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Projecto Milheiral - Xavier Almeida e Telmo Gervásio

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Projecto Milheiral
Xavier Almeida e Telmo Gervásio

http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/81/projects/65/1198764211_xavier_almeida_e_telmo_gerv__sio_03_v__lega_t1_aluga-se_frame_v__deo_625x280.jpg

http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/81/projects/65/1198764227_xavier_almeida_e_telmo_gerv__sio_04_v__lega_t1_aluga-se_frame_v__deo_625x280.jpg

O projecto é a aplicação de uma tipologia T1 da área suburbana da cidade do Porto construída no princípio da década de 90, num terreno agrícola (milheiral) situado na região de Válega.

A provocação dos conceitos padrão da especulação imobiliária dos materiais de construção é o principal objectivo deste trabalho e serve como estimulação do pensamento e uma alternativa ao habitar. A intervenção procura reclamar e insurgir contra um estado de coisas como é o caso do aquecimento global, onde o sector da construção e os edifícios que promovemos, projectamos, construímos ou habitamos contribuem com a quarta parte do problema, concentrando cerca de 20% a 30% do total de emissões de CO2, o principal gás de efeito de estufa.

A forma despreocupada como se instala a economia de meios e sua sustentabilidade pretende satirizar e ironizar o preconceito que toda uma sociedade revela, perante uma realidade que não se quer ver.

Video
[ame="
"]YouTube - T1 aluga-se/ T1 for rent - proj milheiral/ maize farm proj[/ame]

Ler mais sobre o projecto:
http://www.casadavizinha.eu/projectos/t1-aluga-se--projecto-milheiral-65.html

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Arquitectura ou mentalidades eco? Projecto milheiral parece-me ser uma das resposta a esta questão...resposta ou simplesmente uma provocação para a procura (de quem a faz) de uma nova forma de encarar a arquitectura.. o modo como a vivemos ou simplesmente como Vivemos! É preciso mudar: o modo como se faz arquitectura ou o modo como se pensa arquitectura?Ambas...mas é preciso começar por algum lado e a mim parace-me bem começar pelo "Pensar". Por isso, talves este projecto se saliente por ser um príncipio...por ser a busca de um pensar em vez de uma busca pelo objecto ...pela provocação que nos coloca, porque estou certa que todos nos perguntamos: O Porquê deste projecto? Tendo em conta os problemas ambientais que enfrentamos a escolha do "Milheiral" não me pareceu gratuita, as possibilidades encontradas cada vez mais no milho como um recurso natural quer em biocombustiveis quer na possibbilidade de com ele vir a fazer embalagens (hoje em dia feitas com plástico) com validade, ou seja, se auto decompõem... Que me dizem: Será que este projecto "trata-se de um espaço vivênciado que concentra ser no interior de limites que o protegem" e de facto "A casa da Vizinha não é tão verde quanto...esta?"

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Gostei, mas talvez uma atitude mais operativa faria mais sentido nesta altura do campeonato, criar, apresentar ideias, no fundo essa é a nossa missão, RESOLVER PROBLEMAS. A crítica já existe com abundância.

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carlos.pedro que boa pergunta que me fazes... espero ter uns 60 anos e ainda ter varias duvidas sobre o que será a arquitectura. segundo o Tavora a arquitectura é tudo isto e muito mais... (foram mais ou menos estas palavras). Grande vastidão esta!!!! certamente q se pode considerar este projecto arquitectura. mas a meu ver é mais uma atitude critica do que arquitectura. para mim falta-lhe planeamento, desenho a arquitectura segundo o arquitecto Távora não deve ter formas vazias de sentido, impostas por moda ou caprixo de qualquer outra natureza. Ele diz isto algures num livrinho que por acaso acabei de ler. Johann Goethe disse também que a arquitectura é musica petrificada já à uns seculos atrás, sinceramente aqui não vejo a "musica". gosto deste tipo de atitude, aliás acho-a fundamental, mas continu-o com a mesma duvida, será isto arquitectura? será escultura? será critica á arquitectura e a critica poderá ser considerada arquitectura???? talvez tu me possas dizer o que é para ti a arquitectura, e talvez abrir-me os horizontes, mudando a minha opinião e esclarecendo as minhas duvidas.

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acho este projecto muito bom, dentro dos limites doseu objectivo. A arquitectura está conceptualmente bem estruturada e bem concretizada...e faz-nos pensar sobre o tema principal que os mesmo propõem. Acho a arquitectura, como ideia de nos questionar sobre pensamentos pré-estabelecidos algo mais excitante que um simples edificio no espaço. E este projecto consegue criar esse nivel de pensamento. a apresentação da proposta é muito curiosa e tem algo espantoso...queremos sempre saber para onde a camara se irá virar e qual a definição do espaço que será mostrado. parabéns aos arquitectos, principalmente pelas intensões bem conseguidas

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Gosto de caprichos.
Essa coisa da petrificação era boa para os faraós…como se não chegasse serem enclausurados ainda eram mumificados!
Se calhar o problema está aí: as múmias.

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Gosto de caprichos.
Essa coisa da petrificação era boa para os faraós…como se não chegasse serem enclausurados ainda eram mumificados!
Se calhar o problema está aí: as múmias.



caro NMFM tens de explicar mmelhor essa tua analogia..... Essa das mumias!... e quanto a caprichos, meu amigo os caprichos não são arquitectura, são vazios de intenção que podem resultar bem ou não...

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Mundo plural, ideias plurais.
Atenção aos contextos geográficos, culturais e temporais.
Como em tudo as más interpretações são nefastas, conduzem ao fanatismo e todos sabemos no que isso dá.
O problema não está em quem escreve mas sim em quem interpreta.
Há espaço para as mais variadas expressões e apesar de podermos não nos identificar com muitas delas elas são importantes porque poderão revelar pensamentos “outside the box”.
É colocada aos alunos do primeiro ano da faculdade a pergunta retórica “O que é a arquitectura?”. É pura provocação académica.
Como em tudo, as intenções, sejam lá elas quais forem, poderão fracassar.
Por isso, insisto: gosto de caprichos.

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Mundo plural, ideias plurais.
Atenção aos contextos geográficos, culturais e temporais.
Como em tudo as más interpretações são nefastas, conduzem ao fanatismo e todos sabemos no que isso dá.
O problema não está em quem escreve mas sim em quem interpreta.
Há espaço para as mais variadas expressões e apesar de podermos não nos identificar com muitas delas elas são importantes porque poderão revelar pensamentos “outside the box”.
É colocada aos alunos do primeiro ano da faculdade a pergunta retórica “O que é a arquitectura?”. É pura provocação académica.
Como em tudo, as intenções, sejam lá elas quais forem, poderão fracassar.
Por isso, insisto: gosto de caprichos.



  • mundo plural ideias plurais... completamente de acordo
  • as más interpretações são nefastas e sabemos no que isso dá... concordo plenamente, só espero é que não me estejas a meter dentro desse lote nefasto que referes... e se estás já agora diz-me o porquê?
  • o problema não está em quem escreve mas em quem interpreta... alto lá... aqui temos um problema... o problema é de ambas as partes! e certamente lá no fundo sabes isso muito bem. se não sabes, olha, estudasses....
  • se há espaço para as mais variadas expressões... é por isso que luto em todos os meus trabalhos... já agora eu não sou a tal mumia que pintas... sou curioso, gosto de discussão e por isso lancei a pergunta: "será isto arquitectura?" ou o que será?... é a tal pergunta retórica de que falas...
  • e como é obvio as intenções podem falhar... o que sinceramente acho que não acontece neste trabalho... como já disse classifico-o mais como uma critica, uma experiencia, fundamental e que certamente já muita gente aqui no forum teve a oportunidade de observar e de tirar as suas devidas conclusões. é uma opinião...
continuas a insistir nessa dos caprichos...eu não vou muito por aí prefiro intenções. se precisares dou te umas boas razões para isto... uma pode até ser: vai ao dicionario e compara capricho com intenção e depois pensa qual destas palavras está relacionada com arquitectura ou qualquer outra arte. eu estou a dizer isto mas ainda lá não fui... até me pode sair o tiro pela colatra... o que não me parece.

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