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Parque das Nacoes | Nova Igreja da Nossa Srª. dos Navegantes | Jose Maria Dias Coelho

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Com muita pena minha, padres a fazerem de júri já não é a primeira nem será a última vez. O que me parece escandaloso é que o júri seja na sua totalidade composto por elementos da Igreja. No escritório onde trabalho ficamos em segundo lugar num concurso para a concepção de uma igreja nos Açores onde o projecto que ganhou é deprimente. Nos fim foi-nos dito 'off the record' por um dos elementos do júri que até é arquitecto que o Padre não admitia um 'projecto moderno'... E assim foi.

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Com muita pena minha, padres a fazerem de júri já não é a primeira nem será a última vez. O que me parece escandaloso é que o júri seja na sua totalidade composto por elementos da Igreja. No escritório onde trabalho ficamos em segundo lugar num concurso para a concepção de uma igreja nos Açores onde o projecto que ganhou é deprimente. Nos fim foi-nos dito 'off the record' por um dos elementos do júri que até é arquitecto que o Padre não admitia um 'projecto moderno'... E assim foi.


E actores comicos no Juri... Raul Solnado no Parque Mayer... achas bem?:)

Deve ter sido giro a conversa... os arquitectos a falar chines ao Solnado e ele acenar a cabeca que sim, que sim, que sim, que estava a perceber tudo...:p

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:clap:a relegião catolica e outras tambem ,toumam RED BULL,( FACTOR C ).....ESTAS EM ,,,,ONDE ? AH ,Portugal:icon_bored::icon_chick::p


Redbull da-te asas!!!

Oh Miranda bebe lah um Redbull...:)

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A programação de um novo lugar paroquial

Pe. Paulo Franco, pároco do Parque das Nações

Na edificação da nova Comunidade Paroquial do Parque das Nações e na programação da construção do seu Templo, a teologia de comunhão e de povo de Deus desenvolvida pelo Concílio Ecuménico Vaticano II teve uma implicação central. Assim, o Templo teria de ser a casa e a escola de comunhão. Procurou-se, portanto, definir claramente os princípios basilares e conceptuais que deveriam presidir a qualquer projecto que viesse a ser apresentado pelas equipas de arquitectos. A elaboração de um programa iconográfico foi fundamental para que todos compreendessem que edifício deveria ser projectado.

Esta foi a primeira etapa: não apenas elaborar um programa de instalações, onde são descriminados todos os espaços necessários e respectivas áreas, mas, principalmente, um programa onde se deixaria claro o desejo de uma arquitectura simbólica que estaria, assim, ao serviço da liturgia, havendo, desta maneira, uma correspondência perfeita entre a forma da liturgia e a forma das igrejas. A arquitectura deveria então sublinhar dois acontecimentos cruciais: o Baptismo, pelo qual nascemos para a comunhão e a Eucaristia, que nos alimenta e ensina, realizando a verdadeira comunhão.

Ficava, então, claro que desejávamos uma arquitectura carregada de símbolos; que nos ajudasse a estar em sintonia com o carácter de verdadeiro mistério que ali iríamos celebrar. Deveria ser uma arquitectura inequívoca, que a identificasse como Igreja.

Pareceu-nos importante, perante os arquitectos convidados a apresentar as suas propostas, sublinhar alguns aspectos que a seguir destacamos:

1. Centralidade - No seu interior, a disposição dos espaços e da assembleia, convergirá para o que deve ser o seu centro: O Altar, centro da acção Litúrgica da Eucaristia.

2. Axialidade - A existência de um eixo que dinamize a função da Igreja enquanto espaço celebrativo, realçando os seguintes focos litúrgicos: presidência (a cabeça da celebração, Cristo que está no meio de nós, sendo o presidente quem o torna presente); Ambão (a "boca" de onde sai a Palavra); Baptistério (o elemento constituinte da Igreja, enquanto povo de Deus).

3. Assembleia - Há um protagonismo próprio da assembleia que celebra a sua fé, que participa, que se sente como corpo. O entendimento da Eucaristia, baseada na participação da assembleia e da comunidade, centrando inteiramente nestas a acção litúrgica, é uma perspectiva proposta pelo Concílio Vaticano II que queríamos ver presente na própria arquitectura.

4. Iconografia - A contemplação dos mistérios Luminosos do Rosário seria a temática de toda a iconografia que viesse a estar presente na própria arquitectura, num diálogo com as opções artísticas que poderiam vir a ser escolhidas.

Clarificado que estava o conceito da futura igreja, a escolha do projecto a edificar, de entre onze propostas de outras tantas equipas de arquitectos previamente seleccionadas, tornou-se uma tarefa desafiante. A contribuição do Sector das Novas Igrejas do Patriarcado de Lisboa, bem como de técnicos e especialistas na área da arquitectura e engenharia, foi essencial nesta etapa que se tornara muito delicada.

Nenhum projecto é perfeito nem possível de responder, de forma inquestionável, ao desejo de quem o procura. Foi, então, necessário corrigir e melhorar o projecto escolhido. Nesta etapa, a comissão da paróquia responsável pelo processo da nova igreja teve um papel determinante, sobretudo o comité técnico - uma atitude crítica e atenta foi fundamental para que nenhum pormenor fosse descurado.

Pe. Paulo Franco, pároco do Parque das Nações

in http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=77696

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