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Arquitectura.pt


kaz

Porto | Habitacao Unifamiliar |Atelier Ainda arquitectura

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Todos nós durante o curso somos despertados para o facto de não cairmos no erro de erguer um edificio, sem relação qualquer proxima com a envolvente, de modo a não parecer um OVNI, que acabou de aterrar....
Este restauro a nivel interior foi bem concebido, agora pergunto e a fachada??? Este desalinho de junções, e desajustes altimetricos....
Não foi esta atitude um pouco egoísta??? Fazer prevalecer a escolha sem olhar para o que o cerca???

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A envolvente é muito limitada, nao pode ser apenas as casa k estao mesmo ao lado. Por exemplo parece muito semelhante á realidade de Espinho, mas o que consegues perceber lá e pela foto da fachada não, é que no gobal os quarteiroes, funcionam de forma ermetica, onde as fachadas são conjuntos de casas alterando entre 1,2 e 3 pisos, conferindo uma quebra nos perfis da rua, mas uma unidade enquanto quarteirao e mais ainda como vivência de cidade... Neste caso, tenho mais duvidas na fachada, enquanto cor, pk a fachada tem tudo o ar de já lá estar antes da intervenção....O espaço interior esse parece-me muito bom...

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Mas se consegues fazer uma plástica tão magnifica no interior, nada a meu ver, iria impedir de se ao menos estás a recuperar, então fazer com k houvesse um diálogo entre estes 3 sobreviventes dakela rua...pelo k me parece as casas são todas dakela natureza estética.... e neste momento parece k o diálogo entre as duas na extremidade foi kebrado por akele imponente marco escuro....só vejo esta casa a dialogar para si mesma e virar as costas a tudo o k a rodeia!!!

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E porque raio é preciso dialogar com o vizinho? Possivelmente a intenção era essa mesmo, de se destacar relativamente à 'precaridade' do conjunto vizinho!

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Boas.eu concordo plenamente com o primeiro tópico.como diz o arq.Manuel Graça Dias, o edificio não passa de um dente podre no seguimento da rua. A não ser que me esteja a enganar e as fotos não nos mostrem a informação suficiente para o comprovar o contrario, podendo haver um ritmo ao longo da rua, qlq coisa, não sei..o interior parece ter bom aspecto mas daí a funcionar ou estar bem resolvido ainda vai um grande paço pq mais uma ves não temos informação suficiente para o afirmar.relativamente à cor, para este caso, não ha nada melhor que citar uma frase do Cisa: "uma habitação pode ser de todas as cores, desde que seja branco"..cumprimentos

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Tanto quanto é dado a perceber, como é que seria possível verdadeiramente recuperar se se alterasse a fachada de tal modo que conseguissemos ter uma relação cinética com as habitações vizinhas?... Não é o centro histórico do Porto um emaranhado de edificios com cérceas e número de pisos variáveis, concretizações do elemento fachada distintas, soluções diferenciadas?... Não será isso parte da riqueza deste centro histórico?... Aquela primeira imagem não me é estranha, porque penso já ter visto esses edifícios, mas não consigo situar onde, por isso é um pouco complicado ter uma visão global sobre a questão apresentada...

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Pois mas dessas atitudes estão as cidades cheias!!! neste momento kem constroi só constroi o edificio voltado para si mesmo.... daí as ruas mtas vezes parecerem uma feira de vaidades.....são pura e simplesmente vaidades, cores garridas, janelas do best, e o desenho da fachada, coitadinho, mais valia ter continuado com o tapume lá enfiado para esconder a cara.
São este tipo de atitudes egoístas, do estilo " agora vou fazer o meu, e estou-me pouco marimbando para o k lá está ou virá, é meu, vai ser feito e acabou"!!!
Mas não é de fachadas k se fazem uma casa, mas a meu ver seria algo k deveria ser pensado ao mesmo tempo k se desenvolve o interior. porque a fachada não é nada mais, nada menos k a cara do edificio como sabemos. Acreditando k um conjunto de fachadas em constante comunicação entre elas, conseguem criar uma coreografia interessante!! Neste momento este factor nas cidades é nulo.... E qnd falo em coreografias falo em vários aspectos k compõem e dão dinamica a uma rua....

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Mas não foram os aumentos em virtude das necessidades a fazer crescer "piso a piso" os edifícios no centro histórico do Porto que fizeram daquele espaço o que é?... não foi esse crescimento sem arquitecto que criou a riqueza espacial que ali vemos?... Como é lógico não defendo que hoje em dia se mantenha essa forma de actuar, mas nos centros históricos e zonas "frágeis" não defendo o extremo que diz que se faça simplesmente espírito de tábua rasa, alterando as fachadas só porque sim, até porque o edifício tem a sua história, a rua já estará consolidada... Cada caso é um caso e aqui tenho pouca informação da envolvente para poder ter uma opinião formada sobre este caso em concreto...

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É sempre interessante ler observações acerca do nosso trabalho. Neste caso particular posso dizer que foi divertido ter conhecimento de opiniões formuladas a partir apenas de um conjunto de imagens, sem o recurso a informação mais completa, tal como desenhos, memória descritiva ou o relato das condições da própria obra.
Para os interessados que queiram esclarecer algumas dúvidas expostas neste fórum, elucido que toda essa informação se encontra disponível nas publicações: "Casas Ibéricas" da Caleidoscópio e revista Architectures Àvivre, nº36, mai/junh 2007, onde esta obra foi publicada.
Atenciosamente, subscrevo-me como um dos autores do projecto de arquitectura.

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É sempre interessante ler observações acerca do nosso trabalho. Neste caso particular posso dizer que foi divertido ter conhecimento de opiniões formuladas a partir apenas de um conjunto de imagens, sem o recurso a informação mais completa, tal como desenhos, memória descritiva ou o relato das condições da própria obra.
Para os interessados que queiram esclarecer algumas dúvidas expostas neste fórum, elucido que toda essa informação se encontra disponível nas publicações: "Casas Ibéricas" da Caleidoscópio e revista Architectures Àvivre, nº36, mai/junh 2007, onde esta obra foi publicada.
Atenciosamente, subscrevo-me como um dos autores do projecto de arquitectura.

Eu ia dizer que provavelmente os arquitectos tiveram outros pontos em mente ao projectar a casa para além das duas casas vizinhas... Não teria grande lógica guiar-se por 2 construções de pouco valor arquitectónico que daqui a uns anos já não vão existir. Espero que o autor confirme ou não;) Gostava de conhecer melhor este projecto.

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O que esta mal é o novo ou o velho!? Esta é uma das questões, mas feitas em urbanismo... Mas se os responsaveis municipais não colucaram problemas... acho que não existe razão para os por... A meu ver a unica coisa que se poderá realmente questionar é a cor da fachada!

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caro g. rosa, achava bem mais interessante e pertinente se fosse o próprio a explicar, sinteticamente, qual a "alma" desta intervenção, em vez de indicar essas publicações... assim soa um bocadinho a vaidade, não?:)

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mais do que conceitos, explicações rebuscadas ou ideias mirabolantes, acho que o arquitecto, antes de começar a projectar e a decidir certas coisas deveria ter sempre presente que, é para o ser humano que vamos estar a fazer alguma coisa, isto é, é para o "comum mortal" que essa obra se destina e não para super entendidos em arquitectura, que possam ter uma visão mais artística e poética da intervenção.

pessoas essas que, não tendo a formação que todos nos temos ao longo da vida, se irão questionar com o porquê de certos "marmarranchos".

pessoas essas que, podem gostar do interior ou do exterior do edifício, sentirem-se bem mas não saberem explicar, normalmente também se preocupam mais com a funcionalidade. "comuns mortais" que não sabem, não se lembram ou não querem saber de memorias descritivas, conceitos, ideologias ou vertentes...

volto a referir, são essas o nosso publico alvo, são essas as que vão posteriormente habitar o edifício.. assim sendo, perguntar o porquê de vez enquando aparecerem obras "desumanizadas" difíceis de entender, simplesmente o porquê de serem assim?

esta é claro a minha humilde opinião
:)

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