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Arquitectura.pt


gigi

Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha

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pois, ate ai eu sei, mas parece que me esta a falhar qualquer coisinha...


Mas que coisinha? Nao tenhas receio. Nao vais ser processado. Penso eu.:)

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se voces perdessem menos tempo a levantar falsas questoes, e mais tempo a debater os verdadeiros problemas da pratica de arquitectura em Portugal... Que a escolha do gabinete do Ricardo Bak Gordon para ajudar PMR fosse o maior dos problemas no evento que e' a construcao deste museu. francamente....

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Ivo, eu nao levantei falsa questao nenhuma, alguem postou aqui "sou contra o Bak Gordon", e eu simplesmente gostava de saber o que isso significa. quanto a debater as questoes da arquitectura em Portugal, da ultima vez que eu o tentei fazer, sobre a forma de discussao sobre a forma como a arquitectura se relaciona com a sociedade e economia do pais, practicamente so eu e o Kwhyl e que postamos. isto porque para uns as questoes da arquitectura sao os edificios, para outros sao as revistas, para outros e a arte, e para outros sao os boatos, mas a bem dizer, muito pouca gente esta preocupada com a verdadeira questao em si, o consumidor/utilizador/sociedade...

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Ivo, eu nao levantei falsa questao nenhuma, alguem postou aqui "sou contra o Bak Gordon", e eu simplesmente gostava de saber o que isso significa.

quanto a debater as questoes da arquitectura em Portugal, da ultima vez que eu o tentei fazer, sobre a forma de discussao sobre a forma como a arquitectura se relaciona com a sociedade e economia do pais, practicamente so eu e o Kwhyl e que postamos.

isto porque para uns as questoes da arquitectura sao os edificios, para outros sao as revistas, para outros e a arte, e para outros sao os boatos, mas a bem dizer, muito pouca gente esta preocupada com a verdadeira questao em si, o consumidor/utilizador/sociedade...


De acordo. Mas acerca da participacao do Bak Gordon nisto, qual e' o problema, se e' que ha' problema? Honestamente parece-me uma situacao normal, para la' de todas as decisoes de projecto e a hipotetica contestacao do mesmo...

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Para a grande maioria dos "cidadãos" que assinam a petição contra o novo Museu dos Coches, gostaria que o projecto do Mendes da Rocha fosse uma réplica do Palácio de Vila Viçosa!:)

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não fazia questão de assinalar uma opinião sobre este assunto, mas o leit motiv foi terem citado o meu nome como alguém que se preocupa com a relação da arquitectura com as pessoas, a cidade, a sociedade, o pais

pois é, e por gostar de ver este país andar para a frente, sou a favor do museu dos coches e de todas as apostas culturais promovidas para este pais

vivemos num pais em que a vertente cultural, criativa, patrimonial, arquitectónica e educativa para estas matérias, representa um valor baixissimo nos orçamentos de estado, nos orçamentos autárquicos e nem sequer estas questões são devidamente levantadas e incentivadas no nosso fraco sistema educativo.

o museu dos coches, e toda a sua discussão veio revelar que sempre que, e poucas vezes acontece, se promove a cultura e o património, um sem número de velhos do Restelo pseudo-tradicionais vem reclamar que o dinheiro não deve ser mal gasto na modernização, que as estruturas existem, que se ninguém usa é porque somos burros e atrasados, um cíclo vicioso de primeira ordem

ora, o museu dos coches é primeiro um grande investimento na revitalização de uma zona, já por si com uma grande camada turística, a sua construção virá despoletar um superior uso a uma zona.
o museu dos coches é assim um projecto âncora, diferente de muitos, porque não se instala numa zona a desenvolver, mas numa zona já desenvolvida.
o museu dos coches é uma aposta no desenvolvimento cultural e turístico apoiada na arquitectura.
a atribuição do projecto ao grande paulo mendes da rocha devia ser motivo de grande orgulho para todos os arquitectos e amantes de arquitectura portugueses. finalmente temos o grande mestre brasileiro a desenhar em Portugal, como temos o adjaye também em lisboa ou os SANAA e o Koolhas (discutivel) no Porto.
só discursos retrógrado e conservadores que não compreendem as mais valias da globalização podem por um lado questionar a obra e segundo, questionar o autor, por não ser português, esquecendo como é óbvio os nossos lá fora, quer aqueles que por mérito o fazem, ou aqueles que por falta de oportunidades imigram.

estou cheio desta discussão, todos aqueles que são contra parecem não querer, ou não compreender que o pais, desta forma pode andar para a frente
se com o museu berardo o turismo artístico já não acaba em Madrid, com o museu dos coches o turismo de arquitectura contemporânea já não acaba no Porto

e vender-se-ão muitos mais pasteis de nata

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obviamente que estou a ser injusto

apanha-se o avião para Lisboa, a baixa-chiado-bairro alto, a expo e Alvalade, os jerónimos e o Mendes da Rocha, dá-se um pulo a Évora ver a cidade e a nova escola de arquitectura, vira-se pa Sines para o Aires Mateus, volta-se a Lisboa, sobe-se a Coimbra para ver o Estado Novo e as margens do Rio e o Alves\Fernandez, vai-se Aveiro continuando-se a "estudar", e dorme-se mais umas noites no Porto e em Leça,ve-se o Siza e o Souto e ver-se-a a SANNA, e a baixa degradada e o rio depois continua-se a subir à capital da arquitectura ver os mestres e a Paula Santos e o Carrilho, desce-se ao centro histórico de Guimarães, como-se mais uma francesinha e apanha-se o avião para casa

o Paulo David e a Madeira fica para quem goste do verde e da água, que a casa das mudas(musas?) só por si não deve merecer o bilhete de avião

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Resposta à carta dos arquitectos
Opositores do novo Museu dos Coches defendem novo edifício para a Arqueologia Imagem colocada
24.03.2009 - 16h57 Alexandra Prado Coelho
A construção de um novo museu de Arqueologia seria uma alternativa ao projecto de um novo Museu dos Coches, em Belém, Lisboa, defende a Plataforma pelo Património Cultural (PPCult) numa carta aberta. A posição da PPCult surge em resposta a uma carta divulgada ontem em defesa do projecto do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha e assinada por duas centenas de personalidades, com destaque para os arquitectos Siza Vieira, Gonçalo Byrne, Eduardo Souto de Moura e Carrilho da Graça.

“Em nosso entender, o abandono da intenção de construção de um novo Museu dos Coches, ou a reprogramação do projecto já existente, não deve conduzir à paralisia, muito menos ao desperdício de verbas existentes para o efeito”, escrevem os responsáveis do PPCult, entre os quais Luís Raposo, presidente da Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e director do MNA, João Neto, presidente da Associação Portuguesa de Museologia (APOM) e José Aguiar, presidente da comissão nacional portuguesa do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS).

Defendem, por isso a “ discussão de uma alternativa de investimento” do capital disponível para o novo Museu dos Coches. Respondendo directamente aos arquitectos signatários da carta, o PPCult diz: “O vosso cavalo de batalha é um projecto de arquitectura e um arquitecto”, sublinhando que nada têm contra o projecto ou contra Paulo Mendes da Rocha. “Move-nos a exigência de uma política de património e museus democrática e esclarecida”, afirmam. Questionam, nomeadamente, que o novo edifício permita atingir o objectivo de aumentar para um milhão o número de visitantes do Museu dos Coches. É uma afirmação que, dizem, “vale tanto como a que foi feita em tempos de que o futuro Museu do Côa teria mais visitantes do que a Torre de Belém”.

Não excluindo que o investimento seja feito num novo museu de raiz – defendendo nesse caso que fosse o MNA – o PPCult admite contudo outra alternativa: “a requalificação extremamente necessária de alguns museus do Ministério da Cultura situados em Lisboa”, citando os casos de Arqueologia, Arte Contemporânea/Chiado, Arte Antiga, Azulejo ou Música.

Os responsáveis da plataforma dizem-se convictos da possibilidade de “discutir serenamente” o assunto com os signatários da carta em defesa do projecto dos Coches.

in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1370690&idCanal=14

Em anexo 4 paginas tiradas do blog Cidadania LX

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Museu dos Coches: Localização devia ter sido discutida antes de tomada a decisão - Siza Vieira

Lisboa, 26 Mar (Lusa) - O arquitecto Álvaro Siza Vieira desvalorizou hoje a polémica em torno do novo Museu dos Coches e afirmou que a discussão sobre a localização devia ter acontecido antes de se tomar uma decisão.

Lusa

15:48 Quinta-feira, 26 de Mar de 2009

Lisboa, 26 Mar (Lusa) - O arquitecto Álvaro Siza Vieira desvalorizou hoje a polémica em torno do novo Museu dos Coches e afirmou que a discussão sobre a localização devia ter acontecido antes de se tomar uma decisão.

"Houve uma altura em que foi tomada uma decisão e aí é que ela era de discutir. Agora, passado tanto tempo, projecto feito e tudo organizado, voltar atrás não entendo", disse o arquitecto, uma das 200 personalidades da área da Cultura que entrega esta semana ao primeiro-ministro uma carta a favor do novo projecto do Museu dos Coches.

A construção de um novo Museu dos Coches é contestada pela Plataforma pelo Património Cultural e pelo Fórum Cidadania alegando que o projecto é "desnecessário e impede que as verbas respectivas sejam aplicadas em projectos culturais de verdadeiro interesse público urgente".

"A construção de um novo Museu dos Coches não constitui de modo nenhum prioridade da política museológica nacional, possuindo mesmo um efeito devastador", refere uma petição dos dois organismos a circular na Internet.

"Acho que é mais uma polémica, como há tantas. Cada projecto importante tem uma polémica contra", disse hoje Álvaro Siza Vieira, que falava aos jornalistas à margem de uma visita guiada à futura Casa-Museu Júlio Pomar, em Lisboa, da qual assina o projecto arquitectónico.

Sobre o novo Museu dos Coches, o arquitecto referiu que é "um projecto de grande qualidade" e elogiou a futura localização, à beira rio.

"Sei que o projecto é levantado e portanto dá uma transparência em relação ao interior. É uma solução que usei há pouco tempo em Viana do Castelo", disse.

O novo Museu dos Coches, a inaugurar no final de 2010, é um projecto do arquitecto brasileiro Paulo Mendes Rocha e ficará instalado nas ex-Oficinas Gerais do Material do Exército, em Belém, onde actualmente funcionam os Serviços de Arqueologia.

O edifício, que ocupará 15.177 metros quadrados, foi apresentado como "um projecto-âncora da requalificação e revitalização da Frente Tejo de Lisboa".

O novo edifício - de linhas direitas, envidraçado do lado poente (virado para a Praça D. Afonso de Albuquerque) - disporá de uma área de apoio à manutenção dos coches, restaurantes e apoio ao visitante.

SS/NL.

Lusa/Fim


in http://aeiou.expresso.pt/museu-dos-coches-localizacao-devia-ter-sido-discutida-antes-de-tomada-a-decisao---siza-vieira=f505462

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Comunicado da Plataforma pelo Património Cultural, emitido ontem

Câmara de Lisboa "não pode" aprovar o novo Museu dos Coches, diz plataforma

06.06.2009 - 15h10 Alexandra Prado Coelho

A Plataforma pelo Património Cultural (PPCult) defendeu ontem, em comunicado, que a Câmara Municipal de Lisboa "não pode aprovar o novo Museu dos Coches" - um projecto que, lembra o PPCult, o presidente da autarquia, António Costa, já classificou como "desnecessário".

Num texto muito crítico, a plataforma lamenta que a CML se prepare "para quebrar da pior forma o seu silêncio comprometido, fazendo aprovar [a votação está agendada para terça-feira] uma resolução do vereador Manuel Salgado, na qual se propõe 'a homologação de parecer favorável condicionado ao projecto do novo Museu dos Coches".

Este parecer favorável surge depois de o arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha ter alterado o projecto, retirando o silo automóvel que estava planeado para a frente ribeirinha e que foi vetado pela CML.

O PPCult, cujo secretariado permanente é assegurado por Luís Raposo, director do Museu Nacional de Arqueologia, acusa também a CML de ter "permitido ao Estado o que a nenhum particular autorizaria", ou seja, "iniciar demolições e obras sem projectos aprovados" - numa referência às demolições já iniciadas nas antigas Oficinas Gerais de Material do Exército, na Avenida da Índia, onde será construído o novo Museu dos Coches.

O que a plataforma defende é que, antes de tomar uma decisão, a câmara participe no debate público sobre esta questão. "Pode até acontecer que se conclua [...] que o projecto [...] é aceitável, devendo apenas ser reprogramado nos seus conteúdos, por forma a respeitar não somente as prioridades de uma política cultural e museológica nacional, como as carências de oferta que se fazem sentir em Belém". O que está em causa, segundo o PPCult, "é a coerência nas políticas culturais e a sua relação com a construção da cidade".

in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1385438&idCanal=14




Proposta vai ser hoje debatida na Câmara de Lisboa

Helena Roseta defende consulta pública para novo Museu dos Coches

09.06.2009 - 07h41

A Câmara de Lisboa deve fazer “todas as diligências para que seja cumprido o direito à informação e à participação", defende Roseta a propósito do novo museu

A vereadora e arquitecta Helena Roseta vai propor, esta tarde, em reunião da Câmara de Lisboa que o projecto do novo Museu dos Coches seja submetido a consulta pública, de modo a que sejam ouvidos os cidadãos interessados e as entidades defensoras dos interesses que possam vir a ser afectados por este projecto”. Esta posição não é subscrita pelo vereador do Urbanismo, o também arquitecto Manuel Salgado, que irá propor um “parecer favorável condicionado” à obra.

Segundo Helena Roseta, eleita pelo Movimento Cidadão de Lisboa, “a Sociedade Frente Tejo S.A. não tem seguido os preceitos legais que obrigam à existência de concursos públicos para a adjudicação de projectos de obras públicas”, tendo o projecto em causa sido resultado de um ajuste directo realizado pelo Governo. “No fundo estamos perante uma contradição de fundo: ou a Sociedade Frente Tejo S.A. é uma entidade pública e então tem de se submeter ao código da contratação pública; ou a Sociedade Frente Tejo S.A. é uma empresa de direito privado e então não está isenta de licença nem de parecer vinculativo no quadro das medidas cautelares do Plano Verde”, argumenta, na proposta.

Helena Roseta considera que, em qualquer dos casos, a autarquia deve fazer “todas as diligências para que seja cumprido o direito à informação e à participação, inerente ao processo de planeamento territorial em Portugal e às regras comunitárias e nacionais sobre impacto ambiental”. Segundo a vereadora, a Câmara não deve “precipitar-se a dar um qualquer parecer sobre este projecto”. “O que não se pode questionar é o inegável interesse público de submeter a um amplo debate o projecto do futuro Museu dos Coches sobre o qual nos é pedido parecer”, defende.

Manuel Salgado vai propor, pelo seu lado, que a autarquia dê parecer favorável condicionado a vários aspectos. O vereador sublinha que “a obra a executar e a intervenção nos espaços exteriores devem reflectir as preocupações decorrentes das conclusões do parecer do Departamento de Protecção Civil”. Esse parecer concluiu que a área do museu apresenta vulnerabilidades ao nível de risco sísmico e de inundações.

A Sociedade Frente Tejo deve também, segundo Manuel Salgado, “submeter à apreciação dos serviços municipais um projecto de obra de urbanização da rede viária, para análise das alterações a efectuar no sistema viário local”. Entre essas alterações, o vereador destaca “a necessidade de se proceder ao reperfilamento da Avenida de Brasília”, obra cuja responsabilidade de execução e custos devem ser assumidos pela Sociedade Frente Tejo.

Salgado defende também que para a emissão de parecer favorável da autarquia a entidade responsável pelo museu terá de assegurar também a “manutenção e a gestão do espaço público da praça do Museu, bem como de todas as instalações pertencentes ao seu programa”.

in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1385823&idCanal=59


Lisboa: Futuro Museu dos Coches está em zona de risco sísmico e inundações - Protecção Civil

Lisboa, 08 Jun (Lusa) - O departamento de Protecção Civil da autarquia de Lisboa concluiu que o futuro Museu dos Coches está a ser construído numa zona vulnerável a sismos e inundações, de acordo com um parecer a que a Lusa teve acesso.

Lusa

18:33 Segunda-feira, 8 de Jun de 2009

Lisboa, 08 Jun (Lusa) - O departamento de Protecção Civil da autarquia de Lisboa concluiu que o futuro Museu dos Coches está a ser construído numa zona vulnerável a sismos e inundações, de acordo com um parecer a que a Lusa teve acesso.

A Câmara de Lisboa discute terça-feira uma proposta do vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), para que a autarquia dê "parecer favorável condicionado" ao projecto do novo Museu dos Coches.

"Geologicamente, a área de implantação do Novo Museu dos Coches localiza-se sobre terrenos pertencentes ao Complexo Vulcânico de Lisboa. Parte desta unidade encontra-se no entanto recoberta por uma sequência de aluviões e aterros, que são especialmente favoráveis a fenómenos de amplificação de efeitos sísmicos", lê-se no parecer.

A zona é descrita como apresentando "vulnerabilidade sísmica dos solos baixa na parte Norte da área de intervenção, e muito alta, na parte Sul, coincidente com as zonas de aterro e aluviões do Tejo".

A área não integra, contudo, as "áreas críticas de risco sísmico".

O Museu dos Coches ficará também instalado numa área considerada "vulnerável a situações de inundação por temporal", sendo "provável ocorrerem inundações" em caso de intensa precipitação e horas de "preia-mar".

Esta vulnerabilidade resulta da conjugação de diversos factores, nomeadamente a localização sobre um "sistema húmido", o facto de ser uma "área sujeita ao efeito de maré directo", de "percurso de antigas linhas de água e locais de foz", entre outros factores.

O parecer realça também que a área do novo Museu dos Coches está integrada na bacia de Alcântara, que possui uma rede de saneamento servida por "um sistema de colectores unitários que drenam simultaneamente águas domésticas e pluviais, de acordo com o princípio do escoamento com superfície livre".

O departamento de Protecção Civil refere ainda que a área "constitui um ponto de passagem de inúmeros transportes rodoviários de mercadorias perigosas, difíceis de contabilizar, mas com percursos preferenciais a atravessarem as principais vias presentes na área".

O novo Museu Nacional dos Coches, uma obra da Sociedade Frente Tejo concebida pelo arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, ocupará 15.117 metros quadrados e custará 31,5 milhões de euros, um investimento pago com contrapartidas do Casino de Lisboa.

A proposta do vereador do Urbanismo é a de emissão de parecer favorável condicionado.

Segundo Manuel Salgado, "a obra a executar e a intervenção nos espaços exteriores devem reflectir as preocupações decorrentes das conclusões do parecer do Departamento de Protecção Civil".

A Sociedade Frente Tejo deve também "submeter à apreciação dos serviços municipais um projecto de obra de urbanização da rede viária, para análise das alterações a efectuar no sistema viário local".

Entre essas alterações, Salgado destaca "a necessidade de se proceder ao reperfilamento da Avenida de Brasília", cuja responsabilidade de execução e custos devem ser assumidos pela Sociedade Frente Tejo.

"Os acertos aos pavimentos da praça do Museu devem ser efectuados no âmbito do projecto de especialidade de arranjos exteriores", acrescenta a proposta que determina ainda que os trabalhos arqueológicos, a realizar em obra, devem ser acompanhados pela Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo (DRCLVT).

Manuel Salgado faz igualmente depender a emissão de parecer favorável à entidade responsável pelo equipamento cultural assegurar a "manutenção e a gestão do espaço público da praça do Museu, bem como de todas as instalações pertencentes ao seu programa".

A Sociedade Frente Tejo deve ainda "promover o cumprimento das normas técnicas de acessibilidade", estabelece a proposta.

ACL/SO.

Lusa/Fim.

in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/519777


URBANISMO

Movimento de cidadania apelam ao chumbo do novo Museu dos Coches

08 | 06 | 2009 08.55H

A Câmara de Lisboa vai discutir amanhã o novo Museu Nacional dos Coches, projecto envolto em polémica e que já despertou muitas críticas.

Inês Santinhos Gonçalves | igoncalves@destak.pt

O Fórum Cidadania Lisboa, em comunicado ao Destak, lança um apelo para que a Câmara chumbe este projecto, considerando que ele sofre de «três problemas graves»: «quebra o equilíbrio urbanístico» daquela zona, «viola a ZPE [Zona de Protecção Especial] do Palácio de Belém» e «é totalmente inadequado para albergar uma colecção de coches».

O movimento de cidadãos, autor de diversas campanhas de sensibilização dos lisboetas, considera que as razões apresentadas para a construção deste novo museu «são altamente duvidosas e foram, oportunamente, objecto de pareceres negativos de quem de direito (LNEC, IPM, MNC, etc.)».

Criticam ainda «a forma como foi escolhido o arquitecto brasileiro para o projecto (...) sem concurso e, aparentemente, como contrapartida por um arquitecto português ter feito obra no Brasil» e o facto da cedência do novo espaço implicar «o despejo do Museu Nacional de Arqueologia». O Fórum Cidadania Lisboa conclui que «este projecto é um desperdício de dinheiros públicos» e é «ineficaz».

Museu «desnecessário»

A mesma opinião tem a Plataforma pelo Património Cultural (PPCult), uma organização interassociativa que reúne várias associa-ções portuguesas ligadas ao património cultural, que defendeu que a Câmara «não pode aprovar o novo Museu dos Coches», um projecto que o próprio António Costa já classificou de «desnecessário», relembra a PPCult.

Projecto âncora
O novo Museu dos Coches, da autoria do arquitecto Paulo Mendes da Rocha, deve ocupar os terrenos das antigas Oficinas Gerais do Exército, em Belém, onde actualmente funcionam os Serviços de Arqueologia que serão transferidos, na sua maioria, para a Cordoaria Nacional. Tem sido apresentado como um projecto-âncora da requalificação da Frente Tejo de Lisboa.

in http://www.destak.pt/artigos.php?art=31871


Lisboa: Cidadãos reclamam chumbo do projecto do novo Museu Nacional dos Coches

Lisboa, 07 Jun (Lusa) - O movimento Cidadania Lisboa apelou hoje à autarquia para chumbar terça-feira o projecto do novo Museu Nacional dos Coches por defender que o plano "quebra o equilíbrio urbanístico" e é "totalmente inadequado" àquele tipo de equipamento.

Lusa

19:20 Domingo, 7 de Jun de 2009

Lisboa, 07 Jun (Lusa) - O movimento Cidadania Lisboa apelou hoje à autarquia para chumbar terça-feira o projecto do novo Museu Nacional dos Coches por defender que o plano "quebra o equilíbrio urbanístico" e é "totalmente inadequado" àquele tipo de equipamento.

Num comunicado divulgado à comunicação social, o movimento de cidadãos pede ao executivo de António Costa que, na próxima reunião camarária, dê parecer negativo ao "ineficaz" projecto governamental, uma vez que o considera "um desperdício de dinheiros públicos" e "contrário à generalidade dos especialistas.

O Cidadania Lisboa estranha que o novo Museu seja uma prioridade e que a sua construção se sustente nas contrapartidas do Casino de Lisboa, quando há "museus nacionais a precisar de serem construídos de raiz" e depois dos pareces negativos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil e do Instituto Português de Museus, entre outros, e do "não" da Presidência da República quanto à entrada de cavalos no espaço do actual museu.

O movimento contesta o facto de a escolha do autor do projecto, o brasileiro Paulo Mendes da Rocha, ter decorrido sem concurso público e "aparentemente como contrapartida por um arquitecto português ter feito obra no Brasil".

A solução final em dominó definida pelo Ministério da Cultura é também alvo de críticas: os cidadãos classificam-na como "irresponsável" e "atentória do património" por envolver a demolição das antigas Oficinas Gerais de Material de Engenharia (onde estavam as antigas cocheiras reais), o despejo do ex-Instituto Português de Arqueologia e do Museu Nacional de Arqueologia para integrá-los na Cordoaria e a ampliação do Museu da Marinha para "o resto dos Jerónimos".

"O projecto quebra o equilíbrio urbanístico (estético, volumétrico e funcional) daquela zona, viola a Zona de Protecção Especial do Palácio de Belém e, pelas imagens virtuais que são do conhecimento público (pré-figurando salas 'esterilizadas' e materiais contemporâneos), é totalmente inadequado para albergar uma colecção de coches", dizem os cidadãos.

O novo Museu Nacional dos Coches, a inaugurar em menos de um ano e meio, ocupará 15.117 metros quadrados e custará 31,5 milhões de euros, depois de ter sido apresentado como um projecto âncora de requalificação e revitalização da Frente Tejo de Lisboa.

Na próxima terça-feira, o executivo municipal discute a homologação de "parecer de favorável condicionado" ao projecto, uma proposta do vereador do Urbanismo, Manuel Salgado.

ROC/ACL.

Lusa/fim

in http://aeiou.expresso.pt/lisboa-cidadaos-reclamam-chumbo-do-projecto-do-novo-museu-nacional-dos-coches=f519539



Coches: PS chumba suspensão, Alegre de novo contra socialistas

Projecto de resolução do PCP teve votos a favor de toda a oposição. Só o BE se absteve

Redacção / CP Vota 12345Resultado 12345 votos

O PS chumbou, esta sexta-feira, o projecto de resolução do PCP acerca da suspensão da construção do novo Museu dos Coches. Manuel Alegre e Matilde Sousa Franco votaram novamente em sentido contrário aos socialistas, refere o Publico.

PCP, PSD, CDS-PP e PEV votaram a favor e o Bloco de Esquerda absteve-se de um projecto que também aconselhava um processo de discussão pública.

O deputado comunista João Oliveira considerou a decisão do Governo «desastrosa». O Governo «não conseguiu até hoje explicar a necessidade de construir um novo Museu dos Coches, muito menos justificar a construção desse museu como prioritária face a outras necessidades de investimento museológico ou cultural», diz o projecto do PCP.

in http://diario.iol.pt/politica/museu-dos-coches-alegre-pcp-ps-construcao-tvi24/1069557-4072.html

Matilde Sousa Franco contra novo Museu dos Coches

A deputada do Partido Socialista Matilde Sousa Franco manifestou-se hoje contra a construção do novo Museu dos Coches e defendeu hoje que o Governo deveria redefinir as suas prioridades e as verbas que aplica neste âmbito

«Devia haver uma política cultural profunda que não tem havido, é preciso estabelecer prioridades», disse à Lusa a deputada do PS Matilde Sousa Franco, que hoje, ao lado de Manuel Alegre, votou a favor do projecto de resolução do PCP, que recomendava a suspensão imediata da construção do novo Museu dos Coches e propunha também a abertura de um processo de discussão pública.

Museóloga de profissão e antiga presidente da Associação Portuguesa de Museologia, Matilde Sousa Franco considerou que este novo Museu dos Coches «não é uma prioridade» e que o Governo devia reorientar a aplicação das verbas, como por exemplo para o Museu Nacional de Arqueologia, um dos mais visitados do país, segundo a deputada.

«Prioritário seria o Museu de Arqueologia, que tem colecções importantes no contexto europeu e mesmo não tendo espaço nem muitas condições é o segundo mais visitado do país», sustentou Matilde Sousa Franco.

Para a deputada do PS, este museu «justificaria largamente» um maior investimento, dado o seu «espólio extraordinariamente importante».

A agência Lusa tentou, sem sucesso, contactar o deputado do PS e vice-presidente da Assembleia da República Manuel Alegre.

Lusa / SOL

in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=138237

PCP questiona necessidade da obra

PS chumba proposta para suspender construção do novo Museu dos Coches

12.06.2009 - 13h52 Lusa

O PS chumbou o projecto de resolução do PCP que recomendava a suspensão imediata da construção do novo Museu dos Coches, que contou com votos favoráveis do PSD, CDS-PP, PEV e dos deputados socialistas Manuel Alegre e Matilde Sousa Franco.

O projecto de resolução apresentado pelos comunistas propunha também a abertura de um processo de discussão pública sobre a construção do museu e mereceu ainda a abstenção da bancada do Bloco de Esquerda.

Segundo o projecto de resolução do PCP, o Governo “não conseguiu até hoje explicar a necessidade de construir um novo Museu dos Coches, muito menos justificar a construção desse museu como prioritária face a outras necessidades de investimento museológico ou cultural”.

Considerando a decisão do Governo “desastrosa”, o deputado comunista João Oliveira defendeu a suspensão “imediata” do processo de construção do novo Museu dos Coches nas instalações das antigas Oficinas Gerais do Exército, além de um processo de discussão pública sobre o projecto e as suas consequências para os museus e serviços envolvidos.

Durante a discussão da proposta no Parlamento, a 4 de Junho, o deputado do Bloco de Esquerda Fernando Rosas criticou o facto de não ter sido aberto um concurso para a obra e para a escolha do arquitecto.

Também a deputada do PSD Zita Seabra criticou a construção de um novo edifício público orçado em cerca de 30 milhões de euros sem concurso público para a escolha do arquitecto.

Zita Seabra considerou que a verba poderia ser utilizada em outros museus que necessitam “urgentemente” de obras de conservação e restauro.

O deputado do Partido “Os Verdes” manifestou-se igualmente contra a construção de um novo museu e adiantou que o Governo ainda não explicou qual o motivo da mudança de instalação. “Só vejo uma justificação: há dinheiro, gasta-se”, realçou.

Por sua vez, o deputado socialista João Serrano argumentou que “faz todo o sentido” esta nova construção.

in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1386357&idCanal=12

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epa nao acho que o problema seja o arquitecto ser brasileiro, chines, etc... nao quero saber da nacionalidade do arquitecto, mas sim do facto de nao ter havido um concurso para uma obra publica, se bem que muitos desses concursos ja sabe quem é o vencedor logo a partida, mas enfim, o mundo da arquitectura também têm destas vergonhas que toda a gente vê e nao se muda

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Movimento Lisboa com Carmona mostrou-se satisfeito com a situação

Câmara de Lisboa incapaz de se pronunciar sobre projecto para o Museu dos Coches

09.07.2009 - 10h24 Ana Henriques

A Câmara de Lisboa mostrou-se ontem incapaz de se pronunciar sobre o projecto de arquitectura para o futuro Museu dos Coches, do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. Os vereadores rejeitaram a sua aprovação condicional, como pretendiam os socialistas que governam a autarquia, mas também não emitiram sobre ele nenhum parecer desfavorável.

A câmara apenas conseguiu chegar a um consenso para recomendar ao Governo "que pondere as objecções levantadas por técnicos, especialistas e responsáveis de museus quanto ao destino dos investimentos programados para as diversas unidades museológicas" previstas para a zona de Belém. Por outro lado, comprometeu-se a "promover iniciativas públicas de debate em torno das intervenções anunciadas na rede pública de museus" da cidade, "convidando os seus protagonistas e agentes interessados, de forma a permitir o esclarecimento e participação dos cidadãos". Ambas as ideias foram propostas pelo PCP.

Já a vereadora Helena Roseta, do movimento Cidadãos por Lisboa, não conseguiu fazer vingar a intenção de obrigar o Governo a submeter o projecto a consulta e audição pública.

No final do ano passado, a câmara tinha emitido um parecer prévio favorável condicionado relativamente ao estudo prévio do novo museu. Na altura, a principal objecção do executivo relacionava-se com um silo automóvel de 23 metros de altura que Paulo Mendes da Rocha queria erguer junto à estação da CP de Belém, do lado do rio, ligado ao edifício do museu, do lado de lá da via-férrea, por uma passagem aérea. Na nova versão do projecto, o arquitecto desistiu deste parque de estacionamento.

"Gerou-se uma situação de um certo impasse", comentou Helena Roseta a propósito do facto de os vereadores das diferentes forças políticas não terem conseguido chegar a um consenso sobre o futuro museu. Já o movimento Lisboa com Carmona mostrou-se satisfeito com esta incapacidade da câmara de se pronunciar. "A câmara não deve emitir pareceres que não sejam vinculativos", argumentou o vereador Pedro Feist, numa referência ao facto de o Governo não ser obrigado a seguir os pareceres que as autarquias emitem sobre as obras de que é dono, como é o caso. "Não somos o mestre-de-obras do Governo, como acontecia com as câmaras antes do 25 de Abril".

Entretanto, o presidente do município, António Costa, foi confrontado pelo CDS-PP com a colocação de um cartaz de propaganda do PS com uma fotografia sua no Terreiro do Paço (ver pág. 21), quando tinha sido o próprio executivo camarário a pedir aos diferentes partidos para se absterem de poluir visualmente as zonas históricas da cidade. António Costa dá razão ao PP: "É inadmissível que o cartaz ali estivesse. Já disse à concelhia do PS para o tirar de lá".

Pedro Feist considera "idiotas" as declarações do presidente do Metropolitano de Lisboa sobre a polémica que rodeia a exclusão do representante da autarquia do conselho de administração da transportadora. Já o presidente da câmara, António Costa, encarregou os seus juristas de "estudarem as possibilidades que o município tem de fazer valer os seus direitos", ou seja, de obrigar o Metro a readmitir o seu representante no conselho de administração.

in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1391008

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O novo Museu dos coches finalmente no bom caminho

Ao tomar conhecimento das deliberações da vereação da Câmara Municipal de Lisboa relativamente ao projecto do novo Museu Nacional dos Coches, a Direcção da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM (Conselho Internacional dos Museus), ou ICOM Portugal, regista com agrado a recusa de emissão de parecer favorável, mesmo condicionado, e saúda especialmente a recomendação ao Governo para que “pondere as objecções levantadas por técnicos, especialistas e responsáveis de museus, quanto ao destino dos investimentos programados para as diversas unidades museológicas envolvidas”, assim como a decisão de “promover iniciativas públicas de debate em torno das intervenções anunciadas na rede pública de museus implantada na cidade de Lisboa, convidando os seus protagonistas e agentes interessados, de forma a permitir o esclarecimento e participação dos cidadãos”.

Como temos expressado nos últimos meses, é nossa firme convicção que o projecto de um Novo Museu Nacional dos Coches não constitui prioridade museológica nacional, podendo pelo contrário representar uma oportunidade perdida e um autêntico “tiro no pé” para o próprio Museu que assim se pretendia beneficiar, o qual precisa de investimentos urgentes em restauro de colecções, incluindo as mais emblemáticas, e justificaria uma ampliação de instalações, mas nunca a sua transferência para outro local.

Fica, pois, aberta a via para que no próximo ciclo legislativo, depois do aprofundamento desta questão com o debate público e a audição dos organismos da sociedade civil e do próprio Estado que cumpre consultar (a começar pela Secção de Museus e Conservação do Conselho Nacional de Cultura), se reconsidere toda a problemática da construção de um novo Museu Nacional, ou a reinstalação de um já existente, aproveitando para o efeito as verbas compensatórias do Casino de Lisboa.

A área de Belém afigura-se constituir um excelente local para o efeito. Mas, tal como resulta da mesa-redonda “Museus de Belém – Perspectivas de Futuro”, que organizámos em 19 de Maio passado, contando com a presença de todos os directores dos museus da zona, trata-se de um território muito sensível, que deve ser objecto de um plano integrado e alargado às zonas adjacentes da Ajuda e Alcântara.

A oportunidade que parecia perdida, renasce agora. Saibamos aproveitá-la, fazendo dela um caso exemplar onde se recomenda que se ensaie finalmente uma reflexão conjunta entre os poderes e interesses locais e nacionais, assim como entre o Estado e a sociedade civil, conducente ao estabelecimento de um contrato social de novo tipo, mais adulto e com maior visão de futuro.

O ICOM Portugal está disponível para assumir as suas responsabilidades no contexto de um tal quadro contratual.

Lisboa, em 8 de Julho de 2009

A Direcção do ICOM Portugal

in http://cidadanialx.blogspot.com/2009/07/o-novo-museu-dos-coches-finalmente-no.html

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Lisboa: Câmara sem qualquer parecer ao Museu dos Coches

De Ana Clotilde Correia (LUSA) – 8 de Jul de 2009

Lisboa, 08 Jun (Lusa) - A Câmara de Lisboa não vai emitir qualquer parecer ao projecto de arquitectura do Museu dos Coches, já que foram hoje chumbadas tanto a proposta para um parecer favorável condicionado, como a de recusar o parecer favorável.

O parecer favorável condicionado era proposto pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), e a recusa ao parecer favorável subscrita pelo PCP.

Na reunião do executivo municipal foi ainda chumbada a proposta dos Cidadãos por Lisboa, liderados por Helena Roseta, para que fosse promovida uma audição pública sobre o novo Museu dos Coches.

© 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

in http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5hmqW5EpLYaKLQnI-Tn6mJfAoElKg

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Museu dos Coches: Sócrates lembra família de arquitectos

Discurso do primeiro-ministro na cerimónia de lançamento da primeira pedra do novo Museu dos Coches

José Sócrates falava após intervenções do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, e da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, num discurso em que também fez rasgados elogios ao projecto do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha para o novo Museu dos Coches.

«Deus sabe as dificuldades para que este dia pudesse ser o dia de arranque da construção do novo Museu dos Coches. Todas as mudanças, todos os novos projectos têm as suas dificuldades, e aqui também as tivemos, mas esse esforço é agora recompensado, porque permitiu a Portugal dar um sinal claro de investimento numa área cultural e museológica da maior importância», declarou Sócrates.

Na sua intervenção, José Sócrates também aludiu às ligações de membros da sua família à área da arquitectura. «Sou de uma família de arquitectos: o meu pai é arquitecto, o meu sogro e o meu cunhado são arquitectos - e até eu sempre tive a mania que sabia alguma coisa de arquitectura e tenho muitas opiniões sobre arquitectura. A arquitectura não é a solução para todos os problemas do mundo, mas a arte da arquitectura é uma das mais importantes para os povos e pode dar um grande contributo para a nossa qualidade de vida», sustentou.

Neste contexto, o primeiro-ministro afirmou que Portugal sente «grande orgulho por ter das escolas de arquitectura mais conhecidas do mundo inteiro».

in http://www.tvi24.iol.pt/politica/arquitectos-socrates-tvi24-ultimas-museu-dos-coches/1135961-4072.html



Belém vai passar a ter dois Museus dos CochesInserido em 01-02-2010 19:48

Além do novo Museu dos Coches, projectado pelo arquitecto Paulo Mendes da Rocha, o antigo, em frente ao antigo museu, não irá fechar portas - vai manter um núcleo mais pequeno para visitas mais rápidas.

A garantia foi dada hoje, no lançamento da primeira pedra - uma cerimónia a marcar os 100 dias de Governo e que contou com a presença de José Sócrates.

A cerimónia começou mais de uma hora atrasada à espera do Primeiro-ministro, a quem a ministra da Cultura teve de explicar como seria colocado o primeiro tijolo.

A directora Silvana Bessone garante assim que Belém vai passar a ter não um, mas dois museus dos Coches: “No antigo museu fica um pequeno núcleo de viaturas do séc. XVIII, continuando aquele espaço a integrar a visita ao novo museu dos coches e a potenciar a prestação de um serviço de cedências de espaço”.

Perante o arquitecto brasileiro, prémio Priztker, autor do novo museu, José Sócrates sublinhou a importância da arquitectura: “Eu sou de uma família de arquitectos (…) e até eu sempre tive a mania que sabia alguma coisa de arquitectura e tenho muitas opiniões sobre arquitectura, mas estou convencido que a arte da arquitectura é um das artes mais importantes para os povos”.

O novo museu dos Coches custará mais de 31 milhões de euros e terá mais de 15 mil metros quadrados

in http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=89759


Primeira pedra do novo Museu do Coches

2010-02-01

O Primeiro-Ministro presidiu ao lançamento da primeira pedra do novo Museu dos Coches, em Belém, Lisboa, que irá ocupar o espaço das antigas Oficinas Gerais de Material do Exército, que será transformado através de um projecto do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. «Todas as mudanças, todos os novos projectos têm as suas dificuldades, e aqui também as tivemos, mas esse esforço é agora recompensado, porque permitiu a Portugal dar um sinal claro de investimento numa área cultural e museológica da maior importância», afirmou José Sócrates.

A colecção do Museu dos Coches é a mais importante, completa e famosa do mundo: é composta por 130 viaturas, 54 das quais se encontram no actual Museu dos Coches e as restantes 76 no núcleo de Vila Viçosa, instalado desde 1984 nas antigas cocheiras e cavalariças do palácio; destas 32 virão para o novo museu, permanecendo as restantes 44 em Vila Viçosa. No antigo museu - o mais visitado de Portugal - ficará um pequeno núcleo de viaturas do século XVIII e o espaço continuará a integrar a visita ao Museu dos Coches.

Assinalando que «a arquitectura não é a solução para todos os problemas do mundo, mas a arte da arquitectura é uma das mais importantes para os povos e pode dar um grande contributo para a nossa qualidade de vida», o Chefe do Governo acrescentou que Portugal sente «grande orgulho por ter das escolas de arquitectura mais conhecidas do mundo inteiro».

O PM homenageou ainda «a visão da Câmara de Lisboa que, compreendendo bem que a alma portuguesa foi sempre cosmopolita e universalista, decidiu ter na zona mais nobre de Belém as melhores escolas de arquitectura do mundo. Além deste projecto, de um brasileiro, teremos nesta zona um de Charles Correia (um indiano de Goa) e de David Adjay (um africano). Isto significa que Lisboa não desiste da sua ambição cosmopolita e universal, querendo ter na cidade os melhores arquitectos do mundo».

A Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, recordou que o Museu dos Coches é «precisamente aquele que é o mais visitado e que tem prestígio a nível mundial, graças à excelência da sua colecção e à sua singularidade: é única no mundo». «A decisão de relocalizar o Museu dos Coches nas antigas OGME reflecte a ambição cultural do plano estratégico de requalificação da frente ribeirinha de Lisboa, em particular o eixo Ajuda-Belém». O novo Museu dos Coches «irá potenciar a dinâmica cultural e turística de todo o eixo Ajuda-Belém», onde «se irá integrar também o Museu de Arte Popular e, ainda nesta legislatura, o futuro Museu Nacional de Arqueologia relocalizado na Cordoaria». O museu será «um equipamento que faz a ponte entre o passado e o presente: um diálogo entre a arquitectura e um conceito museológico contemporâneo e a expressão da nossa história através das viaturas dos séculos XVII, XVIII e XIX».

O arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, já foi distinguido com o Prémio Pritzker, o mais importante prémio mundial de arquitectura.

in http://www.governo.gov.pt/pt/GC18/PrimeiroMinistro/Noticias/Pages/20100201_PM_Not_Museu_Coches.aspx



Obras do novo Museu dos Coches já começaram

data de abertura ainda será anunciada

Presstur 03-02-2010 (15h39) O futuro Museu dos Coches já começou a ser construído, e vai contar com dois percursos de visita que incluem dois espaços com tempos diferentes de visita, disse ao PressTUR a sua directora, Silvana Bessone.

Da autoria do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, com projecto museológico da autoria do arquitecto Nuno Sampaio, o objectivo é de criar um “Museu de Vanguarda”, como o caracterizou a sua directora, Silvana Bessone.

O espaço “vai ter em exposição cerca de 76 viaturas do acervo do museu, ficando as restantes 44 viaturas, de caça e da região no núcleo de Vila Viçosa, e 10 carruagens do século XVIII no edifício do actual museu, do outro lado da rua, a fim de preservar a memória”, revelou ao PressTUR a responsável, adiantando ainda que, o restante espaço vai ser para receber e promover eventos de gala.

O actual projecto tem poucas alterações face ao apresentado inicialmente, sendo a maior mudança, a eliminação do silo de estacionamento projectado por Paulo Mendes da Rocha.

“Outra das novidades no novo museu vai ser a existência de dois percursos de visita que incluem os dois espaços, com tempos diferentes de duração de visita, de forma a corresponder às necessidades dos operadores turísticos”, revelou ainda a responsável, durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra, nas antigas Oficinas Gerais do Exército, em Belém.

Depois de ter sido apresentado ao público em Julho de 2008, a cerimónia do lançamento da primeira pedra do novo edifício foi presidida pelo primeiro-ministro José Sócrates e pela ministra da Cultura Gabriela Canavilhas.

O Museu ainda não tem prevista a data de abertura, mas vai compreender uma área de exposições permanentes, área para exposições temporárias, oficinas de restauro visíveis ao público, uma área reservada para o serviço educativo e administração, uma sala de documentação e biblioteca, arquivo, um restaurante panorâmico, uma cafetaria, dois espaços para lojas com artigos do museu no piso térreo e um auditório.

Com paredes brancas, blindadas, janelas grandes, estrutura quadrada e suspensa, o museu vai ocupar uma área total de cerca de 15.177 metros quadrados, dos quais 11.800 metros quadrados estão destinados à área expositiva e o restante para oficinas de manutenção e conservação das peças e serviços.

O novo museu vai integrar o circuito museológico ribeirinho de Belém, a par do Museu de Arte Popular, do Picadeiro, que apresentará espectáculos da Escola Portuguesa de Arte Equestre, o novo Museu de Arqueologia na Cordoaria e do Palácio da Ajuda, a juntar aos equipamentos já existentes, como o Mosteiro dos Jerónimos, o Museu da Marinha, o Museu da Presidência, o Museu de Etnologia, o CCB, o Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém.

O Museu Nacional dos Coches foi inaugurado em 1905, pela rainha D. Amélia, com o objectivo de reunir e preservar o “conjunto de viaturas de gala e equipagens pertencentes à Casa Real Portuguesa” dispersas por várias localizações e é actualmente o museu português mais visitado, com 90% de visitantes estrangeiros e têm uma das melhores colecções do género, de todo o mundo.

in http://www.presstur.com/site/news.asp?news=23715



Museu dos Coches: Arquitecto diz que espaço tem muitas potencialidades

Inserido em 05-02-2010 19:13

Paulo Mendes Rocha, o arquitecto brasileiro a quem foi encomendado o edifício do novo Museu Nacional dos Coches consegue imaginar o espaço que desenhou não só como museu, mas como área para eventos, como o lançamento de carros.

Na semana em que foi, simbolicamente, colocada a primeira pedra do futuro edifício, em entrevista exclusiva à Renascença, o arquitecto diz que um museu pode ser mais que um local de memórias.

Paulo Mendes da Rocha, a caminho dos 82 anos, diz que o trabalho é o melhor passatempo que um homem pode ter.

Em entrevista à Renascença - que pode ouvir hoje, às 23h30, no programa Ensaio Geral - o prémio Pritzker da arquitectura em 2006 nega que tenha um estilo próprio e reconhece que um arquitecto é feito de ilusões e pensamentos.

“O arquitecto é feito só de ilusões e pensamentos, mas eu tenho a impressão que antes de mais, a arquitectura pertence ao senso comum. No fundo nós nascemos arquitectos. Nascemos numa casa, sabemos o que é uma janela, uma porta, um abrigo. Depois nós vemos logo por necessidade as questões da cidade aparecerem. Todos nós começamos a ir à escola, a nossa casa tem de se abastecer, é preciso ir ao mercado. A cidade é uma construção que faz parte da nossa vida. Na mentalidade de arquitecto, nós sabemos que podemos desfrutar da cidade que é feita por nós. Não existe na natureza” - sublinhou.

À pergunta “Como é que surgiu o novo Museu dos Coches de Belém”, responde que ficou surpreendido com o convite e não teve argumentos para dizer que não: “Fomos vendo, o terreno estava lá destinado para isso. No projecto, a grande preocupação foi o recinto todo, enquanto espaço; o turismo intenso que já existe, a frente Tejo, os Jerónimos, as embarcações, as travessias que são muito importantes – a calçada da Ajuda, que tem o interesse dos grandes monumentos do passado, com instalações militares ligadas à cavalaria.

Ou seja, ninguém inventou o Museu dos Coches, ele já existe. Por isso mesmo, ele sabe demandar o sufi ciente. Os espaços devem ser proporcionais ao tamanho daquelas coisas todas que tem de expor. A lotação de um dos museus mais visitados de Lisboa. Tudo isso acarreta exigências”.

in http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=96&did=90473

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O grande desafio de criar uma casa para os coches

por MARIA JOÃO CAETANO03 Fevereiro 2010

O arquitecto Paulo Mendes da Rocha projectou um edifício "levantado do chão".

Quando recebeu o convite para desenhar o novo Museu dos Coches, em Lisboa, Paulo Mendes da Rocha não fazia ideia que iria ter de criar um espaço para viaturas gigantes, com três metros de altura e centenas de quilos. "Para um arquitecto, às vezes as coisas têm uma brutalidade que as outras pessoas não imaginam. Existe to-da a lírica extraordinária associada aos coches, com neptunos e anjos e dourados, são lindos mas são coches que pesam toneladas e medem sete metros de comprimentos. É muito diferente de querer acomodar telas de 250 gramas", confessa o arquitecto. "Precisa botar esse negócio lá, naquele lugar", diz, naquele jeito brasileiro.

"Botar o negócio lá" foi o grande desafio deste projecto. E a expressão pode ser entendida de duas maneiras diferentes. Por um lado, foi preciso imaginar o edifício que ficaria bem naquele local, entre a linha do comboio da Avenida da Índia (e o Tejo do outro lado) e a Rua da Junqueira (com um conjunto arquitectónico classificado e que teve de ser "incorporado" no projecto), com a Calçada da Ajuda ao lado, o jardim, a Presidência da República, os Jerónimos e o Centro Cultural de Belém ao longe. "Numa cidade, o antigo e o moderno devem conviver. Tem de ser assim, não há outra forma." Sem choques, mas em constante transformação, é assim que vive e sobrevive uma cidade.

E, depois, também era preciso saber como colocar os coches no novo edifício - e o arquitecto, que já conhecia Lisboa, foi, então, visitar pela primeira vez o antigo museu, no picadeiro, para ver de perto os monumentais coches. Só então começaram a surgir as primeiras ideias. "O edifício começou a sair dessa dimensão mecânica e materialmente grande dos objectos", explica o arquitecto.

Imaginou-o "levantado do chão para não ocupar totalmente o terreno", para não se impor desmedidamente e para facilitar a vida aos visitantes. "Suspenso mas com elegância", atreve-se o arquitecto. Com muitos vidros e todo em branco. Enorme mas discreto, dando a ver aquilo que é realmente importante, que são os coches.

Todo o museu é feito de pequenos detalhes, de que o autor fala com visível orgulho - como os dois elevadores por onde os visitantes têm obrigatoriamente de subir (cada elevador leva 70 pessoas); a passadeira pedonal que permite atravessar a avenida e chegar ao rio; o "anexo" onde se situa toda a parte administrativa e que se liga ao edifício central através de mais uma ponte; o piso elevado onde estará a direcção; as oficinas no rés-do-chão; todo o espaço inferior onde as pessoas podem circular, tomar café, esperar para entrar. "Se houver muita gente, o que é bom, o espaço lá fora é infinito."

"Criando espaços internos e externos", como se o museu tivesse uma vida em si mesmo, como uma pequena cidade dentro da cidade. E quem conhece um pouco a obra e o pensamento de Paulo Mendes da Rocha, sabe como esta ideia é fundamental: "Hoje em dia, o arquitecto é visto como alguém capaz de fazer coisas completamente estrambóticas. Há uma visão muito mercantilista da arquitectura", lamenta. Apesar de conhecido pelas suas grandes obras, o brasileiro insiste no essencial da arquitectura: "A cidade é feita com casas, você não consegue fazer uma cidade só com monumentos. Haverá de ter os seus monumentos e museus, mas a cidade é feita de alarido de crianças, escolas, transportes públicos eficientes." Tudo pelo bem-estar e felicidade. "O homem aflito não vale nada."

in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1485164

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Câmara vai integrar Sociedade Frente Tejo

10 | 03 | 2010 17.37H

O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), anunciou hoje que a autarquia irá integrar o conselho de administração da Sociedade Frente Tejo, responsável pelas obras na zona ribeirinha da capital.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

“Neste momento estão criadas as condições políticas e há uma boa solução financeira para entrarmos na Sociedade Frente Tejo”, disse António Costa aos jornalistas na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do executivo municipal.

A Frente Tejo, uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, foi constituída através de um decreto-lei de 2008, mas, na altura, a autarquia não integrou aquela estrutura, responsável por obras como o novo Museu dos Coches e reabilitação da zona ribeirinha.

A questão foi hoje levantada pelo vereador social democrata na autarquia lisboeta Pedro Santana Lopes, que durante a campanha eleitoral autárquica defendeu a participação da Câmara na sociedade.

“Ainda bem que [santana Lopes] tinha esse ponto de vista porque isso cria condições para haver uma maioria para a Câmara entrar na Frente Tejo”, afirmou António Costa.

“Todas as forças da oposição se opuseram [na altura] à entrada na Frente Tejo”, sublinhou.

Na época foram igualmente invocadas as condições financeiras do município para que não integrasse a Frente Tejo.

Sobre a dimensão desta participação, António Costa escusou-se a avançar mais informações, remetendo-as para a proposta que levará à Câmara em breve.

Para o autarca, com a entrada da Câmara no conselho de administração da sociedade “ficará tudo mais claro e saudável”.

Costa sublinhou, contudo, que a sociedade “tem trabalhado bem” com a autarquia, num “diálogo excelente”, referindo que “os projectos têm que ser aprovados pela Câmara e têm sido aprovados pela Câmara”.

O projecto do novo museu dos Coches, do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha (Prémio Pritzker), foi alterado na sequência de pareceres da autarquia, ilustrou o presidente da Câmara.

in http://www.destak.pt/artigo/56583

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MUSEU DOS COCHES: FINALMENTE ALGO DE BOM!!!

Resolução da Assembleia da República n.º 69/2010 – Suspensão da transferência de Museus e da criação de novos Museus no eixo Ajuda/Belém

«Publicado em Julho 20th, 2010

Diário da República, 1.ª série — N.º 138 — 19 de Julho de 2010

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Resolução da Assembleia da República n.º 69/2010
.
Recomenda ao Governo a imediata suspensão de todas as acções relativas à transferência de museus e à criação de novos museus no eixo Ajuda/Belém, designadamente da construção do novo Museu dos Coches, até à elaboração de um plano estratégico para a reconfiguração do seu conjunto.»
.
.

Finalmente algum bom senso neste caso patológico de despesísmo de dinheiros públicos.

Pede-se agora calma, muita calma e muita ponderação na elaboração do estudo a fazer, canalizando os eventuais dinheiros a disponibilizar, na direcção certa, face ás necessidades reais e não neste tipo de obras sem nexo, simplesmente de fachada e de regime.

Ao menos valha-nos estas coisas para achar que os movimentos de cidadania e as petições, sempre não caem em saco rôto.

Um muito obrigado!!!


in http://cidadanialx.blogspot.com/2010/07/museu-dos-coches-finalmente-algo-de-bom.html

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A obra vai muito avançada. A estrutura em betao está quase completa. Vou ver se existe fotografias para colocar aqui ou se alguém tiver partilhe-as para podermos ver com mais pormenor.

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14 de Janeiro de 2011 Grande parte da estrutura metálica está já instalada; A presença (impacto..) junto do jardim e do actual Museu dos Coches já pode ser sentida.

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