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Arquitectura.pt


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Guest carlos.pedro

Eu tenho vários 3D manhosos por aí espalhados, ao contrário de ti, só tens o lote 13 (ou 14?), com as pessoas em motion blur forçado, muito manhoso mesmo, principalmente por ser uma moda...


É dificil aprender, não? Deviamos fazer um peditório no Fórum para pagar um psicólogo ao ARK. Deve ter muita raiva ou frustração acumulada que vêm descontar para aqui. Indiferente de gostares ou não do Lote 13 (ou 14, dá igual...) a verdade é a seguinte:
1. Foi premiado num concurso.
2. Houve mjuitas equipes que participaram.
3. Um juri conceituado reuniu e escolheu o que achou melhor dentro dos seus critérios.
E por isto temos mais é que respeitar.

Se quiseres colocar em causa o concurso, ou o prémio? Tnhamos então muito que falar....e posso dizer o mesmo do concurso do Arquitectura.pt. Achei os resultados um pouco fracos mas isso é outra história.

Em relação a histório do lugar, não abdico da minha posição, acho que o projectista deve-se submeter ao lugar e nunca o contrário, aquela postura à Gehry, de chegar ali e impor uma volumetria é a abordagem mais fácil que conheço, é um profundo egotismo. Acho que o Siza consegue em muitas obras conservar o respeito pelo lugar, aquela capacidade de chegar lá e valorar o existente com novas roupagens, é uma postura sui generis na valorização do local (não era isso que chamavam de regionalismo crítico?).


Não tens que abdicar da tua posição se te sentes confortável com ela. Acho que partes de um principio errado de o Arquitecto ter que se SUBMETER AO LUGAR. A relação do projectista com o lugar é sinérgica. Os dois têm que sair a ganhar e isso implica que o lugar dê pistas e o arquitecto consiga aportar uma mais valia.

Já falei sobre isto no post anterior e não me irei repetir aqui.
Tu ficas com o teu Regionalismo Critico, eu fico com a minha Critica ao Regionalismo.

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Antes demais, obrigado pelo elogio. Deixas-me desarmado… Quando a discussão está a um nivel interessante -e já houve vários casos disso, por exemplo um sobre apresentações e outros sobre agricultura vertical ou estacionamentos- todos aprendemos. Interessa-me o meio académico -dito de um modo simplificado para me referir ao pesosal jovem- porque a melhor coisa que a malta nova possui é a capacidade de olhar o mundo com olhos ignorantes. Não o digo num sentido pejorativo. Pelo contrário, a ausência de vicios profissionais os leva à procura de outros caminhos e são poucos professores que sabem explorar isso. Em Portugal preferimos o Professor Mestre, que ensina os alunos de maneira dogmática -mais fácil- em detrimento de uma postura mais contemporânea, livre, ou até civilizada de o Professor Condutor, com a capacidade para aproveitar o melhor de cada aluno e evoluir com ele. Esta opção é mais dificil, mas gera melhores resultados a longo prazo. Poderia falar muito mais sobre o ensino em Portugal, mas isso será tema para outro post.


Tendo em conta todo o percurso que decidi percorrer estou curioso em relação a esse post/topico. Portanto cá o espero.

Como se diz no Brasil, dou um Boi para não entrar numa briga, dou uma Boiada para não sair duma. É a capacidade de defender o que acredito até à ultima palavra que me levou ao ponto onde hoje estou -sem nada construido mas com bastante credibildade profissional- e que também, no seu lado negativo, leva a que as discussões no Arquitectura.pt se tornem intermináveis.


Perseverança é uma qualidade.
Capacidade de defender o nosso ponto de vista também.
A linha que traça a diferença destas duas qualidades e a teimosia irracional é muito ténue.
Eu próprio já a desrespeitei varias vezes, porém tento aprender com o passado e respeita-la.

Parece que desta vez estamos de acordo com bastante coisa. É fácil apontar o dedo a projectos através das suas forma. É algo mais imediato e fácil. Como bem dizes, o Museu do Libskind é dos projectos mais ancorados ao sitio que conheço e no entanto parece um OVNI autêntico. Por outro lado, a Casa nas Ruinas do Aires Mateus parece ancorada ao lugar, e é um OVNI autêntico ali no meio, condicionando a qualidade final com opções meramente estéticas. É dificil uma pessoa fazer este tipo de afirmações sem cair em juizos de valor condicionados pelas nossas crenças. Eu sempre admiti publicamente que a obra do Siza não me atrai muito, mas alguns dos melhores projectos que conheço são dele. Ibere Camargo é um desses exemplos. É simultaneamente um OVNI e algo extremamente ancorado ao sitio.


Por incrível que parece as vezes até conseguimos mesmo concordar. :D

O mais dificil ao projectar é ter a capacidade de jogar fora excelentes ideias , ou pelo menos colocar na prateleira à espera de melhores condições -sim, isso acontece...reproveitar ideias de projectos anteriores. Obviamente que faz parte do processo repensar, redesenhar, questionar, etc. Também temos que chegar a um compromisso final qualquer que, dependendo do objectivo, muitas vezes cumpre sem darmos por isso. Isto é, podemos estar a projectar para dar solução a um problema especifico A que qualquer pessoa que o analíse posteriormente, a partir de um principio B, o irá achar totalmente equivocado.

Deixa-me dar um exemplo. O edificio SOLAR XXI que está no INETI foi pensado para testar uma série de soluções técnicas de sustentabilidade e como as incorporar na Arquitectura. A arquitectura do edificio não me atrai nada, no entanto quando o analiso partindo do mesmo ponto de partida deles, cumpre 100% as suas funções. Diz-se que a beleza está nos olhos de quem vê e é verdade. Só quando entendes o processo poderás analisar com alguma competência o resultado final. Mais uns exemplos, se não leres Derrida e entenderes o Deconstrutivismo Filosófico, não poderás nunca compreender a obra de Eisenman ou se não estiveres por dentro do movimento DOGMA_95 de Lars Von Trier, não consegues aceitar o pragmatismo da nova geração dinamarquesa como os BIG, JDS ou COBE. Existe muito mais do que parece à primeira vista, e fazeres juizos pela questão do gosto ou não gosto é precipitado e injusto.


Concordo contigo. Dai eu antes de criticar um projecto tento informar-me, contudo a avaliação do gosto ou não gosto existe e influencia a maneira como abordo o projecto. Admito que não é uma boa forma de ver as coisas, mas é a mais sincera que te posso dizer.

A questão da rapidez de resposta é essencialmente uma questão de exercicio. Quanto mais o praticas, mais capacidade tens para o fazer. Quando organizo workshops gosto bastante do modelo Flash, onde em 3 dias temos que ter uma ideia e a projectar. É um exercio acima de tudo de criatividade e comunicação frequente em outros ramos e que se pode aplicar à arquitectura pois é algo recorrente na vida profissional de um arquitecto.

Pode parecer que a rapidez invalida a existência de uma filosofia enquanto metodologia de pensamento. A filosofia é algo que já não me interessa na fase de projecto. Há uma mudança de escala e de velocidade entre a vida académica e a vida profisisonal. Deixas de estar concentrado a explicar um projecto e passas a ter uma linha cde Pensamento que orienta a tua vida profissional e os teus projectos. É ai que vais dando conta de temas, aproximações, tiques, métodos de resolução, respostas técnicas, etc que se vão repetindo ao longo dos projectos e vão conformando o teu estilo pessoal.

Depois, em cada situação distinta entrarão outros factores, porventura mais localizados como clima, vistas, condicionantes legais, condicionantes económicas, etc. e que, em conjunto com a tua "filosofia", modo de projectar, estilo próprio, etc. -chama-lhe o que queiras- te resulta num projecto que parecerá um OVNI.

Quando olhamos para trás, todos mudariamos bastante coisas nos projectos feitos. Sabemos que se tivessemos mais 3 ou 4 meses, o projecto sairia distinto. Talvez essa seja a razão porque não devemos dar importância ao aparente mas sim ao processo que levou a tudo isso.

Abraço,
CP


De facto o processo que levou a resposta final é muito importante, alias acho que durante todo o meu discurso se nota que isso é um ponto assente (se não se nota peço perdão), contudo quando não temos à nossa disposição determinadas informações sobre o processo criativo temos de o fazer baseado no resultado final. E isso é o que se passa nas primeiras impressões.
Claro que quando estamos a criticar o projecto de outrem não nos podemos ficar nas primeiras impressões, contudo estas vão influenciar o modo como fazemos todo o resto.
E atenção isto não se aplica somente à arquitectura, o mesmo se aplica a nós e à forma como vemos os outros.
Nunca se deve julgar alguém pela primeira impressão contudo isso acontece diariamente, e há algumas pessoas que nos intrigam e então resolvemos saber mais sobre elas, formando assim uma opinião. Contudo a decisão de saber mais, de nos envolver-mos começa com uma primeira impressão.

Sinto que já divaguei para muito longe do tópico em discussão.
Abraço
Gin

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Daqui poderiam vir mais discussões igualmente pertinentes, e isso só nos enriquece. Quero apenas dizer que como é natural o projecto está totalmente sujeito a criticas, e das duras, no entanto a critica tb se nivela e nesse caso faltou aqui uma postura de abordagem ao tema que me deixou relativamente desiludido... mas faz parte, há que saber lidar com isso. Se em 100 pessoas uma decide ser desviante dos restantes, isso diz-nos qualquer coisa acerca dos outros 99, e tudo acerca do outro. Depois há coisas de que não abdico, e a entrada do apadrinhamento na conversa torna-se insopurtável. A carapuça não serve porque não é disso que se trata. Trata-se de falta de respeito, e isso é intolerável, até pela total falta de ligação ao tema especifico da conversa. Sobre o lugar, quando a melhor defesa de uma ideia é recorrer a um tipo como o Ghery, então a ideia tem de ser fraquinha, muito fraquinha. Gin, fica uma palavra para ti, que no que diz respeito à critica, foste a posição decente, natural. Será isso um moderador.

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Guest carlos.pedro

Depois há coisas de que não abdico, e a entrada do apadrinhamento na conversa torna-se insopurtável. A carapuça não serve porque não é disso que se trata. Trata-se de falta de respeito, e isso é intolerável, até pela total falta de ligação ao tema especifico da conversa. Sobre o lugar, quando a melhor defesa de uma ideia é recorrer a um tipo como o Ghery, então a ideia tem de ser fraquinha, muito fraquinha.


Ivo: Concordo 100% contigo. Quando a única critica que conseguem fazer têm a ver com apadrinhamentos e essas coisas, é que vai tudo muito mal. Infelizmente é um assunto recorrente na sociedade portuguesa e que apenas demonstra a falta de igualdade no acesso às oportunidades de trabalho. Por outro lado, e o que de algum modo me desespera, é ver a quantidade de gente que desiste a pensar que é impossivel chegar a algum lado sem esquemas ou contactos. Não é. Uma das grandes lições que aprendi em todos estes anos é que os Contactos se vão criando ao longo do percurso. Se uma ideia ou um projecto são válidos, as oportunidades aparecem. Admiro que tudo o que tenhas seja conquistado a pulso, com trabalho duro e persistência, com a capacidade e humildade de dar o passo certo de cada vez. O meu caso é similar. Não conhecia ninguém do ramo e entendo muito bem as dificuldades que passamos por fazer o que se acredita. Posso dar-te uma série de outros casos que felizmente conseguem manter a ilusão e continuam a trabalhar, contra tudo e contra todos para fazerem o seu nome na Arquitectura. Esses são os exemplos que continuam a inspirar-me.

Quanto às criticas, mais ou menos duras, é algo que acontece quando expomos publicamente um trabalho. É inevitável. Felizmente vamos conseguindo aprender a lidar com isso e a tirar partido dos diferentes olhares. Isso têm uma virtude inegável que é de nos reforçar o que acreditamos, ou nos fazer mudar o rumo do projecto para algo melhor.

Sobre o teu projecto já disse o que tinha a dizer. Disse-o em públco e te disse em privado quando o enviaste para a exposição. Lamento -mas não me incomoda- que a discussão se tenha desviado, pois apesar de alguns posts menos "simpáticos", este tópico acabou por ter bastante conteúdo que foi discutido a partir do teu projecto. E isso acaba por também ser importante…

Parabéns Ivo pelo projecto e Parabéns Gin pela moderação. A conversa ficou mais intreressante para todos depois que chegou a Infantaria…

1Ab
CP

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Antes de mais um aplauso pela discussão que acredito ter enriquecido todos aqueles que se dedicaram a ler este tópico. :clap: Não me quis meter na conversa por estar a gostar do que estava a ler. A discussão é isso, o debater de pontos de vista e posições, o chegar a algum lado, mas ao mesmo tempo sentir-se que por vezes não serve de nada. Em relação às quezílias (porque a discussão também tem disso), dou os parabéns àqueles que apesar disso continuam a conversa e não se limitam a afastar-se. No fundo concordo com alguns pontos de vista, doutros discordo, mas posso dizer que percebo e compreendo o porquê da maioria dos pontos das posições que foram aqui expressas... Mais uma vez o meu apaluso. :clap:

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Deamer, a discussão está optima, e estaria optima enquanto se mantivesse distanciamento suficiente para tratar o tema com respeito, aí é que surgiu o problema maior, mas q me parece devidamente ultrapassado. Diz-se 'cada macaco no seu galho'. Carlos, as conversas são as de sempre, e o respeito também, e não te fiz nenhuma referência durante a discussão, porque de afilhado passava a enteado!

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Dreamer:clap: Deliciei-me com esta conversa.. independentemente dos pontos de vista, admiro quem sabe argumentar validamente o que apregoa, porque não é so no desenho que nos devemos especializar mas tb no modo como explicitamos as nossas convicções... isto enquanto o tom não baixar de nível e não formos mesquinhos entrando no campo do ataque sem fronteiras. Porque todos somos falíveis. Porque, independentemente do esforço, por vezes nem sempre conseguimos fazer o melhor que podemos. Farei a vénia aos que a uma crítica bem fundamentada assumam a debilidade de um projecto/ um texto/ uma ideia e ignorarei, como já fiz, aos que a esta respondem dum modo infantil passando de imediato para o contra-ataque sem antes sequer terem a inteligência de pensar na sua validade. Do mesmo modo que os nossos projectos, por muito amor que lhes tenhamos, não são sempre os melhores, também não é só com os 'mestres' que temos a aprender... Os que agora o são, já foram jovens como nós... Cada um que enfie o respectivo carapuço. Para inspiração futura deixo esta frase, da qual não conheço a autoria: "Nunca discutas com um idiota. Ele arrasta-te até ao nível dele e depois ganha-te porque tem mais experiência."

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Finalmente alguem a pagar na mesma moeda ao Ark, a nossa ovelha negra. O jovem irreverente...:) No fundo soh houve uma pessoa a dizer aquilo que pensa sobre o projecto. Os restantes ficaram a ler a discussao e outros tantos a opinar sobre o projecto entre si sem partilhar as opinioes com os outros. A discussao foi tudo menos saudavel. Tudo bem que o Ark eh aquela pessoa que jah conhecemos mas foi a unica a dizer aquilo que pensava como a crianca do Rei vai Nu. E foi pouco saudavel porque eh um exemplo de que existe censura aqui no forum. A pior de todas segundo alguns jornalistas - a auto-censura. Gracas ao Carlos Pedro e a Ivo Sales Costa jah ninguem pode opinar sobre o projecto com receio de receber uma resposta como recebeu o ark. Ninguem tem paciencia e sabedoria para continuar uma discussao e isso na minha opiniao eh grave. Quem tem opiniao sobre o projecto nao partilha. Auto-censura. O forum eh um espaco de partilha. Desta discussao eu tenho uma opiniao agressiva do ark e uma opiniao elogiosa do Carlos Pedro. Nao tenho mais opinioes. O Ivo pode nao querer saber das opinioes dos outros mas outros querem saber quais sao as opinioes dos outros. Quem quiser apresentar um trabalho e nao quer discutir mais vale ficar quieto. Apresenta e depois vai-se embora.

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obrigado carlos pedro pelos momentos. é com caracter que se vinga. pobre ark, eu sei que é facil dizer isto mas, és um coitado. isto do forum se quiser ser largo tem de deixar de ser a coutada de uns poucos. ark se tiveres dois dedos de testa talvez tenhas aprendido algo. mas se bem conheço a especie não me parece. alguém disse atrás que destilas aqui as tuas frustações, não sou psicologa embora viva com um, mas se não é frustação em ser pequeno anda lá perto. isto aqui escrito tem dois objectivos e nenhum deles é ofender: 1 mostrar publicamente apoio a quem se presta a explicar (o) "porque sim". 2 igualmente expressar a ideia de que não é com censura e má consciencia que se avança muito obrigado

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Por acaso JVS, disponho-me a falar sobre o trabalho de todas as formas e feitios, desde que a base da discussão seja saudável, coisa que não aconteceu no inicio. Não vou voltar a referir o esforço nem apregoar as noites sem dormir agarrado a concursos, não faz sentido. Enerva-me é quando da outra parte surge uma posição que é uma espécie de súmula da inércia dos jovens arquitectos portugueses. O problema em questão é mais do que válido, ainda hoje num matutino piroso saiu um artigo brilhante sobre cheias e a iminente subida do nível das águas, propõe-se uma solução, critique-se a solução, para mim é bem vinda a critica. A mesquinhez não. E decidir sair em provocação absurda a quem tem boa opinião sobre a coisa, é ridículo. Convido-te a fazer qualquer questão e a criticar como entendas, mas decidir atirar o edifício ao chão pelas representações, indicações de norte e outras *****s afins que num concurso desta natureza seriam questões de somenos importância, é postura que vale o que vale. Relativamente à censura, penso que se deve perguntar a quem de direito, da minha parte não tenho qualquer função administrativa neste sitio e a única pessoa com tais funções que neste tópico resolveu fazer ameaças pelo uso das mesmas foi o ark, portanto a tua reclamação não só é despropositada como também está desprovida de verdade. E peço para a conversa paralela não se alargar muito mais, focando as atenções para as questões e a critica, desde que a mesma seja feita objectivamente, e não do ponto de vista de quem, sentado com o rabo no sofá à noite enquanto vê novelas ou curte um momento de playstation, decide apontar o dedo a quem decide trabalhar. É demasiado tuga para mim. E deve ser demasiado tuga para todos nós. Fica-te bem sair em defesa do ark jvs, mas acredito que te sintas muito só nesse limbo.

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Guest carlos.pedro

As coisas e situações apenas têm a importância que lhes queremos dar… Abraço, CP

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Eu já provei, por não respostas da vossa parte, até que ponto acho o projecto pobre...é um arrasto estar aqui a falar das faltas, do ponto de vista meramente funcional, já que elas já foram de modo ostensivo referidas sem réplica por parte do autor, que se perde sempre num vocabulário parvo, barroco, oneroso, rabuscado, sem conteúdo, numa de pretenso arquitecto, com a vâ desculpa, da especificidade de um concurso não ter uma certa exigência, eu só conheço uma Arquitectura, aquela que funciona e como tal é construível, o resto são coisas sem significado.

obrigado carlos pedro pelos momentos.
é com caracter que se vinga.
pobre ark, eu sei que é facil dizer isto mas, és um coitado.
isto do forum se quiser ser largo tem de deixar de ser a
coutada de uns poucos.
ark se tiveres dois dedos de testa talvez tenhas aprendido algo.
mas se bem conheço a especie não me parece.
alguém disse atrás que destilas aqui as tuas frustações, não sou psicologa
embora viva com um, mas se não é frustação em ser pequeno
anda lá perto.
isto aqui escrito tem dois objectivos e nenhum deles é ofender:
1 mostrar publicamente apoio a quem se presta a explicar (o) "porque sim".
2 igualmente expressar a ideia de que não é com censura e má consciencia
que se avança
muito obrigado

joana sputnik, eu sofro muito com esta sua crítica, eu estou de tal modo perturbado, que neste momento laivam lágrimas sobre o teclado, estou de tal forma a padecer, que temo um dia, tornar-me numa destas pessoas cinzentas, sem um travo de honestidade, tem sempre um soundbyte preparado para replicar, tipo:

consulta uma psicóloga; pobre ark, és um coitado


Não tenho carácter para suportar banalidades desta espécie, o vulgo, além de não saber escrever PT corrente, tem sempre a mesma opinião.

As coisas e situações apenas têm a importância que lhes queremos dar…
Abraço,
CP

Diz-se por aí nos bastidores, que deu-se ao trabalho de fazer lobby (mais o seu amiginho), na Administração do fórum para proceder a minha expulsão, tem um fórum todo para se defender e prefere ir falar directamente com Deus...além de um hipócrita polido, acho que deu demasiada importância a um assunto onde lhe simplesmnete faltou argumentos e capacidade para se defender, fazer queixinhas é quezílias de pessoas infantis.

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Ivo estive a ver atentamente o teu projecto e achei muito interessante os esquissos de aproximação á forma. Compreendo a elevação feita em relação ao nível térreo, no entanto, se fosse possível gostaria que me explicasses o conceito inerente ao piso de cima? Preocupaste-te com questões, do meu ponto de vista essenciais para um projecto sustentável, o respeito pelo sítio e a utilização de materiais locais. É pena, não mostrares a inserção urbana ao nível das plantas. Este é um bom projecto porque responde ás questões fulcrais de resolver o "problema" e não se baseia apenas com questões meramente gráficas, o que acontece muitas vezes, quando vemos alguns projectos que ao invés de responderem ao que é de facto importante, apenas se preocupam com a imagem. Desde já, dou-te os meus Parabéns pelo Projecto. Se fosse possível, gostava de ver mais projectos relacionados com os temas de sustentabilidade e eco-arquitectura.

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Citando o site "A casa da Vizinha":

Em virtude da parceria com ARQUITECTURA.PT, a Casa da Vizinha têm um Fórum de discussão dos projectos aqui apresentados. [...] O objectivo é poder debater ideias em torno dos temas de sustentabilidade, usando como caso de estudo o trabalho apresentado pelos vários ateliers.


Não quero parecer um opressor, mas para críticas pessoais aconselho as Mensagens Privadas.

Abraços
:)

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Peço desculpa, mas não estou a fazer críticas pessoais a ninguém, nem sequer quero entrar por aí! Se se está a referir á minha última frase, eu refiro-me, á afirmação do Ivo no último texto do projecto ele fala do facto de nos concursos muitas vezes se dar valor apenas ao exterior. Vim aqui para falar apenas do projecto, uma vez que estive a ler os textos e a ver as imagens.

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Guest carlos.pedro

Diz-se por aí nos bastidores, que deu-se ao trabalho de fazer lobby (mais o seu amiginho), na Administração do fórum para proceder a minha expulsão, tem um fórum todo para se defender e prefere ir falar directamente com Deus...além de um hipócrita polido, acho que deu demasiada importância a um assunto onde lhe simplesmnete faltou argumentos e capacidade para se defender, fazer queixinhas é quezílias de pessoas infantis.


Só vou responder ao que me diz respeito. Isto está a começar a parecer o dia da marmota...acordamos e continua tudo igual.

Sou transparente no que faço e no que digo. Como todos sabem -e te avisei antes de o fazer- participei de um moderador -ARK- à administração do Fórum, como está no meu direito e como é o modo correcto de fazer as coisas. Devias perder 5 minutos para ler as regras do Fórum antes de parecer ignorante ao afirmar essas coisas.

5. Qualquer assunto relacionado com a Administração ou Moderadores deve ser dirigido por Mensagem Privada ou e-mail para admin@arquitectura.pt.


Quando acho que algo não funciona ou funciona mal e diz respeito a algum usuário ou membro da equipe do Fórum deve ser participado e não discutido em praça pública. Tu enquanto moderador não funcionas e és mal-educado. Já provaste isso e cada vez que tecleias o confirmas.

Não foi preciso fazer lobby de nada nem iria perder o meu tempo com isso. Prefiro gastar as minhas horas a fazer algo produtivo como organizar exposições e sites web. As coisas não têm tanta importância assim e tu certamente não és nada importante. Se foste expulso ou chamado à atenção é porque não foi a primeira queixa que foi feita acerca dos teus modos e ameaças. Pelos vistos há muita gente que partilha da mesma opinião.

Não me falta capacidade para defender, me falta capacidade para aturar má educação e linguagem de rua.

Para mim o assunto está encerrado.
Abraço e feliz natal.
Carlos Sant'Ana

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Guest carlos.pedro

Peço desculpa, mas não estou a fazer críticas pessoais a ninguém, nem sequer quero entrar por aí!
Se se está a referir á minha última frase, eu refiro-me, á afirmação do Ivo no último texto do projecto ele fala do facto de nos concursos muitas vezes se dar valor apenas ao exterior.
Vim aqui para falar apenas do projecto, uma vez que estive a ler os textos e a ver as imagens.


Marta:
O problema não é contigo. Não te preocupes com isso.
Espero pelo teu projecto na Casa da Vizinha.
CP

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Tantas linhas Carlos.Pedro...está a dar demasiada importância a isso...as regras do fórum não relatam nehuma actividade de censura! Desculpe se a minha honestidade, confunde-se com má educação, não é meu objectivo declarado escrever para nenhuma revista.

Posso só fazer uma pergunta ao autor do projecto, na senda desta citação:

o respeito pelo sítio e a utilização de materiais locais

Quais é que foram os materiais locais? (Eu acho que sei, mas posso estar enganado!)

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ARK não sei se leste aquilo que o Ivo escreveu, mas ele diz numa frase que utiliza os materiais locais, e por isso acho que é um bom princípio para quem cria projectos baseados no tema sustentabilidade. Tudo bem podes até não concordar com o projecto, mas acho que como utilizador do fórum posso dar a minha opinião tal como tu deste a tua. Não venho para o fórum para estar a discutir com ninguém e acredita que estive realmente a ler os textos. Vou já sair.

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Eu posso ver mal, nos desenhos vi perfis e tubulares, se ele diz que utilizou materiais locais, eu com alguma poder de dedução posso concluir que tubulares e perfis, não são os materiais locais, ah, mas isso é um concurso e portanto não interessa, bem se é essa a questão, não se discute o projecto, já que isso configura uma crítica destrutiva.

Os próximas termos de responsabilidade e memórias descritivas que eu elaborar, vou passar a ser lacónico e dizer apenas uma linha, "feito de acordo com toda a legislação e arte de bem construir." É capaz de funcionar? Ou senão, num texto paralelo escrevo, "projecto excelente, não precisam de ler." Um gajo aprende com cada coisa aqui no fórum...

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Ivo: quanto à proposta, parece-me interessante ao nível do desenvolvimento da ideia, sustentada nos valores iniciais. É uma proposta que até podia ser encarada como uma casa na árvore: temos um tronco com um núcleo de acesso e na copa desenvolvem-se os espaços da casa, as áreas sociais e ao mesmo tempo criam-se pontos de vista para a paisagem. Penso que mesmo a nível material a casa se podia equiparar mesmo a uma árvore, utilizando materiais vegetais reciclados de forma a "naturalizar" a construção No entanto há coisas que não cheguei a entender através dos painéis. A ideia de levantar a casa do solo funciona pois se a água sobe, a casa continua seca nos espaços de vida. No entanto aquilo que não entendi tem a ver com o que mostra a última imagem dos painéis: se a água subir, como é que entramos em casa? provavelmente foi pensado e eu não me apercebi disso nos painéis mas fiquei com essa dúvida.

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