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Grandola | Tróia Resort | Varios Autores

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Creio que este é o melhor exemplo de "Condominio" ao estilo do Dubai... Apesar que no Dubai sacrificam a paisagem natural, modificando-a irreversivelmente...

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e será que o filme demonstra a preservação da paisagem ? acho que este filme representa o antes e o depois de uma maneira muito disfarçada .. se querem este tipo de clientes, que os tenham .. o filme apresenta troia com aquelas analogias todas ... e a partir daí, perde o interesse todo e chega ao ponto de se contradizer.. a vida que é demonstrada nessa primeira parte do filme, deixa de existir quando inserem a peça final. a cabana também é arquitectura, ou não é ? e se é, não será mais interessante que a casa moderna ?

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CASINO HOTEL


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VIDEO

http://www.arqui300.com/movies/sonae-troiaresort.html

NOTICIAS

Sonae investe 320 milhões no projecto da Torralta

Imagem colocadaImagem colocada> cátia almeida

A Sonae vai investir 320 milhões de euros, nos próximos anos, na Torralta, tendo até agora aplicado 30 milhões de euros no projecto turístico de Tróia, afirmou ao DN Henrique Montelobo, administrador executivo da Sonae Turismo. A Torralta prepara-se para iniciar a construção de diversas infra-estruturas e, com o objectivo de conseguir dinheiro fresco e melhorar a sua situação financeira, vai efectuar uma redução do capital social de 75 milhões de euros para 50 mil euros.

Na assembleia geral marcada para dia 30, está ainda prevista a aprovação de um aumento de capital por entradas em dinheiro de mais de 20 milhões de euros, através da emissão de até 4,11 milhões de novas acções de valor nominal de cinco euros cada, a realizar pelos accionistas que exerçam o seu direito de preferência.

Além disso, para cada um dos projectos do resort da Torralta, «a Sonae vai procurar parceiros de prestígio», à semelhança do acordo já estabelecido com o grupo Amorim para o casino. «Não vamos fechar a porta a nenhuma parceria. Defendemos a existência de operadores de diversas marcas no resort», sustentou Henriques Montelobo. A empresa ainda não avançou com mais acordos, «porque estamos à espera que o Governo rectifique o plano de promenor para a zona». Depois da aprovação pela Câmara de Grândola da UNOP 1 (unidade de planeamento operativo), em Janeiro, o Governo dispunha de seis meses para a sua rectificação. «O prazo já foi ultrapassado. Esperamos que a aprovação seja feita no próximo mês.»

Depois da aprovação, «a obra começa com a demolição de 40% da área bruta construída. Trata- -se de uma reabilitação urbanística de grande dimensão que devemos avançar em Maio», frisou o administrador da Sonae Turismo. Numa segunda fase, prevê- -se a construção «de uma marina, de um novo cais para ferries e das obras de urbanização e infra--estruturas, que passam pelos arruamentos, redes de gás e electricidade, etc».

Em finais de 2005 ou início de 2006, «deverão começar a ser construídos o hotel casino e um conjunto de novos apartamentos turísticos». Será também mudada «a face dos hóteis já existentes, melhorando as suas condições».

Henrique Montelobo sublinou que a Sonae «continua interessada e empenhada em Tróia» e espera que o Governo não arraste por mais tempo a aprovação do projecto. Mais «Enquanto o novo projecto não estiver fechado, a Torralta vai sempre ter prejuízos.» Deste modo, «depende do Governo a entrada em vigor dos instrumentos de gestão territorial necessários ao arraque e desenvolvimento do projecto de Tróia, bem como a reposição do equilíbrio económico do contrato de investimento».

Actualmente, «temos três hóteis num total de mil camas, mas não existe oferta complementar. Para além disso, temos de gerir 440 hectares, com todas as despesas que isso implica».

As operações em torno da redução do capital social da Torralta são também uma forma de reduzir os prejuízos da empresa e até de evitar a sua dissolução.

«Se não fizéssemos as duas operações, previstas no artigo 35.º do Código das Sociedades Comerciais, a dissolução seria automática.» Assim, pelo contrário, «a sociedade vai ficar com uma situação positiva».

Segundos os últimos dados disponíveis, relativos ao exercício de 2001, a Torralta possuía uma situação líquida negativa superior a 79 milhões de euros, numa altura em que as vendas se situaram em dez milhões de euros.

IN http://dn.sapo.pt/2004/12/27/suplemento_negocios/sonae_investe_milhoes_projecto_torra.html

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Obras já estão mudar o rosto à zona de Tróia


Filipe Morais
Imagem colocadaA implosão de duas torres em Tróia foi o primeiro passo para que uma das zonas de praia preferidas dos setubalenses começasse a mudar, "a ver se ajudam a cidade de Setúbal a mexer, que bem precisa", disse José Guerreiro, um banhista setubalense, ao DN. O que era apenas um destino de praia ou um ponto de passagem rumo ao Sul do País está em mudanças, visíveis desde a margem de Setúbal. O cais onde atracam os ferry-boats está agora envolto num cenário bastante diferente.

Os barcos atracavam antes num pontão que tinha uma zona de praia de cada lado, mas agora os banhistas só podem ficar de um lado. O outro está ocupado por montes de areia, máquinas pesadas e o princípio de um pontão que vai acabar por ser incluído numa marina do projecto Tróia Resort. Em primeiro plano, para quem chega por água, surge uma torre em recuperação, que vai albergar um casino e um hotel de cinco estrelas e que deverá ser assim uma prioridade.

Para os automobilistas, acabou-se a saída directa dos barcos, deparando agora com um desvio e mais um edifício a nascer. Apesar de haver um cartaz a indicar as zonas em construção e quais os desvios ao trânsito, não há indicações sobre quais são os objectivos finais de cada edifício nem os respectivos prazos de conclusão. No entanto, para quem venha a pé, está a indicação completa do caminho para outra praia, mais afastada, e que recolhe actualmente a preferência dos veraneantes.

Apesar da entrada em Tróia estar agora mergulhada num cenário de uma grande obra, este não afasta os banhistas. O tráfego de pessoas em fato de banho, com chapéus-de-sol e geleiras rumo ao areal é uma constante. As opiniões dividem-se e, enquanto uns consideram que o projecto da Sonae Turismo não era necessário, há quem o defenda ou não veja inconvenientes.

José e Suzete Guerreiro, moradores em Setúbal, costumam frequentar as praias de Tróia e garantem que "não há qualquer problema em vir à praia aqui. Há as obras, mas não incomodam e chegamos sem qualquer dificuldade às praias." Admitem que o cenário não é de todo o mais apetecível para uma zona de praia, mas reconhecem ser necessário passar por este período.

Da mesma opinião é o casal Tobias. Apesar de não frequentar aquela zona "há muitos anos, é fácil vir à praia aqui. E parece estar tudo bem organizado, com os desvios bem indicados e bastantes barcos a fazer a travessia." Quanto aos frequentadores do apart-hotel ali instalado, estes também não se manifestam contra as obras. Questionadas pelo DN, funcionárias do empreendimento garantem que "não houve qualquer queixa, as pessoas fazem a vida delas normalmente. Até porque as obras não estão aqui mesmo em cima e quase não se dá por elas."

De opinião contrária é Eduardo Martins. Funcionário da empresa de ferry-boats, lamenta o que as obras estão a fazer ali: "Eliminaram metade desta praia. As pessoas saíam do barco e podiam ficar logo aqui na praia e agora têm de ir para longe." Eduardo Martins sugere que "podiam fazer a marina noutra zona e deixar a praia normalmente". Sobre o projecto Tróia Resort sublinha que "a maioria dos setubalenses está contra isto, porque depois já cá ninguém pode vir. Estas são das principais praias dos setubalenses", diz. O funcionário refere ainda que "o cais para os barcos vai ficar mais acima e mais longe das praias", estando já em construção, enquanto que ali apenas vão chegar barcos de passageiros.

Negócio fraco

As críticas ao projecto chegam também de quem há vários anos faz o seu negócio naquela zona. Marieta e Carla têm uma banca logo à saída dos barcos, mas dizem que "o negócio agora está muito fraco. A um domingo, não se vende nada, passam aqui menos pessoas." Sobre as obras, referem que "fazem barulho e muito pó, para quem está aqui a vender é muito mau e para quem vem à praia também não há condições - não há um bar ou uma casa de banho sequer", continuam. "E quando estiver tudo pronto, vai ser pior, porque não sabemos se podemos continuar a vender aqui, apesar de termos licença da câmara. Isto vai ser só para os ricos", acrescentam. Na zona onde antes se situavam as duas torres, a três quilómetros do cais, há apenas montes de areia, pedras e maquinaria no local, a indicar que alguma actividade ali se desenrola, mas a um ritmo mais lento.

O DN tentou obter esclarecimentos adicionais da administração da Sonae Turismo, mas até à hora do fecho da edição não obtivemos qualquer resposta.


IN http://dn.sapo.pt/2006/09/05/cidades/obras_estao_mudar_o_rosto_a_zona_tro.html

Unidade de luxo avança em velocidade de cruzeiro


Nuno Oliveira
Setúbal
Imagem colocadaImagem colocadaUm ano após a implosão das torres Verdemar e T04 em Tróia, o Troiaresort está finalmente a passar do papel para o terreno. Junto ao terminal dos ferry-boats de ligação a Setúbal já é possível ver o "esqueleto" da zona comercial que servirá a nova marina de Tróia.

Além da construção da marina para 184 embarcações, o projecto inclui também um hotel de cinco estrelas, um casino e um centro de congressos que se encontram já em fase preparatória de instalação, prevendo-se que possam receber os primeiros visitantes no Verão de 2008.

No entanto, a construção da marina implica a relocalização do cais para ferry-boats numa zona mais interior do estuário do Sado. Porém, mantém-se o actual cais de embarque, mas apenas para passageiros. O novo cais para ferries é a obra que está mais adiantada e deverá abrir ao serviço em Outubro de 2007.

Do lado de Setúbal, o cais de embarque será mantido no mesmo local. No entanto, Ângelo Paupério, presidente do grupo Sonae Turismo, revelou ao DN que, no início de 2007, deverão avançar "as obras de melhoramento do actual cais".

Além do investimento nas infra-estruturas, o mesmo responsável revelou que a sociedade Atlantic Ferries, na qual a Sonae tem participação, investiu já 30 milhões de euros na aquisição de quatro navios que ligarão Setúbal e Tróia. A nova frota contempla dois ferries com capacidade para 60 viaturas e 500 passageiros e dois catamarãs com capacidade para 350 passageiros cada.

O Ministro da Economia e Inovação, Manuel Pinho, que acompanhou os responsáveis da Sonae na visita às obras, mostrou-se "satisfeito com o avanço da obra" e salientou a importância de um projecto desta dimensão como fomento da "diversidade da oferta turística nacional". Disse ainda que esta poderá ser "uma alternativa credível aos habituais destinos Lisboa e Algarve".

A primeira fase da obra, que deverá ficar pronta em 2008, contempla, além da nova marina e da zona de jogo em Tróia (casino, hotel de cinco estrelas e centro de congressos), a requalificação dos aparthotéis Rosamar e Magnóliamar. Para a segunda fase, com conclusão prevista para 2011, ficam a ampliação do campo de golf e hotel resort de apoio e a edificação do Ecoresort.

Henrique Montelobo, administrador da Sonae Turismo, revela que o projecto deverá custar 500 milhões de euros, enquanto inicialmente se previa 350 milhões.


IN http://dn.sapo.pt/2006/09/21/cidades/unidade_luxo_avanca_velocidade_cruze.html

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Âs implosões e o urbanismo


Sérgio Palma Brito
Gestor

Imagem colocadaO erro das duas torres em Tróia não foi nem o urbanismo nem a arquitectura. Porque estes dois são apenas a expressão de mais de um quarto de século de empreende- dorismo "à la portugaise", de tétricas parcerias público-privado (nas quais, em parte, participei) e do sistema de responsabilidades vigente.

A península de Tróia passou a ser o cenário de um projecto empresarial concebido em função de uma procura exigente em qualificação e inovação. A implosão das duas torres, coerente com aquele projecto, é completamente diferente do parlatório sobre implosões politicamente correctas.

Há várias razões para as implosões. Há a implosão como mensagem do "novo mundo". Em tempos, Correia de Campos partiu uma cadeira velha. Convém que as "mensagens" se situem a este nível de custo e os esforços se concentrem no trabalho para o futuro. A cultura do "fungagá de Xabregas" (expressão de António Barreto) continua a ameaçar o País com custosas e inúteis "mensagens".

Há a implosão para corrigir erros urbanísticos da nossa geração. Assim, os 3,5 milhões de contos orçamentados para o Prédio Coutinho, por exemplo, deveriam ser alocados a implodir parte do bem mais grave erro urbanístico do País as barracas e os tugúrios em que ainda vivem centenas de milhares de portugueses e de imigrantes.

Há, por fim, os patriotas que querem implodir os "crimes urbanísticos do Algarve". Ocupam-se do efeito e ignoram as causas.

Mas mesmo importante é identificar o sistema de responsabilidades que gera os "mamarrachos" e os "crimes urbanísticos".

Desta forma, a primeira implosão de que o País precisa e que a maioria absoluta impõe a José Sócrates é a do Direito do Ordenamento do Território e do Urbanismo.Neste temos "diplomas legais feitos pelo Governo, sem consultas exteriores à própria administração central" e uma "legislação urbanística [...] feita por um núcleo muito restrito de funcionários do ministério competente", como escreveu Diogo Freitas do Amaral em 1989. Daí para cá, as trapalhadas "do 380/99" e "do 555/99" provam que o caso se agravou.

Não se muda a sociedade por decreto. Na ocorrência, um Direito do Ordenamento do Território e do Urbanismo simples e aplicado de uma maneira transparente já ajudava muito.


in http://dn.sapo.pt/2005/09/26/suplemento_negocios/as_implosoes_urbanismo.html

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Claro, e acho que tem muita potencialidade para isso... agora a ver é se Setúbal também se começa a mexer para "arrebatar" alguns turistas, senão ficam a ver navios... ...literalmente a atracar na outra margem do Sado. :nervos:

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setúbal não é mais do que uma qualquer cidade portuguesa, logo, não tem de todo um bom plano turístico. Atrevo-me mesmo a dizer que não tem nenhum plano turístico, pois se não é funcional de nada serve. nasci em setúbal. vivi aqui até aos 18 anos, idade em que fui para a capital estudar. voltei fez agora 2 anos. nada mudou. quer dizer... não vamos ser assim tão dramáticos... construiu-se mais, há coisas novas, há coisas velhas, há coisas lindas, há coisas feias, ou seja... fiseram-se coisas mas... é preciso mais há que estar á frente do tempo senão o tempo apanha-nos e ao olharmos em volta parece-nos que nada mudou. no que toca a turismo tem mesmo que ser assim, ou perdemo-nos na corrida. estamos, em setúbal, num local previlegiado. quem conhece a região não o pode negar. toda a região dos 3 castelos (sesimbra, palmela, setúbal) no global é de uma beleza natural notável, de interesse natural inquestionável, inserido num contexto histórico relevante e sólido. e então? e então nada. são muitos os assuntos por debater e resolver. são muitos (acredido, pois não os conheço a fundo) os interesses envolvidos. é assim por todo o lado. sei-o bem. constato mas lamento. península de troia reserva naural do estuário do sado, sapais sua fauna (os golfinhos - roaz corvineiro, neste caso - são os mais conhecidos, mas há outros como as aves: andorinha do mar anã, pato real e o pato trompeteiro, marrequinha, arrabio) e flora protegidas, empreendimento torralta hotéis, golf e praias privadas aldeamento de luxo (foi durante muito tempo conhecido por aldeia dos árabes) estação de desmagnetização de navios escavações e ruinas e por escavar e arruinados o cais palafítico da carrasqueira, perto da comporta - uma aldeia de pescadores sobre estacas (de miséria e pobreza estremas mas de grande interesse cultural e arquitectónico) serra da arrábida cimenteira da arrábida, as aventuras da serra e da cimenteira em vários episódios (com alguamas participações especiais do hospital ortopédico, do reflorestamento e interesses vários, independentes e tortalmente isentos de coloração política) pedreiras de sesimbra (e como conseguir fazer tudo o que não se deveria poder fazer e que a cimenteira em setúbal, porque tá controlada, não pode fazer e as de sesimbra podem...) moradias de luxo em pleno parque natural (logo haviam de ter feito um parque natural mesmo onde eu tb queria ter uma casa... mas pode ser que consiga, afinal com o pdm a ser revisto e tudo...) podia ficar aqui quase sem fim... blá blá blá será que se vai conseguir conjugar com sucesso todos os factores evolvidos? referiram o dubai... bem... não me parece... falamos a outra escala em tudo mas o meu medo reside nos factores que à partida me parecem estar em conflito... receio que umas coisas absorvam as outras (o que é natural que aconteça, é forçoso e pode ser saudável) e que o resultado seja uma tamanha confusão que nem mesmo o novo e o antigo se entendam... mas bom... a ver a ver... entretanto deixo algumas imagens daquilo que penso ser o mais desconhecido vale mesmo apena visitar cais palafítico da carrasqueira - o único na europa (agora com turismo aqui remeto para um novo tópico que vou iniciar. o objecto justifica-o.

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Tróia Design Hotel vai abrir em Outubro

A nova unidade hoteleira, junto ao futuro Casino de Tróia, dispõe de uma arquitectura vanguardista e de uma vista magnífica para o rio Sado. O investimento é do Grupo Amorim.
O novo projecto turístico do Grupo Amorim vai abrir já em Outubro deste ano. O Tróia Design Hotel vai ter uma identidade visual vanguardista e sofisticada, que traduz o conceito e oferta que se poderá encontrar no hotel.


A intervenção que a Amorim Turismo está a ser desenvolvido num edifício já existente, do arquitecto Conceição Silva, que marcou uma época da arquitectura portuguesa e que possui um carácter iconográfico, cuja silhueta marca o perfil da península desde os anos sessenta. Um edifício que é a porta de Tróia, a primeira imagem do novo resort turístico e o que tem maior proximidade com a água. Nesse grande volume de 14 pisos será instalado um condo-hotel, de luxo. A vista a desfrutar de qualquer um dos quartos é magnífica: a marina, o rio Sado, a cidade de Setúbal, a serra da Arrábida e a zona de reserva ecológica.


O projecto de arquitectura aproveitou o jogo volumétrico original, mas completou-o e valorizou-o com a necessária integração de outras valências.
À volta deste edifício, e com ele articulados, rodam novas funções: Casino, Centro de Espectáculos e Centro de Conferências.


É uma intervenção arrojada, que reforça a relação do visitante com a paisagem natural, com a história de Tróia e com o imaginário que todos temos desta península.
Junto à marina, a cinco minutos do extenso areal de praias de águas mansas e claras que desafiam o visitante a experimentar, o resort oferece 61 quartos e 144 apartamentos de luxo. O Blue & Green SPA com cerca de 1200 m2 proporciona uma oferta com mais de 70 tratamentos. À sua volta o Casino, um centro de Conferências que pode acolher, nos seus 6800 m2, grupos ou convenções até 1000 delegados e, ainda, um Centro de Espectáculos com uma área de 4380 m2, o local ideal para complementar uma convenção com entretenimento e animação.



CINDERELA “Sandália Cinderela”, a mais recente criação da escultora Joana Vasconcelos foi adquirida pela Amorim Turismo como peça de referência para o Tróia Design Hotel. Razões de sobra para associar ao universo de linhas arrojadas do projecto uma obra de vanguarda, inovadora nos materiais e no formato, de uma das mais reconhecidas escultoras portuguesas da actualidade

www.osetubalense.pt

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Troia Design Hotel Entre o Atlântico e o rio Sado, a uma hora do aeroporto de Lisboa, numa península onde a natureza foi generosa, este resort de cinco estrelas, com linhas contemporâneas onde a pureza do design está presente em todos os detalhes, é um posto de observação privilegiado dos golfinhos e cegonhas brancas que habitam a península. Junto à marina, a cinco minutos do extenso areal de praias de águas mansas e claras que desafiam o visitante a experimentar, o resort oferece 61 quartos e 144 apartamentos de luxo. O Blue & Green SPA com cerca de 1200 m2 proporciona uma oferta com mais de 70 tratamentos. À sua volta o Casino, um centro de Conferências que pode acolher, nos seus 6800 m2, grupos ou convenções até 1000 delegados e, ainda, um Centro de Espectáculos com uma área de 4380 m2, o local ideal para complementar uma convenção com entretenimento e animação.

Link com duas imagens:
http://66.102.9.104/search?q=cache:cBK6W5ZO3aAJ:www.blueandgreen.com/hot_troia.php+%22Tr%C3%B3ia+Design+Hotel%22&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=10&gl=pt

PDF com uma imagem:
http://images.excentric.pt/oje/assets_live/2/819/Ed311c.pdf

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Blue&Green Tróia Design Hotel já abriu

A Amorim Turismo já inaugurou o seu novo projecto Blue&Green – o Tróia Design Hotel. Nesta fase, o hotel encontra-se aberto em regime de “pré-abertura”.

O Tróia Design Hotel é um resort de 5 estrelas situado na magnífica península de Tróia, a uma hora do Aeroporto Internacional de Lisboa. Em frente à marina, a uns passos da praia, este hotel conta com 144 suites residenciais (apartamentos T0, T1, T2 e T3) e 61 quartos de luxo, um Spa, um Centro de Conferências, e futuramente um Casino e Centro de Espectáculos.

São várias as potencialidades do Tróia Design Hotel. Espaços de lazer, animação, entretenimento, negócios, restauração, cultura e design compõem a sua oferta, que por sua vez é valorizada pela paisagem natural única envolvente: as praias de areia branca, o golfe de qualidade e actividades variadas que o destino motiva, o Oceano Atlântico, a tranquilidade do Rio Sado e a beleza da Serra da Arrábida.

O projecto de arquitectura desenvolvido pelo Promontório Arquitectos aposta na renovação do hotel desenhado nos anos 60 pelo conceituado arquitecto português Conceição Silva, mantendo uma continuidade nos materiais explorados na arquitectura original, vidro, betão, cromados, cruzando-os com madeiras e lacados.

Do conceito, baseado na transparência e no jogo de luz e da intervenção da Promontório Interior Design, resultam ambientes sofisticados mas sem excessos, de design contemporâneo, confortáveis e convidativos.

Os quartos e apartamentos são a perfeita combinação entre conforto e alta tecnologia. Contam com uma ampla varanda, algumas das quais com jacuzzi, onde o cliente pode apreciar as vistas deslumbrantes para a marina, para o mar, para o rio ou para a serra. O uso de vidro na compartimentação dos quartos cria uma maior sensação de amplitude, dando ênfase à relação única entre os interiores do edifício e a paisagem natural.


Fonte : Amorim Turismo/Revista Imobiliária

via: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=369805

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