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Arquitectura.pt


Peter

Viana do Castelo | Hotel Axis | Jorge Albuquerque

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Uma bela duma aberraçao!!! Um bom caso de quando os arquitectos olham para o seu umbigo e não para o contexto urbano.....

Pode ser um hotel "ultra" inovador cheio de construção metálica e caixas que entram e saem, mas é absolutamente absurdo no contexto urbano onde se insere e perde toda a "piada" que alguma vez teria...


Com todo o respeito... voce não percebe nada do que é a arquitectura, você ainda deve ser dakeles arquitectos que fazem tudo xeio de trabalhados e com telhadinhos...e olhe uma coisa, pa kem percebe um bocadinho que seja de arquitectura sabe que não é preciso seguir sempre as linhas das pré-existências, prq em muitos casos, e principalmente num gaveto podia fikar uma koisa bastante estranha, mas prontos , para kem nao perceber d aruqitectura você até é um génio loool

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Com todo o respeito... voce não percebe nada do que é a arquitectura, você ainda deve ser dakeles arquitectos que fazem tudo xeio de trabalhados e com telhadinhos...e olhe uma coisa, pa kem percebe um bocadinho que seja de arquitectura sabe que não é preciso seguir sempre as linhas das pré-existências, prq em muitos casos, e principalmente num gaveto podia fikar uma koisa bastante estranha, mas prontos , para kem nao perceber d aruqitectura você até é um génio loool


Presumo que te tenhas enganado no tópico ao qual respondeste ou então não sabes do que estás a falar, porque se soubesses deverias no mínimo tentar entender as questões que se levantaram ao longo do tópico.

Nem merece resposta

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Presumo que te tenhas enganado no tópico ao qual respondeste ou então não sabes do que estás a falar, porque se soubesses deverias no mínimo tentar entender as questões que se levantaram ao longo do tópico.

Nem merece resposta



eu conheço perfeitamente até porque passo la tdas as semanas e alguma kestões percebo, mas voce que quer comparar isto ao mamarraxo do Coutinho...por amor de deus...

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Tendo aberto este topico para gerar uma "discussão" saudável sobre este hotel, não quero que de modo nenhum ele se torne fonte de provocações!

caro Gongax, com todo o respeito, espero que no mínimo compreendas as opiniões do asimplemind. ele é um user com elevado grau de responsabilidade e coerência, e jamais não estando de acordo com alguém se insurge da forma como tu o fizeste.

No inicio deste Topico, a "discussão" andou quase sempre entre mim "Peter" e o "asimplemenid", discussão essa que foi de todo construtiva e que levou a que se tivesse efectuado uma visita à obra com o arq coordenador do projecto. Lá as duvidas que todos tinham foram esclarecidas de forma pacifica e compreensiva.

No fundo este tópico é como que um exemplo daquilo que deve ser, quando possivel, feito em prol da boa compreensão mutua e em que todos ficamos a ganhar.

Espero que da próxima vez que participes sejas compreensivo e aprendas a respeitar as opiniões de todos.

cump.

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Há milhares de pessoas que passam por lá diariamente e não fazem a mínima ideia do que é a arquitectura. Não é por a senhora de limpeza da assembleia da republica estar lá todos os dias que vai ter voto na matéria sobre o governo. A questão não é essa. Mais do que passar lá, ou mesmo visitar a obra (como alguns de nós fizemos) é necessário ver, entender, reflectir, criticar. Há que saber do que se fala. Quando estabeleço um termo de comparação entre este hotel e o edifício Coutinho há um propósito e não é meramente no domínio do senso comum. Pretendia estabelecer uma relação entre duas obras que marcam de forma intensa um local. Local esse que por sua vez ganha uma nova identidade graças às tais obras. Assim como o Coutinho arrasa completamente a escala dessa frente da avenida, não pela sua altura, mas sim pela sua proporção e principalmente pelas relações que existem: uma escala baixa que vem desde o rio e uma escala intermédia que se estabelece já no centro de Viana. Este edifício do Hotel Axis estabelece claramente uma ruptura. Eu não estou aqui a defender continuidades ou descontinuidades, estou a partir de uma análise do local e a tomar uma posição crítica perante o existente. Se por um lado a escala do edifício em conjunto com as construções baixas do hotel poderão estabelecer uma relação de escalas com toda aquela zona, no lado oposto há uma total desapropriação em relação ao enorme vazio existente na zona da escola e nas baixas escalas dos edifícios circundantes. Aqui sim para mim deveria ter havido uma maior sensibilidade dos arquitectos perante esta relação, tornar o edifício menos obstrutivo e mais orgânico. Mas a arquitectura faz-se através disto e de muito mais e como tivemos a oportunidade de presenciar na visita à obra há imensos factores que condicionam o projecto desde o início. Cabe aos arquitectos saber geri-los de forma a criar um objecto urbano. E se por um lado a ideia do edifício era a de criar uma imagem singular, partindo desde logo de uma ruptura, a imagem proposta pelos arquitectos de certo modo até faz sentido numa relação de percepção de escalas. O edifício é de certa forma escalonado, o que resulta bem melhor do que se fosse um grande bloco, tornando-se uma enorme parede (como o Coutinho).

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Há milhares de pessoas que passam por lá diariamente e não fazem a mínima ideia do que é a arquitectura. Não é por a senhora de limpeza da assembleia da republica estar lá todos os dias que vai ter voto na matéria sobre o governo. A questão não é essa.

Mais do que passar lá, ou mesmo visitar a obra (como alguns de nós fizemos) é necessário ver, entender, reflectir, criticar. Há que saber do que se fala. Quando estabeleço um termo de comparação entre este hotel e o edifício Coutinho há um propósito e não é meramente no domínio do senso comum. Pretendia estabelecer uma relação entre duas obras que marcam de forma intensa um local. Local esse que por sua vez ganha uma nova identidade graças às tais obras. Assim como o Coutinho arrasa completamente a escala dessa frente da avenida, não pela sua altura, mas sim pela sua proporção e principalmente pelas relações que existem: uma escala baixa que vem desde o rio e uma escala intermédia que se estabelece já no centro de Viana. Este edifício do Hotel Axis estabelece claramente uma ruptura. Eu não estou aqui a defender continuidades ou descontinuidades, estou a partir de uma análise do local e a tomar uma posição crítica perante o existente. Se por um lado a escala do edifício em conjunto com as construções baixas do hotel poderão estabelecer uma relação de escalas com toda aquela zona, no lado oposto há uma total desapropriação em relação ao enorme vazio existente na zona da escola e nas baixas escalas dos edifícios circundantes. Aqui sim para mim deveria ter havido uma maior sensibilidade dos arquitectos perante esta relação, tornar o edifício menos obstrutivo e mais orgânico.

Mas a arquitectura faz-se através disto e de muito mais e como tivemos a oportunidade de presenciar na visita à obra há imensos factores que condicionam o projecto desde o início. Cabe aos arquitectos saber geri-los de forma a criar um objecto urbano. E se por um lado a ideia do edifício era a de criar uma imagem singular, partindo desde logo de uma ruptura, a imagem proposta pelos arquitectos de certo modo até faz sentido numa relação de percepção de escalas. O edifício é de certa forma escalonado, o que resulta bem melhor do que se fosse um grande bloco, tornando-se uma enorme parede (como o Coutinho).





é assim você tem razão em relação a algumas coisas...mas numa zona como aquela que não é uma zona qualificada, ou seja é uma zona com edificios que não têem uma identidade muito importante na cidade, e azo notável que se faça algo de notável num sitio assim longe do centro prq pode artair outros investimentos, sinceramente sou defensor deste tipo de arquitectura.

peço desculpas se de algum modo fui incomodo no comentário atrás.

Cumps

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Apenas tenho a dizer que passei lá ao lado no outro dia, sem sequer me lembrar que já tinha lido este tópico, e a minha reacção instantânea foi "O que raio é isto???"... Há casos em que a circunstancia pode (ou até deve) não interferir com o projecto. A Casa da Música é um exemplo genial disso mesmo. Este hotel é ridículo...

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Como morador em VIana do Castelo e frequentador diario daquela estrada; so tenho uma coisa a dizer: QUE DESGRAÇA!. O Edificio esta totalmente fora de contexto; o volume, o alçado, cores e materiais; é mau de mais para definir uma das arterias principais de entrada em Viana

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O Edificio esta totalmente fora de contexto; o volume, o alçado, cores e materiais; é mau de mais para definir uma das arterias principais de entrada em Viana


Em tom de brincadeira, provavelmente o autor tentou descontextualizar e contrariar toda a envolvente. Afinal de contas, ouvimos este tipo de conceitos todos os dias na faculdade... "Descontextualizar", "Contrariar", "Desmaterializar", "Desconstruir"...

:D

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Tens toda a razao; mas qualquer expressao dessas que usaste(COntrariar,desmaterializar, desconstruir) inclui em si uma forte ligação ainda que pelo contraditorio. Mas ao ignorar a envolvente nao estas a relacionar ou todos relacionariamos tudo com tudo. A unica coisa que eu vejo este edificio fazer é pura e simples auto-promoçao enquanto hotel; nao é de todo desenhado para quem o vive se nao efemeramente.

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De facto, no início parecia muito promissor já que, pelo menos apostava num sitema de construção que não é tão habitual. Mas tenho que concordar com os colegas quanto ao resultado final. No fim, e já com a fase de acabamentos mais próximos parece descontextualizado e nem por isso equilibrado ou inovador.

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Também tive a oprtunidade de ver nos últimos dias que passei lá. Era por esta fase que estava à espera, na expectativa que melhorasse. E parece que sim. Vai ficar mais coerente com a estrutura.

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http://www.arquitectura.pt/forum/attachments/f10/1414d1180141509-hotel-viana-do-castelo-foto.jpg Eis algo que eu nao compreendo. Como dizia o outro ...aqui ha gato... Ficam todos chocado com este edificio que soh se faz em paises a 1000 km a norte de Portugal porque ele nao estah integrado na envolvente.;) E eu vejo esta fotografia e vejo a envolvente e ... uau!!! Uma bela paisagem... uma bela paisagem sem duvida... muito inadequado este projecto. Eh demasiado bom. Mau... muito mau... que horror! Deviam fazer um edificio de acordo com a paisagem envolvente... tao feio... desculpem tao belo como a paisagem envolvente...:p... ui ui...

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OMFG que ave rara... parece trabalho de mestre de obras a tentar "fazer moderno"


Ahahahahahahahahah!!!!

Coitado... nem sabem copiar como devem ser... uma tristeza de gente... deviam manda-los para o Tarrafal.

Jah agora. Na tua opiniao o que eh que ficava aqui bem?

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Eu não conheço o local portanto não te vou responder a isso. Posso dizer que já lá passei e deu para entender que se trata de arquitectura completamente gratuita... Faz-se umas consolas a desafiar a gravidade e toda a gente acha que é bonito. Se perguntarem ao arquitecto o porque de o edifício não ser apenas um volume simples ele provavelmente fica sem resposta.

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Sinceramente. Desconheco a zona. Acho o projecto muito arrojado. E pela imagem que disponibilizam na envolvente... acho que o Hotel podia ser mais contido, E o fundamento desta minha afirmacao... e que este hotel tem com objectivo afirmar-se perante uma paisagem muito bela. Um edificio que ficava bem numa praia, no meio duma floresta, no meio dum pinhal, numa serra arborizada, quica no meio do Alentejo sem nada ha volta... imagino-me num quarto a ver a paisagem... este edificio oferece a paisagem ao cliente... e na realidade vejo uma paisagem simplesmente horrivel. E dizem-me... Viana do Castelo eh uma cidade belissima!!! Se eh bela mostrem-me mais imagens da envolvente. Soh vejo uma e eh feia. Eh tao feia como todos os arredores de cidades distritais... sao feios. Este hotel estah mal por estar na zona errada. Faz-me lembrar o Ritz de Paris (um entre varios) que esta no meio de duas estradas enfadonhas perto do aeroporto que eh igualmente enfadonho como qualquer cidade em redor dum aeroporto. E este Hotel (o Ritz) eh uma obra interessante a nivel arquitectonico mas contida. Contida pois nao oferece ao cliente a paisagem feia antes pelo contrario, esconde. Agora chamar o edificio de aberracao e de porcaria feita por um mestre de obras a tentar recriar arquitectura moderna... fonix...

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