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[Projecto] Habitação Colectiva em Banda . Oleiros _ Promontório

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Promontório Arquitectos
Habitação Colectiva em Banda, Oleiros - Azeitão . 2001


O projecto localiza-se perto de uma aldeia rural nos arredores de Lisboa, na região de Azeitão e inclui 17 casas, cuja disposição resulta num pátio em forma de U. Para minimizar a presença da massa construída, utilizou um sistema de níveis intermédios, com separação funcional entre eles. O pátio interior, rodeado por uma arcada de duplo pé-direito, em betão pré-fabricado, confere ao espaço uma sensação de calma e afinidade com a envolvente.


Ficha Técnica:
Arquitectos:
PROMONTÓRIO ARQUITECTOS
João Perloiro
João Luís Ferreira
Paulo Perloiro
Paulo Martins Barata
Pedro Appleton
Colaboradores: L. Teixeira, J. Wemans
Consultores:
OA4 (Estabilidade)
Cenor (Instalações Hidráulicas)
Eppe (Instalações Eléctricas, Telecomunicações, Segurança)
Pgi (AVAC)
Global (Paisagismo)
Escala Digital (Controlo de Custos)
Localização: Oleiros, Azeitão
Promotor: Luís Franco Frazão
Construtor: Luís Franco Frazão
Projecto e Obra: 1996-2001
Área do Lote: 3.200 m2
Área Bruta Total: 3.200 m2
Fotografia: Rui Morais de Sousa


Agredecemos a colaboração do Promontório Arquitectos.

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Tive oportunidade de visitar a obra em questao, a tipologia desenvolve-se em "triplex"(penso que 'e possivel designar desta forma o espaco). Ao nivel do piso de entrada tem uma sala, alguns degraus e tem outra sala e cozinha a uma cota inferior a da soleira. no sentido das cotas dos pisos superiores destinados a quartos tem um piso c 2quartos e o ultimo c 1quarto e se n#ao me falha a mem'oria um espaco intermedio e um duplo pe-direito algures por ali. uma soluc#ao interessante, sem duvida, nomeadamente a distribuicao interior e comunicacao entre os diferentes espacos e usos e tambem pelo patio interior comum.

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O atelier/empresa Promontório, que estão apostar na arquitectura de qualidade , tanto na linguagem/imagem arquitectónica como construtiva, são de facto um modelo de gestão em Portugal. As dificuldades que alguns ateliers têm neste momento prende-se com o facto de não apostarem na promoção em mercados internacionais e promotores nacionais com cultura arquitectónica. O atelier de vão de escada tem os dias contados, porque o individualismo e a procura de protagonismo não são o caminho mais adequado para uma arquitectura de qualidade. O trabalho em equipe é o futuro, veja-se o caso holandes e inglês, quase todas as obras de arquitectura pública na China e Paises do Médio Oriente são projectadas por ateliers/empresa destes paises. Acrescentado ainda a estes novos (velhos para alguns) mercados as empresas de construção portugueses já têm um volume de negócios consideravel com estes mercados mas não têm o apoio dos arquitectos e engenheiros portugueses nos concursos de construção, só fazendo parte de consórcios internacionais apoiados por arq e eng ingleses e holandeses.

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Na verdade seria bom se o atelier em causa, que me parece ser já de média dimensão para Portugal mas de pequena comparado com muitos dos ateliers ingleses e holandeses que são bastante maiores, pusesse aqui mais alguns desenhos dos interiores para se ver os recortes interiores e como foi organizado e dividido o espaço já que pelas fotos só vejo concreto a mais embora com umas boas entradas de luz. Pessoalmente não gosto dessa estéctica para uma habitação, talvez a executasse ali para uma nova prisão em regime aberto para Alcoentre. :nerd:

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Tive o prazer de assistir a uma conferencia destes senhores na U.L. do Porto e fiquei fascinado com certos edificios projectados. ha um que me chamou mais a atenção mas nao consigo encontra-lo para meter aqui :icon_no:

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Caro colega,

Acredito bem que haja outros do mesmo atelier melhor do que este. Também gostaria de ver esse tal edifício!

Mas à um ditado que diz que se pode aplicar aqui: "Quem vê caras não vê corações"

Ora quanto a mim, quando a cara é má já nem vale a pena sequer ver o coração! :)

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Caro MAS, por vezes a "cara" por muito má que seja é soperada pelo "coração". o que acontece muitas vezes na restauração de edifícios. Eu tambem nao sou propriamente um fã deste projecto aqui em causa mas no entanto estes "senhores" têm obras bem interessantes pena não serem de muito facíl acesso, o que por um lado é compreensivel.

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Concordo consigo, devem ter concerteza, mas este a mim também não me seduz nem que fosse assinado pelo Papa da Arquitectura! :) Pena é que de centenas de ateliers com projectos bem concebidos pelo país fora não apareçam aqui. x(

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os promonTório não se cansam e usar o T em Todo o Lado?

eu já me cansei deles...é uma arquitectura sem desenho, sem poesia. assisti em tempos , no meu 3º ano uma conferencia de um dos seus sócios (arquitectura tem sócios?) na minha faculdade, era um puto, ainda sou, queria ouvir falar da poesia do espaço, do desenho, do projecto, da ideia, do sonho e da luz...e ouvi um empresário de sucesso a mostrar uns alçados em T que se repetiam em todos os projectos, como assinatura (que me cansou), umas plantas resolvidas em cima do joelho, o T3 sem despensa, o T1 com despensa porque havia um buraco sem funação, um corredor de pista de atletismo da sala prós quartos, fogos sem hall, fogos que se passa da sala para a cozinha e volta para trás, lavandarias onde calha....and so on

nunca percebi como é que se consegue projectar com 5 gajo a mandar, parece-me que a unidade conceptual só foi dada pelo T

muito pouco sumo para uma empresa tão conceituada e que constrói tanto...

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kwhyl, 20000 arquitectos no país mas apenas meia dúzia sabe fazer habitação. Mais do que fazer museus e bibliotecas nas faculdades, devia-se trabalhar habitação e mais habitação. Afinal de contas é que grande parte dos profissionais fazem em Portugal, no entanto é aquilo que menos sabem fazer. Começa nos "Top" e acaba nos de província. Culpa? Não sei... se calhar deveriam ser os alunos a reivindicar isso nos programas das cadeiras.

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falo por mim, agora tenho vindo pouco aqui porque estou a trabalhar, começei agora, e no dia anterir começei a pensar, o que se fazer? concursos, sim, ideias, criar... e...habitação passei o meu percurso académico a volta de casas, são as referências e..habitação multifamiliar se aprendia algo na minha faculdade foi a fazer um T2-T3 bem feito, bem proporcionado, sem falhar...sei fazer´o normal, o métrico, sem grandes custos, com relação com uma estrutura económica e um alçado da mesma forma, bem feito, e sei variar a partir daí se há alguma coisa que a minha faculdade me praparou foi para isto porque boas casas todos fazem, museus só os bons (também há menos), prédios qualquer zurrapa se poê a fazer um e depois sai o que sai...

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Peter de facto a Habitação é um tema que deveria ser mais cuidado nos profissionais, o estudo de tipologias, os "contentores de vida" que se tornam os edifícios plurifamiliares. de boa ou má qualidade, os edifícios singulares em que se tornam algumas moradias.! É um tema que me apraz e ao qual tenho particular atenção. Apesar de tudo, acho que na faculdade temos mais liberdade/exprimentação, do que na práctica profissional, depende sobretudo dos intervenientes, arquitecto/cliente.

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Sinceramente nem conheço a obra deste atelier o suficiente para ter reparado no T como assinatura, não me interessa, mas pelo que tenho visto, é bem possivel que se sirvam de tão fraca imagem para dar uma imagem de marca qualquer... Não conheço mais porque o que conheço não me suscita mais do que repugnância! Bons exemplos disso, ou antes maus exemplos de arquitecura, são o edifício da Xerox e o edificio de escritórios perto do amoreiras, ambos em lisboa, péssimos! Gosto de pensar a Arquitectura como um processo integrado e controlado por uma, duas pessoas, embora seja benéfico uma equipa mais alargada com polivalências várias para pôr toda a máquina a funcionar, porque isto de ter um atelier não é só fazer projectos, também há muitas outras coisas e chatas que se têm de fazer. O ponto a favor que atribuo a estes senhores, é saberem-se mexer e num país em que realmente há muitos ateliers de vão de escadas como aqui já foi dito, os promontório graças a um grande investimento na sua auto-promoção começam a vingar, aqui e lá fora. "não há boa, nem má publicidade" e até já dão conferências!

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em resposta ao Argos. infelizmente conheci bastante bem o edificio da xerox, pois fiz um trabalho sobre design ambiental, especificamente termica e iluminação sobre este edificio. os srs. foram muito simpaticos e facilitararm plantas, cortes, alçados. visitei o edificio e tive acesso ao consumo energetico do mesmo. o edificio para além de n ter piada alguma, é um cancro! pior só tvz a caixa geral de depositos, tb em lx, que depois ainda se põe a fazer publicidade aos não sei qtos paineis fotovoltaicos ou whatever que colocou na cobertura para minimizar o seu pp consumo. é verdade q nem tudo é mau desta empresa, tb há o fluviario q aparentemente, porque ainda n fui lá, tem qualidades...deve haver outros e até já vi mais qq coisa, mas tudo muito longe de deslumbrar e nada há que apague os maus edificios que já foram feitos.

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Penso que a palavra que define o Promontório Arquitectos é o rigor. A Habitação Colectiva em Banda, Oleiros mostra muito rigor de desenho, cuidado na estereotomia dos alçados, os alinhamentos e as simetrias. O que invoca no pensamento a Escola Superior de Educação de Setúbal, realizado por Siza. Em Portugal vou me apercebendo que um bom arquitecto, ou um com com sucesso, é rigoroso no seu trabalho e não fica conhecido pela poética do espaço, ou pelas complexidades e contradições que os seus projectos levantam. Vejo com alguma curiosidade os trabalhos deste atelier mas já os comparo os nossos músicos que cantam em inglês. O site da propaganda destes arquitectos só está em inglês e pelo que percebi os colaboradores e sócios são todos portugueses. Será que agora os arquitectos portugueses vão começar a estar apenas interessados pelo que acontece fora das nossas fronteiras? Penso que ainda vão ter de crescer muito enquanto artistas, uma vez que a arquitectura é arte.

Daniel dos Santos
|reis_daniel@msn.com|archi.danieldossantos@gmail.com|

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o pátio interior acho interessante,no entanto acho que o conjunto se reduz a esse aspecto, pois no restante o edificio nada tem de traquilidade e paz com a envolvente, mostrado nas fachadas opostas ao pátio bastante intranquilidade de desenho.éste é apenas um comentário a esta obra, pois nada tenho contra os autores do projecto, ao contrario dos restantes participantes.

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