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Matosinhos | Edificio de Habitacao | Ângela Frias+Gonçalo Dias+Ricardo Granja

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Estas imagens suscitam-me uma questão. Acho que é bastante fácil, quando andamos de volta de estudos da forma, o riscador desenhar "óculos" idênticos a esses acima apresentados, o que causa alguma "comichão" é o espaço que fica, por exemplo, por baixo desses "óculos". Esse pequeno vazio servirá para alguma coisa senão acumular pó?

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Alem do mais roubam espaco. O espaco vale ouro. Mas gostei da tua questao. E nao soh... vejo ali um abrigo perigoso para vagabundos, caes e gatos... um excelente local para as necessidades do dia-a-dia.

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Realmente, aqueles espaços parecem não ter nenhuma função aparente... Ainda que o objectivo fosse destacar os tais "óculos", o espaço que fica por baixo parece pouco trabalhado.

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Qt a volumetria, agrada-me bastante, estilo "maqueta", vai muito de encontro a arquitectura mais minimalista, com a definição de materiais contemporâneos que lhe conferem esse "look" inacabado. Uma malha simples e funcional. Já la estive e achei bastante iteressante, muito embora no que diz respeito ao aspecto funcional, esses tais "buracos" se tornem com o tempo, pouco funcionais e o espaço que "roubam", podem em termos comeciais não ser muito vantajosos, mas acabam por ser uma solução diferente do que se vê.Daí acho que neste caso a forma supera a função com sucesso, o condominio é que tem que "inchar"... Não sei se já tiveram a oportunidade de ver o layout interior dos apartamentos, só houve uma coisa que nao me agradou tanto que foi a zona de entrada dar directamente com os quartos. Quanto ao resto dou os meus sinceros parabens aos colegas, porque imagino que certamente não foi fácil impor a solução arquitectonica e a escolha dos materiais, face a conjuntura.

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Estava a falar do facto de aparentar fraca qualidade... Eu gosto bastante de betão á vista mas neste caso dá um aspecto fraco mesmo... Já para não falar da beira das varandas. E os tais óculos também não percebo. Não acrescentam nada ao edifício para além de espaço para animais...

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"habitação social"
é interessante como estamos formatados, mas enfim a coisa é assim mesmo, desde o momento em que somos crianças; e se é menino recebe um carrinho, se é menina leva uma barbie, (claro que depois no caso dos homens queremos as duas coisas, mas isso é outra conversa), a expressão "habitação social" aqui usada no sentido pejorativo serviu para mostrar que "EU SÓ GOSTO DAQUILO QUE CONHEÇO", se não estou formatado para uma determinada (imagem-coisa), aquilo é mau, é o outro, é aquele que está fora de mim, é "habitação social", são os "óculos", os "vagabundos".
toda esta conversa para quê?
eu nunca conheci uma pessoa que fosse inteiramente má. e quando me cruzo com pessoas detestáveis, quase sempre têm amigos e de entre eles há sempre alguém que podia ser meu amigo. o que me leva a concluir que com tempo, paciência e querer, talvez este edificio tenha mais qualidade do que parece (e tendo em conta a envolvente...) e que tem.
os meus parabéns a quem promoveu, projectou e trouxe até mim esta (imagem-coisa).

http://www.adoisg.com/Ematosinhosobra.htm

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Participei indirectamente num projecto de habitacao social e sinceramente nao sabes do que estas a falar. :D Por algum motivo eu escrevi um topico sobre Arquitectura e a Economia.

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Participei indirectamente num projecto de habitacao social e sinceramente nao sabes do que estas a falar. :D Por algum motivo eu escrevi um topico sobre Arquitectura e a Economia.



estás a falar de quê?

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Tirando o caso das montras que acho mal resolvido, quer pelos aspectos de que já se falou quer até como opção formal face ao conjunto, acho o edificio espectacular

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Participei indirectamente num projecto de habitacao social e sinceramente nao sabes do que estas a falar. :D Por algum motivo eu escrevi um topico sobre Arquitectura e a Economia.

Provavelmente não sei mesmo:D O que queria dizer é que a qualidade do edifício não é transmitida pelo exterior, embora não conheça o interior. Eu certamente não me sentiria muito bem se passasse na rua nessa zona.

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Provavelmente não sei mesmo:D O que queria dizer é que a qualidade do edifício não é transmitida pelo exterior, embora não conheça o interior. Eu certamente não me sentiria muito bem se passasse na rua nessa zona.


Podias ter dito que era mau, que era feio, que transmitia uma sensacao desagaradavel quando passas naquela zona... e nao o que disseste.:D

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Alem do mais roubam espaco. O espaco vale ouro. Mas gostei da tua questao. E nao soh... vejo ali um abrigo perigoso para vagabundos, caes e gatos... um excelente local para as necessidades do dia-a-dia.


Pois... Partilho precisamente a mesma opinião. Aliás, acho que alguém minimamente lúcido concordará que esses espaços só servem para acumular poeiras e «sujidades urbanas».

Estas férias fui a Bilbo, à famosa escultura do Gehry onde está instalado o Museu Guggenheim, e uma das coisas que mais me enervou foi precisamente a escultura estar cheia de nichos e becos... :?

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nao quero aqui entrar em grandes discursos formais, que mais nao seriam do q a minha interpretação do volume apresentado..mas será que o espaço tem de ser aproveitado até ao limite? as opções não se poderao justificar por si próprias...eu certamente nao resolveria desta forma, mas compreendo que por vezes o que mais nos apetece é fazer algo que não faça sentido de todo... è uma questão de atitude, todos nós temos a nossa!

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nao quero aqui entrar em grandes discursos formais, que mais nao seriam do q a minha interpretação do volume apresentado..mas será que o espaço tem de ser aproveitado até ao limite? as opções não se poderao justificar por si próprias...eu certamente nao resolveria desta forma, mas compreendo que por vezes o que mais nos apetece é fazer algo que não faça sentido de todo...
è uma questão de atitude, todos nós temos a nossa!


Não desvalorizo essa atitude, antes pelo contrário. Mas essa atitude não se pode chamar arquitectura racional. É uma arquitectura gratuita ou meramente intuitiva, improvisada, suja, não-funcional. Ou não?

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