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Conceitos Projectuais

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Muitos são os estudantes de arquitectura que deparam com este "problema" nos primeiros anos: "Qual é o meu conceito para o projecto?" "Em que consiste um conceito?" "Deverá o conceito ser uma teoria filosófica super fundamentada?" Existe muito a dúvida do que realmente é o conceito do projecto o que por vezes se torna uma tormenta para certas pessoas. Segundo o que alguns arquitectos dizem, o "conceito" deverá fazer sentido do principio ao fim do projecto sem se corromperem mutuamente. É um tema que dá sempre muita discussão e poderá ajudar alguns membros a compreenderem melhor este assunto. Abraços

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olha kandinsky desde que um professor meu disse.me que o conceito da e Escola Superior de comunicação em benfica, criada pelo Carrilho da Graça, é uma baleia a saltar a onda....
achas que esse conceito tem uma teoria filosófica ou super fundamentada? pois a mim também não me parece lol
eu, volto a repetir,
penso que o conceito deve ser algo bastante forte para basearmos um projecto. eu uso uma ideia projectual(além de soar para mim algo menos "pesado") sinto-me, só por este nome, mais há vontade de poder modelar esta própria ideia projectual e não me reger pela mesma em todos os sentidos e mais alguns.
mais, penso mesmo que seguir a ideia projectual na totalidade de um projecto pode tornar o mesmo algo "maçador" e repetitivo. - complexidade e contradição. são essas contradições que vão, no meu entender, marcar a ideia projectual do conjunto do projecto.
claro que não é criar contradições sempre, mas sim pequenos apontamentos que surgem no espaço não como pontos que serão valorizados mas pontos que irão valorizar a ideia projectual.
conceito, pode surgir antes, durante ou depois o projecto penso eu. ou o Carrilho da Graça pensava, antes de criar o projecto, numa baleia que saltava a onda quando projectou a E.S.Comunicação Social em benfica.

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Axo que se deve ser o mais sincero possivel, eu baseio-me muito na geometri a é a geometria grande base do meu conceito, mais ou menos conforme o caso. Tenho colegas meus que nao tem essa sinceridade e inventam, e safam-se porque vao buscar castelos, buscar uma igreja ao pe, sei la. tretas. Havia ai um trabalho no forum em que o conceito era a linha de um eletrocardiograma que depois dava a morte, altos e baixos na linha e depois uma linha direita tipo coração parado (eu até gozei mt, nao podia deixar de gozar .. achei estupido) Mas é as vezes e dificil dizer alguma coisa que realmente se reflita no projecto, principalmente quando é algo muito evidente .... o mais simples parece sempre mais dificil de explicar,

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A meu ver muitos conceitos de projectos académicos (e não só) surgem no final... Pessoalmente sinto necessidade de um conceito arquitectónico de cariz pratico-funcional que me guie ao longo do projecto...um conceito que se coadune com o projecto em si...não é como essa da baleia a saltar a onda... Esta questão é muito pessoal mas já houveram algumas pessoas que me vieram perguntar como é que eu "inventava" os conceitos para os meus projectos. É um tema interessante... Mais opiniões ...

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lolol eu também sigo essa linha kandinsky, "criar" uma ideia projectual que me guie. o que me assusta é mesmo isso kandinsky, essas pessoas fazerem "projectos" sem um conceito ou uma ideia forte para esse desenvolvimento... não percebo...ou assusto-me por perceber ou só de pensar nisso lol

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É de facto um pouco estranho tentar perceber certos métodos de trabalho e certos projectos...
Existem relações "conceptuais" um pouco poéticas, mas a dada altura já se começa a entrar no ridiculo e no exagero...


Bruno_Rosa:
Aconselho-te a veres o projecto do Gonçalo Afonso Dias - Residencias de Estudantes R3 (Coimbra). Tenta perceber o conceito desse projecto e depois relaciona-o com o tal esquema do electrocardiograma...logo que tenha tempo coloco um post sobre esse projecto...

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isso de coisas poéticas...sinceramente o que isso de um projecto poético? eu ainda nao percebi o que é esse termo usado num excesso absurdo que ainda nao entendi a logica... alguém me pode ajudar. é que poesia só conheço mesmo aquela escrita nos livros...

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Epá, estes gajos gostam muito do Souto Moura, e depois até ficam com a ideia que ele dá nos livros, que a Arquitectura pode ter uma inspiração literária...eu não acredito nisso. Não acredito que uma coisa que tenha preço, por m quadrado, possa ter uma inspiração literária.

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esta coisa do conceito já me anda a "atormentar" desde o 1º ano. e desde essa altura que tenho vindo a perguntar aos vários professores de projecto como raio chegamos lá, e ainda nenhum foi capaz de me dar uma resposta que me deixasse esclarecido...:\ começam bem, mas depois embrulham-se em cenas bue filosóficas, e eu fico ainda mais baralhado...se calhar isto espelha a complexidade que existe em dizer o que é um conceito, onde ou como se vai buscar.

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O conceito tem que ser encarado como uma ferramenta e não como um tormento. A realidade é que cada vez que um arquitecto faz um traço tem que o justificar, e muitas vezes o conceito tem que funcionar como justificação. Portanto em vez de sentir o conceito como um "tormento" encarem-no como uma ferramenta que funciona a vosso favor.

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Exacto... Creio que essa é a melhor forma de se encarar um conceito...existe a forte tendência de cair no edificio-escultura ou no "pato-bravismo". Quanto aos cépticos da poética...Gaston Bachelard - "Poética do Espaço" ... e para quem já leu poderá sempre ler uma 2ª, 3ª ou 4ª vez...porque uma re-leitura nunca é igual às anteriores... Abraços

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eu digo que me tem "atormentado", porque cada vez que tento que um professor me dê umas dicas sobre o assunto, parece que sentem tanta difculdade como eu em conseguir perceber (ou comunicar), como é que o conceito, a ideia, aparecem, e onde é que os vamos buscar. bem sei que isto não obedece a uma regra, não é "faz assim, e assado e mais não sei o quê, e xarâmm, tens aí o conceito", mas às vezes gostava de obter uma resposta mais objectiva da parte deles. mas bem, penso um dia ultrapassar este "cabo das tormentas", até porque já tive esta conversa também com colegas, e às vezes é neste intercambio de ideias que chegamos a grandes conclusões.

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O que tens de perceber sobre o conceito é que é algo que tu tens de apresentar a quem te avalia, sejam professores, seja o teu cliente, seja o grande publico, e quando fazes isso não podes demonstrar fragilidades, porque tas a falar do fio condutor do teu projecto\criação. E se demonstras hesitações em relação a isso acabas por estar a demonstrar hesitações a todo o teu trabalho.

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Não acredito que uma coisa que tenha preço, por m quadrado, possa ter uma inspiração literária.


eu não acho também que um edifício comercial (no sentido em que está a ser feito para ser vendido) se possa guiar completamente por princípios literários ou por um texto ou uma obra de arte, etc. mas acredito que o efeito que todas essas coisas produzem na mente de quem projecta se possa reflectir no resultado do projecto. Às vezes a relação é completamente literal mas também não considero isso especialmente interessante e, lá está, não acontece em edifícios completamente inseridos no mercado imobiliário (esta história fez-me lembrar a igreja de nossa senhora da Graça em Évora, com aquela fachada que é uma enorme paráfrase de uma grande quantidade de imagens literárias clássicas e que, já agora, é o mais próximo que existe de um "templo de Diana" em Évora, ao contrário do que normalmente se pensa quando se chama de antigo templo romano de templo de Diana).

é que poesia só conheço mesmo aquela escrita nos livros...


pois eu acho que escrever os livros é só um dos meios possíveis para transmitir poesia. A escrita não é especificidade da poesia. É possível produzir poesia por outros meios. Seja por pintura ou música (alguém conhece uma forma musical chamada poema sinfónico? ) ou arquitectura... Poesia não é uma quadra ou uns versos brancos. E eu acho que a arquitectura pode, e isto é repetidamente provado nas obras de vários mestres e não só, ser um meio de transmissão de uma certa forma poética de ver as coisas...

Em relação a esse monstro que a arquitectura contemporânea chama de conceito, acho que tem uma história bem mais comprida do que a contemporaneidade deixa passar. Penso que desde há bastante tempo que a "ideia forte" que deverá gerar um projecto está presente em muitas obras de arquitectura, se calhar até mais presente que hoje em dia, e na maioria dos casos aplicada com mais lógica. Conceito aparece como uma dia que deverá abraçar todo o projecto, não com a perspectiva de castrar o que se possa fazer em cada momento mas talvez criar uma rede de segurança que o impeça de cair nos maus caminhos da incoerência e da falta de unidade. Aparece então como (mais um) auxiliar de processo para o arquitecto, que como todas as ferramentas, necessita ser bem manejada. Se isso for conseguido, é possível conseguir uma boa ajuda para a qualidade final, espacial e mesmo funcional dos edifícios. Caso contrário, quando o conceito é a única coisa que ressalta no final do projecto, assemelha-se claramente a um capricho senão irreflectido, pelo menos ingénuo do arquitecto. Por exemplo, uma ágora grega, obedece claramente a um conceito, que se repete em todas elas, se se quiser uma expressão melhor, um "partido formal", que mais que a condicionar, impede que a ágora caia em falhas funcionais que de outra maneira aconteceriam. Todas as ágoras foram pensadas para todos os locais específicos, e isso é completamente perceptível pelas relações com a paisagem, topografia, elementos marcantes do terreno, etc. que encontramos em todas. No entanto, também por detrás de todas há uma ideia bem definida, um "conceito", que se aplica e que garante o bom funcionamento e a coerência de todas elas. É desta forma que eu vejo o problema, e é nesta perspectiva que explorar essa ideia de conceito me parece positivo.

No entanto, também acredito que não é necessária essa ideia forte para explorar com eficiência uma obra de arquitectura. Aliás aí lembro-me logo de um dos meus arquitectos favoritos, o mexicano Luis Barragan, cuja obra é para uma prova de que não são precisos grandes "gestos", grandes ideias globais que definam todas as paredes que vamos construir para produzir arquitectura realmente bela. Todas as casas do Barragan são completamente poesia feita arquitectura, são SÓ beleza. Mas lá está, o Barragan praticamente só projectou habitação (e jardins), nunca projectou uma ágora, ou uma catedral, ou um projecto com uma escala desse tipo. Espero que tenha servido, a opinião.

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luis barragan tem projectos de diversas escalas e diversos programas, como por exemplo, satelite towers, igreja amatitan, etc. e pelo contrário, acho que ele faz GRANDES GESTOS, e baseia-se em conceitos simples como sintetizar a arquitectura chama moderna com a arquitectura vernacular mexicana. e, talves, é essa a principal característica do que ele projecta. mas acrescentando um mini comentario ao que realmente este debate nos traz como assunto - conceito no processo projectual - acho que os estudantes tornam uma coisa tao simples e essencial para um projecto um bicho de 7 cabeças, ou seja, o conceito arquitectonico é aquele que deve ter capacidade de ser espacialmente construido e deve, por sua vez, constituir e organizar a lógica de um todo e complexo processo projectual. essa ideia é o principal fio condutor de todo o projecto e nao compliquemos com muita filosofia pelo meio quem nao a entende ou nao a quer entender, para isso chamo a conversa o nosso amigo Siza Vieira com aquilo que ele chama "IMAGINAR A EVIDENCIA", isto é, nao tenhamos medo de assumir o evidente / o óbvio, no entanto devemos dar lugar a dúvida para que o proprio projecto tenha a sua evolução. enfim, acho que este assunto ainda tem muito que se lhe diga, mas nunca inexplicavel ou incompreensivel.

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O que os professores sempre me mostraram (ou melhor, o que sempre quis tirar deles) foi a convicção de que a arquitectura nasce de um processo de análise, e só através da análise se pode chegar a uma síntese. Análise em que meditamos sobre o programa, sobre o sítio, sobre a construção, e avaliando a importancia e a prioridade de cada factor. É ai que o cérebro, não sei bem como, no meio de uma brain storm, apercebe-se do que seria essencial para a resolução daquele problema específico - essa essência é a própria ideia, ou conceito se quiserem. Essa ideia não é uma ideia qualquer. É sempre uma ideia arquitectónico-construtiva, capaz de ser edificada. Na casa das artes do Souto Moura, a ideia é preservar o jardim e fazer desaparecer o edifício. A Gulbenkian do Jervis D´Athouguia, a ideia foi reduzir o extenso programa ao máximo e ocupar no centro da parcela precisamente para ampliar o jardim! Na FAUP a ideia é desmultiplicar o programa em diversas torres, como estátuas ali a olhar o Rio, o que tem a dupla vantagem de criar um ambiente quase "urbano", e de responder a uma outra escala: a escala de quem vê desde Gaia; etc, etc, etc - cada edifício tem o seu conceito, nascido da análise que cada arquitecto fez, naquele momento e para aquele trabalho.

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Ah, sobre o bicho de 7 cabeças que os estudantes fazem do "conceito", penso que deriva directamente do facto de não terem muita experiencia. Realmente quanto mais experiencia, maior probabilidade de acertar numa ideia eficaz.

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Tem havido grandes debates na minha turma sobre o assunto do conceito (sou aluna do 1º ano) como ponto de partida para a concretização do projecto de arquitectura. O que cria mais confusão nas nossas cabecinhas de leigos apaixonados da arquitectura é realmente o facto de termos que extrair o conceito, a ideia arquitectónica, escolher um "objecto" (elemento organizador do espaço) sobre o qual investigar no nosso projecto, o próprio programa do nosso espaço, a partir de um programa abstracto, como é, por exemplo, um excerto do livro de Lewis Carol "Alice do Outro Lado do Espelho". Sei que um conceito é aquela pequena frase que consegue dizer tudo sobre o nosso projecto, mas e o processo de descoberta? O modo como ele surge relaciona-se directamente com as capacidades de quem o questiona. E agora? Como é que aqueles que, por puro acaso, nunca foram confrontados com a estruturação e desenvolvimento de um conceito como motor da concretização artística, o descobrem ou o criam?

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Beringela Penso que só se pode aprender a projectar projectando. Não há outra forma. Tentativa e erro e para a próxima há mais. Conceito primeiro? Ou nasce com o trabalho?: parece o problema do ovo e da galinha: quem nasce primeiro? Pode-se definir o conceito à priori ainda antes de fazer o trabalho, sem saber o que será ainda, e todos os conceitos são possíveis - o que não significa que sejam adequados. Para o caso de um exercício académico não importa muito se o conceito será o mais adequado - importa sobretudo responder ao enunciado do exercício. Há arquitectos que levam toda a vida a trabalhar um conceito de espaço, e todas as suas obras parecem variações do mesmo tema (Souto Moura inclusivo)

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Integração é aqui a palavra chave. Em termos etimológicos a palavra integrar advém de integro –are, ou seja, completar ou tornar inteiro algo. Para tornar inteira uma determinada parte será necessário conhece-la, sendo portanto obrigatório estuda-la e compreendê-la. Não será portanto correcto completar algo com uma peça invertida, com um elemento que poderia estar noutra realidade qualquer e que apenas retira pequenas referências do local, dando-lhe uma frágil justificação à integração. É verdade que a arquitectura gira em torno de conceitos, de bases justificatórias e impulsionadoras para as opções tomadas, mas o conceito de qualquer projecto deve ter o mesmo princípio que a obra que irá materializar. Ou seja, se a obra deve ser uma parte de um todo, ser constituinte de uma realidade, de uma sociedade, de uma mentalidade, de uma História, o conceito deverá ser ele uma base que englobe todos esses factores e crie sustentabilidade das opções.

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A tendencia contemporanea pertende criar uma cartilha para tudo que se faça.Como refere o arquitecto Siza, a especializaçao esta ai em forma e parece cada vez mais a pratica futura.Conceito tal como arquitectura nao se ensina é uma aprendizagem autonoma, com base na experiencia e conhecimento.Elementos que exercem forte influencia na criaçao de um conceito a meu ver, sao o sitio , nao só formal ou seja os edificios mas o ambiente , as pessoas, porque é para estas que a arquitectura existe.Mas numa pratica experimentalista , porque a arquitectura faz-se de progressao.Outro processo é conecer outros conceitos de outros projectos que possam servir de base ao nosso projecto.Esta pratica é muito comum na arquitectura porque passamos a vida a copiar outros arquitectos.

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Fernando Lisboa @ peirce-l (referencia bibliografica 'on demand') :

The first division of Being were thought to be between "ens reale" " independent of mind " and "non ens" or "ens rationis"" dependent of mind, which wouldn't exist without the mind. The "ens rationis" were still divided into perceptive "ens rationis", shared both by animals and wo/men, and intellectual or conceptual "ens rationis", specific to wo/men. How does a thing come to be a concept? The thing is printed in the mind through perception: according to the relation between the perception and the thing, the impression would be called "notitia", "representatio" or "idolum", "similitudo", "imago" or "phantasma" ("ghost"). The "phantasma" it's a perceptual constructo that provides material for cognition and, as far the "phantasma" comes from perceptive conscience, it is still a "quidditas" and, thus, includes the minute particularities of the perceived thing. It is the passive image of such concrete thing and, thus, conveys, solely, a "species sensibilis". The active intelligence deprive this "species sensibilis" of all its minute particularities and offers to the passive intelligence a form that can be applied to any thing that possesses the originary thing's same nature and substance: a "species expressae": the concept.

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Guest Iago

Na minha opinião, o conceito define-se como uma palavra ou expressão, que surge da definição do problema a resolver, seja de Design ou Arquitectura, e que o sintetiza (o problema) servindo de base para as varias decisoes de projecto (por exemplo cores, texturas ou formas utilizadas). Podemos pegar nessa palavra ou expressão e, com o dicionario, verificar o encadeamento de significados até chegar a algo traduzivel em cores ou formas, por exemplo.

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Eu sou aluna de arquitectura e confesso... quando me perguntam pelo conceito... começo logo a rogar-lhes pragas... por mais que queira... por mais que pesquise... a verdade é q ainda não percebo o que se entende por conceito em projecto de arquitectura :margarida_beer:

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