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Noticias - Ordem dos Arquitectos

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Alta e baixa de S. Martinho finalmente unidas por elevador

Está finalmente aberta ao público uma das mais importantes obras da segunda fase de requalificação da vila de S. Martinho do Porto. Na passada sexta-feira, dia 10, e após sucessivos adiamentos, o Ascensor do Outeiro, um elevador panorâmico que liga as zonas alta e baixa da vila balnear, foi finalmente inaugurado, numa cerimónia que contou com o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, e à qual acorreram algumas dezenas de pessoas, que quiseram, sem demoras, experimentar o novo equipamento.

A partir de agora, indivíduos com dificuldade de mobilidade, grávidas, idosos e adultos com carrinhos de bebé têm facilitado o acesso desde a Rua Vasco da Gama (a famosa rua dos cafés) até ao Largo Comendador José Bento da Silva, onde está um miradouro com vista privilegiada sobre a baía e sobre o casario da vila. Com cerca de vinte metros de altura, a nova estrutura envidraçada, de arquitectura contemporânea, faz a ligação entre quatro pisos polivalentes.

O piso –1 destina-se a espaços de arrumos e sanitários públicos femininos e masculinos. No 0 há um espaço aberto onde se pode ver todo o edifício e existe uma caixa multibanco. Já no piso 1, o da entrada, vai funcionar o posto de turismo e uma zona de acesso à Internet, dando ainda acesso à escada pública de ligação ao Largo José Bento da Silva e a um bar com esplanada, na Rua da Bela Vista. No piso 2 existe um espaço multifuncional, com mobiliário amovível, que pode acolher actividades culturais.

A funcionar todos os dias entre as 10h00 e as 21h00, o novo equipamento tem capacidade para carregar uma tonelada, transportando até um máximo de 13 pessoas por viagem, que é gratuita. Por tudo isto, o dia da inauguração do ascensor foi para o presidente da Câmara de Alcobaça, Gonçalves Sapinho, “um dia grande”.

Afirmando que a autarquia está a trabalhar em prol da população, Sapinho recuperou algumas das obras já concluídas, como a despoluição da baía e a construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais, bem como a requalificação da marginal. Mas ainda há mais para fazer, como a entrada em funcionamento da Estação de Tratamento de efluentes suinícolas, o que deverá acontecer dentro de dois anos, e a resolução do problema do assoreamento da baía que será estudado em breve.

Já o secretário de Estado, João Ferrão, considerou que o novo elevador é um “equipamento inteligente, porque ao mesmo tempo que é multifuncional, promove a mobilidade para todos”. Crente de que a estrutura terá um grande impacto na vila, tanto ao nível dos residentes como dos turistas, afirmou que o dia da inauguração se tratou do “primeiro dia do resto da vida de S. Martinho”. Num quadro mais amplo, o novo elevador enquadra-se na requalificação do litoral, que conta com o empenhamento do Governo e das autarquias.

“Para termos orgulho no nosso país temos que contribuir para a sua requalificação”, referiu, acrescentando que “este projecto é sinal de que o país está a caminhar no bom sentido”.

Quem também marcou presença na cerimónia de inauguração do Ascensor do Outeiro foi o presidente da Comissão Instaladora da Entidade Regional de Turismo de Leiria/Fátima, Miguel Sousinha, o adjunto do Governador Civil de Leiria, Jorge Gonçalves e o presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho, Manuel Antunes Pereira, bem como membros do executivo camarário, outros autarcas e entidades.

Adjudicado por 823,268 euros, o Ascensor do Outeiro acabaria por custar 942 mil euros, comparticipados por Fundos Comunitários. O aumento dos custos deveu-se a a alguns imprevistos e a trabalhos a mais. Na empreitada, da autoria dos arquitectos Falcão de Campos e Gonçalo Byrne, integram-se ainda as obras de requalificação do Largo José Bento da Silva.

As obras que se seguem

Ainda no âmbito da mobilidade em S. Martinho do Porto, a autarquia vai avançar com a ligação da Calçada D. Pedro V à Estrada Nacional 242.

De acordo com Gonçalves Sapinho, quando as obras estiverem concluídas, a vila balnear passará a contar com uma larga avenida paralela à marginal e à linha férrea por onde se vai circular nos dois sentidos e que vai disponibilizar estacionamento para cerca de 400 automóveis. “Isto não resolve todos os problemas de circulação e estacionamento de S. Martinho, mas resolve alguns”, afirmou o autarca.

A construção de um novo Centro de Saúde é aguardada há vários anos na vila e a autarquia já teve um terreno negociado, mas indicações vindas de Lisboa, que afirmavam que o terreno era pequeno demais para a estrutura, levaram à anulação da compra. Agora, Gonçalves Sapinho diz que está tudo encaminhado. “Estamos no bom caminho, já temos terreno e temos projecto”, garantiu.

À margem da inauguração do elevador panorâmico, o autarca adiantou ainda que a mesma dupla de arquitectos, Falcão de Campos e Gonçalo Byrne, tem a seu cargo um projecto para a cidade de Alcobaça. Trata-se da remodelação da zona entre o Mercado Municipal e o Tribunal, em frente aos Paços do Concelho, um projecto que deverá ser entregue à autarquia no início da próxima semana, mas da qual o edil não adiantou mais pormenores.

in http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=23607

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Arquitectos: Ordem vai a votos quinta-feira

Candidatos divergem quanto à especialização na profissão

A especialização na profissão é o principal ponto de divergência entre Luís Conceição e João Rodeia, os dois candidatos aos órgãos nacionais da Ordem dos Arquitectos (OA), que vai a eleições na próxima quinta-feira, noticiou a Lusa.

Luís Conceição, que apresenta a sua lista como «de ruptura», defende a aposta na especialização dos arquitectos, enquanto João Rodeia, actualmente presidente do Conselho Nacional de Delegados da OA, remete para o Estatuto da Ordem para lembrar que esse é o documento que define quais as competências do arquitecto.

«A Ordem tem um espírito medieval e corporativo em relação a ideias que possam conduzir à especialização», afirmou o arquitecto e director do departamento de Arquitectura da Universidade Lusófona Luís Conceição, para quem esta situação «é castradora da própria actividade profissional».

Luís Conceição sublinha que é necessário alargar o território de acção dos arquitectos na vertente formativa para torná-los aptos a enfrentar novas frentes de trabalho relacionadas com novas tecnologias e novas realidades de habitat.

«Tem de se abrir o leque das especializações a áreas como acústica, gestão de obra, gestão de projecto, construção bio-climática, urbanismo, sustentabilidade, entre outras, de forma a evitar que cada vez que seja necessário resolver problemas específicos se recorra a especialistas fora da arquitectura», diz o candidato da lista B.

João Rodeia afirma por outro lado que a questão da acreditação dos cursos «é uma questão ultrapassada, uma vez que cabe agora ao Governo e às Universidades a aprovação dos cursos e respectivos planos de estudos», cabendo à Ordem participar no processo emitindo pareceres.

Um ponto em que ambos os candidatos concordam é que a revisão do Decreto 73/73, já aprovada na generalidade na Assembleia da República, não foi ao encontro das preocupações dos arquitectos, que há anos defendiam a sua revogação e a salvaguarda do princípio de que os actos próprios da profissão de arquitecto competem exclusivamente a arquitectos.

«É pior a emenda que o soneto», defende Luís Conceição. «O arquitecto sempre foi visto como mestre da obra e agora passa a ser apenas mais um elemento».

Já João Rodeia diz que «a revisão não corresponde ao que eram as expectativas dos arquitectos. Vem vedar aos profissionais a possibilidade de intervir em áreas como o espaço público e colectivo».

A cooperação internacional, sobretudo em termos de lusofonia, é outro ponto de contacto nas propostas dos dois candidatos, que apenas divergem na forma de a pôr em prática.

João Rodeia afirma que gostaria de ver o Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa (CIALP) - criado com o apoio da Ordem dos Arquitectos portuguesa e que reúne ordens e associações de países lusófonos - «transformado numa rede devidamente organizada e com polaridades nos vários países que permitisse a protecção dos arquitectos e a promoção da Arquitectura».

O candidato vê no CIALP uma oportunidade de intercâmbio e de criação de parcerias que leve à criação de oportunidades de trabalho, sobretudo através de «acções de promoção que optimizem uma maior interacção com as empresas».

João Rodeia diz que é necessária uma maior promoção da arquitectura nacional no exterior, uma vez que está demasiado restringida ao território nacional, mas acrescenta que esta é uma situação em mudança com "cada vez mais jovens portugueses a arriscarem uma carreira no estrangeiro».

Luís Conceição vê o CIALP como um organismo a ser integrado no Arco Luso, um projecto que o arquitecto quer dinamizar no sentido da cooperação lusófona e que defende dever ser independente da OA.

As eleições para os órgãos nacionais da OA para o triénio 2008/2010 decorrem a 18 de Outubro.

in http://diario.iol.pt/sociedade/arquitectos-arquitectura-ordem-eleicoes-especializacao-votos/866048-4071.html

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CUMT assina protocolo com Ordem dos Arquitectos

A Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) assinou um protocolo com a Ordem dos Arquitectos tendo em vista a promoção de acções de mútuo interesse nos domínios do exercício da profissão de arquitecto, da política regional de arquitectura e da sensibilização do cidadão para a arquitectura e o território.

Esta foi a primeira e única Comunidade Urbana a assinar um protocolo deste género pelo que o acto foi considerado pelo Presidente da Junta, Saldanha Rocha, como “uma interligação muito importante para a região”. Saldanha Rocha apelou ainda à Ministra da Educação que fomentasse, na sua área de intervenção, “esta ética da arquitectura, porque se trata também de educação e cultura, junto das crianças”.

Na cerimónia da assinatura estiveram presentes a Ministra da Educação, representantes da Fundação Calouste Gulbenkian e a Governadora Civil de Lisboa.

in http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=24769&idSeccao=479&Action=noticia

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Ordem dos Arquitectos quer arquitectura nos programas escolares

A Ordem dos Arquitectos quer que a arquitectura passe a fazer parte dos programas educativos das escolas. Segundo a ordem, arquitectura pode contribuir para o desenvolvimento das crianças, tal como acontece com a música.
A ideia, proveniente da Ordem dos Arquitectos, foi lançada hoje, no âmbito do dia mundial da arquitectura sob o lema "Criança, sê o arquitecto de um futuro melhor". João Belo Rodeia, Bastonário da Ordem dos Arquitectos, garante que a ideia é defendida por muitos especialistas internacionais.
A Ordem dos Arquitectos vai promover várias iniciativas, em colaboração com o Museu do Oriente, o Oceanário, o Museu Colecção Berardo, para assinalar o dia mundial da arquitectura. Além de algumas propostas para os mais novos, a Ordem dos Arquitectos vai ainda apresentar a sua nova imagem, numa sessão que terá a participação da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.

in http://radioclube.clix.pt/noticias/body.aspx?id=13174


Helena Roseta indignada com falta de vontade política em relação à profissão de arquitecto

Helena Roseta diz-se revoltada com o Governo e o Parlamento por não proibirem os engenheiros de assinarem projectos de arquitectura. A arquitecta e antiga bastonária da Ordem dos Arquitectos, disse ao Rádio Clube que "é injusto, e uma falta de respeito, que a resolução de 2006 que reconhece a profissão, não seja regulamentada".
A antiga bastonário da Ordem dos Arquitectos garante que "os arquitectos portugueses são bastante qualificados, inclusive ganham prémios internacionais muito frequentemente, mas apesar disso o poder político trata os arquitectos como uma profissão inexistente".
Helena Roseta liderou uma petição onde se exigiam mudanças à lei que regulamenta a construção de projectos e que permite que engenheiros assinem projectos. A resolução a que se chegou foi aprovada, mas nunca foi regulamentada. Roseta considera que a falta de reconhecimento da profissão de arquitecto pode levantar problemas de responsabilidade, se uma obra estiver mal feita.

http://radioclube.clix.pt/noticias/body.aspx?id=13188

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Alargado prazo para membros aderirem até fim do ano
Esta medida visa permitir regularizar a situação de alguns arquitectos que, por motivos diversos, deixaram acumular quotas e têm, na actual conjuntura, dificuldade em alterar a sua situação.

A vontade expressa, por grande parte dos membros naquela situação, em voltar a usufruir de todos os serviços disponibilizados pela Ordem dos Arquitectos e em regularizar a sua situação levou o Conselho Directivo Regional do Sul a prolongar o prazo até ao próximo dia 31 de Dezembro.

Lembramos que nos termos do Estatuto da Ordem dos Arquitectos:
- Compete aos Conselhos Directivos Regionais cobrar as quotas dos membros inscritos na respectiva secção [alínea g) do artigo 26º]
– Constitui um dever do arquitecto para com a Ordem pagar pontualmente as quotas [alínea e) do artigo 51º];

De salientar também que o Regulamento de Quotas, no seu artigo 4º, admite a suspensão do pagamento de quotas aos membros efectivos que fizerem o pedido com motivo justificado.

Conselho Directivo Regional do Sul



© OASRS 12/8/2008

in http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1462

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OASRN: concurso público do Parque de Ciência e Tecnologia é “inaceitável”

A Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos (OASRN) enviou um comunicado aos seus membros onde afirma que o “Concurso Público para a elaboração do projecto de execução do loteamento e três edifícios do Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real”…
…promovido pela Associação para o Desenvolvimento do Régia Douro Park, é “inaceitável”. “A prática profissional da Arquitectura não se coaduna com prazos de nove dias para desenvolvimento de projectos definidos com o rigor expectável de um Estudo Prévio”, criticam. A OASRN acrescenta que a tipologia de “Concurso Público” não é o procedimento adequado para a contratação de projectos ou planos, no domínio do ordenamento do território, do planeamento urbanístico e da arquitectura.

A Câmara Municipal de Vila Real afirmou, em comunicado, que reconhece “toda a legitimidade” à OASRN, mas adianta que compete à Associação Régia Douro Park, da qual faz parte, escolher “os procedimentos que sejam mais adequados a cada caso em concreto”. “Escolheu outra via, no estrito cumprimento do Código dos Contratos Públicos, que foi o concurso público para aquisição de serviços, englobando num único procedimento a selecção e contratação da aquisição de serviços destinada à sua concretização”, explica a autarquia.

Ao declarar este concurso como “inaceitável”, a OASRN estabelece que “os Membros da Ordem dos Arquitectos não devem, em qualquer circunstância, apresentar-se como concorrentes ao referido concurso”, sob pena de poderem ser aplicadas as consequências disciplinares. Para a autarquia, esta atitude da OASRN lesa “profundamente os interesses da associação e dos próprios associados”.

A OASRN considera ainda que não estão salvaguardados “os Princípios da própria actividade profissional da Arquitectura, nem tão pouco os Princípios da efectiva Concorrência e da Defesa do Interesse Público”. A autarquia vila-realense critica as “acusações levianas a quem decide de outra forma, cumprindo o Código” e reafirma que a solução encontrada garante a submissão à concorrência do tipo de prestação de serviços preconizados no concurso.

A juntar às demais críticas, a OASRN também não reconhece no Júri “habilitação profissional que lhe permita, com rigor e exactidão, a aplicação de métodos de avaliação preconizados para esta tipologia de concursos”. Recorde-se que o Parque de Ciência e Tecnologia, que deverá ficar localizado junto ao nó de Constantim da Auto-estrada 24, vai dedicar-se ao desenvolvimento do sector agro-industrial e ao incremento de novas práticas e tecnologias nas áreas do Ambiente, Paisagem, Biotecnologia, Ciências Florestais e Veterinárias.

Dada a proximidade geográfica da Região Demarcada do Douro, poderá focalizar-se, num primeiro momento, no sector do Vinho e da Vinha, uma área de intervenção que não está contemplada na actual rede de Parques de Ciência e Tecnologia. A Associação para o Desenvolvimento do Regia Douro Parque é constituída pelas autarquias de Vila Real, que subscreve 72% do capital social, e Bragança, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Instituto Politécnico de Bragança e PortusPark - Rede de Parques de C&T e Incubadoras.

Sandra Borges

in http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=4913

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Vila Real: Ordem dos Arquitectos anuncia judicial impugnação do concurso do Parque de Ciência e Tecnologia

10 de Fevereiro de 2009, 17:25
Vila Real, 10 Fev (Lusa) - A Ordem dos Arquitectos (OA) anunciou hoje que vai avançar com uma impugnação judicial do concurso público para a elaboração do projecto de execução do loteamento e três edifícios do Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real.

Na semana passada, a Secção Regional do Norte da OA, presidida pela arquitecta Teresa Novais, classificou como "inaceitável" o concurso para a elaboração do projecto de execução do Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real, denunciando os prazos definidos para a entrega de propostas, de apenas nove dias.

Na altura avisava ainda que a OA poderia sancionar os profissionais que apresentassem propostas àquele concurso, publicado a 28 de Janeiro em Diário da República.

O Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real, para onde está previsto um loteamento com três edifícios, é da responsabilidade da Associação para o Desenvolvimento do Regia Douro Park, constituída pelas autarquias de Vila Real e Bragança, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Instituto Politécnico de Bragança e Associação para a Promoção de Centros de Tecnologia.

Hoje, o Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos, através de um comunicado enviado à Lusa, manifestou o seu apoio "de forma clara e inequívoca à denúncia pública" daquele concurso, exposta na tomada de posição do Conselho Directivo da Secção Regional do Norte da OA.

Revelou ainda que vai iniciar os procedimentos necessários com vista à impugnação judicial do concurso público para a elaboração do projecto de execução do loteamento e três edifícios do Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real.

A OA considera que a "intervenção do arquitecto é obrigatória na elaboração ou avaliação dos projectos e planos no domínio da arquitectura".

A agência Lusa tentou obter declarações do presidente da Câmara de Vila Real, Manuel Martins, o que não foi possível até ao momento.

No entanto, na semana passada, o autarca declarou que o concurso não é "exclusivo" a arquitectos e que vai continuar porque a associação tem prazos a cumprir se quiser candidatar o projecto aos fundos do QREN, cuja data limite termina este mês.

Manuel Martins garantiu a "transparência" e "legalidade" do concurso público e acrescentou que, com esta tomada de posição, a OA está a prejudicar não só a autarquia e a associação, mas também os próprios membros da Ordem dos Arquitectos.

Também, num comunicado enviado à comunicação social, a Associação para o Desenvolvimento do Regia Douro Park considerou que a Ordem "tenta impedir a livre decisão dos arquitectos sobre se têm ou não condições e interesse em apresentar propostas no âmbito do concurso público, reduzindo aí sim, a concorrência que tanto diz defender".

PLI.

Lusa/Fim

in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/9311354.html



Ordem dos Arquitectos vai impugnar concurso do Parque de Ciência e Tecnologia

O Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos (OA) vai avançar com a impugnação judicial do “Concurso Público para a elaboração do projecto de execução do loteamento e três edifícios do Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real”, que a Secção Regional do Norte da OA declarou como “inaceitável”.

Em comunicado, o Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos afirma que “apoia de forma clara e inequívoca a denúncia pública do Concurso Público para a elaboração do projecto de execução do loteamento e três edifícios do Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real”, exposta na tomada de posição do Conselho Directivo da Secção Regional do Norte da OA.

Esta decisão, aprovada numa reunião a dia 6 de Fevereiro, teve em conta “as atribuições exclusivas da Ordem dos Arquitectos no que diz respeito à representação e regulação do exercício da profissão de arquitecto em Portugal, conformes ao seu Estatuto”. A AO acrescenta ainda que “a intervenção do arquitecto é obrigatória na elaboração ou avaliação dos projectos e planos no domínio da arquitectura”.

O comunicado refere ainda as obrigações da OA que passam por “contribuir para a defesa e promoção da arquitectura e zelar pela função social, dignidade e prestígio da profissão de arquitecto, promovendo a valorização profissional e científica dos seus associados e a defesa dos respectivos princípios deontológicos”, bem como “defender os interesses, direitos e prerrogativas dos associados” e “fazer respeitar o código deontológico e exercer jurisdição disciplinar sobre todos os arquitectos nacionais e estrangeiros que exerçam a profissão em território nacional”.

O Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real é da responsabilidade da Associação para o Desenvolvimento do Regia Douro Parque, que é constituída pelas autarquias de Vila Real, que subscreve 72% do capital social, e Bragança, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Instituto Politécnico de Bragança e PortusPark - Rede de Parques de C&T e Incubadoras.

SB

in http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=4954

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Ordem quer classificar casa com painéis de Almada Negreiros

A Ordem dos Arquitectos defendeu hoje a classificação de imóvel de interesse municipal para uma casa com painéis de Almada Negreiros, em Lisboa, e lançou uma petição na Internet em defesa da sua preservação.

A Ordem solicita a intervenção da Câmara Municipal de Lisboa, «considerando o valor arquitectural, patrimonial e artístico da casa», projectada pelo arquitecto António Varela e que integra vários conjuntos de azulejos da autoria de Almada Negreiros.

Para a Ordem, trata-se de «um exemplo acabado da arquitectura moderna portuguesa», pelo que pediu informações à autarquia sobre o processo, manifestando preocupação com os acontecimentos de 19 de Fevereiro, que «puseram em perigo a integridade do imóvel».

Os painéis da fachada da moradia, situada na Rua da Alcolena, número 28, foram parcialmente destruídos naquele dia, em obras de demolição não autorizadas pela autarquia, que enviou a Polícia Municipal ao local e ordenou a suspensão dos trabalhos.

A Ordem classifica o imóvel como «um exemplo único e nacional da arquitectura modernista», exigindo a abertura do processo de classificação como bem cultural de interesse municipal.

«A mesma obra foi já referenciada, catalogada, inventariada e estudada em diversas investigações de carácter nacional e internacional sobre a produção moderna», sustenta a Ordem dos Arquitectos num comunicado, em que anuncia o lançamento de uma petição on-line.

Com o intuito de tornar público «o envolvimento da sociedade no que se considera ser um atentado à memória, património e arquitecturas portuguesas», a Ordem pôs o documento disponível em www.petitiononline.com/alcolena/petition.html.

Quarta-feira, o vereador José Sá Fernandes pediu ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) a classificação apenas dos painéis de azulejo de Almada Negreiros.

O IGESPAR propôs, por seu lado, a classificação municipal da moradia, de acordo com um parecer a que a agência Lusa teve acesso.

A classificação como imóvel de interesse municipal é igualmente defendida pela vereadora do movimento «Cidadãos Por Lisboa» Helena Roseta, que apresentou em reunião do executivo municipal uma proposta nesse sentido, entretanto retirada devido a uma vistoria à moradia cujos resultados ainda se aguardam.

A vereadora defendeu que o estatuto de classificação como bem de interesse municipal permitirá «conferir ao imóvel, que se encontra em risco, uma protecção acrescida à da inventariação», de que o edifício já é alvo.

Diário Digital / Lusa

in


Projecto que implica abate de moradia com painéis de Almada é do atelier Massapina

In Público (6/3/2009)

Ana Henriques

«Vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, diz que Câmara Municipal de Lisboa

não autorizará demolição integral do edifício pretendida pelo seu proprietário

Foi o atelier do conceituado arquitecto Vasco Massapina que fez o projecto que implica a demolição da moradia do Restelo de onde foram arrancados painéis de Almada Negreiros há cerca de duas semanas.

O seu filho João Massapina, de 34 anos, é quem assina o projecto de substituição da vivenda dos anos 50 - que o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) entende ser de preservar, devido à sua qualidade arquitectónica e às obras de arte que integra - por uma nova moradia.

Na memória descritiva que entregou na Câmara de Lisboa no final de Janeiro o arquitecto não faz qualquer alusão ao valor do imóvel, nem aos trabalhos de Almada Negreiros que ele incorpora. Nas escassas linhas que dedica à casa, explica que "o estado geral da construção é pré-ruína" e que se verificam "episódios de fendilhação grave ao nível estrutural que indiciam assentamentos de fundações". A esta situação acrescem ainda "problemas de infiltrações provenientes da cobertura e situações de podre nas paredes do piso zero".

Ainda de acordo com a memória descritiva, a nova moradia terá "uma volumetria idêntica à existente". Mas não é isso que refere uma ficha para efeitos estatísticos preenchida na câmara também por Vasco Massapina, onde fica claro que os 900 metros cúbicos da casa dos anos 50, desenhada por António Varela, passam para 2254 no seu projecto. A autarquia ainda não se pronunciou sobre o projecto, estando à espera que o Igespar lhe remeta o parecer que lhe pediu sobre a matéria.

Quem já se pronunciou foi a Ordem dos Arquitectos, que lançou ontem uma petição on-line (www.PetitionOnline.com/Alcolena/petition.html) para salvar a casa daquilo que considera ser "um atentado à memória, património e arquitectura portuguesas".

"É uma obra maior da arquitectura do movimento moderno", diz a petição. "Tem sido listada, inventariada e estudada em diversas investigações de carácter nacional e internacional". Por isso, a Ordem pediu à vereadora da Cultura da Câmara de Lisboa, Rosalia Vargas, que inicie o seu processo de classificação como bem cultural de interesse municipal. É igualmente essa, de resto, a opinião do Igespar, que sugeriu exactamente o mesmo à autarquia.

Apesar do seu arranque parcial, os painéis de Almada Negreiros são indissociáveis da casa onde se encontram, concordam a Direcção Regional de Cultura e a Ordem. A petição explica que neste trabalho António Varela "desenvolve com assumido radicalismo um volume puro, cúbico, afirmativamente colocado no alto do terreno, desmaterializado através do jogo de vazios, de avanços e recuos dos planos de fachada, com rigorosa geometria plasticamente trabalhada". É precisamente na fachada que estão os painéis de Almada Negreiros, "coerentes testemunhos das pesquisas sobre o número e os traçados geométricos que o genial pintor vinha investigando". Encabeçam o abaixo--assinado dois nomes de peso: João Rodeia, ex-presidente do Instituto do Património Arquitectónico, e Ana Tostões, uma das grandes especialistas na arquitectura portuguesa deste período.

Azulejos sem mazelas

Mas a Câmara de Lisboa ainda não tomou uma decisão sobre o assunto, que está a analisar desde o arranque dos azulejos. Uma vistoria ao local efectuada anteontem por técnicos camarários encontrou os azulejos arrancados da fachada e depositados no interior, aparentemente sem grandes mazelas. O município propôs ao proprietário dos painéis que ficassem à guarda do Museu da Cidade, para avaliação do estado de conservação e garantia de segurança.

"Pedimos ao departamento jurídico para se pronunciar sobre a eficácia de uma classificação a posteriori", diz o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado. O autarca adianta que a demolição integral do edifício pedida pelo seu novo dono, a sociedade imobiliária Soindol, não será autorizada pela autarquia, até porque a moradia foi incluída há vários anos no inventário municipal do património. O mesmo departamento jurídico irá ainda pronunciar-se sobre outra questão: as implicações de a Soindol ter comprado a vivenda sem os painéis da fachada. É pelo menos isso que consta do contrato-promessa de compra e venda, embora a escritura não mencione esse facto. "O comprador não está interessado nos azulejos. O vendedor [a imobiliária Principado do Restelo] quer retirá-los para os colocar noutra casa sua", descreve o vereador.

Foi para a Soindol, que pertence a dois filhos de Vítor Santos, conhecido também por "Bibi" - construtor civil que tem dívidas ao fisco superiores a um milhão de euros e se destacou há alguns anos por ligações ao Benfica - que o Atelier Cidade Aberta - Massapina e Arquitectos Associados fez o novo projecto.

Vasco Massapina, de 62 anos, é membro do conselho consultivo do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar, antigo Ippar), É, com Cláudio Torres e Tomás Taveira, uma das individualidades escolhidas para este órgão pelo Ministério da Cultura pela sua competência na área da defesa do património. Foi conselheiro do Conselho Superior de Obras Públicas e Transportes, presidente do conselho directivo do Sul da então Associação dos Arquitectos Portugueses e vice-

-presidente da Ordem.

Do seu currículo faz ainda parte a direcção da Federação Internacional de Urbanismo e Ordenamento do Território e a participação, como perito, no comité consultivo para a formação no domínio da arquitectura na UE. Massapina foi uma das figuras que fizeram parte da comissão de honra da candidatura de António Costa à Câmara de Lisboa.

O seu Atelier Cidade Aberta, onde desde 2000 trabalha também o seu filho João Massapina, existe há três décadas, e tem sido responsável por projectos em Lisboa, Oeiras, Seixal, a reabilitação de Cacilhas, Vilamoura e Viana do Alentejo. O PÚBLICO tentou obter junto de Vasco Massapina explicações sobre o seu projecto no Restelo, mas este recusou--se a dá-las: "O assunto está na praça pública e não vou falar sobre ele". Certo é que o projecto passa por substituir a antiga moradia, aumentando o estacionamento de dois para dez e criando uma área de ginásio subterrânea. Se vier a ser aprovado pela autarquia e pelo Igespar - o que é pouco provável (ver texto principal) - o novo edifício terá a mesma altura que o existente, nove metros, mas um volume maior. O que tem consequências na ocupação do jardim que rodeia a casa: a superfície permeável do terreno desce de 1078 para 847m2. »

São de facto boas notícias. Ai, mas é preciso os cidadãos barafustarem. Este trabalho de casa devia ser feito por quem de direito. Uma pergunta: que anda a fazer o sr.MC?

IN http://cidadanialx.blogspot.com/2009/03/projecto-que-implica-abate-de-moradia.html

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Ricardo Vieira de Melo, presidente do Núcleo de Arquitectos de Aveiro: “Crescer para a periferia não é necessário nem vantajoso”
“O desafio é qualificar as cidades e não torná-las maiores”, refere Ricardo Vieira de Melo. O presidente do Núcleo de Arquitectos de Aveiro (NAV) diz-se “chocado” com a construção do ramal ferroviário para o porto

Qual o trabalho que o NAV desempenha?
A Ordem dos Arquitectos faz o papel principal. Nós somos uma delegação que tem competências sobretudo ao nível da divulgação cultural da arquitectura. A ideia não é só trabalhar em prol dos arquitectos, mas trazer um pouco mais de cultura arquitectónica à população em geral, porque ainda é necessário que isso aconteça. A cultura arquitectónica é uma coisa que se constrói, mas demora algum tempo.

Como se incute essa cultura no cidadão comum?
Quanto mais não seja através da máxima divulgação possível da boa prática arquitectónica. Exposições, palestras e acções de formação são alguns meios para chegar ao grande público e aos profissionais.

Acha que Aveiro tem essa cultura arquitectónica?
Às vezes tem, outras nem por isso.

Que bons exemplos de arquitectura existem na cidade?
A Universidade de Aveiro é uma referência a nível nacional e internacional. E pontualmente há outros.

Como por exemplo?
Temos dois edifícios do arquitecto Fernando Távora, dos anos 50, assim como outros do início do século passado, também associados à Arte Nova, o Teatro Avenida, que não está tão acarinhado quanto poderia estar…

É difícil apontar bons exemplos de construções actuais?
É mais difícil porque a classificação sobre a qualidade de um edifício não é uma coisa que se consiga de imediato; é preciso dar algum tempo para se perceber como foi assimilado pela cidade, se se comporta bem perante o espaço… É mais seguro fazer essa identificação em edifícios que tenham já algum tempo de maturação.

Disse que o Teatro Avenida não está tão acarinhado quanto poderia estar. O que deveria ser feito nesse edifício?
É sempre difícil falar nesse tipo de situações, porque são edifícios que estão entregues aos privados. Não podemos transformar todos estes edifícios em museus, isso é incomportável para qualquer autarquia, mas algumas parcerias público-privadas poderiam eventualmente servir para a sua revitalização. Há de vez em quando a tendência – e refiro-me ao país – de imaginar a construção de edifícios novos a partir do momento em que uma necessidade é identificada. Às vezes essa necessidade é facilmente solucionada pela reconversão de um edifício existente, o que traz vantagens se for bem executada, desde logo a localização, porque são edifícios centrais. Isso contribui para a revitalização dos centros das cidades, que é urgente fazer.

(Ler notícia completa na edição em papel)

Maria José Santana e Rui Cunha

in http://www.diarioaveiro.pt/main.php?srvacr=pages_13&mode=public&template=frontoffice&layout=layout&id_page=6106

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Arquivo: Edição de 02-04-2009

Economia

Dirigentes da Ordem dos Arquitectos do Médio Tejo renovam mandato

A lista constituída pelos arquitectos Rui Serrano, Pedro Costa, Ricardo Cabrita, Ana Barral e Telma Silva e suplentes José Tavares e Carlos Duque foi eleita sexta-feira, 27 de Março, para mais um mandato à frente do secretariado do Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos (AO). A equipa agora reeleita, e que esteve na base da criação do Núcleo, com sede em Abrantes, pretende prosseguir com o trabalho desenvolvido e que se centrou no “reafirmar da importância da Arquitectura na região do Médio Tejo”. A tomada de posse tem lugar a 17 de Abril, na Biblioteca Municipal de Torres Novas. Na ocasião será lançada a sexta edição da publicação trimestral “Papel de Parede” e inaugurada a exposição “Gente da Casa.”

in http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=385&id=52422&idSeccao=5776&Action=noticia

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Concurso para o Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real

Ordem dos arquitectos pede a impugnação do concurso de parque tecnológico

16.04.2009 - 11h26 Luísa Pinto

Já foi entregue no Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela uma denúncia subscrita pelos presidentes do Conselho Directivo Nacional e Conselho Directivo da Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos com vista a impugnar o concurso público lançado pela Associação para o Desenvolvimento do Régia-Douro Park, e que tinha apenas um prazo de nove dias para entrega das propostas.

Segundo informação divulgada pela Ordem dos Arquitectos, a denúncia foi acompanhada com um parecer técnico com que se pede ao tribunal que "se digne patrocinar a acção administrativa especial de impugnação de actos administrativos e do programa do concurso e caderno de encargos, bem como a providência cautelar com vista à suspensão do procedimento concursal" relativo ao concurso público para a elaboração do projecto de execução do loteamento e três edifícios do Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real.

Trata-se de um concurso que mereceu, assim que foi lançado, uma iniciativa inédita por parte da Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos, que considerou o concurso "inaceitável" e anunciou a intenção de sancionar disciplinarmente os profissionais que nele apresentem propostas. Em causa estão os prazos definidos para a entrega de propostas, apenas nove dias, bem como o facto de o júri que as vai avaliar não incluir nenhum arquitecto. Há uma arquitecta, mas é apenas suplente.

in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374654&idCanal=57

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Concurso para o Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real

Ordem dos arquitectos pede a impugnação do concurso de parque tecnológico

16.04.2009 - 11h26 Luísa Pinto

Já foi entregue no Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela uma denúncia subscrita pelos presidentes do Conselho Directivo Nacional e Conselho Directivo da Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos com vista a impugnar o concurso público lançado pela Associação para o Desenvolvimento do Régia-Douro Park, e que tinha apenas um prazo de nove dias para entrega das propostas.

Segundo informação divulgada pela Ordem dos Arquitectos, a denúncia foi acompanhada com um parecer técnico com que se pede ao tribunal que "se digne patrocinar a acção administrativa especial de impugnação de actos administrativos e do programa do concurso e caderno de encargos, bem como a providência cautelar com vista à suspensão do procedimento concursal" relativo ao concurso público para a elaboração do projecto de execução do loteamento e três edifícios do Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real.

Trata-se de um concurso que mereceu, assim que foi lançado, uma iniciativa inédita por parte da Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos, que considerou o concurso "inaceitável" e anunciou a intenção de sancionar disciplinarmente os profissionais que nele apresentem propostas. Em causa estão os prazos definidos para a entrega de propostas, apenas nove dias, bem como o facto de o júri que as vai avaliar não incluir nenhum arquitecto. Há uma arquitecta, mas é apenas suplente.

in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374654&idCanal=57



Parece que a Ordem não teve razão.

A notícia pode ser lida aqui

http://www.cm-vilareal.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=711&Itemid=1

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Ordem quer travar abusos no recurso a ajustes directos

por Lusa05 Agosto 2009

A Ordem dos Arquitectos (OA) considera que a igualdade de acesso aos projectos de arquitectura não tem sido garantida e vai começar a medir o peso dos ajustes directos no trabalho destes profissionais.

"Apesar da aprovação do novo Código dos Contratos Públicos, o Governo tem dado sinais contraditórios com as excepções abertas no caso das obras de modernização no parque escolar e os ajustes directos em projectos como o centro cultural África.cont", disse à Lusa João Costa Ribeiro, da OA.

Para tentar medir o peso da encomenda pública no trabalho dos arquitectos portugueses, o Conselho Directivo Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos (OASRS) vai lançar até final do ano o Observatório da Encomenda.

"Os arquitectos portugueses têm uma estrutura laboral apoiada em pequenos ateliers. São raros os casos de ateliers com mais de 10 arquitectos e isso significa que a encomenda pública acaba por ter um grande peso no trabalho destes profissionais", explicou João Costa Ribeiro.

"Só para dar um exemplo, as câmaras municipais viram restrita a capacidade de fazer ajustes directos, porque as empresas municipais passaram a ter que fazer concursos púbicos a partir de determinados valores, mas o Governo não dá o exemplo", acrescentou, apontando o caso da Sociedade Frente Tejo.

De acordo com a OASRS, o Observatório servirá também para "identificar e denunciar as situações de abuso do recurso aos ajustes directos por parte das entidades públicas".

Para mostrar o peso já sentido na profissão da crise económica, aliada ao recurso aos ajustes directos, a OASRS realça que em Março deste ano estavam inscritos nos Centros de Emprego mais 60 por cento dos arquitectos do que em Março de 2008.

Citando dados do Conselho de Arquitectos da Europa revelados me Abril, a OASRS refere que um em cada seis arquitectos europeus ficou sem trabalho desde Setembro de 2008 e que um em cada três ateliers reduziu o número de trabalhadores.

"Os casos de excepção não podem tornar-se regra, sobretudo quando estão em jogo dinheiros públicos", acrescenta a Ordem

in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1326615&seccao=Arquitectura

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Em causa concurso de Concepção de Recinto Desportivo no Sabugal

Sabugal: Ordem dos Arquitectos declara concurso público "inaceitável"

20.10.2009 - 18:29 Por Luísa Pinto

Pela terceira vez este ano, a Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos declarou como “inaceitável” um concurso público lançado por uma câmara municipal. Depois de sexta feira ter sido declarado como inaceitável o concurso para o projecto do Estádio Municipal de Meda, na Guarda, hoje foi a vez do concurso para a elaboração do estudo Global de Concepção do Recinto Desportivo do Soito, que abrange uma área de 8826 metros quadrados, organizado pela Câmara do Sabugal.

Em causa estão várias irregularidades, das quais sobressaem a escassez dos prazos dados aos concorrentes para elaborarem as propostas. A Câmara do Sabugal estipula o prazo de 12 dias de calendário, para a entrega dos trabalhos de concepção. “Assim sendo, todas as peças, escritas e desenhadas respeitantes aos trabalhos a desenvolver, e que inclui um Pavilhão Desportivo, Piscinas Exteriores de Utilização Pública, Zona de Recreio Infantil e Espaços Exteriores, teriam que ser apresentadas em doze dias, a contar do envio do anúncio para publicação em Diário da República. "A prática profissional da Arquitectura não se coaduna com um prazo impraticável e irrealista”, lê-se num comunicado divulgado pela Secção regional do Norte.

“Não estando salvaguardados os princípios da própria actividade profissional da Arquitectura, nem tão pouco os Princípios da efectiva Concorrência e da Defesa do Interesse Público, a OASRN, ao declarar este concurso como inaceitável, considera que os Membros da Ordem dos Arquitectos não devem, em qualquer circunstância, apresentar-se como concorrentes ao referido concurso”, continua a ordem profissional.

Esta é a terceira vez que a secção regional presidida pela arquitecta Teresa Novais chama a atenção não só dos arquitectos, como de toda a opinião pública, para o facto de continuarem a ser lançados concursos públicos que levantam várias suspeitas de irregularidades. A primeira vez que o Pelouro de Encomenda desta secção (que escrutina diariamente os concursos que vão sendo lançados) detectou problemas, foi no concurso para a construção do Parque de Ciência e Tecnologia em Vila Real, organizado por uma associação cuja maioria pertence à Câmara Municipal de Vila real. Nessa altura, para além da declaração pública do concurso como "inaceitável", foram também alertados os arquitectos que aqueles que participassem nos concursos que tivessem este rótulo poderiam estar sujeitos as sanções disciplinares. Nestes dois ultimos casos, a "ameaça" de sanções disciplinares não é referida.

in http://www.publico.clix.pt/Local/sabugal-ordem-dos-arquitectos-declara-concurso-publico-inaceitavel_1406034

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É possível fazer boa arquitectura com orçamentos reduzidos?

A Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos (OASRS) foi à procura da resposta a esta pergunta, lançando um convite a todos os arquitectos portugueses: mostrem-nos os vossos projectos feitos com um orçamento reduzido, mas com "saber, criatividade e inteligência".

Foram seleccionadas 10 propostas que vão ser apresentadas em dois momentos. A primeira apresentação de cinco projectos vai ter lugar hoje, dia 12 de Novembro, às 21h, no Bar "À Margem", em Belém.

Os actuais tempos de crise económica e a progressiva escassez dos recursos naturais, levaram indubitavelmente a equacionar os conceitos e a vontade de construir.

-.Arquitectura Acessível.: Com orçamentos reduzidos, mas com saber, criatividade e inteligência é possível realizar projectos de grande qualidade arquitectónica, foi uma iniciativa tomada com o objectivo de conhecer e divulgar projectos (executados em obra) que se enquadrem neste tema.

Todos os usos/tipos de edifícios foram admitidos numa selecção onde foi obrigatório mencionar o custo final da obra. As propostas escolhidas serão apresentadas em formato de conferência/conversa, em que a apresentação de cada projecto não ultrapassa os 13 minutos.

São estes os primeiros cinco projectos de -.Arquitectura Acessível.:

- Apartamento no Bairro Alto, Lisboa (Manuel Belo + Nuno Silva)
- Casa em Barcelos (Rui Grazina)
- Apartamento RS, Setúbal (António Rosa da Silva)
- Máquina Invisível- Produções Fotográficas, Beato, Lisboa (Lara Seixo Rodrigues)
- Casa Soares, Lisboa (Nadir Bonaccorso Arquitectos)
A segunda sessão terá lugar dia 17 de Novembro.
A entrada é livre.

Toda a informação em www.oasrs.org

in http://www.universia.pt/servicos_net/informacao/noticia.jsp?noticia=55978

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“A dúvida não pode persistir”, diz o presidente da Ordem

Ordem quer que CML esclareça ranking de arquitectos que assinaram mais projectos

10.11.2009 - 23:32 Por José António Cerejo

O presidente da Ordem dos Arquitectos, João Rodeia, não está satisfeito com a forma como Manuel Salgado, vereador do Urbanismo na Câmara de Lisboa, arrumou a polémica da concentração em apenas quatro autores de centenas de processos de licenciamento entre 2004 e 2007. Como o PÚBLICO já noticiou, Salgado decidiu não levar por diante a “reapreciação jurídico-técnica” de todos esses dossiers – que a câmara deliberou mandar fazer em Janeiro de 2008 – por considerar a tarefa “impraticável”, devido à sua dimensão, uma vez que se tratava de “cerca de mil processos”.Nuno Ferreira Santos

Polémica sobre promiscuidade e assinaturas de favor está londe de deixar a Câmara de Lisboa

A questão foi levantada no relatório da sindicância aos serviços de Urbanismo e centrava-se no facto de o ranking dos arquitectos que mais projectos apresentaram à CML em 2006 ter à cabeça duas jovens (uma com 31 anos e outra com mais três ou quatro), ambas “com ligações familiares ou outras a antigos técnicos do município”. Para além destas recordistas, que subscreveram mais projectos do que ateliers com “dezenas de trabalhadores”, havia entre os dez primeiros dois octogenários, um deles que tem presentemente 84 anos.

Em meados do mês passado, Salgado adiantou que, afinal, o número de processos desses autores somava perto de 1200 no triénio em causa – sendo que o director municipal de Gestão Urbanística, Gabriel Cordeiro, corrigiu essa informação, reduzindo o número para cerca de 800, enquanto um mapa dos servicos contabilizava apenas 199. Há duas semanas, o mesmo director esclareceu em reunião de câmara que o número correcto andaria pelos 500, avançando uma série de explicações técnicas para tanta confusão.

Embora a sindicância não tenha identificado os quatro arquitectos, o PÚBLICO localizou-os e confirmou os seus nomes junto de Gabriel Cordeiro. As explicações ouvidas depois da boca de dois deles e a fraca credibilidade das informações camarárias, que nem sequer distinguem a natureza dos processos, ou a área de construção que envolvem, fazem, porém, pensar que as constatações feitas na sindicância podem ter várias leituras, que nem sempre passam pelo tráfico de influências ou outras ilegalidades.

Na perspectiva de João Rodeia todos estes factos reforçam a necessidade de “esclarecer cabalmente o assunto”, defendendo, como já tinha feito numa carta no PÚBLICO, “que os serviços da CML têm a responsabilidade e o dever de fazer cumprir a deliberação unanimemente aprovada pelo executivo”, porque “a dúvida não pode persistir” e “todos têm direito ao bom-nome” até prova em contrário.

Anteontem, Rodeia acrescentou que, ao contrário do que Salgado antes afirmou, a Ordem nunca recebeu nenhum pedido de colaboração da câmara para reanalisar os processos em causa, razão pela qual não o poderia ter rejeitado “por falta de meios”, como disse o vereador. “Informalmente foi-nos pedido para colaborarmos com a câmara na área dos licenciamentos, mas sobre este assunto nunca falámos”, concluiu. Gabriel Cordeiro, por seu turno, insistiu em que, embora não tenha sido ele a fazê-lo, “foi feito um contacto informal com alguém dos órgãos directivos da Ordem [sobre a reapreciação daqueles processos]”, que também não sabe quem seja.

Arquitectos visados dizem que a sindicância não retrata a realidade

Filha de um desenhador da CML já falecido e com dois familiares ao serviço da autarquia, com quem diz não ter quaisquer relações, uma das arquitectas apontadas como recordista insurge-se contra as suspeitas que o relatório lança sobre si e um irmão com quem trabalha. “Temos muitos processos porque somos jovens e modestos e fazemos de tudo: legalizações, restaurantes, esplanadas, propriedades horizontais, pequenos trabalhos que pouco têm a ver com arquitectura.” E o facto de o seu pai ter trabalhado no Urbanismo da câmara até há cinco anos e ter lá familiares não lhe facilita a angariação de clientes e a aprovação dos projectos? “De modo algum, basta ver as propostas de indeferimento que existem em muitos dos nossos projectos”, responde, ressalvando que o atelier que o pai teve “durante 40 anos” e a que deu continuidade tinha naturalmente a sua clientela. Em todo o caso, diz que aprova a ideia da Ordem de que os processos sejam reanalisados para esclarecer tudo. “Não receamos nada”, diz.

Já a outra técnica, que foi a número um em 2006, o PÚBLICO não a conseguiu contactar, mas confirmou que trabalhava para o atelier Newspace, do arquitecto Jorge Contreiras, que se demitiu da CML no decurso da sindicância e foi há pouco acusado de corrupção e outros crimes pelo Ministério Público, devido à sua intervenção em processos de várias empresas suas.

Quanto aos arquitectos octogenários, um deles confirmou que até há três anos assinava muitos projectos de restaurantes e bares – “coisas muitos simples” – que eram feitos por técnicos da CML que não os podiam assinar. “Não lhes levava nada, mas via se estava tudo bem”, salienta. “Além disso havia pelo menos um arquitecto na CML que falsificava a minha assinatura.” Segundo diz, o seu colega também octogenário “teve um AVC”, mas ainda “continua a assinar por outros porque está na miséria”.

in http://www.publico.clix.pt/Local/ordem-quer-que-cml-esclareca-ranking-de-arquitectos-que-assinaram-mais-projectos_1409275

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14:21 - 15.03.2012
Ordem dos Arquitectos sem dinheiro para lançar o laboratório experimental
A Ordem dos Arquitectos suspendeu, por razões financeiras, o projecto para uma sede regional do Porto, que funcionaria também como Centro de Arquitectura, Criatividade e Sustentabilidade, ou seja, como laboratório experimental na área da cultura urbana e arquitectónica.

O objectivo, que permitiria consolidar a imagem internacional da chamada “escola de arquitectura do Porto”, seria concretizado através da transformação de um edifício que a ordem profissional comprou entre 2002 e 2004, na rua de Álvares Cabral.

Justificando a suspensão do projecto, o relatório de actividades do Conselho Directivo Regional do Norte, referente a 2011, explica que uma candidatura da obra a fundos comunitários (programa QREN – ON2) continua sem resposta e acrescenta que a conjuntura económica nacional e internacional “não favorece qualquer situação de endividamento”.

O relatório de actividades será discutido esta quinta-feira à noite em assembleia-geral.


in http://porto24.pt/porto/15032012/ordem-dos-arquitectos-sem-dinheiro-para-lancar-o-laboratorio-experimental/

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Ordem dos Arquitectos quer revogação urgente do Código de Contratos Públicos

Publicado Sexta-Feira, 27 de Julho de 2012, às 18:12 | Por Lusa

A Ordem dos Arquitectos defendeu hoje a revogação urgente das mudanças ao Código dos Contratos Públicos (CCP), que alteram para 75 mil euros o limite máximo para a escolha em ajuste directo, o triplo do valor anteriormente definido.


Em declarações à agência Lusa, o presidente João Belo Rodeia explicou que a Ordem integrou, durante mais de um ano, com outras entidades, a Comissão de Acompanhamento ao Código dos Contratos Públicos com vista à revisão do diploma, mas esse trabalho “foi completamente desprezado”.

“O trabalho foi posto no lixo e aparecem agora umas alterações avulsas que nem sequer configuram o modelo que nós consideramos razoavelmente competente para a revisão do CCP”, criticou João Belo Rodeia.

De acordo com o responsável da Ordem, as alterações entretanto aprovadas, por publicação em Diário da República do decreto-lei 149/2012, trazem, entre outras, a “triplicação do valor para o qual é permitido o ajuste directo”, no âmbito de contratos de aquisição de planos, de projectos ou de criações conceptuais em arquitectura ou engenharia.

“Basta dizer que triplicar nos parece uma coisa completamente fora de bom senso e que significa que, a partir de agora, praticamente grande parte da encomenda em arquitectura pode ser feita sem concurso”, apontou o presidente da OA, acrescentando que estará em causa cerca de 80% das encomendas em arquitectura.

As críticas não se ficam por aqui e João Belo Rodeia apontou, por exemplo, “o regime de erros”, onde deixa de haver qualquer margem de erro e os projectos de arquitectura são vistos como “ciência exacta”, com a responsabilidade do erro “a ser imputada de forma desproporcionada aos arquitectos”.

Por outro lado, defendeu que “é perfeitamente inconcebível que o CCP continue a estabelecer que qualquer proposta pode configurar um valor 50% inferior ao preço base que é fixado”.

No entender da Ordem dos Arquitectos, estas alterações trazem a desvalorização e a desqualificação do trabalho, podendo isso significar que seja posta e causa a “qualidade do ambiente construído, ou seja, a segurança e o bem-estar dos cidadãos”.

“É por causa disto que nós manifestamos a nossa total discordância em relação ao decreto-lei e solicitamos que seja revisto, revogado e dever-se-á fazer então uma revisão competente e sustentada do Código dos Contratos Públicos”, sublinhou João Belo Rodeia.

O responsável da Ordem acrescentou ainda que, terminados os trabalhos da Comissão de Acompanhamento e entregues as suas conclusões ao Ministério da Economia, nunca foram informados das alterações agora publicadas.


http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=219019&codDep=17

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Nova direcção quer Jornal dos Arquitectos com mais jornalismo do que ensaio
 
ALEXANDRA PRADO COELHO 20/12/2012 - 10:03
 
Em 2013 e 2014 a revista será dirigida por André Tavares e Diogo Seixas Lopes, que querem trabalhar sobre "assuntos concretos da actualidade"
 
Pragmático, a preto-e-branco, directo ao assunto, mais jornalístico – o "Jornal dos Arquitectos" (JA) tem um novo projecto editorial para os próximos sete números, que sairão em 2013 e 2014.
 
André Tavares, o director, e Diogo Seixas Lopes, director-adjunto, venceram o concurso aberto pela Ordem dos Arquitectos para esta nova fase do JA, e substituem a equipa composta por Manuel Graça Dias e Ana Vaz Milheiro. Explicam que “o jornal quer ser uma revista de actualidade sobre assuntos concretos que resultam da profissão dos arquitectos”. Esses assuntos serão tratados “privilegiando o género jornalístico em detrimento do ensaio e de estruturas temáticas”. Visualmente, passará a ser a preto-e-branco, com projecto gráfico dos R2, e fotografias de Valter Vinagre, Nuno Cera e André Cepeda.
 
O novo JA “quer construir uma visão crítica sobre a transformação da cidade e da paisagem e aceder à dimensão propositiva que os arquitectos sempre conseguiram na sociedade”, explica Diogo Seixas Lopes. “Para tal, em vez de temas, quer falar dos conteúdos que a realidade tem para nos oferecer”. Em cada número serão também apresentados projectos não construídos, em construção, e já concluídos, para além de uma secção de crítica que vai para além do projecto, abrangendo outras áreas ligadas à arquitectura (exposições, livros, etc.).
 
A redacção, que o director-adjunto descreve como “estável e cúmplice”, é composta por Pedro Baía, Isabel Barbas, Pedro Campos Costa, Marta Labastida, Ivo Poças Martins, Rui Mendes, Paulo Moreira, Joaquim Moreno e Mariana Pestana.
 
O número zero desta nova fase tem uma capa só com texto, onde se lê que “a arquitectura é uma arte complexa” porque se cruza “com uma multiplicidade de interesses, muitas vezes contraditórios”. Está aberto o debate para se perceber como conjugar estes interesses para conseguir a melhor forma de transformar a cidade e a paisagem. A apresentação do novo JA aconteceu no dia 18, na galeria Carpe Diem, em Lisboa, tendo como convidado o curador britânico Justin McGuirk, vencedor do Leão de Ouro na Bienal de Arquitectura de Veneza 2012 e membro do conselho editorial da revista.  

 

http://www.publico.pt/cultura/noticia/nova-direccao-quer-jornal-dos-arquitectos-com-menos-ensaio-e-mais-jornalismo-1578092

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