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lllARKlll

The List - Ten Modern Masterpieces

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http-~~-//www.chicagomag.com/images/2007/September%202007/modmas_ssv.jpg

STATE STREET VILLAGE (2003)

Murphy/Jahn Architects
3301 South State Street


http-~~-//www.chicagomag.com/images/2007/September%202007/modmas_tc_sm.jpg

THE CONTEMPORAINE (2004)
Perkins + Will Chicago; Ralph Johnson, design principal
516 North Wells Street


http-~~-//www.chicagomag.com/images/2007/September%202007/modmas_sijs_sm.jpg

SPERTUS INSTITUTE OF JEWISH STUDIES (late 2007)

Krueck & Sexton Architects
618 South Michigan Avenue


The heyday of Chicago architecture is back. Eager to cheer it on, Chicago magazine has selected ten masterpieces that illustrate why we are, once again, a global epicenter of architecture. The List | As a companion project, Chicago commissioned a survey from the local chapter of the AIA. What the Pros Said | + full story

Call them the best of the 21st century if you’d like. These innovative new buildings illustrate Chicago’s enduring power to attract great design.

Fonte: Archinect & ChicagoMag

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Quando as coisas resultam bem, não é necessário grandes mudanças, apenas seguir a mesma linha de raciocinio. Estes americanos são muito pragmáticos, até agora teem se safado bem.

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Quando as coisas resultam bem, não é necessário grandes mudanças, apenas seguir a mesma linha de raciocinio.
Estes americanos são muito pragmáticos, até agora teem se safado bem.

... especialmente na época dos furacões...

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... especialmente na época dos furacões...


lol :)

ANA não me parece, de todo, que o custo dos edifícios aqui apresentados transcenda o dos realizados na Europa com o mesmo registo funcional.

Acho que é notória a diferença entre os EUA e o resto do mundo em vários aspectos, a arquitectura é só mais um, que por sinal reflecte muito a maneira como pensam.

Este é um tema que me interessa e que considero importante visto que a globalização não nos larga, mas não tenho conhecimento suficiente para dissertar sobre ele, apenas para fazer pequenas observações.
Se alguém o tiver opine um pouco. Assim poupava algum estudo.

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É fácil criticar a "American Way" o problema é q andamos sempre a reboque e a lamber botas a esses cowboys q se estão bem a borrifar para o resto do planeta..., viva a coca-cola, a nike, a mcdonalds, o F. Gehry, o John Wayne e a Britney Spears !!

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Não há aqui nenhum "american way", os edifícios por mero acaso são em Chicago, como podiam ser noutro sítio qualquer, não há regionalismo crítico em qualquer um deles, o último exemplo dá corpo a uma simplicidade alarmante, que poderia ser qualquer fachada entre empenas neste pouco conjecturável Portugal.

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Sim, porque o facto de ser de Chicago, em termos de história tem o seu Peso, Louis Sullivan e o seu aprendiz F.L.W. (em início de carreira) são um exemplo, não podemos negar em termos históricos a correlação Arquitectura de Qualidade < - > Chicago! Mas as obras em questão não espelham nenhum regionalismo, aliás, entre si são completamente distintas.

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Quanto à particularidade e história de Chicago estou de acordo que estas "abéculas" vão contra aquilo que Sullivan defendia, a forma parece algo perdida e descontrolada, aparentemente tb não gosto, não conheço as obras e pelas fotos não se pode perceber muito mais...Mas há que admitir que muito do q renasceu em Chicago depois do grande incêncio é extremamente influenciado pelas tendências modernistas vindas da europa... "afinal neste canto do mundo, não estamos assim tão mal..." => O mesmo não podem dizer muitos afegãos, iraquianos, cubanos, palestinianos,:nervos: mas enfim, é a força opressora de quem pode, contra quem não pode ter o direito de dizer não ... e nós cá vamos andando pianinho ..... pianinho ...

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Eu não desgosto das obras, nem acho que tenham um exotismo que permita dizer "a forma parece algo perdida e descontrolada" (a primeira e a terceira são de uma extrema simplicidade!) e já agora, hoje em dia, o que é que interessa aquilo que Sullivan defendia?

Mas esta coisa, de três obras distintas, que não marcam uma tendência, corrente, forma de fazer... é sintomático do nosso tempo, esta espécie de após pós-modernismo. Actualmente é impossível apontar um estilo aos Arquitectos de Vanguarda mais interessantes (Rem Koolhaas e Herzog), cada caso é um caso catalizado pelas suas circunstâncias e a obra seguinte, será por mérito desta tese, diferente da sua sucessora, Há 50 anos as sebentas diziam, F.L.W. - Organicista, Groupis - Funcionalista, M.V.R. - Minimalista, Le Corb - Beton Brut, hoje em dia, só se apregoa estilos aos arquitectos desinteressantes Coop Himmelblau, Gehry e por aí a fora. O que é interessante resiste sempre as normalizações do consumo, por outras palavras, à Globalização, ainda bem que ainda assim é.

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Caro ??ARK?? :
Acho que promover o design e arquitectura actual de Chicago, através destes exemplos, ou pior relacioná-la com o passado, conforme abertura do tópico, em nada beneficia esse propósito. Contudo, a abertura do tópico é pertinente,... desperta a discussão ...:icon_pistoles:

“ ...e já agora, hoje em dia, o que é que interessa aquilo que Sullivan defendia?”
“...O que é interessante resiste sempre as normalizações do consumo…”

“...São obras apenas de Chicago, portanto circunscritas a este espaço...”
“...os edifícios por mero acaso são em Chicago, como podiam ser noutro sítio qualquer...”

Temos que ser mais moderados senão tropeçamos amiúde em contradições ... tens razão quanto à simplicidade das formas do 1.º e do 3.º esta solução, aparentemente, até me agrada (a terceira) mas tens de admitir que aquele 2.º edifício não se parece com nada...:vomit2:

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a preponderancia americana na contrução de uma (in)consiencia reside ate mesmo nesse forum... edificios selecionados em chicago fazem eco aqui com tamanha intencidade, contudo refletem a produção local em determinado tempo apenas, acaso juntassemos tres de nos, fariamos um livro com nossos trabalhos e publicariamos, bastando para isso dinheiro, q eles tem

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Caro ??ARK?? :
Acho que promover o design e arquitectura actual de Chicago, através destes exemplos, ou pior relacioná-la com o passado, conforme abertura do tópico, em nada beneficia esse propósito.


Eu acho que já expus o meu ponto de vista de forma clara, Chicago é pelo seu passado um exemplo de Arquitectura de Qualidade, não pelo Sullivan, não pela escola de Chicago, mas por ter albergado um Génio da Arquitectura, este é o Ponto Capital. As obras apresentadas, tão pouco tem a ver com isso, já que não tem qualquer afinidade com o dito passado (como poderiam?), apenas ressaltando a sua aparente qualidade formal, que é indiscútível (principalmente no 2º edifício, onde as relações de proporção são evidentes em qualidade).
Também já afirmei que as obras não representam um qualquer Know How de Chicago, nenhum Hand-Made de Chicago, nenhuma imagem de marca, nada próprio ou curíal de Chicago, são apenas três edifício (na minha opinião com qualidade) que por acaso são em Chicago.

...São obras apenas de Chicago, portanto circunscritas a este espaço...”
“...os edifícios por mero acaso são em Chicago, como podiam ser noutro sítio qualquer...

Qual é a contradição, queres explicar?

“ ...e já agora, hoje em dia, o que é que interessa aquilo que Sullivan defendia?”
“...O que é interessante resiste sempre as normalizações do consumo…”


Once again? Qual é a contradição, queres explicar?

Temos que ser mais moderados senão tropeçamos amiúde em contradições ... tens razão quanto à simplicidade das formas do 1.º e do 3.º esta solução, aparentemente, até me agrada (a terceira) mas tens de admitir que aquele 2.º edifício não se parece com nada...

Não se parece com nada? De forma assaz usa das relações de pragnância, continuidade, ritmo e semelhança, a Gestalt explicada!
Ao falarmos de Arquitectura, não abusamos do nosso gosto, este é preterido, a beleza é independente disso, um edifício nunca é feio por não se parecer com nada.
O Pós-Modernismo abusou de edifícios que se pareciam com coisas, recapitulação das ordens clássicas, abuso de alegorias, casas com paredes em ruinas, as vezes assemelhando-se a objectos pessoais, um buscar atrás e uma amálgama de referências retro, que na minha opinião, representa tudo o que houve de mais decadente neste último século de Arquitectura.

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