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Arquitectura.pt


MartaMoreira

1º Prémio Internacional de Arquitectura e Energias Renováveis

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Se (re)ler bem o meu post, chegará a conclusão q avancei com duas hipóteses: Coincidência, ou na ausência desta, plágio ...

Se investigar um pouquinho sobre "coincidência intelectual", chegarão a conclusões estatísticas interessantes ...


Caro refs,

Se existem alguma semelhança em ambos os projectos será por coincidência e não pelas datas. Nenhum dos membros do Júri teve acesso aos trabalhos até o concurso terminar, nenhum dos membros do júri conhece a Marta pessoalmente, depois penso que não fazia sentido a Marta participar em ambos os concurso com conceitos diferentes, já que tinha de realizar dois projectos em muito pouco tempo.

Ambos os projectos possuem o seu valor no contexto idealizado para o mesmo, embora como o refs disse, possa não ter um valor meritório, não deixa de ser um bom projecto.

Mas esclarecida esta situação, agradeço que se volte a discutir o projecto.

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(elemento da equipa vencedora do Ares) Olá a todos! Realmente a roda já está inventada à muito tempo! Agradeço e muito, todos os comentários aos nosso projecto... Já se sabe que uns reconhecem-lhe valor e outros não... Sei que para nós foi uma felicidade imensa a classificação obtida! Sobretudo porque também nós temos e consciência tranquila e honramos o nosso trabalho sério e leal. e julgo que não temos que nos justificar mais com este tipo de acusações! Obviamente todos temos referências externas quando fazemos os nossos projectos. E os cafés e restaurantes de Lisboa estão cheios de toldos e lonas, que tem exactamente o mesmo tipo de articulação. Se querem que lhes falemos do conceito, ele já foi explicado pela Marta! No entanto posso dizer que até chegarmos a este conceito final, passámos por muitos e vários esquiços, várias ideias totalmente diferentes! Enfim este foi efectivamente um trabalho de equipa em que se juntaram as ideias de 4 pessoas. Começámos com a ideia (também muito comum, LOL) do contentor marítimo! E fomos reduzindo até um cubo que saía de outro cubo, (vejam lá, também outro conceito nunca visto... LOL)!!! Com a continuação da discução de projecto, tentámos reduzir a área de transporte ao minimo, e foi aí que surgiram as ideias dos foles, lonas etc... Inspirados nos autocarros articulados da carris, toldos etc... O próprio projecto que a Marta apresentou no tal concurso do Arquitectura.pt (concurso em que participou sózinha, ao mesmo tempo que desenvolvia-mos o Ares), ela utilizou este conceito... Agradeço a todos os vossos comentários! Apelo no entanto a que todos tenham uma base construtiva! É muito fácil denegrir o mérito de outros colegas... Porém reconhece-lo é sempre mais dificil... Ao colega que julga ter sido vitima de plágio! Se tiveres mais alguma dúvida em relação ao nosso projecto, estamos inteiramente disponiveis para te esclarecer. Pedro Ferreira

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Pedro e restante equipa ... Já o disse anteriormente e volto a repetir ... felicito o vosso prémio! Olhem que a felicidade não é só vossa ... penso q estamos todos orgulhosos pq o prémio foi ganho por um equipa PT ... por favor, não confundir as coisas e não vitimizar. Avancei com duas hipóteses ... e é injusto estarem a puxar intencionalmente só para o plágio, remetendo a coincidência para segundo plano ... Não pretendo denigrir a imagem de ninguém, nem quero estragar a festa, por isso não vou tecer mais nenhum comentário a esse respeito (autocensuro-me!). Uma vez mais PARABENS! :clap:

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Continuo a achar que os paineis iriam encarecer demasiado a solução para uma situação de emergência a que (imagino) se destinam estas unidades. Incluso a sua rentabilidade é questionável. A Margarida respondeu-me com o enunciado do concurso, mas esta é uma crítica ao próprio programa do concurso, e não à solução, que, aliás, cumpre exactamente o que lhe é pedida. Frequentemente as situações de catástrofe, os acampamentos improvisados que se seguem, as instalações temporárias em locais disponíveis, tendem a tornar-se permanentes, e "nasce" ali mais uma parte de cidade. A mesma catástrofe que destroi as famílias é a mesma que gera um espírito de comunidade e de entre-ajuda entre as pessoas, capaz de unificar uma pequena comunidade. Acho um desperdício não aproveitar essas ocorrencias para gerar troços de cidade, pensar numa disposição das unidades habitacionais que pudesse tornar-se definitiva, desenhada para cada cultura e local específicos. Mas, é claro, estariamos a falar de outro exercício completamente diferente.

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Sputnik compreendo o que dizes , no entanto a meu ver numa situação de emergência e após uma catástrofe natural é necessário que as respostas sejam rápidas e eficientes. Existem muitas pessoas que ficam sem as suas habitações e por isso, talvez este tipo de abrigos temporários seja a forma mais rápida e capaz de responder a estas situações. A facilidade de montagem e desmontagem dos módulos habitacionais, a auto-construção permite,que as pessoas desalojadas ganhem um novo espaço em pouco tempo. Se se tratasse de uma habitação permanente, tal como referiste na tua primeira abordagem, provavelmente os espaços teriam de ser maiores e as estruturas teriam de ser diferentes, o que provavelmente, também levaria mais tempo a construir. No entanto, tal como dizes, é um novo e interessante exercício, pensar abrigos temporários que possam tornar-se permanentes e gerar novos troços nas cidades.

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