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Leiria | Pontes Pedonais sobre o rio Lis | MVRDV ARCHITEKTEN

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Pontes Pedonais sobre o rio Lis

Da autoria do atelier MVRDV, as pontes pedonais sobre o rio Lis são o primeiro projecto deste atelier em Portugal, que tem no seu portfolio empreendimentos como o Wozoco Housing, em Amesterdão, e o Pavilhão da Alemanha na Exposição Mundial de Hannover 2000. Neste projecto colaborou ainda a empresa Afassociados, consultores de engenharia, S.A.

Permitindo diversas ligações entre áreas urbanas diversificadas da cidade, o projecto das pontes pedonais sobre o rio Lis envolve a construção de 5 pontes:



• Ponte do Jardim de Santo Agostinho (Ponte Balcão)
• Ponte do Convento de Santo Agostinho (Ponte Bar)
• Ponte do Parque das Olhalvas (Ponte Pique-nique)
• Ponte do Mercado Municipal (Ponte Parque Infantil)
• Ponte do Parque de São Romão (Ponte Sofá)


Numa segunda fase, será ainda construída a Ponte dos Três Arcos, situada junto ao Jardim da Vala Real, estando o respectivo projecto concluído, tendo sido desenvolvido pelos mesmos projectistas.



Ponte do Jardim de Santo Agostinho (Ponte Balcão)


Ponte do Convento de Santo Agostinho (Ponte Bar)


Ponte do Parque das Olhalvas (Ponte Pique-nique)


Ponte do Mercado Municipal (Ponte Parque Infantil)


Ponte do Parque de São Romão (Ponte Sofá)

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Ponte do Mercado Municipal (Ponte Parque Infantil)... achei a mais interessante! Mas todas as outras pontes estão boas. A solução e a actividade alem de ser uma simples ponte, acho que é uma ideia muito boa. Não sei se isso já foi feito, mas mesmo que sim, não deixa de ser original.

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Na minha última visita a Leiria, à 2 anos, creio, passei precisamente por essa ponte-parque infantil. Desconhecia os autores, mas gostei bastante do conceito. Na altura estava ainda fechada à circulação, provavelmente por ainda não estar terminada, mas tinha todo o ar de estar acabada. Tenho algumas fotos tiradas lá, quando puder coloco cá.

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O mais interessante destes projectos é todo o conceito em volta deles. No Polis de Leiria focou-se o facto de o rio ser bastante desprezado pela cidade, sendo uma vala de águas sujas que dividia a cidade em 2. Todo o projecto Polis teve como objectivo revitalizar todas as áreas anexas ao rio e é neste contexto que surgem estas pontes pedonais. Convido desde já todos a visitarem Leiria e fazerem o percurso beira rio e igualmente as suas pontes.

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Muito interessante! Gosto bastante da ideia de uma ponte ter outra utilização que não uma mera transição entre 2 pontos. Acho muito importantes estes projectos que nos "obrigam" a ver o potencial além da função comum de um elemento ou projecto!

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tenho muito respeito por artistas plásticos, assim como por arquitectos acho óptimo que um arquitecto possa pintar e fazer uma instalaçãozita de ves em quando, no interva-o de uma casa e um hotel de charme, já acho mal que, a autarquia de leiria, querendo, pintar com volumes o rio liz chamem arquitectos e não artistas plásticos. a coisa vai dar ao mesmo, mas o MVRDV podiam ser trocados pelo CABRITA REIS e por um engenheiro de estruturas..ganhava a arte e não se perdia a arquitectura TEMOS ÓPTIMOS ARQUITECTOS NO NOSSO PAÍS, E UMA ARQUITECTURA PRÓPRIA, OBJECTO DE ADMIRAÇÃO POR TODOS O MUNDO....MAS COM ESTES EXEMPLOS, mais koolhas, hadid, por aí ESTAMOS A DESVIAR AS ATENÇÕES DOS NOSSOS ESTUDANTES DE ARQUITECTURA, PARA UMA ARQUITECTURA QUE O PAIS NÃO QUER, NÃO PRECISA E NÃO ADMIRA VAMOS LA VER SE A PRÓXIMA GERAÇÃO NÃO ESTA PERDIDA E AINDA SABE O QUE É O ESSENCIAL PARA A arquitectura ,

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das duas uma:
ou não percebi o que disseste, ou o que entendi desaprovo completamente.

Este projecto é um PORMENOR num programa inteiro de renovação das margens do rio Liz. O projecto é do Arquitecto José Charters Monteiro e pelo que sei da história a ideia foi de uma aluna de arquitectura.

Estas pontes são quase que como um puxador de uma porta, num projecto de uma casa inteira! Uma agulha na caixa de costura... não a caixa de costura inteira.

Vamos lá ver se isto fica esclarecido.

O que te posso dizer kwhyl, é que como estudante de arquitectura e pertencendo a essa próxima geração que mencionas, sei bastante bem o que para mim é essencial para a arquitectura.

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"Estas pontes são quase que como um puxador de uma porta, num projecto de uma casa inteira! Uma agulha na caixa de costura... não a caixa de costura inteira." 1. o projecto da caixa de costura até podia ser do príncipe Carlos (alias, que desenha umas belas aldeias ecológicas) que posso ter uma opinião pela aguilhina pequenina de cozer as meias não posso? 2. essa agulhinha, bonitinha e engraçada cumprio há muito a sua função de atravessamento e passou para outro domínio: cumprir entretenimento, função apelativa, engraçada, curiosa, para tal a minha questão é uma: O ARQUITECTO NÃO DEVIA ESTAR HABILITADO A DESENHAR PARQUES DE DIVERSOES MAS SIM COISAS BELAS E FUNCIONAIS, SÓ como tal, apenas dei a sugestão de se chamar o cabrita reis, chama-lhe INTEGRAÇÃO DAS ARTES como se fazia antigamente e se perdeu, infelizmente, o que se ganhou foi uma nova arquitectura desenraizada da sua natural vertente agora os MVRDV não são mais que artistas plásticos que sabem de estruturas e fazem coisas grandes que não caem, não gosto, ta? 3. ficou muito feliz por saberes o que é importante para ti na arquitectura, olha, eu ainda não sei, e espero nunca saber, pois o Távora morreu sem saber

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por acaso sou de perto da cidade em questão... algumas pontes encontram-se concluidas e outras não(bares/ pique-nique) há menos de 1 ano atrás. quanto aos arquitectos, eu conheço uma dupla de arquitectos paisagistas portugueses que participaram numa das partes do projecto(em termos de percurso na proximidade da piscina municipal e estádio) a ponte para os miudos, daquilo que vi(e muito ainda nao tava construido deste percurso à beira-rio) é das mai concorridas! quanto ao atelier(e acho que não foram os MVRDV, mas sim um dos elementos do grupo) acho-o muito interessante. para mim uma boa aposta. nós portugueses devemos ter influências e marcos no nosso caminho. e devemos,também, perceber como os projectos de grandes ateliers tem virtudes e deficiências in loco. se podemos ter a oportunidade de ter um "apontamento" deste atelier no nosso país. então que seja bem vindo. só assim seremos uma civilização da aldeia global, e só assim também nós poderemos ir para o exterior mostrar um pouco do que é nosso... abraço

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Caros colegas do forum aqui vão umas fotos para esclarecer melhor as coisas. Neste caso tratam-se de umas fotos da ponte bar acabada de ser lavadinha especialmente para a foto, mais tarde coloco as outras pontes. Esta ultima foto mostra um problema de manutenção, o lixo e a agua estão a infiltrar-se entre a estrutura vermelha em aço dos bancos e o tampão em plastico, segundo o homem que faz a limpeza não há forma de retirar essa sujidade dos bancos,infelismente estava com pressa e esqueci-me de tirar fotos de dentro da ponte para o exterior.

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Como frequentador assíduo das ruas leirienses agrada-me o facto do programa polis ter explorado diversas vias de requalificação de espaços, nomeadamente os atravessamentos ou conexões entre margens, as quais se encontravam um quanto que repelidas pelo desmazelo tido até então pelas águas do rio Lis. Desconhecia a autoria das pontes, mas apesar de algumas comportarem soluções formais pouco práticas ou eventualmente desviadas do contexto onde estão inseridas, a atitude conceptual e simultaneamente uma crítica aos modos de utilização que um mero local de passagem pode oferecer ao habitante, levam a reflexão acerca do modo como poderemos nós habitantes de um meio urbano, caracterizá-lo e aproveitá-lo de formas diferentes e usufruir dessa flexibilidade de utilizações, pois uma cidade deve ser antes de mais, um meio com uma estrutura-base concisa mas que seja elaborada em conformidade com o cidadão e com os possíveis hábitos futuros ou que seja necessário incutir-lhe e na efemeridade do amanhã, possibilitar uma metamorfose e/ou adaptação ao próprio meio ou malha nos quais este tipo de intervenções estão inseridas. Vou ver se passo pelas pontes brevemente com a máquina fotográfica para colocar aqui outras fotos.

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Confesso que costumo passar os fins de semana em Leiria, inclusive o apartamento pertence a um dos edifícios que se vê na foto mas nunca tive a disponibilidade mental para parar na ponte azul e observar com atenção. O que é certo, é quando desço para tomar o pequeno-almoço, já o parque está à pinha de crianças.

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