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Abate de árvores - Requalificação de jardim no Campo Pequeno

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Abate de árvores - Requalificação de jardim no Campo Pequeno

Moradores de Lisboa e associações de Defesa do Ambiente e do Património contestam o abate de 97 árvores no Campo Pequeno. A Câmara Municipal garante que as árvores a abater representam um risco para a população, e garante que a requalificação do jardim estará concluída em Agosto com novas árvores.

Em plena Primavera, a Câmara decidiu abater 97 árvores no âmbito do projecto de requalificação do Jardim Marquês de Marialva, na Praça do Campo Pequeno.

O vereador responsável diz que a decisão tem justificação técnica, e que também a ele lhe custa ver derrubar estas árvores.

Os serviços camarários justificam o abate das árvores dizendo que algumas das árvores estavam mal formadas, outras já se encontravam doentes, e outras foram danificadas pelas obras de remodelação da Praça de Touros, a construção do centro comercial e a do parque de estacionamento subterrâneo. As associações repondem que essa situação deveria ter sido acautelada.

O projecto só agora foi dado a conhecer. A Câmara garante que em Agosto estará de pé um jardim novo com 153 plátanos, três jacarandás, cinco olaias e seis tílias. Uma empreitada orçada em 738 mil euros, para dar uma nova envolvente ao edifício da Praça de Touros.

Fonte: SIC Online

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Eu gostava era de saber se essas pessoas e associações ambientalistas fazem a mínima ideia do porque do abate das árvores! Ninguém abate uma árvore por acaso. Hoje em dia nas nossas cidades existem dezenas e dezenas de árvores que não vão abaixo por compaixão mas que já estão mortas há vários anos, um dia quando caírem as pessoas queixam-se. Na avenida dos Aliados no Porto retiraram algumas árvores grandes e foi o fim do mundo. Mas ninguém se pronuncia pelo quase dobro de árvores que foram plantadas... Devem ter enfiado a carapuça. Há que ver as coisas a longo prazo. Se uma árvore está morta, por muito grande que seja ou com grande história, se isso representa risco para a população então o melhor é tirá-la e plantar novas árvores. As árvores são seres vivos e como nós também têm doenças e também morrem. Há que respeitá-las nesse sentido

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Os ambientalistas exageram demasiado nestas coisas... "Os serviços camarários justificam o abate das árvores dizendo que algumas das árvores estavam mal formadas, outras já se encontravam doentes, e outras foram danificadas pelas obras de remodelação da Praça de Touros, a construção do centro comercial e a do parque de estacionamento subterrâneo". Não sei qual é a dúvida...

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Os ambientalistas exageram demasiado nestas coisas...

"Os serviços camarários justificam o abate das árvores dizendo que algumas das árvores estavam mal formadas, outras já se encontravam doentes, e outras foram danificadas pelas obras de remodelação da Praça de Touros, a construção do centro comercial e a do parque de estacionamento subterrâneo".

Não sei qual é a dúvida...



a duvida é como é que se danificou arvores na construção do centro comercial e do parque de estacionamento subterraneo....
a duvida é, como é que ao retirar toda a vegetação dos aliados, se foi plantar mais arvores (nao sei onde...lá nao foi de certeza) deixando aquele espaço completamente despido....
cada vez mais, e à medida que os anos passam as temperaturas sobem, e retirar arvores não é soluçao...andamos nos a aprender a respeitar o envolvente e a natureza para depois nascerem "marmarranchos" como a nova av dos aliados no porto, ou o novo jardim bacalhau em beja...

repara que nao estou a criticar a tua opinião ou das outras pessoas que ja aqui se manifestaram e acho muito bem que se plante novas arvores, se as actuais estao mortas ou secas...agora que "se plante pedragulhos" isso nao obrigada
( http://www.paxjulia.com/weblog/Beja/Polis-2004-10-11-20-52.html )

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sinceramente não entendo onde é que não ves as novas arvores plantadas nos aliados e também não entendo como dizes que são menos que anteriormente... Nesse link que puseste tem uma coisa interessante nas duas primeiras imagens: em 1940 as árvores estavam iguais às dos aliados agora, em 2003 estavam com um porte adulto. Aquilo que as pessoas não entendem é que uma árvore mesmo sendo pequena vai crescer! e, principalmente, aquilo que existia nos aliados anteriormente era tudo menos bom para a saúde. Aquele jardim era obsoleto, as árvores atropelavam-se umas às outras, estava num estado lastimável e havia que reestruturar a sério toda essa zona. Eu estive no concerto dos Mesa na sexta-feira nos aliados e fiquei abismado com a quantidade de gente que lá estava, quase não se via o chão! Nunca na vida se faria um evento destes nos aliados como estavam dantes... Fez-me lembrar quando estava o ano passado em Bruxelas... É preciso ver as coisas a longo prazo

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espero que tenhas entendido que, no 1º exemplo o que se poe em causa nao sao as arvores mas sim a calçada.....o problema da falta delas esta nos exemplos seguintes, sendo uma cidade que no verao atinge facilmente os 42º de temperatura, durante um mes todo....nao foi muito inteligente o que se fez... em relação aos aliados, tambem estive la, mas estamos a falar de eventos que decorrem com que frequencia? 3x por ano?? (contabilizando já aqueles directos que as vezes fazem no natal, ou quando o porto ganha o campeonato? e depois durante o resto do ano? o espaço deixou de ser vivido simplesmente... é por a vivencia humana em segundo plano...já nem da gosto ver os pouquissimos resistentes a dar pao aos pombos....

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Não nos podemos esquecer do arranjo na praça Mouzinho de Albuquerque, vulga Rotunda da Boavista, da autoria de Siza Vieira, onde algumas árvores foram derrubadas na sequência das obras de reordenamento do trânsito... aí as queixas não se ouviram... A consequência é um espaço muito mais agradável, sem o anterior perigo das zonas escondidas numa praça pouco frequentada...

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a questão não é ter eventos 3x ao ano... a questão é ter um espaço central na cidade que cada dia pode albergar um evento diferente! Em bruxelas sempre que chegava à Grand Place ela estava cada dia diferente e todos os dias havia animações, concertos, manifestaçoes, mercados, ... A Avenida dos Aliados está pronta como palco para as próximas actuações, Só depende dos promotores! O exemplo dessas fotos nao foi por causa da calçada que quis referir, foi por na primeira as arvores estarem pequenas e 60 anos depois estarem grandes. Quem olha para a primeira foto parece que não existem árvores, mas se pensarmos bem, decadas depois essas árvores formaram um belo enquadramento da praça. A calçada já é outra discussao

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Apesar de conseguir ter uma ideia através das fotografias, não consigo imaginar o sítio pois nunca tive no Porto. A minha opinião mantém-se. Sou a favor da Natureza mas, quando as árvores estão de má saúde, acredito que estar a favor da Natureza, nessas circunstâncias, é substitui-las por outras saudáveis.

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asimplemind penso que nao podes comparar bruxelas com o porto...mas tudo bem, se quiseres ir por aí, nao te esqueças que sao cidades diferentes, com povos diferentes e costumes diferentes.até que ponto é que temos o direito de dar cabo de um costume, de um habito, de um bem estar..de um espaço vivido? por essas e por outras é que a cidade do porto foi a cidade que mais habitantes perdeu nos ultimos anos em portugal e verificamos uma baixa vazia, sem população, sem vida... (ve o exemplo de lisboa!)
com os preços altos da habitação, com a requalificação tarde (embora finalmente ja haja alguma coisa) sem espaços agradaveis de estar, sentar...ler um jornal à sombra (como antigamente) por exemplo, não é de admirar que "fuja" tudo para gaia ou matosinhos...
e depois claro, isso aliado ao aspecto sujo e decadente da baixa não ha morador que resista. só na rua das flores (creio eu...se nao for essa é outra que tal) em toda a rua apenas mora um casal de velhotes...e aposto contigo que só nao saem de lá porque nao podem...
essas iniciativas aliadas com outras do genero so dao motivos para que o porto continue a desertificar-se a passos largos como se tem visto.

AnaS as imagens sao de Beja:)

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asimplemind penso que nao podes comparar bruxelas com o porto...mas tudo bem, se quiseres ir por aí, nao te esqueças que sao cidades diferentes, com povos diferentes e costumes diferentes.até que ponto é que temos o direito de dar cabo de um costume, de um habito, de um bem estar..de um espaço vivido? por essas e por outras é que a cidade do porto foi a cidade que mais habitantes perdeu nos ultimos anos em portugal e verificamos uma baixa vazia, sem população, sem vida... (ve o exemplo de lisboa!)
com os preços altos da habitação, com a requalificação tarde (embora finalmente ja haja alguma coisa) sem espaços agradaveis de estar, sentar...ler um jornal à sombra (como antigamente) por exemplo, não é de admirar que "fuja" tudo para gaia ou matosinhos...
e depois claro, isso aliado ao aspecto sujo e decadente da baixa não ha morador que resista. só na rua das flores (creio eu...se nao for essa é outra que tal) em toda a rua apenas mora um casal de velhotes...e aposto contigo que só nao saem de lá porque nao podem...
essas iniciativas aliadas com outras do genero so dao motivos para que o porto continue a desertificar-se a passos largos como se tem visto.


Tens a certeza do que estás a dizer? A habitação no porto é de excelentes preços tendo em conta que estamos num centro de cidade, caso sejemos jovens podemos concorrer a bolsas do estado para financiar a renda de cada mes e com isso poderemos ter casas a 100€ por mes. Na rua das Flores mora imensa gente e cada vez mais lá mora gente, essa da uma familia não sei onde foste buscar...

E concordo contigo que devem haver espaços com arborização, sombras, etc, o contrário disso é a praça D.Joao I que ficou uma autentica bosta. Agora nos aliados o pensamento dos arquitectos é mesmo esse, de criar espaços de estar com sombra, apenas falta que as árvores cresçam... Mas temos de dar tempo ao tempo. Para mim o problema nem é tanto esse, se fizermos um trajecto desde a praça de Soares dos Reis até à Batalha, o único sítio ajardinado que existe a meio do trajecto é o jardim de S. Lázaro que por sua vez está muito mal cuidado. Ora nao há nem espaços de repouso nem espaços de estar entre estes dois pontos. Aqui claramente há uma deficiencia em espaços verdes. Então se formos a aplicar as regras urbanisticas para o coeficiente de m2 de espaço verde por habitante, nem vale a pena fazer.

Eu quando comparo bruxelas não é pela cultura mas sim pela vida urbana. Quem já andou no porto entre as 20h e as 22h ou ao fim de semana já reparou que anda numa cidade fantasma. É preciso mudar e isso só se muda com eventos urbanos e incentivos à permanência

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pronto...então toda a matéria que dei em sociologia urbana está errada! LOL provavelmente deveriam por-te a ti como professor :) em relação à rua, tal como te disse, não tinha a certeza se era essa, mas caso se não fosse seria outra que tal.mas de qualquer forma deixa-me corrigir-te - o porto é um cidade fantasma à noite e aos fins de semana, sem horário!
já agora:

http://dias-com-arvores.blogspot.com/2006/10/o-abandono-do-campo-24-de-agosto.html

http://dias-com-arvores.blogspot.com/2005/12/o-abandono-do-jardim-de-so-lzaro.html

http://jpn.icicom.up.pt/2006/03/29/centro_do_porto_enfrenta_abandono_e_desertificacao.html

http://www.portovivosru.pt/papel_sru.php

and so on...como vês é um problema que toda a gente fala, seja pelo abandono das pessoas, falta de investimento por parte dos serviços/comercio/etc...e não, não me refiro às lojas do chineses....falo do comercio a serio!
e depois claro..a "depilação" das zonas verdes...será que vives na mesma cidade do Porto que eu?
talvez fosse muito mais proveitoso e mais correcto, comparar o porto com cidades de Portugal......já que cá moram portugueses :p continuo a dizer...olha o exemplo de Lisboa!

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mondrian estava me a referir á avenida dos aliados no Porto, que foi referida pelo asimplemind: "Na avenida dos Aliados no Porto retiraram algumas árvores grandes e foi o fim do mundo. Mas ninguém se pronuncia pelo quase dobro de árvores que foram plantadas... Devem ter enfiado a carapuça. Há que ver as coisas a longo prazo. Se uma árvore está morta, por muito grande que seja ou com grande história, se isso representa risco para a população então o melhor é tirá-la e plantar novas árvores". Fui ao google pesquisar imagens.

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e nao só! a vida, o espaço....lisboa esta a nos luz à frente do porto e nao admira porque..lá respira-se, vive-se ao contrario do porto decadente, fechado e escuro..e nao me venham falar de que o porto é assim porque nao teve um terramoto como lisboa.....estou a falar de atitude, limpeza e respeito. 3 factores que nao existem ou se existem eu ainda nao os descobri.... o exemplo do |kandinsky| é um deles, mas eu referia muitos mais..basta ir à baixa de lisboa e fazer comparações com a baixa do porto... :)

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nao vejo essas diferenças catastroficas... nao acho o porto uma cidade decadente nem lisboa o paradigma do bem estar... mas pronto :p:) são opinioes... Se calhar em portugal nao há exemplos melhores... Mas se queres que te diga, considero cidades como Viana do Castelo ou Coimbra exemplos de como em portugal há cidades cheias de vida e com bom ambiente urbano

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é claro que sao opinioes.. :) e também é mais facil falar de cidades que conheçamos bem..para mim paradigmas de cidades de bem estar (usando a tua expressao) é sem duvida Beja, Évora e Aveiro...mas isso também será porque eu prefiro outras coisas em vez de transito, poluição, betão e outros afins :p eu só entrei em termos de comparação entre o porto e lisboa, porque sao (supostamente) as duas maiores cidades do pais.

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Aveiro? :) tenho dúvidas...Aveiro necessita de uma renovação a fundo! Atenção que não estou a falar de centros históricos e afins, falo da cidade como ela é. Lisboa é bem cinzenta e poluída! Basta-me pensar naquelas enormes avenidas que passam pela gulbenkian, na marginal do tejo, etc... Nesse aspecto acho o Porto muito mais cuidado e valorizado. Mas como é óbvio não temos cidades perfeitas nem sequer existe a cidade perfeita. Já agora mais uma cidade (pequena) que vale a pena estudar: Ponte de Lima

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ponte de lima conheço mas pelas festas :) LOL

dizes que lisboa é cinzenta e poluida..entao que dizer do porto que tb o é pelos mesmos motivos, mais pelo material natural de construção dos edificios antigos, mais a falta de luz que tem, mais as ruas estreitas e mal cheirosas... alem disso qual o "coraçao" das duas cidades? as avenidas que referes? (que o porto mal conhece o que isso é) ou a baixa de ambas? e nesse aspecto devemos dar a mao à palmatoria e ver que de facto o porto fica muito aquem do desejavel...
alem disso as avenidas que referiste, principalmente a que passa no ccb tem belissimos jardins e espaços verdes enormes (onde sabe tao bem comer o belo do pastel sentadinha à sombra que contra-balançam com esses aspectos negativos...já as do porto? o que tem?!

referi aveiro por achar que é a "veneza de portugal" :p linda linda! aberta, arejada! em termos de organização, a maior parte das cidades de portugal, para nao dizer todas, precisam de uma reorganização a fundo, mas quando o problema é o congestionamento da propria cidade ou seja, nao ter muito mais por onde crescer (caso do porto) o problema é muito mais grave e prioritário....de qualquer forma já estamos a fugir ao centro principal da questão e em termos de "cumplicidade " cidade-natureza, e nisso as minhas tres cidades de eleição sao as que já mencionei :) provavelmente haverá outras..mas nao conheço todas as cidades de portugal :p

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mondrian estava me a referir á avenida dos aliados no Porto, que foi referida pelo asimplemind: "Na avenida dos Aliados no Porto retiraram algumas árvores grandes e foi o fim do mundo. Mas ninguém se pronuncia pelo quase dobro de árvores que foram plantadas... Devem ter enfiado a carapuça. Há que ver as coisas a longo prazo. Se uma árvore está morta, por muito grande que seja ou com grande história, se isso representa risco para a população então o melhor é tirá-la e plantar novas árvores". Fui ao google pesquisar imagens.



O caso da Avenida das Alidos não se trata apenas de uma questão de árvores a menos ou árvores a mais.
(de qualquer modo fica aqui a imagem da nossa árvore preferida:
http://img519.imageshack.us/img519/8231/magnoliapraca07022a0eadwk5.jpg

A arquitectura em locais públicos é um assunto muito complexo que mexe com a identidade e o espírito do lugar (conceitos que nao são propriamente os mesmos de há digamos 40 anos atrás...)

Mas para ficarem bem informados sobre o assunto podem ir ao blogue
http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/

Têm muito com que se entreter:

_Imagens:
http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-fotos.html

_Opiniões diversas:
http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-opinio.html

_Documentos legais:
http://aliados-arquivo.blogspot.com/2006/01/os-aliados-e-justia.html

Cordialmente
Manuela D.L Ramos

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Não nos podemos esquecer do arranjo na praça Mouzinho de Albuquerque, vulga Rotunda da Boavista, da autoria de Siza Vieira, onde algumas árvores foram derrubadas na sequência das obras de reordenamento do trânsito... aí as queixas não se ouviram...
A consequência é um espaço muito mais agradável, sem o anterior perigo das zonas escondidas numa praça pouco frequentada...



As pessoas às vezes falam mesmo sem saber do que estão a falar (desculpe lá e com todo o respeito...) . Não se ouviram queixas?
Queixas e não só! Ora veja:
http://campoaberto.pt/node/1005 Janeiro 2004
http://campoaberto.pt/node/1006 comuicado à imprensa feveriro 2004
A "requalificação" da Rotunda da Boavista para além dos passeios que circundam o jardim terem ficado maiores nada mais trouxe ao Jardim, muito pelo contrário!
Citando PVA: « Em Portugal parece que cada ofício tem um único oficial a que os poderes públicos sempre recorrem. Agora, de norte a sul do país, as câmaras municipais chamam o mesmíssimo arquitecto para projectar espaços públicos; e, apesar de ele declaradamente não gostar de flores, também lhe pedem para (re)desenhar jardins. Na mesma linha de pensamento, aguarda-se a nomeação de um veterinário para delegado de saúde pública, ou de um vegetariano militante para chefe de cozinha numa churrascaria.»
http://dias-com-arvores.blogspot.com/2004/10/verde-e-branco-em-dia-cinzento.html
Cordialmente
Manuela D.L Ramos

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