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O Graffitti e a Arquitectura

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Seixal aposta no graffiti para dar cor à cidade

«Nós não concordamos com actos de vandalismo e, por isso, considerámos que os jovens poderiam ser enquadrados de uma forma organizada»

A 5ª edição do Seixal Graffiti junta a partir de sexta-feira naquele concelho autores de «arte urbana» nacionais e internacionais, que dão uma nova cor às paredes das cidades.

Em declarações à agência Lusa, a vereadora da Educação da Câmara do Seixal, Paula Santos, explicou que a iniciativa surgiu, pela primeira vez em 2001, como uma forma de «incentivar os writers [designação atribuída a quem faz graffities]» a pintarem em «espaços organizados, que não incomodassem ninguém».

«Decidimos promover o Seixal Graffiti quando nos confrontámos, em vários espaços urbanos, com vários graffitis, alguns deles em habitações e outros em espaços públicos», explicou, acrescentando: «Nós não concordamos com actos de vandalismo e, por isso, considerámos que os jovens poderiam ser enquadrados de uma forma organizada».

Desde essa altura, além do mural que é pintado pelos artistas convidados nas várias edições do Seixal Graffiti, a Câmara decidiu estender este tipo de «arte urbana» a vários pontos do concelho, nomeadamente através da sua aplicação nas paredes do mercado municipal e da rotunda da Cruz de Pau.

Além da requalificação do concelho, o Seixal Graffiti tem também como objectivo, contribuir para a «elevação desta forma de expressão ao estatuto de arte urbana».

in http://diario.iol.pt/sociedade/graffiti-seixal-cidade/999879-4071.html

Graffitis para valorizar espaços degradados

Foi instalada uma «galeria viva» de arte urbana na rua de São Bento, iniciativa que os mentores esperam ver disseminada por Lisboa

Valorizar os espaços vazios e degradados da cidade foi um dos intuitos da instalação de uma «galeria viva» de arte urbana na rua de São Bento, iniciativa que os mentores esperam ver disseminada por Lisboa, noticia a Lusa.
Veja as fotos
«Ainda há o estigma do grafitti ilegal, apesar deste espaço estar desaproveitado e ganhar nova vida com a pintura», disse «Ficto», que durante três dias esteve a criar uma obra de arte num tapume na rua de São Bento.
Nesse período, o grafitter foi abordado pela polícia três vezes, «chamada por moradores», mas também por transeuntes que reagiram positivamente ao trabalho que estava a fazer.
«O ilegal nunca vai acabar, mas uma maneira de diminui-lo seria talvez libertar mais espaços destes e apoiar mais o grafitti legal: seria uma das formas de prevenção anti-grafitti», referiu Ficto.
Valorizar espaço urbano
Valorizar o espaço urbano foi a ideia que impulsionou o convite feito a artistas urbanos pela galeria Yron, cujos responsáveis fazem parte da Associação dos Comerciantes da rua de São Bento.
«Ao todo são cinco espaços degradados e desocupados, um da Câmara Municipal e quatro de privados. As intervenções acabam hoje, mas queremos manter viva a galeria, dar um bom exemplo e disseminá-la», explicou Sílvia Escórcio, da Yron.
A iniciativa conseguiu logo num dos primeiros dias criar uma «dinâmica de rua». «Os moradores já perceberam que isto não é vandalismo, que é uma intervenção pensada, que estão a nascer coisas bonitas e que a rua vai sair valorizada com esta intervenção», referiu Sílvia Escórcio.
Houve até uma moradora que resolveu «desafiar» os artistas e assim surgiu mais uma parede para pintar.
Tornar as paredes «mais bonitas»
Lucília Cruz achava que a parede do prédio de que é proprietária estava «um bocado feia», ao ver os artistas trabalhar aproximou-se deles e pediu-lhes que a tornassem «mais bonita, mais animada».
«Fidel» agradece a Lucília Cruz a oportunidade de conseguir, «sem problemas», dar «um ar muito melhor às paredes».
«Há tantos sítios em Lisboa que podiam estar bem mais bonitos com cores e desenhos e isto é algo que já vem dos tempos do 25 de Abril», desabafou o artista.
Pintar «sem problemas»
Poder pintar «sem problemas» pelo menos em edifícios devolutos é uma vontade destes artistas urbanos.
«Os prédios abandonados podem ser aproveitados para criarmos obras de arte, em vez de serem colocados outdoors a tapá-los», afirmou «Target», que procura «fazer intervenção através da arte».
Em Lisboa, além da «galeria viva de arte urbana da Rua de São Bento», há ainda uma galeria de grafitti na Fábrica de Braço de Prata, e um «museu efémero» no Bairro Alto.

in http://diario.iol.pt/sociedade/graffitis-graffiters-graffiti/996090-4071.html


Coloco isto porque penso que o graffiti como uma tecnica para reabilitar fachadas exterior como tambem os interiores a nivel de revestimentos.

Seria um regresso aos frescos renascentista na versao actual.

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Para complementar deixo aqui o link de um grande Graffiti Writer, Peeta

http-~~-//www.peeta.net/immagini/recenti/stand1.jpg

http-~~-//www.peeta.net/exibitions/tessaloniki/greece_exibition.jpg

http-~~-//www.peeta.net/immagini/recenti/torino.jpg

http-~~-//www.peeta.net/immagini/recenti/koblenz.jpg

http-~~-//www.peeta.net/immagini/sculture/white.jpg

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muito bons esses graffities! é uma arte que eu gosto muito e infelizmente está associada ao vandalismo


Não é só a graffiti , qualquer cultura urbana é entendida como marginal ,como por exemplo os desportos radicais .

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Existe ainda o artista Banksy que já fez umas coisas em Lisboa, como este trabalho no Bairro Alto.


Este trabalho não é do Banksy. É do\a Above, que tem um estilo muito idêntico ao Bansky e que, inclusivé, já "adaptou" trabalhos do mesmo.
Prefiro mil vezes um graffiti numa fachada de um prédio, que um painel de publicidade.;)

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Obrigado pela correcção. Quanto à preferência pelo graffiti ou pelo painel de publicidade, bem..., depende do graffiti e/ou do painel em questão. Há publicidade que é arte, por ex. a colecção da Absolut Vodka.
Por acaso, por aqui em Leiria, tivemos recentemente umas intervenções de arte pública, com graffitis muito inspirados. Para terminar vejam o trabalho deste artista nacional de arte mural já com uma interessante carreira internacional: www.alexandrefarto.com
Arte mural, eis uma boa expressão para este tipo de trabalho, para diferenciar dos banais e infantis rabiscos.

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