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Arquitectura.pt


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Boa tarde... Gostaria de saber se alguém conhece a forma de passar um ficheiro de dwg para dwf mas com layers... Eu já converti...mas o problema está em não conseguir passar as layers... alguém sabe???:help: Obrigadaaaa...

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Vais às propriedades da impressora, na altura da "impressão"/conversão e especificas que queres com layers. Isto se usares a impressora dwfE6 do autocad - a melhor forma de fazer dwf's no autocad.

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Nas mesmas opções seleccionar a propriedade de compilar num só ficheiro. Depois tem que se usar o publish em vez do plot para que se possam enviar todos os layouts de uma só vez. Outra solução é imprimir uma folhade cada vez e depois abrir com o Autodesk Design Review e juntar todas. É só arrastar para dentro de um todos os outros ficheiros criados...

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Percebo de alguns assuntos sim. Desde que consiga ajudar estou disponivel... É para isso que cá estou. Eu também já tive desse lado e sem saber onde tirar as minhas dúvidas. HOje existem estes e outros espaços onde isto pode ser debatido e as dúvidas resolvidas... Até eu aprendo com as vossas dúvidas.... Obrigam-me a ir à procura das soluções. :(

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Guest DEF

Sobre o dwf, sugiro que instalem o Design review para poderem gerir os vossos ficheiros. podem abrir 2 dwf e através do drag and drop passar uma folha de um lado para outro... ou dentro de um ordenar a disposição das folhas.

Quanto à conversão/extracção/publicação em dwf, tenham em atenção (nas propriedades) se querem ou não incluir as informações dos layers.

O Design Review é gratuito e podem instalá-lo a partir de:
http://usa.autodesk.com/adsk/servlet/index?siteID=123112&id=4086277

Se, por exemplo, quiserem converter documentos de Word ou de outro software para DWF, terão de instalar o DWF writer (também de instalação gratuita):
http://usa.autodesk.com/adsk/servlet/index?id=10798343&siteID=123112

Vantagens do DWF para o pdf: uma delas é a possibilidade de medir distâncias, áreas e criar anotações que poderão circular por todo o processo de verificação de projecto. Se for com informação dos layers podem inclusive visualizar o ficheiro de acordo com a organização dos layers.
Agora, experimentem exportar um 3D? :(

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A CM Lisboa já o exige, e outras se seguirão. Pelo que vale a pena aprender a trabalhar com os DWF. Pessoalmente, prefiro o PDF, sempre é ISO. E a escolha do DWF não me parece assim tão inocente, uma vez que a coisa indica a origem do ficheiro. Não que eu tenha problemas com isso :whistle:

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A CM Lisboa já o exige, e outras se seguirão. Pelo que vale a pena aprender a trabalhar com os DWF. Pessoalmente, prefiro o PDF, sempre é ISO. E a escolha do DWF não me parece assim tão inocente, uma vez que a coisa indica a origem do ficheiro. Não que eu tenha problemas com isso :whistle:

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Guest DEF

Entre o pdf e o dwg, a forma de trabalhar é identica (imprimir). o dwf tem a grande vantagem que se consegue gerir os layers, vendo o que se pretende (se for exportado com essa informação), bem como medir comprimentos, areas, cotar, colocar anotações, enfim, uma quantidade de coisas que o pdf não permite. Se exportarem um 3D até conseguem navegar nesse projecto!

Da escolha do DWF ser ou não inocente, não sei... pois a verdade é que o dwf é muito mais versátil para projecto, o que me parece uma grande vantagem! Da origem do ficheiro, não indica nada, pois podemos converter documentos até do word para dwg (tal como se faz com o pdf... e também de forma gratuita); basta instalarem o dwf writer: http://usa.autodesk.com/adsk/servlet/index?id=10798343&siteID=123112). Escolher em pdf ou dwf parece-me indiferente; sabendo que o dwf só tras vantagens ao nível do projecto, porque não?

Experimentem e vão ver! :(

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Guest DEF

Entre o pdf e o dwg, a forma de trabalhar é identica (imprimir). o dwf tem a grande vantagem que se consegue gerir os layers, vendo o que se pretende (se for exportado com essa informação), bem como medir comprimentos, areas, cotar, colocar anotações, enfim, uma quantidade de coisas que o pdf não permite. Se exportarem um 3D até conseguem navegar nesse projecto!

Da escolha do DWF ser ou não inocente, não sei... pois a verdade é que o dwf é muito mais versátil para projecto, o que me parece uma grande vantagem! Da origem do ficheiro, não indica nada, pois podemos converter documentos até do word para dwg (tal como se faz com o pdf... e também de forma gratuita); basta instalarem o dwf writer: http://usa.autodesk.com/adsk/servlet/index?id=10798343&siteID=123112). Escolher em pdf ou dwf parece-me indiferente; sabendo que o dwf só tras vantagens ao nível do projecto, porque não?

Experimentem e vão ver! :(

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Já agora deixem-me acrescentar outra razão que levou à escolha do dwf sobre o pdf. O Adobe Acrobat que permite funções/operações similares ao Design review da Autodesk é pago, enquanto este último é totalmente gratuito. Para as Camaras Municipais acaba por significar uma redução efectiva nos custos do software. Além disso, partilhar os ficheiros em formato dwf é sempre uma mais valia até mesmo para projectos de especialidades que exigem sempre a base da arquitectura. Até agora a partilha de desenhos pelas diversas especialidades era feita através de ficheiros dwg que os engenheiros ou técnicos, escalavam, mudavam de sitio (coordenadas), e por vezes modificavam. Ora não é isso que se pretende durante este processo. Experimentem a passar a mandar os ficheiros das especialidades em dwf e obriguem os vossos técnicos a desenhar sobre esses desenhos (que são facilmente importados para cad) e depois voltem a importar a informação dos engenheiros/técnicos para os vossos ficheiros. Todos saem a ganhar. Os mails são mais leves, porque os ficheiros são mais leves. Garantem que o vosso trabalho não é alterado pelos técnicos. Garantem que a informação tecnica das especialidades é desenhado em layers próprias desses técnicos, garantindo melhor qualidade nos processos e melhor qualidade e organização dos projectos de coordenação (arquitectura, estabilidade e especialidades). Quem usa o revit tem também mais valias no uso da exportação via dwf, já que pode usar o mesmo sistema para coordenar e importar os dwg's das especialidades para os desenhos de projecto (modelo revit) e construir os desenhos de coordenação.

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Já agora deixem-me acrescentar outra razão que levou à escolha do dwf sobre o pdf. O Adobe Acrobat que permite funções/operações similares ao Design review da Autodesk é pago, enquanto este último é totalmente gratuito. Para as Camaras Municipais acaba por significar uma redução efectiva nos custos do software. Além disso, partilhar os ficheiros em formato dwf é sempre uma mais valia até mesmo para projectos de especialidades que exigem sempre a base da arquitectura. Até agora a partilha de desenhos pelas diversas especialidades era feita através de ficheiros dwg que os engenheiros ou técnicos, escalavam, mudavam de sitio (coordenadas), e por vezes modificavam. Ora não é isso que se pretende durante este processo. Experimentem a passar a mandar os ficheiros das especialidades em dwf e obriguem os vossos técnicos a desenhar sobre esses desenhos (que são facilmente importados para cad) e depois voltem a importar a informação dos engenheiros/técnicos para os vossos ficheiros. Todos saem a ganhar. Os mails são mais leves, porque os ficheiros são mais leves. Garantem que o vosso trabalho não é alterado pelos técnicos. Garantem que a informação tecnica das especialidades é desenhado em layers próprias desses técnicos, garantindo melhor qualidade nos processos e melhor qualidade e organização dos projectos de coordenação (arquitectura, estabilidade e especialidades). Quem usa o revit tem também mais valias no uso da exportação via dwf, já que pode usar o mesmo sistema para coordenar e importar os dwg's das especialidades para os desenhos de projecto (modelo revit) e construir os desenhos de coordenação.

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Nunca experimentei partilhar informação com engenheiros em DWF, porque fiquei com ideia de que a informação é raster, logo, sem grande precisão (a caixa de diálogo pergunta quantos DPI desejamos). Além de que ainda não consegui atinar com a escala, suponho que ainda vos vou pedir ajuda nisso. Mas vou tentar explorar mais a coisa, se os engenheiros também gostarem do formato, sempre se garante que vai o desenho exactamente como impresso, sem lixo desnecessário. E também aprecio quando as especialidades me são enviadas num ficheiro igual ao que enviei, às vezes tenho de andar a ajustar pilares, não sei o que os engenheiros lá fazem, às vezes os ficheiros não vêm com as mesmas exactas dimensões

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Nunca experimentei partilhar informação com engenheiros em DWF, porque fiquei com ideia de que a informação é raster, logo, sem grande precisão (a caixa de diálogo pergunta quantos DPI desejamos). Além de que ainda não consegui atinar com a escala, suponho que ainda vos vou pedir ajuda nisso. Mas vou tentar explorar mais a coisa, se os engenheiros também gostarem do formato, sempre se garante que vai o desenho exactamente como impresso, sem lixo desnecessário. E também aprecio quando as especialidades me são enviadas num ficheiro igual ao que enviei, às vezes tenho de andar a ajustar pilares, não sei o que os engenheiros lá fazem, às vezes os ficheiros não vêm com as mesmas exactas dimensões

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Guest DEF

garantido que vai como impresso e sem hipóteses de edição! A sensação que tenho é que o Design review imprime tudo ligeiramente mais escuro... mas quase imperceptível :( Eu costumo usar quando mando um processo para a câmara, ou quando entrego algo ao cliente, porque assim sei sempre o que entreguei e se precisar de outra cópia sei exactamente o que enviei... Das escalas só tens que ter cuidado que quando imprimires escolheres bem a escala e o tipo de folha.

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Guest DEF

garantido que vai como impresso e sem hipóteses de edição! A sensação que tenho é que o Design review imprime tudo ligeiramente mais escuro... mas quase imperceptível :( Eu costumo usar quando mando um processo para a câmara, ou quando entrego algo ao cliente, porque assim sei sempre o que entreguei e se precisar de outra cópia sei exactamente o que enviei... Das escalas só tens que ter cuidado que quando imprimires escolheres bem a escala e o tipo de folha.

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Na impressão corre tudo bem. Quando abro no Design Review e experimento medir, e cotar, saem valores em unidades estranhas. Já experimentei alterar as definições de unidades e continua na mesma

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Na impressão corre tudo bem. Quando abro no Design Review e experimento medir, e cotar, saem valores em unidades estranhas. Já experimentei alterar as definições de unidades e continua na mesma

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Apesar do formato dwf ser raster e precisar de definirmos os dpi's de resolução, quando importado para o autocad é possivel desenhar por cima de forma rigorosa, já que os osnaps estarão disponiveis. No inicio os engenheiros poderão não gostar da conversa, quando receberem os desenhos num formato não dwg, mas com o tempo o hábito faz o monge. Quando à definição dos dpi's, recomendo o uso de nunca menos de 1200dpi's, para que a qualidade e a definição nunca fiquem comprometidas durante medições feitas no design review. O design review é um software que faz as medições de forma aproximada e como tal, quanto mais dpi's tiver o ficheiro, mais precisão vai existir. As medições dão resultados sempre aproximados, mas geralmente a margem de erro é inferior a 1cm o que para medições camarárias ou medições pelo cliente é uma margem de erro suportável e sem significado. Quando se faz a impressão em dwf é preciso ter cuidado com as unidades do fichiero de origem. Muita gente usa o autocad como se não tivesse unidades, mas tem. Há que usar a opção metric e arbitrar que se desenha sempre em metros. Quando se faz a pagnação dos desenhos esta terá de ser feita em layout, com o layout desenhado em metros também, para que as escalas estejam sempre correctas. É errado desenhar em model numa unidade e no layout noutra unidade. è errado paginar em model. É errado andar a escalar desenhos para os ter à escala certa. Se não sabem usar o autocad devidamente façam um curso ou estudem um pouco o manual. Há muitos manuais disponiveis, incluindo em português. Um mau uso do autocad pode dar origem a unidades maradas nos desenhos gravados em dwf. Há que ter cuidado com estas coisas.

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