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Lisboa | Edifício no Largo do Rato | Frederico Valsassina e Manuel Aires Mateus

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Largo do Rato
Polémico edifício perde comércio
18 | 11 | 2010 11.44H

Os autores do polémico edifício previsto para o Largo do Rato, cuja licença de construção foi chumbada duas vezes pela autarquia, reduziram o número de caves previstas, retiraram o comércio do rés-do-chão e fizeram alterações nas fachadas.Destak/Lusa | destak@destak.pt

Segundo disse à Lusa um dos autores do projeto, da responsabilidade dos arquitetos Frederico Valsassina e Manuel Aires Mateus, o projeto, alvo de dois chumbos do executivo autárquico, o último dos quais acabou por ser anulado, foi modificado.

“Foram feitas algumas alterações ao nível das fachadas, reduzidas as caves e retirámos o comércio do rés-do-chão”, disse à Lusa Manuel Aires Mateus.

O polémico edifício projetado para o gaveto formado pela Rua do Salitre, Rua Alexandre Herculano e Largo do Rato viu o projeto de arquitetura ser aprovado em 2005 pela então vereadora do Urbanismo, Eduarda Nalopeão, sem que tivesse sido discutido em reunião de câmara porque a autarca tinha essa prerrogativa.

Depois disso, já com o executivo liderado por António Costa, a licença de construção foi chumbada por duas vezes em reunião de câmara.

O último chumbo não foi comunicado ao requerente, retirando-lhe assim a possibilidade de se pronunciar, ao contrário do previsto no Código do Procedimento Administrativo.

Esta “falha técnica” por parte da autarquia acabou por ‘obrigar’ ao chumbo da revogação, começando tudo do zero e abrindo desta forma a porta a uma eventual negociação com os promotores do projeto, que entretanto já tinham interposto uma ação em tribunal contra os 11 vereadores que votaram contra, exigindo uma indemnização de cerca de 18 milhões de euros.

A exigência de um Plano de Pormenor para a zona foi um dos argumentos apresentados por alguns vereadores para justificar o chumbo. A mesma exigência já tinha sido apontada na sindicância efetuada aos serviços do Urbanismo da autarquia.

A agência Lusa contactou a Câmara de Lisboa e a promotora do projeto, a Arte Pura, para perceber se se mantinha ou não em tribunal a ação contra os vereadores e o pedido de indemnização, uma vez que o segundo chumbo já tinha sido anulado, mas não recebeu até ao momento qualquer resposta.


in http://cidadanialx.blogspot.com/search?updated-max=2010-11-27T15:32:00Z&max-results=20

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OASRS concorda com Câmara de Lisboa no licenciamento do edifício de Aires Mateus e Valsassina para o Rato
3 de Janeiro de 2011 às 14:35:30 por Ana Rita Sevilha

O Conselho Directivo Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos (OASRS) revelou em comunicado de imprensa que concorda com a decisão da autarquia de aprovar o licenciamento do projecto de autoria dos arquitectos Manuel Aires Mateus e Frederico Valsassina, situado no Largo do Rato.

“Parece-nos relevante estimular a regeneração do Largo do Rato, que é um espaço descaracterizado pelo nó viário complicado e agressivo que lhe serve de núcleo, numa perspectiva clara de pensar território”, sublinham.

No mesmo documento, a OASRS sublinha ainda que “as cidades devem servir e acolher os seus habitantes: evoluindo, desenvolvendo-se e adaptando-se às suas necessidades, quer por reacção – solucionando problemas existentes -, quer por antecipação – reflectindo sobre a sua dinâmica e novas realidades urbano-sociais. A Arquitectura, no seu âmbito alargado, visa mais do que a simples construção de edifícios, visa a resolução de problemas de carácter urbano, económico e social”.

Neste sentido, prossegue, “repovoar o centro da cidade, revitalizar áreas actualmente descaracterizadas e sem espaço público de qualidade, atrair e estimular futuros investimentos, são premissas para a evolução urbana e sustentável de Lisboa”.

Por outro lado, continua a mesma fonte, “os pareceres emitidos por equipas de técnicos especializados devem ser respeitados, sem descurar as posições de natureza eminentemente política que os possam condicionar e o Interesse Público que se lhes deverá sobrepor. A OASRS, não obstante a sua análise crítica, tem em consideração o trabalho desenvolvido por todos aqueles que avaliam a arquitectura e tomam decisões sobre a alteração das cidades porque representam entidades com responsabilidades, competências e legitimidade democrática para o efeito”.

A OASRS lembrou que há muito que acompanha este processo, tendo mesmo promovido, no passado dia 9 de Setembro de 2008 nas suas instalações, uma apresentação/debate aberta ao público dedicada exclusivamente a este projecto. A sessão contou com a participação dos arquitectos autores Manuel Aires Mateus e Frederico Valsassina que apresentaram e explicaram o projecto em detalhe, esclarecendo todas as dúvidas que lhes foram colocadas.

“As cidades exigem uma evolução pensada e projectada para o Homem. Há que equacionar a revitalização da cidade, num equiílibrio justo entre recuperação e novas construções, numa visão multidisciplinar”, concluí a Ordem dos Arquitectos.

via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1290469&page=11

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