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Uma cadeira ultra perigosa. Aproveitar os CD. Mesmo aqueles que nao gravam naqueles momento em que mais precisamos de gravar um projecto, umas imagens, etc.

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Autor da Cadeira - CHARLES AND RAY EAMES


Lounge Chair and Ottoman
, 1956
Molded rosewood plywood, black leather upholstery, aluminum
33 x 33 x 33” (chair)
16 x 26 x 21” (ottoman)
Grand Rapids Art Museum, Gift of La Vern and Betty DePree Van Kley Photos: Nick Merrick, HedrichBlessing, Courtesy of Herman Miller


Charles Ormond Eames, Jr was born in 1907 in Saint Louis, Missouri. By the time he was 14 years old, while attending high school, Charles worked at the Laclede Steel Company as a part-time laborer, where he learned about engineering, drawing, and architecture (and also first entertained the idea of one day becoming an architect).
Charles briefly studied architecture at Washington University in St. Louis on an architectural scholarship. He proposed studying Frank Lloyd Wright to his professors, and when he would not cease his interest in modern architects, he was dismissed from the university. In the report describing why he was dismissed from the university, a professor wrote the comment "His views were too modern." While at Washington University, he met his first wife, Catherine Woermann, whom he married in 1929. A year later, they had a daughter, Lucia.
After he left school and was married, Charles began his own architectural practice, with partners Charles Gray and later Walter Pauley.
One great influence on him was the Finnish architect Eliel Saarinen (whose son Eero, also an architect, would become a partner and friend). At the elder Saarinen's invitation, he moved in 1938 with his wife Catherine and daughter Lucia to Michigan, to further study architecture at the Cranbrook Academy of Art, where he would become a teacher and head of the industrial design department. One of the requirements of the Architecture and Urban Planning Program, at the time Eames applied, was for the student to have decided upon his project and gathered as much pertinent information in advance – Eames' interest was in the St. Louis waterfront. Together with Eero Saarinen he designed prize-winning furniture for New York's Museum of Modern Art "Organic Design" competition. Their work displayed the new technique of wood moulding (originally developed by Alvar Aalto), that Eames would further develop in many moulded plywood products, including, beside chairs and other furniture, splints and stretchers for the U.S. Navy during World War II.
In 1941, Charles and Catherine divorced, and he married his Cranbrook colleague Ray Kaiser, who was born in Sacramento, California. He then moved with her to Los Angeles, California, where they would work and live for the rest of their lives. In the late 1940s, as part of the Arts & Architecture magazine "Case Study" program, Ray and Charles designed and built the groundbreaking Eames House, Case Study House #8, as their home. Located upon a cliff overlooking the Pacific Ocean, and constructed entirely of pre-fabricated steel parts intended for industrial construction, it remains a milestone of modern architecture.

A IDEIA DELES...

The Eames philosophy was very much entrenched in process. Process to get to the final product often took years of trial and error.
In 1970-71, Eames gave the Charles Eliot Norton Lectures at Harvard University. At the lectures, the Eames viewpoint and philosophy are related through Charles' own telling of what he called the banana leaf parable, a banana leaf being the most basic dish off which to eat in southern India. He related the progression of design and its process where the banana leaf is transformed into something fantastically ornate. He explains the next step and ties it to the design process by finishing the parable with:
"But you can go beyond that and the guys that have not only means, but a certain amount of knowledge and understanding, go the next step and they eat off of a banana leaf. And I think that in these times when we fall back and regroup, that somehow or other, the banana leaf parable sort of got to get working there, because I'm not prepared to say that the banana leaf that one eats off of is the same as the other eats off of, but it's that process that has happened within the man that changes the banana leaf. And as we attack these problems – and I hope and I expect that the total amount of energy used in this world is going to go from high to medium to a little bit lower – the banana leaf idea might have a great part in it.

FONTE: http://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Eames
http://www.madmuseum.org/site/c.drKLI1PIIqE/b.1552257/k.B979/Eames_Lounge_Chair.htm

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Sim ? ...

Axo piada os alunos de design fazerem uma cadeira cada um algures no seu curso.


Eu também tive de fazer uma cadeira no 1º ano de projecto e até teve piada... o prof. era o Arq. Hestnes! :D

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RIETVELD, GERRIT TOMAS-(1888 - 1964), Utreque, Holanda. "Em 1917-1918 desenhou o protótipo da cadeira red and blue, um de seus trabalhos mais famosos, que em 1923 foi incluído na exposição da Bauhaus. Originalmente com acabamento natural ou preto, teria o acabamento final colorido em 1921, como resultado de sua associação ao movimento De Stijl, do qual, em 1919 tornou-se um dos primeiros membros. A cadeira Zig-zag, outro de seus projetos mais famosos, foi projetada por volta de 1932-1934, em carvalho com guarnições em latão. Mais tarde, por volta de 1942, viria a produzir algumas cadeiras em alumínio e, em 1963, voltaria novamente às linhas puras e minimalistas iniciais, com o projeto de cadeiras para a joalheria Steltman de Haia."

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O processo de vergar a madeira foi inventado pelo marceneiro alemão Michel Thonet, no início do século XIX. Ele descobriu diversas maneiras de curvar a madeira através da água, da cola quente e, mais tarde, do vapor. Em poucos anos, sua invenção, aplicada na fabricação de móveis, já havia conquistado admiradores no mundo inteiro.

Em 1908, João Gerdau trouxe esta arte para o Brasil, quando nasceu a Thonart, indústria de móveis vergados que combina o processo original e artesanal criado por Thonet com avançadas tecnologias. A fábrica é, ainda hoje, a única deste gênero nas Américas.

Uma das particularidades do processo de envergamento da madeira está no fato de que as toras das árvores de açoita ficam de molho em água fluvial de 6 a 8 meses para amolecerem as fibras (curtas) - apropriadas para a envergamento; durante esse processo a madeira perde toda a sua seiva e como os cupins se alimentam dela, um móvel fabricado com esta madeira nunca será atacado por esses insetos tão temidos.

Quem poderia imaginar, no século passado, que os móveis Thonet ainda seriam um clássico 150 anos depois? Talvez o próprio Michael Thonet pudesse. Esse marceneiro alemão já era famoso na corte vienense quando desenvolveu, em 1842, um mecanismo a vapor capaz de curvar e moldar a madeira. Flexível, ela ganhava contornos que, por volta de 1859, se materializaram na célebre Cadeira 14 (ao lado). De encosto curvo e assento de palhinha, ela se transformou em uma das cadeiras mais vendidas do mundo - e na marca registrada de seu autor. Tão hábil para antecipar o futuro quanto para forjar a madeira, Thonet produziu móveis leves, baratos e elegantes em escala industrial.

O arquiteto Le Corbusier (1887-1965), que utilizava essas peças para equipar seus edifícios, assim se referia às cadeiras Thonet: "Pela elegância da concepção, pureza da execução e eficácia da utilização, nada melhor foi feito até hoje".

A criatividade e o gênio de um dos maiores designers do século - Michael Thonet

A cadeira nº 14, mundialmente conhecida por ser o maior sucesso no que se refere à produção em massa, foi também a maior colaboradora na formação da reputação internacional da Thonet (o senhor de barba branca, no centro da foto acima), sendo conhecida de canto a canto como a típica cadeira vienense das cafeterias espalhadas pela Europa. Em 1930, mais de 50 milhões de cadeiras já haviam sido vendidas (!!!). Nessa mesma época o preço era correspondente a US$ 42, tendo o melhor preço dentre os outros modelos da Thonet.

Michael Thonet começou em 1830 a fazer experimentações em curvar lâminas de compensado; fervia tiras de madeira em cola dissolvida e as curvava em moldes de aço, ficando assim conhecido como o precursor do processo de industrialização da arte de curvar madeira, e lançando a primeira cadeira - produto dessa técnica - em 1936.

Métodos eficientes de manufatura - devido à redução de "partes individuais" de uma cadeira - e o desenvolvimento de sua própria rede de distribuição nas principais cidades do globo, fizeram com que a Thonet se tornasse rapidamente uma empresa internacional.
Móveis de madeira laminada e moldada, vendidos em países subtropicais com alto nível de umidade, começaram a ser motivo de reclamação a partir do momento que a cola começava a se dissolver. Devido a essa pressão, Michael Thonet desenvolveu um procedimento de curvatura da madeira no vapor d´agua no qual, como em uma sauna, submergia a madeira a uma pressão de vapor constante. A modelo nº 14 foi a primeira cadeira a utilizar essa técnica de curvatura, e depois de 1865 toda a produção estava sendo feita assim. Escritório alemão na África.

Graças a uma junção parafusada, agora era possível expedir via navio as cadeiras desmontadas, efetuando a montagem só quando chegassem ao seu destino. Trinta e seis cadeiras nº 14 podiam estar dentro de um caixote de apenas 1 metro cúbico, forma que era extremamente prática e que economizava muito espaço, sendo um método de embalagem revolucionário para o século 18.

A partir do momento que as junções puderam ser re-apertadas, essa "versatilidade" ficou conhecida como sendo mais um benefício desta surpreendente cadeira.

in http://www.guiadomarceneiro.com/artigos/?gdm=envergando_madeira

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MYchair is the first chair designed by Ben van Berkel / UNStudio and is a real architect’s chair. All the details of the chair are considered for their spatial effects. In the case of Ben van Berkel this spatial awareness is connected to his idea of the ‘after image’, referring to the capacity of three-dimensional objects to produce many different impressions when seen from different angles. These continuously changing silhouettes result in a kaleidoscopic experience, achieved in the MYchair by the faceted arrangement of the soft elements, the inward and outward curves of the chrome frame and the duo-tones of the upholstering. The facet shapes of the soft part of the chair are echoed in the curves of the frame supporting it; the bottom is reflected in the sides; and the room itself is reflected in the polished chrome of the support frame.

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Hanover, Pennsylvania, USA- Emeco, the premier manufacturer of aluminum chairs, and renowned architect Frank Gehry have collaborated once again, this time in the development a one-of-a-kind large scale bench which will be presented during the Salone del Mobile in Milan, April 22 -27 2009. Named Tuyomyo (Spanish for “Yours and Mine”), this is the second time Emeco and Gehry have cooperated on a project, the first being the creation of the all-aluminum Superlight chair launched at the Salone in 2004 and recently accepted into the Museum of Modern Art’s permanent design collection. The new bench will be auctioned in May, proceeds of which will fund the Leslie Gehry Brenner Award of the Hereditary Disease Foundation (HDF).

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in http://archinect.com/news/article.php?id=88021_0_24_0_C17

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