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Arquitectura.pt


Peter

Viana do Castelo | Hotel Axis | Jorge Albuquerque

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Este é um novo hotel que esta em fase de construção em Viana do Castelo.

Aqui fica a descrição:

"Com um investimento que ascende a 12 milhões de euros, o mais recente projecto do Grupo Turilima/Empofir revolucionará a oferta de negócios e lazer da cidade de Viana do Castelo. Trata-se de um empreendimento composto por uma unidade hoteleira de quatro estrelas, um centro de negócios e uma área de bem-estar, entre outras valências. A data de abertura ao público está agendada para o segundo semestre de 2007.

Com um volume total de construção de 19 478 metros quadrados, o empreendimento está localizado no terreno da antiga Central de Camionagem, no gaveto da Rua da Bandeira com a Av. Capitão Gaspar de Castro, beneficiando da proximidade ao IC1 (com ligações ao Porto, Espanha e Braga) e à EN 202 (Ponte de Lima).

O projecto de arquitectura, da autoria de Jorge Albuquerque, da empresa portuense VHM, aposta numa linguagem contemporânea, em termos de exterior e de interiores, sublinhada pela selecção de materiais como o vidro, o alumínio e a pedra, enquanto a paleta exterior de cores passa pelos tons escuros em mate. O mobiliário privilegiará as linhas arrojadas patentes na intervenção arquitectónica, respeitando, todavia, um ambiente requintado e confortável.

A nova unidade hoteleira, que ocupa 6 639 metros quadrados da área total, dispõe de 88 quartos, entre os quais nove suites e quatro quartos preparados para deficientes motores. De referir ainda a existência de um piso para executivos. O mais recente hotel do Grupo Turilima/Empofir está também dotado de um restaurante, dois bares e uma esplanada com espelho de água.

A pensar nas manifestações de vitalidade do tecido económico e social do norte do país, a unidade hoteleira terá ligação directa ao Centro de Negócios. Com uma área de cerca de 993 metros quadrados, as salas do Business Centre estão dotadas de todas as infra-estruturas necessárias para a realização de eventos, nomeadamente congressos, seminários e reuniões empresariais.

Outra das novidades do empreendimento é a criação daquele que é já considerado o primeiro SPA de toda a região a norte do Porto. Ao longo de 2265 metros quadrados, serão disponibilizadas soluções de bem-estar direccionadas a mulheres e a homens, num SPA que apostará nas mais avançadas tecnologias e numa vasta gama de serviços e tratamentos de beleza e relaxamento. Registe-se ainda a edificação de um parque de estacionamento, com uma área de 5500 metros quadrados."

Fonte: www.centraldeinformacao.pt

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Uma bela duma aberraçao!!! Um bom caso de quando os arquitectos olham para o seu umbigo e não para o contexto urbano..... Pode ser um hotel "ultra" inovador cheio de construção metálica e caixas que entram e saem, mas é absolutamente absurdo no contexto urbano onde se insere e perde toda a "piada" que alguma vez teria...

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Quem entra em Viana a partir do IC 1 dá de caras com esta monstruosidade. E depois ainda se queixam o prédio Coutinhos... Querem mandar a torre do coutinhos abaixo e constroem-me esta aberração... Este edificio ainda por cima aparece inserido num lote tão estreito que o tamanho que tem ainda o torna mais bizarro... Ao menos se houvesse alguma torção ou mesmo se a barra fosse mais curta seria menos mal, mas enfim... Nós queremos é projectos grandes, para depois vir no jornal "Novo Hotel de Luxo Contemporâneo, altamente inovador" quando coisas destas há às centenas por este mundo fora

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pois bem... era objectivo meu criar uma "discussão" acerca deste Hotel... parece que está a resultar! não posso deixar de concordar com as opiniões de todos, porque todos somos livres de o fazer... agora e seguindo este raciocínio, sei que ou se gosta ou se detesta deste edifício. na minha opinião não sou assim tão radical ao ponto de chamar aberração, uma vez que está inserido num local onde predomina construção em altura, e nesse aspecto o arq. teve isso em consideração, dado que implantou a zona de quartos do lado onde predomina este tipo de cércea. respondendo um pouco a algumas dúvidas, o lote possui uma dimensão considerável (antiga central de camionagem) estando ocupado em toda a totalidade. ouve a meu ver cuidado de desenvolver todo programa de serviços precisamente do lado do casario onde predomina cérceas de piso térreo + 2/3 pisos, acho assim que não foi descurada essa questão! mas são opiniões e como tal temos todos que respeitar! faz parte desta arte :) a meu ver teve mais impacto a Casa da Musica no Porto, no entanto é maravilhada por muitos e detestada por outros tantos. cump. a todos:icon14:

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nunca compares o objecto urbano que é uma Casa da Música com um hotel "de luxo" desse tipo... Não tem nada a ver uma coisa com a outra... Agora em relação ao hotel, sinceramente não vejo nada do que dizes no teu post...nos 3d nao se consegue ver nada, se fores de viana tira umas fotos para colocar aqui. Quando dizes que ele cria uma relação por um lado com os edificios altos e por outro com os edificios baixos, para mim isso não é de todo visivel. Porque desde logo este edifício surge como objecto alheado de contexto. Como é que ele cria relações com duas escalas diferentes se o edifício é monótono, igual em toda a sua extensão e sem nenhuma variação de altura ou volumétrica que permita criar algum tipo de relações entre duas escalas? Sinceramente não consigo entender... E volto a bater na mesma tecla, foi feito não como edificio e cidade mas como obra imobiliária, quer isto dizer, "mete para aí o maximo de quartos que puderes". Afinal de contas este edifício é uma enorme parede...

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nunca compares o objecto urbano que é uma Casa da Música com um hotel "de luxo" desse tipo... Não tem nada a ver uma coisa com a outra...

Agora em relação ao hotel, sinceramente não vejo nada do que dizes no teu post...nos 3d nao se consegue ver nada, se fores de viana tira umas fotos para colocar aqui. Quando dizes que ele cria uma relação por um lado com os edificios altos e por outro com os edificios baixos, para mim isso não é de todo visivel. Porque desde logo este edifício surge como objecto alheado de contexto.

Como é que ele cria relações com duas escalas diferentes se o edifício é monótono, igual em toda a sua extensão e sem nenhuma variação de altura ou volumétrica que permita criar algum tipo de relações entre duas escalas? Sinceramente não consigo entender... E volto a bater na mesma tecla, foi feito não como edificio e cidade mas como obra imobiliária, quer isto dizer, "mete para aí o maximo de quartos que puderes". Afinal de contas este edifício é uma enorme parede...



boas! eu não estou aqui a defender o projecto, apenas tento expor opinião!
tentando ser claro nas minhas palavras, estes 3ds não mostram todo o complexo... posso dizer que o volume que falas, é apenas a zona de quartos... todo o restante programa esta disperso pelo piso térreo, sala de conferências, auditório, SPA, restaurante, serviços varios do hotel... em relação a cérceas, posso dizer que a 100 metros existe um edifício com 12 pisos e a 200 outro com 10 pisos... este afinal só tem 4! sei bem que a morfologia do terreno é diferente, mas mesmo assim não ultrapassa os edifícios contiguos. por fim e em relação à casa da musica, são opiniões...

mas uma vez friso asimplemind que são opiniões, respeitando a tua e esperando que respeites a minha :)

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Eu entendo aquilo que dizes, nessa foto o edificio até aparece despercebido, mas repara quando chegas a viana, tens uma imensa parede com 4 pisos mais umas dezenas de metros por causa das diferenças de cotas e isso sim para mim é aberrante... Não vejo qualquer relação em termos de alinhamentos com as pré-existencias nessa zona por exemplo.. E como cartao de visita da cidade deixa um pouco a desejar, na minha opinião. Para mim Viana é das cidades mais bonitas do país, tenho pena é que na zona alta a expansão se tenha feito um pouco ao acaso

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bem.... localizando o hotel, naquele sitio, só posso afirmar o seguinte,... a relação que o edifício estabelece com o local.... é praticamente nenhuma. Não vou comentar a "estética do edificio", nem tampouco a sua estrutura... só acho que como o asimplemind diz, "Não vejo qualquer relação em termos de alinhamentos com as pré-existencias nessa zona", o edifício não estabelece diálogo com o local onde está a intervir, com a cultura local. é sim um edifício que prime pelo glamour, e pelo conforto. No entanto, é também interessante proporcionar um "conforto sensitivo" aos habitantes e aos turistas que olham para ele, e o confrontam.
Não percebo como, por vezes, os arquitectos não têm a sensibilidade de verificar o "impacte" no envolvente e não têm a noção que se ficar mal,...não há hipótese de o deitar a baixo...ficará no local por pelo menos umas dezenas de anos. Convém ter em atenção esses aspectos, que, por vezes, parecem ser esquecidos. Será que os 5 anos de curso, não servem, de algum modo, para incutir a necessidade de existir um diálogo/confronto com o local onde intervimos... senão não eram precisos arquitectos para construir edifícios,... um mero cidadão, com competências ao nível da engenharia, tem inteligência e criatividade mínima para projectar algo. Sei lá... o que lhe vem à cabeça quando acordou às 2h da tarde num sábado...
Acho que é, de todo conveniente, sabermos avaliar de que forma estamos realmente a intervir no espaço. Estaremos realmente a resolver um problema?.. ou estaremos a resolver um problema, e a criar outra infinidade de problemas?!..

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bom dia a todos... um objectivo da arquitectura é criar sensações, sensações estas que podem ser diferentes entre nós. acho sinceramente que este edifício provoca tantas e variadas sensações, cumprindo esse objectivo. nesta fase, depois de alguns comentários na vossa parte, cabe-me a mim, expor a minha opinião sobre o mesmo. nos meus posts anteriores tentei descrever o contexto urbano do local por forma a quem não conhece bem, ficar um pouco esclarecido. em relação ao projecto em si, não sei se foi intenção do arq. ter aqueles "cuidados" como referi, de controlar as cérceas, mas mesmo que não o tenha tido, foi de encontro a ele inconscientemente. agora a questão fundamental, será que realmente existe alguma relação urbana, tanto da malha como da volumetria? na minha opinião, (não me estou a tentar desculpar pelos posts anteriores, não retirando nada do que disse), no que concerne à malha, essa foi mantida, já em relação à volumetria, essa deixa a desejar! penso que inserido num outro local, em outro contexto, até poderia ser um edifício com algum interesse, mas neste local não. penso que mais uma vez o arq. se deixou levar pelo promotor, e isso meus amigos é um problema, problema esse que é cada vez mais sentido, levando os arquitectos a quase venderem-se para conseguir fazer obra. depois temos estes resultados! mas esse é um problema que temos que ter consciência, tentando no futuro impor os nosso princípios, sempre conscientes que tudo o que fazemos, marca o território, território esse que é de todos e não só nosso. abraço... :icon14:

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Embora eu não conheça o projecto no seu todo gostaria de referir dois ou tres pontos que acho importantes, não directamente relacionado com o proprio hotel, mas sim em desacordo com algum aspectos que aqui foram referidos, que me parecem serem ditos por pessoas que desconhecem por completo a malha urbana de Viana do Castelo. 1º ao citarem o Edificio Jardim ou mais conhecido por "Prédio do Coutinho" e não Prédio Coutinhos, gostaria de sublinhar que o contexto em que estão ambos inseridos são completamento diferentes, sendo que o edificio jardim está inserido numa malha urbana compacta e muito proxima do centro histórico logo á partida a diferença volumetrica é por si só assustadora, enquanto que o dito hotel está implantado numa das portas da cidade onde a sua malha urbana é muito mais dispar, e aqui do meu ponto de vista faz algum sentido dar esta volumetria ao edifico não só para acompanhar cércias da envolvente, e agarrando muito bem á malha urbana de 2/3 pisos com a zona de serviços como aqui já foi referido pelo Peter..... como tambem contemplando assim a zona em causa com uma referencia numa das principais portas de entradas e saidas da cidade.
2º aspecto que do meu ponto de vista não consigo perceber muito bem, é ao dizerem para "nunca comparar o objecto urbano que é uma Casa da Música com um hotel "de luxo" desse tipo... Não tem nada a ver uma coisa com a outra..." ... eu pergunto porque? ... será que o tipo de programa ... condiciona ou permite o desvinculamento ou desrespeito pela sua envolvente..?

ficam aqui mais algumas fotos.. para se poder ter uma ideia mais concreta...

http://img519.imageshack.us/img519/639/dsc04672vn9.jpg
http://img522.imageshack.us/img522/7712/dsc04674qz4.jpg
http://img180.imageshack.us/img180/5105/dsc04675hw4.jpg
http://img522.imageshack.us/img522/5453/image1px0.jpg
cumprs

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http://img522.imageshack.us/img522/7712/dsc04674qz4.jpg
E agora eu volto a perguntar: onde é que está essa tal "relação com a envolvente"?

A questão da Casa da Música como edifício de excepção é totalmente distinta de um edificio de um hotel. O programa em si é de carácter social, logo com uma presenta extrema na cidade. E no contexto em que se insere, assume-se claramente como A excepção. Já mais nenhum edifício na rotunda da boavista pode ter bizarrices como vemos na Casa da Música. A excepção já lá está!

Este hotel surge já numa parte periférica da cidade onde praticamente nada tem um mínimo de valor, sendo assim o arquitecto ignora totalmente a envolvente e criar a sua obra-prima para continuar esta enorme desorganização que para ali vai. O edificio coutinho é uma bela aberração porque está no centro historico de viana, mas se estivesse aqui continuava a ser uma aberração (talvez ainda pior que esta) no entanto dissipava-se no meio de tanta aberração que para ali há!

Será que existe alguma ordem neste contexto? Será continuar a desordem é a melhor opção?
http://www.arquitectura.pt/forum/attachments/f10/1414d1180141509-hotel-viana-do-castelo-foto.jpg

E já nem falo do edifício em si, que o acho extremamente feio.

E por último, conheço bem a cidade de Viana, já a estudei, frequento-a regularmente e tenho um enorme amor por esta cidade.

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Asimplemind: não sei o q é pra ti uma aberração..se é o tecido urbano completamente descaracterizado que envolve a proposta, se é a proposta em si...por muito estereotipada que seja a proposta, não acho q seja tão má como pintas...

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Eu tive um professor que dizia o seguinte: Antes de criticarem uma determinada obra, ou expressarem a opinião sobre a mesma, tentem primeiro perceber o contexto da obra e quais a condicionantes do projecto, se não, a vossa humilde opinião ou observação critica, pode cair no campo do arbitrário...

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Será que existe alguma ordem neste contexto? Será continuar a desordem é a melhor opção?
http://www.arquitectura.pt/forum/attachments/f10/1414d1180141509-hotel-viana-do-castelo-foto.jpg

E já nem falo do edifício em si, que o acho extremamente feio.

E por último, conheço bem a cidade de Viana, já a estudei, frequento-a regularmente e tenho um enorme amor por esta cidade.



acho que depois de dizeres isto, vais me ter que desculpar... mas não conheces bem a cidade! toda esta zona tem quarteirões perfeitamente definidos. agora estou em perfeito desacordo...

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Junto-me àqueles que dizem que este edifício parece não ter relação com a envolvente... e digo parece, porque na minha última visita à cidade, ainda não estava em contrução, pelo que não tenho opinião no local, da mesma forma que em nenhuma das fotografias aqui apresentadas se consegue deslindar a mais pequena relação com a envolvente... até porque a relação não é só volumetria... e mesmo aí...

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ok... mas se em vez do hotel com estas características, fosse um edifício multifamiliar igual a tantos outros, aí sim, já estaria enquadrado... não podemos ser assim tão radicais!! Por que é que este edifício não pode ser a excepção? não o podemos assumir como tal?? ou para o ser tem que ter assinatura de renome!

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Mas querias um hotel, dentro do tecido urbano, com rés-do-chão e andar encimado por um telhadinho? Uma coisa é considerar uma envolvente com interesse arquitectónico, outra é fazer dum projecto um catalizador de uma nova envolvente. Há questões que ultrapassam a visão académica de arquitectura que parece que ou não vêem ou n querem ver...há questões do foro económico intrinsecas a este tipo de empreendimento bastante fortes..e n pensem que os promotores são os maus da fita,nem nós somos os justiceiros. A vida é mesmo assim...tanto para o bem como para o mal.

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Mas querias um hotel, dentro do tecido urbano, com rés-do-chão e andar encimado por um telhadinho? Uma coisa é considerar uma envolvente com interesse arquitectónico, outra é fazer dum projecto um catalizador de uma nova envolvente. Há questões que ultrapassam a visão académica de arquitectura que parece que ou não vêem ou n querem ver...há questões do foro económico intrinsecas a este tipo de empreendimento bastante fortes..e n pensem que os promotores são os maus da fita,nem nós somos os justiceiros. A vida é mesmo assim...tanto para o bem como para o mal.


concordo plenamente com as tuas palavras...
quando no post falo dos promotores, esses têm muitas vezes palavra a dizer.. alguns são conscientes e têm presente a qualidade das suas obras, mas outros nem por isso. nós não temos que ser os justiceiros, mas podemos e temos a obrigação de contribuir par uma melhor qualidade de vida das cidades, fazendo-os ver que muitas vezes estão errados e que sempre existe solução para tudo.

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Outra coisa é dizerem que a cidade de Viana do Castelo é bonita...é pontualmente interessante, mais o monte de Santa Luzia...mas urbanisticamente é horrivel...Nunca estudei a cidade, mas passo por lá várias vezes...

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Santos sejam os promotores por terem de levar mtas vezes com as mariquices daqueles q se dizem arquitectos, que até são "giras" nos projectos...mas deficientes no conforto dos edificios...Para não falar dos orçamentos milionários que as nossa mentes brilhantes conseguem produzir...e nós é que temos a moral para mudar mentalidades? Não há bons nem maus da fita! Se as coisas não são feitas com base na concertação das múltiplas variáveis, e não nos conscencializarmos que o desenvolvimento das cidades fazem-se também com o investimento privado...poucos são aqueles que sobrevivem nas suas utopias...ou voces alimentam-se todos de utopias?

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eu não digo o contrario, sei perfeitamente que as cidades vivem de investimento privado, e não, não vivo de utopias, embora existam muitos que assim vivem, mas não são tantos quanto isso! a própria escola começa a ter isso em cuidado, pelo menos falo por experência própria...

mas uma coisa tens que estar de acordo... os grandes concursos são ganhos com utopias, tens o recente expemplo do edifício de congressos que o Mansilla e Tuñón ganharam para Madrid... o edifício funciona, não digo o contrario mas que é utopico, isso é!!!!

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Tomara todos nós termos donos de obra como este para no minimo podermos fazer aberrações destas!
Acho que a maioria dos arquitectos seria mais feliz :)



Agora disseste tudo, Tico!

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