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Arquitectura.pt


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Porto | Nova Praça de Lisboa | Nuno Merino | Pedro Balonas

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A byblos tinha como parceiro o BPN !:p Só tenho pena dos empregados que trabalhavam nesta livraria que eu achei sempre megalomana e que iria perder a "batalha" com a FNAC logo ao lado! Está à vista o resultado de quem quer subir alto e se esquece do paraquedas. Por isso estabeleci um paralelismo com o BPN, cada vez mais se percebe que os gestores em Portugal ganham mais do que valem!;)

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A byblos aqui em Lisboa estava no meu entender muito mal localizada, nem tinha metro á porta como acontece com as três fnac de Lisboa, nem estava intergrada num shopping a verdade é que só lá ia quem queria ir mesmo a Byblos, enquanto que na fnac as visitas acontecem com uma certa regularidade e ganha muito com a "compra por impulso". É uma pena porque de facto em termos de arquitectura tinha la livros dos quais já me esqueci e outros que nem sabia existirem enquanto que nas outras, mesmo na fnac é sempre mais do mesmo, podia ser de facto uma ancora para este projecto da praça de lisboa no Porto (o qual francamente não gosto nada) e aumentar o tipo de oferta literaria no Norte do Pais. Pode ser que alguem compre a ideia e monte de novo esta livraria em tempo de maior prosperidade la para 2014.

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Mas afinal o projecto e a ideia vai pra frente ou ficou na gaveta do dinheiro do sr. presidente da cámara??? Que outras soluções foram propostas para a praça triangular??? Quais os estudos feitos e conclusivos para chegar a uma concordata urbanística?? :margarida_beer:

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Porto: Obras de reabilitação da Praça de Lisboa podem começar dentro de um mês

por Agência Lusa, Publicado em 19 de Março de 2010

A empresa que vai reabilitar a Praça de Lisboa, no Porto, entregou quinta feira, na autarquia, os projetos necessários para iniciar as obras de demolição e reforço, esperando obter a licença e começar os trabalhos dentro de um mês.

“Entraram quinta feira, nos serviços da Câmara do Porto, os projetos das especialidades necessários para se poder iniciar as obras de demolição e reforço da estrutura existente. Se tudo correr como previsto, teremos a licença de obra no prazo de um mês”, adiantou hoje à Lusa José Santa Clara, diretor de expansão da Bragaparques, a empresa que lidera o projeto de reabilitação do espaço.

A primeira fase da obra, respeitante à demolição da estrutura existente e ao reforço do parque de estacionamento que existe por baixo poderá, então, avançar, refere o responsável da empresa que, com a John Neild Associados, constitui o consórcio UrbaClérigos, que gere o projeto.

“A obra será para avançar logo que tenhamos a licença", garante.

Só depois se avançará "com a construção da nova estrutura por cima”, observa o responsável, referindo que o prazo de um mês para a obtenção da licença é “estimado”, já que, dependendo da “celeridade dos serviços da autarquia”, a emissão da licença poderá demorar mais ou menos tempo.

Continua, no entanto, por definir quem vai ocupar a loja âncora da Praça de Lisboa, que esteve destinada à entretanto falida livraria Byblos.

Por esse motivo, não foram entregues na autarquia todos os projetos de especialidade, já que alguns estarão dependentes da ocupação do espaço, que pode ficar definido em breve.

“Alguns projetos dependem especificamente da futura ocupação do espaço, que é assunto que não está ainda fechado, mas que se espera fechar a breve prazo”, revelou o responsável.

Quando, em outubro, a Câmara do Porto aprovou o projeto de arquitectura, deixou a ressalva de que a aprovação ficará sem efeito caso não seja cumprido o prazo de seis meses para a entrega dos projetos de especialidade.

A UrbaClérigos foi o único concorrente a apresentar-se ao concurso público aberto pela Câmara Municipal do Porto em dezembro de 2006 para concessionar a Praça de Lisboa.

O projeto de reabilitação prevê um investimento de seis milhões de euros, ficando o consórcio com o direito de superfície do local durante 50 anos.

Previa-se que a livraria Byblos ocupasse grande parte do espaço comercial do projeto, funcionando como loja âncora do espaço, mas a insolvência da empresa tem atrasado o processo de reabilitação da Praça.

Desenvolvido pelo arquiteto Pedro Balonas, o projeto de arquitetura prevê a criação de uma estrutura em betão e vidro, fechada, com fachadas ondulantes, estando ali prevista a instalação do Pólo Zero da Federação Académica do Porto.

in http://www.ionline.pt/conteudo/51907-porto-obras-reabilitacao-da-praca-lisboa-podem-comecar-dentro-um-mes

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Praça de Lisboa reabre em 2011

Trabalhos preparatórios arrancaram ontem no Porto

2010-07-15

Marta Neves

A desmontagem de estruturas, que começou na Praça de Lisboa, no Porto, é a luz ao fundo do túnel. Quatro anos após o abandono do espaço, “as obras arrancam na segunda-feira”, avançou a Bragaparques. Pedro Balonas confirma que projecto fica pronto em 2011.

Nos próximos dois meses, serão esperados “muito pó e barulho” na Praça da Lisboa, no Porto, até porque o espaço, ladeado pela Torre dos Clérigos, “passará pela demolição de antigas estruturas, assim como pelo reforço dos alicerces”, confirmou, ao JN, José Santa Clara, director de expansão da empresa Bragaparques.

O mesmo responsável esclareceu que já ontem começaram “alguns trabalhos preparatórios” e que “o desmantelamento” de velhas construções terá início “na próxima segunda-feira”.

Já Francisco Rocha Antunes, da John Neil Associados, que juntamente com a Bragaparque constitui o consórcio UrbaClérigos, adiantou que, “depois do período inicial de desmontagem, avançará a construção da nova praça, que será um centro de restauração, cultura e lazer”.

“Por agora haverá um reforço de estruturas, pois terão de ser feitas verificações de controle porque não é suposto construirmos em cima do parque de estacionamento”, reiterou Francisco Rocha Antunes, lembrando que “estas não são as obras finais”.

Mesmo tendo que lidar com “algumas alterações ao projecto inicial”, o que terá “demorado muito tempo”, o responsável da John Neil Associados garantiu que a nova praça estará pronta no próximo ano. “É certo que este espaço único com várias estruturas, que não será uma galeria comercial, ficará pronta em 2011”.

“Dentro de um ano, claramente a intervenção estará concluída”, confirmou, ao JN, o arquitecto Pedro Balonas, salientando que o novo espaço “ficará completamente diferente daquele que é de má memória para a população”.

“Não haverá volumes no andar de cima e, por isso, vamos aproveitar toda a Praça de Lisboa, criando um espaço lúdico ao ar livre, com várias zonas de restauração no piso inferior”, descreveu o autor do projecto, frisando que o espaço “será uma extensão da Cordoaria que se deixará prolongar até à Rua das Carmelitas”.

Na lembrança dos comerciantes, vizinhos do antigo “Clérigos Shopping”, está a galeria comercial, inaugurada em 1991, que “nunca conseguiu cumprir os objectivos a que se propôs”.

“Desde que a praça ficou completamente vazia, em 2006, começou esta degradação. Desde então, temos vivido com os toxicodependentes frente à porta”, lamentou Florbela Silva, que viu a colocação de tapumes à volta da Praça de Lisboa “como uma forma do Município tapar os olhos à realidade que é vivida lá dentro”.

“É urgente que as autoridades façam alguma coisa”, alertou a lojista, consciente “que este cenário grave não traz gente à Baixa”.

Na Rua das Carmelitas, os comerciantes que possuem lojas no piso térreo do antigo centro comercial também aguardam com “ansiedade” a renovação da praça.

O JN tentou durante o dia de ontem ouvir a Câmara do Porto sobre este assunto, mas não obteve resposta em tempo útil.

in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1618501

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Praça de Lisboa reabre em 2011
Trabalhos preparatórios arrancaram ontem no Porto


A desmontagem de estruturas, que começou na Praça de Lisboa, no Porto, é a luz ao fundo do túnel. Quatro anos após o abandono do espaço, “as obras arrancam na segunda-feira”, avançou a Bragaparques. Pedro Balonas confirma que projecto fica pronto em 2011.

Nos próximos dois meses, serão esperados “muito pó e barulho” na Praça da Lisboa, no Porto, até porque o espaço, ladeado pela Torre dos Clérigos, “passará pela demolição de antigas estruturas, assim como pelo reforço dos alicerces”, confirmou, ao JN, José Santa Clara, director de expansão da empresa Bragaparques.

O mesmo responsável esclareceu que já ontem começaram “alguns trabalhos preparatórios” e que “o desmantelamento” de velhas construções terá início “na próxima segunda-feira”.

Já Francisco Rocha Antunes, da John Neil Associados, que juntamente com a Bragaparque constitui o consórcio UrbaClérigos, adiantou que, “depois do período inicial de desmontagem, avançará a construção da nova praça, que será um centro de restauração, cultura e lazer”.

“Por agora haverá um reforço de estruturas, pois terão de ser feitas verificações de controle porque não é suposto construirmos em cima do parque de estacionamento”, reiterou Francisco Rocha Antunes, lembrando que “estas não são as obras finais”.

Mesmo tendo que lidar com “algumas alterações ao projecto inicial”, o que terá “demorado muito tempo”, o responsável da John Neil Associados garantiu que a nova praça estará pronta no próximo ano. “É certo que este espaço único com várias estruturas, que não será uma galeria comercial, ficará pronta em 2011”.

“Dentro de um ano, claramente a intervenção estará concluída”, confirmou, ao JN, o arquitecto Pedro Balonas, salientando que o novo espaço “ficará completamente diferente daquele que é de má memória para a população”.

“Não haverá volumes no andar de cima e, por isso, vamos aproveitar toda a Praça de Lisboa, criando um espaço lúdico ao ar livre, com várias zonas de restauração no piso inferior”, descreveu o autor do projecto, frisando que o espaço “será uma extensão da Cordoaria que se deixará prolongar até à Rua das Carmelitas”.

Na lembrança dos comerciantes, vizinhos do antigo “Clérigos Shopping”, está a galeria comercial, inaugurada em 1991, que “nunca conseguiu cumprir os objectivos a que se propôs”.

“Desde que a praça ficou completamente vazia, em 2006, começou esta degradação. Desde então, temos vivido com os toxicodependentes frente à porta”, lamentou Florbela Silva, que viu a colocação de tapumes à volta da Praça de Lisboa “como uma forma do Município tapar os olhos à realidade que é vivida lá dentro”.

“É urgente que as autoridades façam alguma coisa”, alertou a lojista, consciente “que este cenário grave não traz gente à Baixa”.

Na Rua das Carmelitas, os comerciantes que possuem lojas no piso térreo do antigo centro comercial também aguardam com “ansiedade” a renovação da praça.

O JN tentou durante o dia de ontem ouvir a Câmara do Porto sobre este assunto, mas não obteve resposta em tempo útil.


via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=929170&page=2


in "Público"


UrbaClérigos inicia obras na Praça de Lisboa para a semana


As obras de reabilitação da Praça de Lisboa, no Porto, começam no início da próxima semana, disse ontem à Lusa o director de expansão da Bragaparques, a empresa que lidera o projeto de recuperação. A empresa já tem nas mãos a "licença para início dos trabalhos de demolição e reforço de estrutura" do empreendimento e "as obras devem começar no início da próxima semana", adiantou José Santa Clara.


Em causa está a primeira fase da obra de reabilitação deste espaço no centro do Porto, respeitante à demolição da estrutura existente e ao reforço do parque de estacionamento por baixo. Ainda esta semana, devem realizar-se "alguns trabalhos de desmontagem de instalações", acrescentou o responsável da empresa que, com a John Neild Associados, constitui o consórcio UrbaClérigos, que gere o projecto.


Por definir continua a ocupação comercial do espaço, cuja loja-âncora chegou a estar destinada à entretanto falida Livraria Byblos. Assim, acrescenta José Santa Clara, os projectos das especialidades, relacionados com a futura ocupação do espaço, ainda não foram entregues à Câmara do Porto. A empresa entregou à autarquia, em Março deste ano, os projectos necessários para iniciar as obras de demolição e reforço da estrutura existente na Praça de Lisboa.


A UrbaClérigos foi o único concorrente a apresentar-se ao concurso público aberto pela Câmara Municipal do Porto em Dezembro de 2006 para concessionar a Praça de Lisboa. O projecto de reabilitação prevê um investimento de seis milhões de euros, ficando o consórcio com o direito de superfície do local durante 50 anos. Previa-se que a Livraria Byblos ocupasse grande parte do espaço comercial do projecto, funcionando como loja-âncora do espaço, mas a insolvência da empresa tem atrasado o processo de reabilitação da praça.


Desenvolvido pelo arquitecto Pedro Balonas, o projeto de arquitectura prevê a criação de uma estrutura em betão e vidro, fechada, com fachadas ondulantes, estando ali prevista a instalação do Pólo Zero da Federação Académica do Porto.



via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=929170&page=2

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Praça já tem projecto, mas faltou debate
Arquitectos querem cidade a discutir futuro da Praça de Lisboa
Por Pedro Rios

Imagem virtual do projecto de Pedro Balonas para a Praça de Lisboa. Foto: DR
Sabem que o tempo não volta para trás e que o que está feito está feito, mas não é por isso que o debate deve deixar de existir. Um colectivo de arquitectos lançou um concurso de ideias para a Praça de Lisboa que é também uma crítica à forma como os processos de reabilitação urbana estão a ser conduzidos no Porto.

Pedro Bismarck, um dos 6 arquitectos do colectivo Esta é a minha cidade?, lamenta a “ausência de debate” que, diz, tem pautado os processos lançados pela Câmara do Porto e pela Porto Vivo (os mercados do Bom Sucesso e do Bolhão são outros exemplos apontados).

“O projecto da cidade é colectivo. Quantas mais portas e janelas se abrirem para que a sociedade possa participar melhor”, diz ao P24.

Para Bismarck, o concurso para a Praça de Lisboa, lançado em 2007, foi “bastante complexo”. “Não era apenas um concurso de arquitectura. Englobava a concepção, o projecto, a manutenção e a exploração”, diz. Resultado: só apareceu um candidato, a Bragaparques.

Esta opção da autarquia levou também a que não houvesse um debate em torno do que deveria nascer na praça, um “espaço bastante importante da cidade, que está num sítio estratégico”. Com o concurso de ideias, o colectivo não procura projectos alternativos ao de Pedro Balonas, mas antes contribuições (de arquitectos, artistas ou simples cidadãos) para um debate que não aconteceu.

“Gerir cidade e fazer cidade não é gerir mercearias. Não é apenas uma questão de contas. Que pelo menos este concurso sirva de alerta”, afirma Pedro Bismarck. “Em Portugal continua a haver a ideia que os concursos de ideias só servem para perder tempo”.

Os interessados em participar no concurso de ideias têm até 31 de Maio para o fazer. O júri é composto pelo director do Museu de Serralves, João Fernandes, Catarina Portas, dona da loja A Vida Portuguesa, vizinha da praça, e os arquitectos Nuno Grande, Pedro Bandeira, e Pedro Bismarck.


in http://porto24.pt/vida/09042011/praca-lisboa-porto-no-rules-great-spot/

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Seis anos de atrasos na requalificação da Praça de Lisboa foram “oportunidade”

A renovação da Praça de Lisboa chega ao fim 6 anos depois de a UrbaClérigos ter sido a única concorrente ao concurso público lançado pela Câmara do Porto, mas a empresa considera que os obstáculos foram uma mais-valia.

“Foi bom para o projecto. Obrigou a repensar. O primeiro projecto era todo fechado, seria igual a todos os outros. Tivemos de avançar para uma ideia de arquitectura que atraísse os lojistas”, observa Domingos Névoa, administrador da UrbaClérigos, detida pela Bragaparques.

As alterações aos planos iniciais começaram em 2008, pouco depois da apresentação pública do projecto, que indicava a livraria Byblos como espaço âncora do empreendimento.

Para Domingos Névoa, a falência da Byblos acabou por ser uma oportunidade para repensar tudo e melhorar a primeira proposta do arquitecto Pedro Balonas, que previa a criação de uma estrutura em betão e vidro, fechada, com fachadas ondulantes.

“O bom do projecto foi ligar 2 ruas inclinadas [a Rua S. Filipe Nery e a Rua das Carmelitas] com uma rua de nível e fazer de um prédio velho uma coisa bonita”, observa.

Na contabilidade dos ganhos com os atrasos soma-se a “transformação da parte de cima num espaço mais público e atraente”, refere o administrador.

O investimento inicial de 6 milhões de euros subiu para os 7 milhões porque a obra se revelou “muito difícil”, como muito trabalho ao nível do “reforço de estrutura e fundações”, acrescenta.

Chuva prejudicou obra já este ano
Em Janeiro, a UrbaClérigos já tinha definido o plano final para a requalificação da Praça, apontando para Junho a inauguração do “Passeio dos Clérigos”.

O “tempo” acabaria por trair os promotores: “A chuva prejudicou o desenvolvimento da obra. Um dia de chuva dá cabo de um mês de trabalho”, sustenta Domingos Névoa.

As obras começaram em Julho de 2010, quando a empresa obteve a “licença para início dos trabalhos de demolição e reforço de estrutura” do empreendimento e, em Novembro daquele ano, quando entregou à câmara do Porto os projectos de especialidades da recuperação, a UrbaClérigos apontava a conclusão da empreitada para “antes do Verão de 2011″.

A proposta da UrbaClérigos foi a única a ser apresentada no concurso público aberto pela Câmara do Porto, em Dezembro de 2006, para requalificar a Praça de Lisboa, onde o Clérigos Shopping, inaugurado na década de 90, estava praticamente ao abandono.

As negociações com a autarquia não foram fáceis e o município chegou a recusar as condições do consórcio, que se propunha a pagar apenas 100 euros mensais pela concessão do espaço situado no coração da cidade.

O acordo de concessão por 50 anos determina que a UrbaClérigos pague à autarquia 4% do valor das vendas, desde que estas ultrapassem 80% das vendas provisionais (o valor previsto para que o negócio seja equilibrado). No caso de não se atingir esse volume de vendas, a autarquia receberá apenas 0,5% das vendas.


http://porto24.pt/po...m-oportunidade/

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Praça pública com oliveiras centenárias, nova rua e galeria comercial abrem em setembro

Algumas das 50 oliveiras do futuro "Passeio dos Clérigos" têm séculos e já atraem a objetiva dos turistas, apesar de as obras para transformar a portuense Praça de Lisboa num espaço comercial "virado para a rua" só terminarem em setembro.

O investimento de sete milhões de euros da UrbaClérigos, vencedora do concurso público lançado em 2006 pela Câmara do Porto para requalificar e concessionar a Praça de Lisboa, no centro do Porto, deve estar concluído e pronto para inaugurar em setembro, adiantou à Lusa o administrador Domingos Névoa.

O topo do espaço, que já foi mercado, centro comercial e esteve anos ao abandono, está agora transformado numa praça das oliveiras: do Alentejo vieram 2500 quilos da espécie arbórea, instalada em canteiros em três mil metros quadrados de área para usufruto público e realização de eventos.


Fonte: http://www.destak.pt/artigo/129807-p...em-em-setembro

Fotografias de Tiago 20

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O novo Passeio dos Clérigos está a nascer na Praça de Lisboa.

Reinventámos o espaço acima do parque de estacionamento da Praça de Lisboa e apostámos numa nova relação aberta com a Cidade ao criar uma nova rua comercial pedonal que liga a Torre dos Clérigos à Livraria Lello. Criámos o Passeio dos Clérigos, a nova rua da Baixa do Porto.

Acreditamos que a nossa localização está no centro de atração da Baixa e que vamos contribuir para aumentar as razões por que cada vez mais residentes e turistas preferem a zona dos Clérigos para viverem e descobrirem o Porto.

Já contratámos os nossos inquilinos, aqueles que nos vão ajudar a fazer do Passeio dos Clérigos a nova localização comercial de prestígio da Baixa do Porto e estamos a preparar a abertura nos próximos meses, em data a anunciar oportunamente!




http://www.passeiodosclerigos.com/index.html



Imagem colocada


Projecto da UrbaClérigos: Investimento de seis milhões de euros requalifica baixa do Porto

A primeira fase das obras do Passeio dos Clérigos, o novo projecto comercial e de lazer que está a nascer na Praça de Lisboa, no Porto, já está concluída. Prontas as obras de estrutura, a UrbaClérigos – promotor do empreendimento – avança agora para a próxima etapa, prevendo inaugurar o espaço em Junho deste ano. O espaço de restauração terá assinatura “by Shis”.

Com um investimento de cerca de seis milhões de euros e uma área bruta locável de 3600 metros quadrados, o projecto, que resulta da reconversão de um espaço localizado numa zona privilegiada da baixa da cidade que se encontrava em adiantado estado de degradação, permitirá incutir uma nova dinâmica à histórica zona dos Clérigos, através de uma oferta comercial e de lazer completamente inovadora.

O “Passeio dos Clérigos” surgirá com uma arquitetura moderna e arrojada, que aposta num conceito de comércio de rua e privilegia a abertura do espaço à cidade. Para isso, está a ser criada uma nova e única passagem, idealizada como rua comercial pedonal a céu aberto, que oferece sombra ou abrigo, com o objetivo de assegurar um maior conforto aos clientes e transeuntes. A nova rua que nascerá no Porto ligará a Livraria Lello à Torre dos Clérigos.

Para além da profunda requalificação do parque de estacionamento subterrâneo, o projecto prevê ainda uma inovadora área ajardinada com cerca de 4.500 metros quadrados, que permitirá ultrapassar a lacuna de oferta de espaços verdes na baixa portuense. Pretende-se, por isso, que o novo espaço seja também um ponto de encontro, de lazer e de bem-estar para os portuenses, visitantes e turistas.

Em termos de mix comercial, o Passeio dos Clérigos inclui dez lojas, uma âncora de restauração já contratualizada com o conhecido espaço Shis e um café. As restantes oito terão ofertas de moda e de lazer. A UrbaClérigos já está em fase de comercialização dos espaços comerciais, que tornarão o “Passeio dos Clérigos” no novo pólo de atratividade e de referência numa das mais movimentadas zonas do centro histórico do Porto.

Com assinatura do gabinete de arquitetura balonas menano e projecto de engenharia da AFA Consult, o “Passeio dos Clérigos”, cuja responsabilidade de construção pertence à Rodrigues & Névoa, é um projeto imobiliário que resulta de uma parceria entre a John Neild & Associados e a UrbaClérigos, esta última pertencente à Bragaparques. Os operadores interessados em integrar o projeto devem canalizar os contactos através do sítio www.passeiodosclerigos.com.


http://www.engenhariaeconstrucao.com/2012/01/projecto-da-urbaclerigos-investimento.html

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