ditado popular ,cada macaco no seu galho.

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Achas ? E porquê ? porque reajo sem subserviencia a forma a meia dúzia de arquitectos falhados cuja (in)competencia e arrogancia apenas lhes permite ofender os outros utilizando o cómodo esconderijo que fica por detrás do canudo? Porque reajo quando e a quem me compara com um talhante? Já o disse a um e volto a repir para quem quizer e uando quizer. Estou disponível para colocar a prova as minhas capacidades confrontando-as com quem quizer. Não pretendo ser melhor que ninguém mas apenas, e só, demonstrar aquilo que ninguém tem coragem de assumir A CULPA DA MÁ ARQUITECTURA É DE TODOS OS QUE PROJECTAM MAL, e nestes há ATAES, Engeheiros e Arquitectos, por muito que vos custe. Quanto ao patético, seria muito bom que não partesses para a ofensa gratuita. Fica bem e boa sorte.



Volto a dizer, prove que projecta bem na universidade!

a justiça também está má em portugal e não é por isso que os solicitadores podem ser advogados, a saude também está má e não é por isso que enfermeiros exercem medicina etc etc etc... e vai-me dizer que nessas classes também nao existem maus profissionais??
e ja agora... os tenicos ATAE sao todos bons profissionais? pelas duas afirmações da a entender que so na classe dos arquitectos é que existem maus profissionais! Eu entendo que esteja revoltado por lhe terem tirado o taxo... a realidade é que se portugal fosse um pais decente e desenvolvido os trabalhos de arquitectura nunca tinham sido entregues a engenheiros, desenhadores e técnicos...

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e limitar a arquitectura ao projecto em si...ou ao "simples" acto de cumprir programas, enquadramentos jurídicos e licenças camarárias, é no mínimo abusivo:ninja:
É uma questão cultural, espero que daqui a uns 20 anos já se esteja num outro nível, e esta discussão não tenha sequer memória

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A quem estás a chamar oportunistas? É oportunismo tirar um curso e, de acordo com a lei, desenvolver uma actividade profissional ? Ou, utilizando a força do LOBI, alterar essa lei em benefício próprio ? impossibilitando os clientes de poderem escolher o técnico que quizerem ? Já agora, sabes fazer um projecto? Ou agarraste ao RGEU e aí vais tu ? Sabes que um projecto é muito mais que uma assinatura ? Oprtunista eu...



não zevora, eu é q devo ser a oportunista com certeza: eu é que por puro oportunismo tirei um curso de ARQUITECTURA, fiz estagio de admissão à ordem, pago cotas, e tudo isto porque quero ter a oporunidade de fazer arquitectura!
tenha tento!

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Só para acabar, a Ordem dos Arquitectos exige que o mínimo de formação para inscrição sejam cinco anos (segundo o modelo de Bolonha, 3 de licenciatura mais dois de mestrado, anteriormente a Bolonha seriam os cinco ou seis de licenciatura, dependendo da faculdade), já o decreto 292/95 estabelece que a um técnico urbanista apenas bastava um bacharelato na área do urbanismo.
Se concordo com isto? Não, acho que o país deve ter técnicos com qualificações adequadas e três anos de bacharelato não são suficientes para garantir o conhecimento adequado nem a capacidade analítica e propositiva para planear o que quer que seja.


Esta é, infelizmente, a típica mentalidade portuguesa… Somos um País pequenino mas com mania que somos melhores que os outros, principalmente na nossa educação.

Em Portugal para ser engenheiro ou arquitecto há que estudar 5 anos senão não serve…Aos técnicos de arquitectura chamam "ATAE’S" pois não podem ter nome porque este pais não deixa.

A culpa é das ordens e associações (as quais pertenço) que acabam por influenciar e ditar as regras da educação nas universidades e escolas deste pais, onde além da parte técnica se ensina a cultura dos Doutores e Engenheiros aos jovens estudantes.

O Artigo de Bolonha pretendia “apenas” normalizar o que se pratica por essa Europa fora. No Reino Unido, por exemplo, para ser Arquitecto, Doutor ou Engenheiro estuda-se 3 anos… se tiver interesse numa especialização, então estuda-se mais 1 ou 2 anos, é opcional.

Em Portugal, infelizmente mais uma vez, as ordens deram a volta ao artigo de Bolonha e a única coisa que mudou na educação em Portugal foi o nome que deram as coisas. O que era bacharelato agora chama-se licenciatura e o que era a licenciatura è agora mestrado. As competências são as mesmas…

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O Arquitecto sai formado ARQUITECTO em 3 anos se o curso for reorganizado para ser formado em 3 anos. Acontece em toda a Europa, também pode acontecer em Portugal...

O problema é que os cursos actualmente (por influencia das ordens) estão organizados para formar Arquitectos em 5 anos e não em 3.

Era isto que Bolonha pretendia alterar… mas desconheço o actual programa pós-bolonha para as licenciaturas (3 anos).

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Quais ? Os bons ? Os assim assim ? Os maus ? ou serão mesmo todos ? desde que paguem a quotazita a OA, certificação de e da "qualidade" de TODOS os Arquitectos independentemente de darem pelo nome de Alvaro Siza Vieira ou Tomas Taveira. Isto sim, é isenção e nada tem a ver com corporativismo. zevora, um atae espoliado, no presente. Futuro arquitecto, protegido do futuro. Quanto à competencia, isso é irrelevante desde que pertença à corporação e pague a quotazita.


Esta discução anda "calorosa"....

Depois de uma leitura atenta aos seus comentários, restam-me umas duvidas:

1.ª - "Zevora", que tipo de "termo de responsabilidade" assina e/ou é responsável juridicamente?
2.ª - Nos projectos que executa, os quais se encontram sob a sua "chancela" ou "assinatura", são salvaguardados os Direitos Jurídicos dos requerentes e/ou clientes?

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Sem querer estar aqui a defender quem não me mandatou. Quem defende os direitos juridicos de um cliente de um arquitecto ou de um engenheiro? As respectivas ordens? Sobre os engenheiros sim tem recaido algumas "punições" E sobre ps arquitectos? Para quando uma listagem daqueles que tenham sido punidos por má prática profissional?

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Isso costuma vir no boletim mensal da OA. Mas, mais importante que a questão da assinatura: Para quando um Código da Construção? Quando é que eu vou poder entregar um projecto, pagar as taxas e levantar a licença, na hora, tal como acontece no resto da Europa? Ou ser moderno é TGV's? Porque é que um advogado não precisa de entregar para avaliação o projecto da defesa do arguido, o médico não precisa que um colega avalie um projecto de cirurgia, e eu tenho de ter um garoto que nunca projectou um canil na vida, mas é filho do tio do presidenta da câmara, a esmiuçar o meu trabalho?

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... e onde numa câmara a Area Bruta, é assim, na outra é assado, para a entidade X é cozido.. e por aí fora.... ou pior, conforme o fim.. muda a maneira com se contabiliza a Ab, a Ai, a Aimp, a a.b.c., a superficie bruta, a a.t.p, etc... Uns contam os alpendres, outros não, uns conta se tiver pilar, para outros é indiferente e conta sempre, para outros ainda.. não conta. Uns conta a garagem em cave, outros não; uns não contam as varadas.. mas outros sim se forem cobertas... etc, etc....

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Isso costuma vir no boletim mensal da OA.

Mas, mais importante que a questão da assinatura:
Para quando um Código da Construção?
Quando é que eu vou poder entregar um projecto, pagar as taxas e levantar a licença, na hora, tal como acontece no resto da Europa? Ou ser moderno é TGV's?
Porque é que um advogado não precisa de entregar para avaliação o projecto da defesa do arguido, o médico não precisa que um colega avalie um projecto de cirurgia, e eu tenho de ter um garoto que nunca projectou um canil na vida, mas é filho do tio do presidenta da câmara, a esmiuçar o meu trabalho?


Muito bem, mas falta algo: eu (que por um acaso até exerço funções de licençiamento numa autarquia) tenho que apreciar projectos de Arquitectura, em que alguns até são elaborados e assinados por Arquitectos.... no entanto, os Projectos de Estabilidade e outras Especialidades nem tão pouco são "esmiuçados".... PORQUÊ??? Será que estes projectos são "ETERNAMENTE INFALIVEIS"???? Não me pareçe!:margarida_beer:.... e passa-me cada um "pelas mãos".....:\

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... e onde numa câmara a Area Bruta, é assim, na outra é assado, para a entidade X é cozido.. e por aí fora.... ou pior, conforme o fim.. muda a maneira com se contabiliza a Ab, a Ai, a Aimp, a a.b.c., a superficie bruta, a a.t.p, etc...
Uns contam os alpendres, outros não, uns conta se tiver pilar, para outros é indiferente e conta sempre, para outros ainda.. não conta. Uns conta a garagem em cave, outros não; uns não contam as varadas.. mas outros sim se forem cobertas... etc, etc....


Pois tens razão Pedro, existem até Câmaras onde, por passos de magia ou algo semelhante, se aprovam projectos com peças desenhadas por assinar, sem levantamentos topográficos, ou até com "localizações" e "implantações" onde calha, ou melhor, onde convêm, memórias descritivas do projecto de arquitectura com 2 paginas, onde numa delas vem o "titulo" em letras garrafais, planos de acessibilidade que mais não são que uma declaração sem uma única peça desenhada...
Eu sei que todos nós, na grande maioria, temos uma "má" opinião dos "colegas" que temos por ai espalhados pelas Câmaras do nosso País... mas também vos gostava de convidar, à laia de uma tertulia, a analizármos uns "best off" diários.... acreditem que dá para por qualquer um doido!

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Não! Apenas os Agentes técnicos de arquitectura e engenharia devidamente inscritos na sua associação e que façam prova de nos ultimos 5 anos já terem subcritos projectos o podem fazer durante mais 5 anos. O mesmo se aplica a engenheiros técnicos e civis

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