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"Portugal Agora": Arte portuguesa contemporânea no Luxemburgo

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Muséee d"Art Moderne Gran-Duc Jean
"Portugal Agora": Arte portuguesa contemporânea no Luxemburgo Imagem colocada

É a maior exposição de arte contemporânea portuguesa alguma vez organizada por um museu estrangeiro e o seu tema - A propósito dos lugares de origem - é "particularmente importante para os portugueses a viver no Luxemburgo", disse ontem à noite o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, na abertura de Portugal Agora, que até Abril reúne 38 artistas e designers portugueses no Muséee d"Art Moderne Gran-Duc Jean (MUDAM).

No fim da presidência portuguesa da União Europeia e numa cidade com 480 mil habitantes dos quais 80 mil são portugueses, Teixeira dos Santos sublinhou o papel deste tipo de iniciativa no reforçar dos laços entre os países da União e na afirmação da própria União perante o resto do mundo.

Simonetta Luz Afonso considera-a "extremamente importante", por um lado, devido à proximidade do Luxemburgo com capitais como Paris e Bruxelas, e por outro, por se tratar de um projecto sem intervenção portuguesa na escolha de artistas, ao contrário do que aconteceu com projectos anteriores do mesmo tipo, como Situation Zero, que há seis anos levou aos Estados Unidos 25 artistas portugueses numa iniciativa do Yerba Buena Center for the Arts de São Francisco.

No MUDAM, Portugal Agora, que tem curadoria da directora do museu, Marie-Claude Beaud, de Clément Minighetti e Bjorn Dahlstrom, junta trabalhos de nomes afirmados como Paula Rego, Helena Almeida, Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft, Paulo Nozolino e João Penalva a artistas das gerações mais jovens como João Tabarra, João Onofre, Filipa César, Joana Vasconcelos e Bruno Pacheco. Marco Godinho, um artista de 29 anos residente no Luxemburgo, fez o catálogo, que transformou num objecto de artista.

Entre artistas, galeristas, órgãos de comunicação social, e outros agentes, ontem eram esperados no MUDAM à volta de 80 convidados portugueses, entre os quais representantes de instituições como Serralves, que emprestou ao museu trabalhos como a série de sete pinturas Possessão, de Paula Rego. A Fundação Calouste Gulbekian - outro parceiro - emprestou as três grandes esculturas em ferro, vidro e espelho realizadas este ano por José Pedro Croft para o Museu Gulbenkian (a primeira encomenda de sempre do museu a um artista contemporâneo). Mas a a abertura da mostra cabe a um artista mais jovem, João Pedro Vale: Beanstalk, um enorme pé de feijão feito com meias de nylon verde, ocupa toda a sala de entrada do museu.

www.ultimahora.publico.clix.pt

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