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Arquitectura.pt


Rui Fernandes

Sobreposiçao Lev. topografico/Implantaçao

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Deixo aqui uma dica para AutoCAD, quando quiserem fazer a sobreposição da implantação sobre o levantamento topográfico. Nada mais simples, basta criar duas VIEWPORTS uma com cada um dos desenhos em causa e sobrepo-los... rsrsr Assim se tiverem que alterar alguma coisa no projecto basta alterar na implantação e a planta de sobreposição fica actualizada, com a vantagem de terem sempre os desenhos separados e fáceis de editar.

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Nao sei se utilizas layouts de impressao, caso utilizes a ideia é quando crias a folha de impressao para a sobreposiçao criares duas VIEWPORT uma que mostras o levantamento topografico e a outra a implantação, num esquema idêntico ao de duas folhas de vegetal uma por cima da outra. Espero que possa ter esclarecido as duvidas existentes. Paubar, quanto á referencia discordo, devemos utiliza-las quando precisamos de uma peça em vários outros desenhos, para um só é exagerado, a vantagem das referencias é que alterando o original ele ira actualizar nos outros automaticamente, ai sim estamos a facilitar o trabalho.

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O teu processo é pratico, certamente mas o meu tb. Repara, o normal é o desenho topográfico existir no mesmo projecto, certo, mas num desenho diferente portanto eu limito-me a fazer uma xref para esse desenho do lev top e depois faço a implantação normal por cima depois utilizo a mesma xref para espaços exteriores e por aí fora de maneira que se torna simples. são só processos de trabalho diferentes mas ambos resultam com certeza

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Rui: eu costumo colocar todo o desenho um layer e gerar um bloco para que depois possa desenhar por cima sem o alterar, usando-o como referência. Penso que será algo do género... Paubar: Fiquei curioso em relação ao sistema que usas... já ouvi falar de xref mas nunca soube fazer isso, será que podias explicar mais em detalhe?

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bem é simples mas depende da versão de autocad que usas em geral fazes xref , indicas um ficheiro externo que vais "ligar" áquele desenho e já está é inserido o ficheiro externo e podes trabalhar como se ele fosse um bloco a diferença é que quando alteras o desenho original as alterações aparecem no teu desenho com xref. é pratico para multiplas coisas, diminuir o peso de desenhos as típicas molduras e legendas são utilizadas em multiplas firmas como xref já sei que não é a forma mais correcta mas é muito utilizada na pratica Quanto aos viewports é um processo de trabalhar em paperspace muito simples e efectivo na verdade

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O problema é quando envias o desenho para alguém tens que enviar a panóplia de desenhos, e quem os recebe ou junta tudo na mesma pasta ou tem que andar a carregar as referencias externas, caso não esteja associado ao desenho um PROJECTNAME. A minha filosofia de trabalho é concentrar ao máximo o trabalho e simplificar seja nos layers a utilizar seja recorrendo a blocos ou utilizando informação automática e paramétrica.

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asimplemind... a grande vantagem dos xrefs é a mesma que os blocos quando alteras a geometria esta ira actualizar-se em todos os desenhos que esta inserido. Exemplo:a planta de arquitectura é utilizada repetidamente para muitas outros projectos, sejam especialidades, mapa de acabamentos, mobiliário, enfim... ela serve de suporte para muitas outras coisas. Agora imagina que houve uma alteração na planta base, isso obrigava a substituir todos as plantas dos diferentes projectos, com o XREF basta alterares a planta base e ela irá ser actualizada nos outros desenhos. Para usar os XREF (nome do comando) insere esse desenho base a planta nos diferentes plantas de especialidades, depois qualquer alteração e feita no desenho base.

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Algo que ninguem, aparentemente não mencionou são os sistemas de coordenadas associados ao levant. topográfico como também ao desenho de implantaçao. que se não foram coincidentes de nada serve falarem em x-refs como em viewports, pois os desenhos nunca irao coincidir correctamente...

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Exactamente..contudo convinha explicar bem o que é o"conceito" que está por detras da utilização do paper space e a sobreposiçao de um projecto nosso sobre um levantmento topográfico, cuja a base de trabalho se situa no model space. E como deves saber, para quem não está bem ambientado com o autocad estas funcionalidades paperspace/viewport, podem criar uma certa confusao de inicio, tendo em conta que aí ja vamos jogar com escalas. Isto é só a minha opnião :rolleyes:

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Quando usava Autocad, usava o Levantamento em xref (até porque tinha de o entregar com o processo), e fazia um xclip na área em que levava com a implantação. Ou vários wipeouts, se a implantação fosse mais complicada. Embora não seja prático se se fizerem alterações à modelação do terreno

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O problema é quando envias o desenho para alguém tens que enviar a panóplia de desenhos, e quem os recebe ou junta tudo na mesma pasta ou tem que andar a carregar as referencias externas, caso não esteja associado ao desenho um PROJECTNAME.
A minha filosofia de trabalho é concentrar ao máximo o trabalho e simplificar seja nos layers a utilizar seja recorrendo a blocos ou utilizando informação automática e paramétrica.



Acho que o R14 tinha uma coisa chamada pack'n'go, precisamente para permitir enviar o ficheiro com tudo o que ele tivesse, xref's, fonts, shapes, etc

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E não é só prático nesses casos.... O que é certo é que toda a gente usa o AutoCAD à sua maneira, sem que haja uma normalização do processo. Não que a normalização de processos seja necessário, mas a arrumação das coisas parece-me necessária. Eu uso e abuso das referências externas e dos layouts, mas já vi de tudo (desde plotagens/paginações a partir do model, a milhares de desenhos no mesmo ficheiro, com milhares de folhas e páginas). Pois eu uso um desenho e só mesmo um desenho por cada ficheiro, e uso referências externas para sobrepor desenhos, ou criação dos desenhos de corte a alçado directamente sobre as plantas. O que eu ganho com este método? Tempo - assim sei sempre o que foi ou não foi actualizado nos desenhos que foram alterados Organização - tudo está no sitio certo e actualiza-se em caso de alteração em todos os locais correspondentes E ainda ganho desempenho dos computadores e do software utilizado, conduzindo a ganhar ainda mais tempo, já que se trata sempre de desenhos pequenos, leves e muito funcionais. A paginação fica, claro, nos layouts, para puder ter a escolha de escalas bem feito e ter total controle das peças técnicas e das legendas (uso textos automáticos) e referências cruzadas de paginação. Este sistema pode parecer complexo ou até exagerado, mas foi o sistema que sempre usei, desde que comecei a dominar o autocad como deve ser. Hoje já uso outros softwares que me garantem as mesmas flexibilidades (BIM's), mas se tivesse de voltar ao autocad seria assim que trabalharia...

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Pois eu uso um desenho e só mesmo um desenho por cada ficheiro, e uso referências externas para sobrepor desenhos, ou criação dos desenhos de corte a alçado directamente sobre as plantas.


Não há dúvida que cada cabeça sua sentença... eu dava em doido com esta metodologia!

but as they say... your mileage may vary :rolleyes:

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Não sei porquê.... :rolleyes: Eu prefiro este método que ter de andar com copy's, rotate's, ou andar a ter de trabalhar com ucs's ou ter de ter os desenhos de pernas para o ar e correr riscos de desligar layers que depois ficam para trás quando se copia ou move os desenhos de um lado para o outro. Com referências externas, não há desenhos de pernas para o ar, ucs's por vista, copy's e moves's constantes, ficheiros pesados, etc, etc, etc... Mas é mesmo assim... A vantagem do AutoCAD é que cada user o usa como quer e lhe apetece, sem que isso comprometa a sua produtividade...

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