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Abrantes | Museu Ibérico de Arqueologia e Arte | Carrilho da Graça

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http-~~-//www.guiadacidade.com/gl/data/media/33/museuabrantes.jpg

A criação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte em Abrantes vai ser a aposta prioritária da câmara local na área da cultura nos próximos anos.

A preservação e divulgação de um valioso espólio arqueológico, baseado em peças anteriores à fundação de Portugal, está na origem da criação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes.

Pretende-se que o novo Museu Ibérico seja auto-suficiente e saiba articular-se num trabalho em rede e num circuito de descobertas histórico / patrimoniais integrando Abrantes e a sub-região no arco patrimonial norte de Lisboa, nomeadamente com centros monumentais, turísticos e religiosos de referência desde Sintra, Mafra, Óbidos, Caldas da Rainha, descendo por toda esta zona do Tejo, Almourol e Abrantes.

O Museu, a ser instalado no Edifício do Convento de S. Domingos, classificado "Imóvel de Interesse Público" no centro de Abrantes, vai integrar um centro de investigação em Arqueologia.

O novo Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, tem o projecto de arquitectura das instalações pelo Arquitecto Carrilho da Graça e o projecto museográfico pelo Professor Fernando António Batista Pereira.


in http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=artigos.index&artid=18073&distritoid=14

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Museu Ibérico de Arqueologia e Arte considerado projecto de interesse nacional

O ministro da cultura considerou que o futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, de Abrantes, “é um projecto de interesse nacional”, asseguran-do que o governo prestará um “contributo interessado e empe-nhado” na sua integração na Rede Nacional de Museus. José Pinto Ribeiro, que este ano pre-sidiu às cerimónias oficiais do dia da Cidade, assistiu à apre-sentação do projecto do museu cujo espólio arqueológico é anterior à fundação de Portugal.

O titular da pasta da cultura sublinhou ainda que “é impor-tante, mais do que o apoio do ministério da Cultura à sua criação, que este Museu Ibérico seja auto-suficiente e saiba articular-se num trabalho em rede e num circuito de desco-bertas histórico/patrimoniais integrando Abrantes e a sub-região no arco patrimonial norte de Lisboa, nomeadamente com centros monumentais, turísticos e religiosos de referência desde Sintra, Mafra, Óbidos, Caldas da Rainha, descendo por toda esta zona do Tejo, Almourol e Abrantes”.

Uma equipa formada por um arqueólogo, um museólogo e um arquitecto já delinearam as principais ideias que irão nortear o futuro museu. As cerimónias do Dia da Cidade, foram o mote para a apresentação ao minis-tro, aos convidados e à co-munidade do ante-projecto de arquitectura das instalações, pelo arquitecto Carrilho da Graça e o projecto museográfico pelo professor Fernando António Batista Pereira. Foi também exposta a maqueta do projecto, no local das cerimónias, nos Claustros do Convento de S. Domingos, local que vai ser reconvertido e ampliado para acolher este museu, que o presidente da Câmara assumiu ser “a aposta prioritária da Câmara na área da cultura nos próximos anos”. Considerando ser este “um projecto no qual Abrantes encontra a sua espe-cialização cultural que irá requalificar e redimensionar in-teiramente a imagem da cidade e a projectará no futuro”, Nelson de Carvalho sublinhou a vontade de ver o futuro Museu a reposicionar Abrantes no espa-ço dos museus europeus.

O futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte vai acolher o espólio arqueológico da Fundação Ernesto Lourenço Estrada. Uma colecção notável de objecto arqueológicos recolhidos em vários pontos da Península Ibérica ao longo de meio século por João Estrada. Também irá albergar a colecção de arte contemporânea doada pela pintora Maria Lucília Moita e a colecção legada pelo es-cultor João Charters de Almeida.

in http://www.jornalregional.com/?p=cfcd208495d565ef66e7dff9f98764da&distrito=&concelho=&op=noticia&n=751de59ae70079e36f7fb6a6f447ca29

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Gostava de anexar alguns atalhos para um blogue de Abrantes que contribui com a opinião de que a inserção do edifício escolhido para albergar o museu em questão, pela sua traça moderna, e pela sua envergadura, num castelo medieval, foi mal escolhida.

http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/67009.html

http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/63264.html

http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/35790.html

Não sei se posso subscrever esta visão da problemática exposta, pois não conheço a localização em concreto, mas estou convencido que com outros contributos de outros seguidores deste fórum, poderiamos formar uma melhor opinião sobre o assunto. Cumprimentos.

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Quero partilhar convosco umas imagens do que se pretende construir em Abrantes: o Museu Ibérico de Arqueologia. É uma ideia óptima, mas parece-me um projecto completamente fora de contexto.

Faz muito lembrar o pavilhão do conhecimento da Expo 98, mas no meio do centro histórico de Abrantes e, ainda por cima, na cumeeira, o que vai torná-lo visível a 40 km de distância, sem falar do facto que o volume vai ensombrar completamente o actual convento e biblioteca (de resto nota-se a dita sombra nas fotos).

Enfim, eu pensava que este género de arquitecturas já estava fora de moda…

Na imagem dá para ver a dimensão volumétrica quando comparada com o Convento de São Domingos. Ainda por cima este volume está montado sobre a muralha da fortaleza….

01 de Junho de 2009

Tive notícia de que o projecto para o Museu Ibérico está em fase de aprovação final. Não vamos falar de custos de projecto, nem de custos de construção, nem de custos de manutenção do museu, nem de quem os vai pagar… nem tão pouco vamos falar da crise! Vamos falar de informação, e vamos falar de democracia participativa, de participação cívica, em suma de cidadania!

Será que os abrantinos estão informados do que se prepara para ser construído no centro histórico da nossa cidade?... E se estão será que é esta a solução que querem? Penso, por isso, que é altura de incentivar a discussão pública, o debate e o reforço de uma atitude de verdadeira cidadania.

Em termos gerais, trata-se de um projecto – cuja maqueta esteve exposta na biblioteca – que tem a forma de um paralelepípedo e que, na sua base quadrada, terá cerca de 20 a 25 metros de lado, tendo uma altura aproximada de 30 metros, ou seja, correspondente a um edifício de 10 pisos. As fachadas não apresentam quaisquer janelas, varandas ou aberturas para o exterior, mas a cobertura, em terraço, parece indicar a existência de uma clarabóia.

Neste espaço vão ser colocadas as colecções de João Estrada, Maria Lucília Moita e João Charters de Almeida. São peças de grande valor e interesse artístico. Também servirá para albergar uma série de actividades museológicas que aqui se irão desenvolver.

Em conclusão, quero referir que este museu é de grande interesse para Abrantes, mas que os abrantinos não podem ficar alienados de um processo de decisão tão importante como este, que a sua opinião conta, é importante que se manifestem sobre os aspectos positivos e negativos que este edifício (um paralelepípedo com a altura de um prédio de 10 andares) irá ter na skyline, na silhueta da sua cidade, uma vez que o seu impacto visual irá para sempre alterar a vista da nossa cidade.

22 de Maio de 2009

Pareceu-me importante voltar a falar sobre o Museu Ibérico e sobre as consequências que esta construção vai ter sobre o visual e sobre a silhueta da cidade de Abrantes, assim sendo, aqui vai uma montagem da autoria da Arqª Beatriz Noronha, que pela sua exactidão nos permite visualizar o impacto deste edifício.

Acrescento ainda mais uma opinião de António Colaço, que é relevante, válida e que por isso transcrevo (retirada de://adufe.net/2008/09/abrantes-esquecam-isto-quanto-antes/), Colaço deixa o seguinte recado ao projectista:

«Senhor arquitecto - que de todo desconheço - autor do projecto, ponha lá os seus talentos ao serviço de um equipamento que nos faça sentir bem a todos, quer quando estivermos dentro do Museu - já viu, um Museu em degraus, dialogando com o rio, ele mesmo ibérico, quer quando estivermos a olhar Abrantes, de longe, e não ficarmos confrontado com o enorme pedregulho, qualquer coisa arremessada de uma distante Meca».

António Colaço tem toda a razão quando diz que o edifício deve respeitar as volumetrias em escada que caracterizam a cidade e ter um diálogo com o rio.

Em breve, voltaremos a este tema.


IN http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt

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O Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos em parceria com o Município de Abrantes vai organizar uma conferência sobre o Museu Ibérico de Arqueologia e Artes de Abrantes, no dia 25 de Junho pelas 18 horas com o Autor do Projecto Arquitecto João Luis Carrilho da Graça, a ter lugar na Igreja de Santa Maria do Castelo em Abrantes. A entrada é livre. Fonte: Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos

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Abrantes: PSD reclama 'suspensão imediata' de Museu Ibérico de Arqueologia por 'falta de estudos sérios'
Nacional

2009-07-05

Lusa

A concelhia social democrata de Abrantes reclamou hoje a “suspensão imediata de todas as decisões” sobre o futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA), pela “falta de estudos sérios”.

Com um investimento anunciado de 12 milhões de euros e projectado pelo arquitecto Carrilho da Graça, o MIAA prevê o restauro do actual Convento de São Domingos e a construção de uma torre com sete pisos e 33 metros de altura para acolher as colecções da Fundação Estrada, uma intervenção que promete alterar radicalmente a paisagem da cidade de Abrantes.

Santana-Maia Leonardo, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, disse à agência Lusa que “a proximidade das eleições autárquicas e a falta de estudos sérios sobre a viabilidade económica de um Museu com esta dimensão não foram efectuados”, pelo que propõe que as decisões sobre este tema sejam “suspensas de imediato”.

“As poucas discussões até agora havidas têm-se limitado a aspectos técnicos ligados ao projecto em si e, a nosso ver, um projecto desta dimensão exige a priori um estudo sério, fundamentado, rigoroso e detalhado sobre as condições do seu funcionamento, em termos de afluência esperada de públicos, receitas daí derivadas e caracterização desse mesmo público com vista a aquilatar dos benefícios ou não que o tecido económico e social da cidade poderá esperar”.

“Nada disso foi feito e uma análise custo/bene fício não se esgota apenas na possível auto-sustentatibilidade do Museu, mas alarga-se aos possíveis impactos económicos, de circulação, de hábitos culturais e outros, que possa vir a ter na comunidade onde se irá inserir”, acrescentou Santana-Maia.

O responsável social democrata afirmou à Lusa “saber” que “um Museu com esta volumetria e impacto visual faz a delícia dos políticos, dos arquitectos e das grandes construtoras”.

“Mas”, acrescentou, “para nós, o Museu só faz sentido se for uma mais valia para a cidade e para os comerciantes e que não hipoteque o futuro da cidade e do centro histórico”.

Para Isilda Jana, vereadora com o pelouro da Cultura na Câmara de Abrantes (PS), “não restam dúvidas da mais valia deste projecto. O MIAA foi aprovado pelo próprio PSD em sede de executivo e assembleia municipal, e o estudo prévio já foi aprovado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), e com rasgados elogios”.

Segundo acrescentou, “quando surge uma coisa nova, que implica arrojo e mudança, há sempre alguém que se mostra contra, ou à boa maneira dos ‘velhos do Restelo’ ou então por puro eleitoralismo”.

“O MIAA é um projecto decisivo para a cidade e para a região e estas vozes dissonantes só surgem para ganharem protagonismo, atendendo ao calendário eleitoral”, afirmou.


in http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=10764


Petição contra construção do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes


Uma petição com o objectivo de fazer suspender todas as resoluções relativas à construção do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (MIAA), foi posta a circular on-line tendo recolhido 550 assinaturas no espaço de uma semana.

A petição, a que se pode aceder em www.gopetition.com/, pede que o projecto seja ‘repensado’ assentando em quatro pressupostos que apontam para a ‘excessiva altura” da torre que vai albergar o Museu e reclamando pela ‘suspenção camarária de todas as resoluções sobre a sua construção.

A petição pede que a campanha autárquica se centre na discussão do projecto e que seja suscitado um referendo local sobre a matéria, a realizar em Assembleia Municipal pós-eleições autárquicas.

Segundo disse à agência Lusa o autor e primeiro subscritor da petição, José Carreiras, a petição “reivindica uma decisão democrática sobre o MIAA, uma vez que a autarquia não tem legitimidade para impor em fim de mandato, e sem um verdadeiro debate público, um projecto que terá um enorme impacto sobre a cidade e que merece as maiores dúvidas e objecções dos abrantinos”.

A discussão sobre este projecto, continuou, “deve ser retirada imediatamente da esfera da discussão especializada porque antes da arquitectura, o que está em causa é urbanismo e democracia. Não podemos aceitar uma civitas imposta e não discutida”.

Promovido pela Câmara Municipal de Abrantes e pela Fundação Estrada, o MIAA tem o propósito de apresentar as colecções de Arqueologia, de História e de Arte, desde a Pré-História até à Época Contemporânea, reunidas pelas duas instituições.

Com um orçamento previsto na ordem dos 12,5 milhões de euros, o arquitecto Carrilho da Graça, autor do projecto, disse à agência Lusa que, ao projectar o Museu, procurou “a maneira mais interessante de expor a colecção” tendo chegado à conclusão que a melhor forma de o fazer seria “uma torre que conciliasse a beleza da cidade e da paisagem, com a intensidade dos objectos a expor”.

O projecto, já aprovado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) “é uma obra que vai alterar radicalmente a paisagem da cidade de Abrantes, vai permitir uma vista privilegiada para vários pontos da cidade e vai constituir-se como um novo ex-libris da região”.

“Na petição que circula há um aspecto que desagrada, disse Carrilho da Graça, tendo afirmado que “a caricaturagem do projecto e a sua divulgação com fotomontagens totalmente incorrectas não é admissível”.

Segundo acrescentou, “essa eventual polémica está a ser baseada em representações caricaturais de projecto, das quais eu discordo, e é natural que as pessoas que não conhecem o projecto fiquem com má impressão ao ver aquela imagem e que o considerem um atentado ao património”.

“O meu ponto de vista não é esse, estou disponível para explicar o projecto as vezes que forem necessárias mas não posso é desmontar as caricaturas que são feitas do Museu, a não ser judicialmente ou através da Ordem dos Arquitectos”, disse Carrilho da Graça, afirmando-se “bastante convicto” do que está a fazer.


in http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=31929&idSeccao=479&Action=noticia

Petição na Internet exige que o projecto não passe do papel e que se faça um referendo

Futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes já causa polémica

Arquitecto Carrilho da Graça diz que “a caricaturagem do projecto e a sua divulgação com fotomontagens totalmente incorrectas não é admissível”.

O Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (MIAA), que vai nascer junto ao Convento de S. Domingos, no centro histórico da cidade, ainda não saiu do papel mas já suscita polémica e reacções na cidade. Na Internet circula uma petição que visa suspender todas as resoluções relativas à construção e recolheu 550 assinaturas numa semana. A petição, a que se pode aceder em www.gopetition.com/, pede que o projecto seja ‘repensado’ assentando em quatro pressupostos que apontam para a ‘excessiva altura” da torre (equivalente a dez andares) que vai albergar o museu e reclamando pela ‘suspensão camarária de todas as resoluções sobre a sua construção.

A petição pede que a campanha autárquica se centre na discussão do projecto e que seja suscitado um referendo local sobre a matéria, após as eleições autárquicas. O autor e primeiro subscritor da petição, José Carreiras, diz que a iniciativa “reivindica uma decisão democrática sobre o MIAA, uma vez que a autarquia não tem legitimidade para impor em fim de mandato, e sem um verdadeiro debate público, um projecto que terá um enorme impacto sobre a cidade e que merece as maiores dúvidas e objecções dos abrantinos”.

A discussão sobre este projecto “deve ser retirada imediatamente da esfera da discussão especializada porque antes da arquitectura, o que está em causa é urbanismo e democracia. Não podemos aceitar uma civitas imposta e não discutida”, alega José Carreiras.

Do outro lado da barricada, o candidato do CDS/PP à presidência da Câmara de Abrantes veio a terreiro afirmar que “a obra criativa do arquitecto Carrilho da Graça, que ganhou o Prémio Pessoa em 2008, será sempre uma mais valia para o concelho de Abrantes”. E João Pico vai mais longe: “Todas as formas que passam pela caricatura abjecta do seu projecto não podem acolher o aplauso de ninguém responsável”.

“Na obra de Carrilho da Graça não há lugar a contestações que possam ferir a sua liberdade criativa. Tão pouco, nesse quadro de contestação ao arquitecto, cabem outras críticas, nomeadamente do custo do projecto e do seu financiamento. Essa questão é política e como tal só tem cabimento dentro da discussão e debate inerente à campanha autárquica”, advoga João Pico.

Já o candidato do PSD, Santana Maia Leonardo, defende que as decisões sobre o assunto sejam suspensas dada a proximidade das eleições autárquicas e alegando que não foram feitos estudos sérios sobre a viabilidade económica de um museu com essa dimensão. “As (poucas) discussões até agora havidas têm-se limitado a aspectos técnicos ligados ao projecto em si”, diz o candidato.

”Ora, a nosso ver, um projecto desta dimensão exige a priori um estudo sério, fundamentado, rigoroso e detalhado sobre as condições do seu funcionamento, em termos de afluência esperada de públicos, receitas daí derivadas e caracterização desse mesmo público com vista a aquilatar dos benefícios ou não que o tecido económico e social da cidade poderá esperar”, acrescenta Santana Maia.


in http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=399&id=55341&idSeccao=6048&Action=noticia

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Arquivo: Edição de 17-06-2010
Sociedade

Dia da Cidade marcado por iniciativas culturais e pela visita do secretário de Estado dessa área
Concurso para construção de museu ibérico em Abrantes pronto a ser lançado

O lançamento da edição fac-similada do Foral de Abrantes, de 1510, e a exposição de antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte assinalaram segunda-feira, em Abrantes, o Dia da Cidade. Elevada a cidade a 14 de Junho de 1906, as comemorações deste ano foram marcadas pela temática da cultura, com dois momentos que “visam posicionar Abrantes na rota dos grandes destinos culturais, científicos e pedagógicos”, afirmou a presidente da autarquia. Segundo Maria do Céu Albuquerque (PS), “um momento alto” foi a inauguração da exposição do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA), com a presença do secretário de Estado da Cultura, Elísio Sumavielle.

Com um investimento estimado de 13 milhões de euros, o MIAA vai acolher o espólio arqueológico da Fundação Ernesto Estrada, uma colecção de cerca de 5 mil peças arqueológicas referentes ao período anterior à fundação da nacionalidade e relacionados com a Lusitânia, recolhidas pelo abrantino João Estrada (presidente da fundação) ao longo de meio século, em vários pontos da Península Ibérica.

A presidente da Câmara de Abrantes anunciou nas cerimónias que se encontra pronto a ser lançado o concurso público para a realização das obras de reabilitação do Convento de São Domingos e construção do novo edifício que vai albergar o futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes. Um projecto do arquitecto Carrilho da Graça que tem suscitado polémica devido às suas dimensões. Trata-se de um edifício em forma de paralelepípedo com cerca de trinta metros de altura, sem janelas, que ocupará grande parte da cerca do Convento de S. Domingos e vai marcar a imagem da cidade.

Além do espólio da Fundação, o futuro Museu irá também albergar as obras doadas ao município pela pintora Maria Lucília Moita e pelo escultor Charters de Almeida, num total de doze colecções. Uma delas será formada por artefactos arqueológicos pré e proto-históricos em pedra, cerâmica, bronze e outros materiais que representam a vida económica e social de várias culturas e povos que viveram no território que hoje é Portugal.

O futuro museu irá incluir colecções de numismática, arquitectura romana, medieval e moderna, arte sacra dos séculos XVI a XVIII, relógios de várias épocas e uma exposição de arqueologia e história local, para além de ourivesaria ibérica com artigos recolhidos no que foi o antigo território da Lusitânia.

Com projecto do arquitecto Carrilho da Graça, já aprovado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico mas que tem gerado contestação na cidade, o futuro MIAA ocupará o Convento de S. Domingos, no centro histórico da cidade, o que, segundo afirmou a presidente da câmara, “permitirá uma afirmação cultural muito forte no contexto nacional e internacional, além da criação de um grande centro cultural que complementará as várias funções do centro histórico, como as residenciais, administrativas e comerciais”.

Não se comprometendo com apoios financeiros “em tempos de crise”, o secretário de Estado da Cultura afirmou que o projecto do MIAA “é um exemplo de boas práticas e de estratégia cultural” e “uma aposta ambiciosa, num tempo em que ousar é importante”. Associado ao Museu Ibérico, o espaço terá um centro de investigação que assegure a continuidade do estudo das colecções ali expostas e que sirva de pólo dinamizador de projectos de investigação e de parcerias com universidades, museus nacionais e estrangeiros.

Diga o que pensa sobre este Artigo. O seu comentário será enviado directamente para a redacção de O MIRANTE.


in http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=448&id=65650&idSeccao=7060&Action=noticia

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Cito a frase de JVS: "Enfim, eu pensava que este género de arquitecturas já estava fora de moda…" em relação ao Pavilhão do conhecimento e dos mares. Porém, com todo o respeito pelo autor, tenho de desconcordar daquela frase. O Pavilhão em questão, que já recebeu o prémio do júri “fad” 1999 (barcelona) e o prémio Valmor em 1998, parece-me quase ser uma obra intemporal e que é quase sempre descada com letra grandes no currículo do arquitecto, estando no lote de projectos que lhe valeu o prémio Pessoa 2008. Este prédio escultural, que me lebra de alguns projectos do arquitecto espanhol Campo Baeza, é para além de practico e funcional, uma peça que se adapta de forma perfeita com o enquadramento do Parque das Nações.

Falando sobre o projecto do museu, pouco sei, há pouca informação, mas muitas críticas, e eu francamente (e sendo um grando fã do arquitecto) espero que a imagem informatica esteja longe do projecto real, porque ao contrário do Pavilhão, será uma obra desinteressante e mal localizada. Penso no entanto que o projecto ficará melhor do que está a ser representado, e gostaria muito de ver imagens novas do museu, antes de fazer um comentário mais alargado.

Agradeço ao blog por oportunidades a todos(tenho 14 anos) e espero que continue actual e atento a cada novidade. Tenho um blog, onde ponho desenhos meus, e quem quiser visitar so tem de ir ao http://futuronopapel.wordpress.com/ onde vou recomeçar a postar projectos.

SR

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Cito a frase de JVS: "Enfim, eu pensava que este género de arquitecturas já estava fora de moda…"

SR


Desculpe mas o SR está equivocado. Eu não escrevi nada disso. O texto que voce pensa ser meu foi copiado dum blogue "Rexistir por Abrantes".

Alias desde há muitos anos que não opino sobre Arquitectura e eu gosto muito do Pavilhão do Conhecimento e é uma obra que deve ser analisada não só uma vez mas varias vezes ao longo da vida.

Peco ao SR AD que mude o texto pois está a equivocar outras pessoas.

Volto a citar o texto que o SR AD diz ser meu:

MUSEU IBÉRICO

por António Castelbranco

Quero partilhar convosco umas imagens do que se pretende construir em Abrantes: o Museu Ibérico de Arqueologia. É uma ideia óptima, mas parece-me um projecto completamente fora de contexto.

Faz muito lembrar o pavilhão do conhecimento da Expo 98, mas no meio do centro histórico de Abrantes e, ainda por cima, na cumeeira, o que vai torná-lo visível a 40 km de distância, sem falar do facto que o volume vai ensombrar completamente o actual convento e biblioteca (de resto nota-se a dita sombra nas fotos).

Enfim, eu pensava que este género de arquitecturas já estava fora de moda…

Na imagem dá para ver a dimensão volumétrica quando comparada com o Convento de São Domingos. Ainda por cima este volume está montado sobre a muralha da fortaleza….


in http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/67009.html

Essa frase que o SR AD diz ser minha tem autor que é António Castelbranco.

Espero que isto fique esclarecido porque odeio este tipo de equívocos.

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Sociedade 22 Out 2011, 00:11h
Câmara de Abrantes anuncia necessidade de construção faseada do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte


A Câmara de Abrantes anunciou esta sexta-feira, dia 21, não ter condições para construir o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA) nos moldes anunciados, afirmando que o mesmo vai ser edificado de forma faseada.

Em declarações à agência Lusa, à margem das II Jornadas Internacionais do MIAA, que se realizaram ontem em Abrantes, a presidente da autarquia, Maria do Céu Albuquerque, reafirmou a intenção de "honrar um conjunto de compromissos assumidos", mas referiu que, "atendendo à actual conjuntura, seria irresponsável" avançar para este investimento nos moldes em que estava previsto.

"Hoje não temos essas condições e não podemos de todo avançar com um investimento desta grandeza de uma só vez", vincou.

Promovido pelo município e pela Fundação Estrada, o MIAA tem o propósito de apresentar as colecções de arqueologia, de história e de arte, desde a pré-história até à época contemporânea, reunidas pelas duas instituições, e ainda duas colecções do escultor Charters de Almeida e da pintora Maria Lucília Moita.

Com um investimento inicialmente estimado de 13 milhões de euros e projecto desenhado pelo arquitecto Carrilho da Graça, a criação do MIAA implica a construção de uma torre de 27 metros para acolher as cerca de cinco mil peças que integram as colecções de ourivesaria, numismática, armaria, arquitectura romana, medieval e moderna e arte sacra dos séculos XVI a XVIII, entre outras colecções que Ernesto Estrada recolheu ao longo de meio século, e cujo acervo será cedido à Câmara de Abrantes através de protocolo.

Segundo Maria do Céu Albuquerque, o MIAA vai ser construído por duas fases, a primeira das quais englobando a requalificação e musealização do Convento de São Domingos, no âmbito de um projecto de regeneração urbana.

"A construção da torre vai ficar para uma segunda fase e avançará quando e se as condições o proporcionarem", referiu à Lusa, adiantando que o projecto MIAA está a ser "reequacionado" tendo em vista a requalificação do Convento de São Domingos e a sua capacidade de poder albergar exposições parciais das quatro colecções que o deverão integrar.

Céu Albuquerque disse ainda que o valor de construção do MIAA, "no âmbito da primeira fase", cifrar-se-á em montantes "muito inferiores" aos 13 milhões de euros anunciados.

"O projecto ainda está a ser ultimado mas custará bastante menos, talvez cinco milhões de euros, não mais, até porque a construção da torre ficará para mais tarde", vincou.


in http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=47968&idSeccao=479&Action=noticia


Abrantes recebe Exposição sobre a obra do Arquitecto Carrilho da Graça

Terça, 11 Outubro 2011 12:00 | Arte e Cultura

Dia 13 de Outubro, às 18h00, é inaugurada na Galeria Municipal de Arte de Abrantes a exposição «João Luís Carrilho da Graça. Obras recentes», organizada pela Ordem dos Arquitectos, através da Secção Regional do Sul e do Núcleo do Médio Tejo.

Seguir-se-á na Biblioteca Municipal António Botto, uma conferência sobre a obra do Arquitecto.

A exposição ficará patente ao público até 25 de Novembro, podendo ser visitada no horário da Galeria: de terça a sábado, da 10 às 12h30 e das 14 às 18h30.

Carrilho da Graça é licenciado pela Escola de Belas Artes de Lisboa, em 1977, ano em que iniciou a sua actividade profissional.

À sua obra foram atribuídos diversos prémios, nomeadamente: o título de “Chevalier des Arts et des Lettres” pela República Francesa em 2010; o “Prémio Pessoa” em 2008; o prémio da Bienal Internacional da Luz - Luzboa em 2004; o prémio “Secil” em 1994; a ordem de mérito da República Portuguesa em 1999 e o prémio da “Associação Internacional dos Críticos de Arte” em 1992.

Foi distinguido com o “Piranesi Prix de Rome”, em 2010, pela musealização da área arqueológica da Praça Nova do Castelo de São Jorge, o prémio “Fad” em 1999 e o prémio “Valmor” em 1998 pelo projecto do Pavilhão do Conhecimento dos Mares - Expo'98, o prémio “Secil” em 1994 pela Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa. Foi nomeado para o Prémio Europeu de Arquitectura “Mies Van der Rohe” em 1990, 1992, 1994, 2009, 2010 e 2011, neste último pela ponte pedonal sobre a Ribeira da Carpinteira e pela musealização da área arqueológica da Praça Nova do Castelo de São Jorge.

É o autor do projecto do futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, em Abrantes.


http://www.vaipassear.com/novidades/arte-e-cultura/item/1664-abrantes-recebe-exposi%C3%A7%C3%A3o-sobre-a-obra-do-arquitecto-carrilho-da-gra%C3%A7a

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