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Porto | Sede da Vodafone do Porto | Barbosa & Guimarães

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Por acaso nao sei, uma coisa é criar uma peça para ser vista quase como escultura, como as estatuas dos reis ou nobres a meio de praças, para serem contempladas e darem escala ao local, outra é usar um lote estrangulado por envolvente comum e provavelmente sem fio condutor na organização e caracterização do lote e aproveitar para criar um momento de rotura, pessoalmente acho menos egocentrico a inserção num terreno com envolvente.Mas também precisa de respirar....penso que depende do uso...

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Conheço kem esteja a trabalhar neste projecto e já o vi de cima a baixo e acho que existe uma falta de imaginação...pois a unica coisa que é original, é a fachada..pois tudo o resto poderia ser um outro edificio qualquer....

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Este edifício é claramente o caso. A vodafone quer uma imagem de marca, os arquitectos quiseram fazer um edifício ao estilo Casa da Música, porque acharam que era uma imagem forte e "inovadora". Foi aqui que cometeram um enorme erro e provaram a falta de cultura e etendimento da cidade. O que o Koolhas fez não é em nada fruto do acaso e surge na rotunda da boavista como o elemento de excepção que dá carácter àquele espaço. Não se pode simplesmente pegar nessa forma distinta e aplicá-la mais ao lado na avenida da boavista num lote igual a tantos outros, sem uma base teórica concisa, na esperança de vir a nascer um projecto coerente e com qualidade...



A comparação efectuada entre o edifício da sede da Vodafone e a Casa da Música é totalmente errada.
A saber:
1- Gostava de saber o que é "ao estilo da Casa da Música", e mais saber se actualmente ainda se define a arquitectura por estilos. Houve o movimento renascentista, barroco, ... ,mas agora estilos...., so se for na pintura.
2- A única semelhança possível são os materiais utilizados e, ahhh.... as janelas também tem recortes engraçados como a casa da música, de resto, não há nenhuma semelhança, quer a nível do contexto urbano, de maneira de como o edifício integra-se e relaciona-se com esse contexto, ao nível espacial, ao nível da estrutura interna, etc, etc, etc.
3- A Casa da Música assume a sua forma como resposta ao contexto envolvente, o mesmo se sucendendo com o edifício da sede, daí terem volumerias totalmente diferentes, quiçá opostas.

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Atelier: Saraiva e Associados

http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafone_001.jpg

http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafone_002.jpg

http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafone_006.jpg

http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafone_008.jpg

Atelier: Ideias do futuro

http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafoneIF_002.jpg

http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafoneIF_004.jpg

http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafoneIF_005.jpg

via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=444944&page=4

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NOTICIAS

Nova Sede da Vodafone no Porto
"Millennium bcp fecha negócio para nova sede da Vodafone no Porto
Os fundos de investimento imobiliário do Millennium bcp finalizaram com a Vodafone o negócio relativo às futuras instalações da operadora móvel no Porto. A empresa vai agora convidar “os mais prestigiados arquitectos portugueses” para a construção do edifício.
Filipe Paiva Cardoso
filipecardoso@mediafin.pt
Os fundos de investimento imobiliário do Millennium bcp finalizaram com a Vodafone o negócio relativo às futuras instalações da operadora móvel no Porto. A empresa vai agora convidar "os mais prestigiados arquitectos portugueses" para a construção do edifício.
A nova sede da Vodafone no Porto deverá estar concluída no final do próximo ano, e será erigida em dois lotes de terreno, no cruzamento da Avenida da Boavista com a Rua Correia de Sá, e terá cerca de 3.500 m2 acima do solo.
De acordo com o Millennium bcp, o negócio para as futuras instalações da Vodafone incluiu igualmente a compra dos actuais escritórios da empresa liderada por António Carrapatoso.
A empresa de telecomunicações pretende para o novo edifício "uma grande qualidade arquitectónica, tanto do ponto de vista funcional como estético" de modo a que seja "um dos mais emblemáticos da própria cidade do Porto".
A Vodafone vai lançar um "concurso de ideias" para a sua nova sede (cujo processo de consulta pode ser levantado a partir de dia 6 de Julho) e a data limite para as propostas é 2 de Agosto. "
in Jornal de Negócios
July 7th, 2006, 02:50 PM

LOCAL

http-~~-//img.photobucket.com/albums/v706/joao74/porto/vodafone.jpg

RENDERS

http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/vodafone_02.jpg

http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/vodafone_01.jpg

OBRA

http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture353a.jpg

http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture356a.jpg

http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture360a.jpg

fotografias de Johnny Mass

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Só uma questão, porquê Alexandre Burmester como autor da sede da Vodafone de Lx, estar referenciado como o autor da sede no Porto.?? Talvez seja preciso corrigir o Tópico!?? ..........................um bocado picuinhas mas a autoria do projecto / obra é do ateliê Barbosa & Guimarães!

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lol... agora percebo o que é aquele brutamontes que estão a fazer na boavista... unico comentário possivel já foi feito pelo asimplemind: é uma tentativa de edifício de excepção, que não é de todo conseguida, seja pela localização, pelo programa ou simplesmente pela formalização. enfim, mais um aborto na boavista. são tantos que mais um não faz mal.

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espero que haja aí uma ironia escondida que eu não estou a captar... é claramente um edifício para chamar a atenção. para além de feio (discutível claro) é uma tentativa de edifício de excepção não justificado por qualquer motivo. enfim, deu para a vodafone gastar mais uns euritos numa construção estravagante.

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O grande e único problema que é comum em todos os comentários até aqui realizados sobre este edifícío, é que todos ele analisam o edifício meramente pela sua fachada, e, pela forma desta, catalogam logo o mesmo de, "edifício de excepção", "arrojado não justificado", "aborto", etc. Se analisaram do ponto de vista de volumetria básica - ou seja, se se abstraírem do trabalho da fachado - e se concentrarem no volume puro - percebe-se que ele integra-se bem na envolvente - o lugar - que no respeito pelo alinhamento da rua - que faz uma curva para a esquerda - quer pelo respeito pelas cérceas dos edifícios contíguos - onde aliás o edifício da Vodafone remata as mesmas duas cérceas que podem obervar são diferentes, e como tal respeitando a escala da avenida.´ Só a partir desta primeira análise é que podemos começar a criticar outros elementos, como seja materiais, fachadas, etc, etc, etc. E neste ponto é que se pode definir então que a fachada é mais ou menos arrojada, feia ou bonita,.... mas não são estes elementos que poêm em causa a implantação e relação urbanística do edifício com o meio que o rodeia a meu ver. No entanto, e pessoalmente acho que de facto a FACHADA é um tanto ou quanto pretensiosa, mas não o suficiente para catalogar o edifíco de aborto, ou o de resto lhe tenham chamado num plano negativo.

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desculpa mas neste caso parece-me que é exactamente o tratamento que é dado à fachada que torna este edifício num erro urbanístico. não por ser diferente do demais, mas por ser tão fácil para todos nós o comparar-mos com a casa da música. ou achas que é por acaso? é uma maneira polémica de tornar um edifício famoso e funcionou.

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Acho que nem precisava de ser génio, mas o projecto vencedor do que vi.. é diferente..mas não sei se muito génio...parece-me que em algum sítio o projecto de perde por uma imagem que não é na verdade nada do outro mundo..mas a ver..

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Dreamer vamos longe com arquitectos cm as filosofias como o Pedro Ribeiro ou o Pintas. Também sou favorável à democratização máxima da arquitectura, indepedentemente de ser um promotor Privado ou Público, e uma pessoa é sempre livre de participar ou não, se achar que não tem nada a acrescentar ao lugar, nem perde tempo a fazer o projecto. Mas aqui a democratização é sempre um pouco assim, demasiado mercantil (não consigo perceber a génese deste problema ) Mas voltando atrás é so lembrar-nos do início da carreira do IM Pei, ou a vitória "heroíca" dos ainda muito jovens Rogers e Piano no Centro George Pompidou que toda esta democratização parece fazer todo sentido.

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Comunicações

Já abriu a Casa da Vodafone no Porto

Por Ana Isabel Pereira

Foi hoje inaugurado, na Avenida da Boavista, o novo edifício da Vodafone. Com uma arquitectura arrojada, a fazer lembrar a do edifício projectado por Rem Koolhaas junto à Rotunda da Boavista, o novo espaço será a sede da empresa de telecomunicações no Porto

http-~~-//sol.sapo.pt/Storage/ng1094994.jpg

À margem da cerimónia, o presidente António Carrapatoso sublinhou a aposta da Vodafone «em continuar a alargar a oferta da empresa na rede fixa de banda larga».

No novo edifício, ficarão instalados uma loja de 600 metros quadrados, o serviço de apoio a clientes, os escritórios e um laboratório de assistência técnica a equipamentos terminais. António Coimbra, presidente executivo da Vodafone, sublinhou ainda que o moderno edifício oferece «excelentes condições de trabalho aos colaboradores da empresa no Porto». Para além de um jardim, cujo desenho reflecte a arquitectura do próprio edifício, as instalações, onde funcionam 240 postos de trabalho, contam ainda com estacionamento, restaurante, cafetaria, auditório, salas de reunião, formação e videoconferência, e vistas fantásticas sobre a cidade.

A aposta na segunda cidade do país aconteceu naturalmente, disse Carrapatoso, uma vez que a Vodafone «sempre teve uma posição muito forte no norte do país e, especialmente, no Porto», onde é líder do segmento móvel «quase desde o início».

O projecto escolhido, de entre 20 propostas, foi o dos arquitectos José António Barbosa e Pedro Guimarães. «Quando recebemos o convite para o concurso de ideias, em Junho de 2006, passava na rádio um spot publicitário que dizia: Vodafone, a vida em movimento. Pensamos que o novo edifício devia ser fiel a esta filosofia», explicou Barbosa. O edifício de oito pisos, construído em betão armado, «está suportado por esta casca estrutural como se de um ovo se tratasse», comparou o arquitecto.

A empresa agradeceu publicamente o apoio da autarquia portuense nos processos de licenciamento. Rui Rio, que elegeu como uma das prioridades do seu terceiro mandato à frente dos destinos da Invicta a competitividade económica da cidade, explicou que este era «um esforço que a Câmara do Porto estava obrigada a fazer», o de tentar baixar «os chamados custos de contexto» ao nível mais baixo possível.

Crescer no segmento fixo

«A aposta da empresa é explorar todas as possibilidades do móvel mas olhar para a banda larga fixa como uma forma cuidada, para desenvolvermos acções para termos uma oferta cada vez mais competitiva nessa área», disse ao SOL António Carrapatoso, sublinhando que a Vodafone tem vindo a «convergir com o seu concorrente que é líder de mercado, a TMN, sendo, neste momento, quase co-líder, com uma cota de 40% e que tem vindo a subir».

A Vodafone quer sobretudo crescer no mercado não móvel. Carrapatoso entende que a decisão do governo de abrir concursos para as redes de banda larga apenas nas zonas do interior veio «condicionar o mercado», mas avança que a empresa terá agora em atenção a forma como vai «evoluir o mercado em termos da sua área grossista, nomeadamente nas zonas rurais» e ponderar se «há oportunidade ou não de fazer associações com os outros agentes do mercado de telecomunicações para criar redes conjuntas com eles».

A estratégia para os próximos tempos passa também por «expandir a base dos clientes do IPTV». A Vodafone quer ser, «cada vez mais, um prestador de serviços de comunicações globais».

online@sol.pt

in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=152395

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Here’s some text from the architects:

OPORTO VODAFONE BUILDING, PORTUGAL 2006 – 2009

In July 2006, when we were invated to the new building competition, through the media, radio, television and newspapers we could notice the following slogan: “VODAFONE LIFE, LIFE IN MOTION.”

This sentence reflects the attitude and philosophy of Vodafone.

We believe that the new building should be faithful to this idea, adopting a dynamic image, conveying the sense of movement, challenging the static.

Seeking inspiration from painting, sculpture, photography, arts which had already faced this dilemma, the office building, designed usually linear, begins to become an irregular body, out of balance, with many faces in motion.

The formalization of this concept is based on the concrete, which through its plasticity, allows to create irregular and free-form shapes, working both as a structural solution and exterior appearence, creating a unique shape, a monolithic building, bringing cohesion and unity to the set.

The technical complexity of the building leads to a periphery structural solution, a shell of concrete, like an egg, reducing internal support to the two stairwells and three central pillars, allowing great versatility in its interior space use.

Functionally, the building has eight floors working three as underground.

On the ground floor, in addition to the auditorium, we have a store facing the Boavista Avenue, the cafeteria and office acess.

In the four upper floors appears the offices working as open-space with an accessible terrace.

In the underground, the floors -3 and -2, are working as car parking facilities and the -1 floor is occupied by technical areas and training rooms.

Posted by Rose Etherington

in http://www.dezeen.com/2009/11/23/vodafone-headquarters-by-barbosa-guimaraes/

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