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asimplemind

[blog] palavras da arquitectura

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a ideia foi fazer mesmo o apanhado do inicio do pensamento da habitaçao social em portugal. O SAAL é importantíssimo neste contexto e levaria a uma outra investigação.

Poderei talvez noutra altura debruçar-me mais sobre o SAAL é deveras interessante e essencial para o entendimento da evolução da habitação social em portugal.

Por isso mesmo é que lhe chamo "uma introdução"

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Pavilhão Multiusos - Álvaro Siza Vieira



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"A partir da recente inauguração do novo pavilhão multiusos de Gondomar e após uma breve visita ao edifício, aproveito para estabelecer um paralelo entre as duas obras recentes de conteúdo desportivo do arquitecto Álvaro Siza: o Parc Esportiu Llobregat e o Pavilhão Multiusos de Gondomar.

(...)

"Desvendam-se falhas de rigor, falta de acompanhamento, falta de orçamento, algo incomum em Siza e que nos faz pensar até que ponto poderá a concretização da obra dignificar ou danificar o desenho? Teria vontade de ver este edifício executado com o rigor do anterior. Mas, de certo modo, mesmo assim esta obra demonstra uma vontade crítica. Parte de um gesto e desenha-se para o concretizar. Encerra-se do exterior voltando-se para si, para os seus acontecimentos. Quer parecer-se estranha (e é), fazendo-nos querer entrar. Não será tudo isto também arquitectura?"

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Trienal de Arquitectura de Lisboa

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"A temática global, os “vazios urbanos” foi algo que por diversas razões esteve sempre presente ao longo das exposições desta Trienal. Aliás, as cidades só existem pela conjugação dos vazios e cheios que as compõem, que lhes dão identidade e as individualizam. No entanto, nestes “vazios urbanos”, é possível notar algumas particularidades que os definem e lhes dão forma e carácter. Mas antes de mais o que são “vazios urbanos” e como poderemos identificá-los? Serão apenas espaços livres de ocupação por entre construções? Poderão ser praças, largos, ruas, vielas, rios, lagos, montes, jardins, parques, que encontramos em diversas cidades? Assim sendo, um “vazio urbano” poderá ter mais do que um significado, poderá ser benéfico ou não para a cidade, poderá ser utilizável ou não, … Deveremos então poder identificar claramente o que são “vazios urbanos” maus e bons, por assim dizer. Sob os quais deveremos intervir mais, ou menos, de forma a que mesmo um “vazio” se encha de identidade e carácter que permita uma função e um uso.
Desde as primeiras cidades que podemos observar uma proliferação de vazios que, com usos distintos, são essenciais à vivência das mesmas. É num “vazio” que se cria o comércio, que se estabelecem laços e relações e que se faz a vida social urbana. Ora, aquilo que herdamos de milénios de história são modus operandi que originaram aglomerados urbanos, construções e vazios, diferentes aspectos que levaram as cidades históricas ao que são hoje e que as conduzem numa evolução sistemática ao longo dos tempos."

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o Sol do Estoril

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"(...) E as questões colocam-se. Não estaremos nós a criar um novo Estoril Sol, condenado ao fracasso como o que está a ser demolido actualmente? Será esta a visão que queremos ter da Baía de Cascais e do Vale da Ribeira da Castelhana? Então para que queremos uma praia privativa onde entre a nossa habitação e a praia temos uma marginal e uma linha de comboio? Será assim tão convidativa? Não estaremos nós a Dubaízar a paisagem de Cascais, a querer ter ainda mais do que aquilo que o lugar nos oferece? (...)"

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The Portable Light, Sheila Kennedy

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"O projecto ‘The Portable Light‘ consiste num tecido reflector que utiliza a luz do sol para gerar energia eléctrica renovável, armazenando-a e transformando-a em luz através de duas pequenas lâmpadas, podendo ser usado numa escala global em zonas onde não existe rede eléctrica. O tecido que compõe este objecto é totalmente adaptável e leve de tal forma que os arquitectos criaram protótipos que pudessem ser enviados e transportados segundo normas estandardizadas, podendo assim chegar facilmente a qualquer parte do mundo. A grande vantagem deste produto encontra-se no facto de ser extremamente maleável e transportável, podendo ser usado por qualquer pessoa, tornando-se um objecto essencial no seu dia-a-dia."

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Trabalhar com Arquitecto?

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Há dias descobri este fórum: forumdacasa. E com ele comecei também a tomar conhecimento real sobre o pensamento do ser humano comum perante esta espécie (aparentemente) tão dispensável que é o Arquitecto. No meio de tantas afirmações de revolta, de ignorância, de incompreensão ou simplesmente de desinteresse, resolvi quase como em forma de manifesto explicar em palavras comuns o porquê de se trabalhar com um Arquitecto:

“Todos nós queremos ter a casa dos nossos sonhos, como aquela que vimos algures numa revista, talvez sem piscina, mas com um belo jardim. Talvez sem paredes de vidro, mas com janelas pontuadas nos alçados. Talvez com cobertura plana ou mesmo inclinada.
Ora, porquê contratar um arquitecto se afinal de contas já todos nós sabemos o que queremos? Porque não falar ao amigo do nosso primo que tem jeito para o desenho e dizer-lhe que nos faça um rabisco com três quartos, uma sala, uma cozinha e casas de banho? Porque não falar ao tio de um amigo nosso que é empreiteiro e que faz as obras num instante e a baixo custo?


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Casa K em Stocksund, Tham & Videgård Hansson Arkitekter

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"A aparência exterior monolítica é-nos apresentada de uma forma exacta, totalmente perceptível no seu conjunto. Trata-se de um grande paralelipípedo forrado a madeira pontuado por aberturas que ora nos deixam antever o interior ora expelem a luz para o exterior. No entanto, esta aparente simplicidade volumétrica exterior revela uma enorme riqueza a nível dos espaços interiores da casa."

(...)

"Ainda aquilo que gostaria de destacar é a forma de materialização dos espaços interiores e do exterior do edifício. Através de uma construção simples e económica de betão armado isolado termicamente em ambas as faces, a pele exterior é construída através de placas de madeira dispostas em escama de forma a anularem juntas visíveis, permitindo que tanto a chuva como a neve não penetrem no interior da parede. Os interiores são tratados de forma bastante contida, sendo revestidos na sua totalidade a gesso cartonado pintado de branco onde ainda no piso inferior é definido um lambrim de madeira dando continuação ao soalho do chão gerando uma sensação de conforto através presença deste material."

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Watercube, PTW Architects + ARUP Australia

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"Da forma como a informação se processa hoje em dia, através dos mass media e da internet, as imagens são cada vez mais um processo de comunicação imediato. A arquitectura não está alheia a este facto e isso é claramente visível nos mega-projectos que se suportam de imagens altamente elaboradas e estudadas minuciosamente como forma de marketing aliado à comunicação da arquitectura. Nesta cultura imagética dificilmente ficamos alheios à tentação da representação gráfica. É através dela que os arquitectos se expressam e é através dela que uma linguagem técnica se desmaterializa de forma a abranger públicos-alvo. Assim, torna-se extremamente difícil a apreciação, entendimento e crítica de determinado projecto ignorando as imagens síntese que constantemente nos assombram (para o bem e para o mal). E se dizemos vulgarmente que uma imagem vale mais do que mil palavras, por vezes são necessárias milhares de palavras para dissecar e justificar essa imagem..."

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Da Arquitectura Sustentável

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"A sustentabilidade, como noção ecológica, veio para ficar. Por necessidade, por moda ou porque se pretende pensar dessa forma, a noção de sustentabilidade ecológica aliada à arquitectura faz já parte do nosso dia-a-dia. Enganem-se aqueles que julgam que me refiro ao uso de tecnologias complexas ou de materiais altamente tecnológicos. A “sustentabilidade” só é sustentável através da sua simplicidade, pela forma como com poucos recursos se consegue materializar uma construção que funciona, que dura e que certamente continuará a funcionar na perfeição, não dependendo dos numerosos factores externos que são imprescindíveis à maior parte das nossas casas. Algures numa entrevista, Eduardo Souto de Moura vê-se confrontado com a questão sobre a sustentabilidade e, de uma forma bastante segura afirma que a “sustentabilidade” deveria ser algo intrínseco à obra de arquitectura. Da mesma forma que a arquitectura pretende responder a problemas sociais e funcionais, deveria por si só ser sustentável. É esse o seu propósito. Sustentável a nível económico, ambiental, funcional, etc. A noção de sustentabilidade é plural e como tal interessa saber a que se refere e de que forma se comporta na relação com a arquitectura." (...)

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o porquê e o para quê da forma

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"Inundados de imagens, é assim que nos encontramos. Nada é passível de ser entendido ou apreciado sem uma imagem, sem um registo gráfico. Veneram-se formas, procuram-se significados, razões e maneiras de traduzir uma forma em palavras. A Arquitectura é na generalidade entendida hoje como um jogo de formas (muito mais que o jogo de volumes proposto pelo movimento moderno). Formas essas que a todo o custo procuram ser justificadas, que procuram ser ideias quando na realidade as formas deveriam traduzir ideias (e não o inverso). Procura-se uma arquitectura forte, intensa, formal, quase pictórica, esquecendo para isso a ideia, o fio condutor, a razão, o propósito e a função da arquitectura. Enquadramo-nos cada vez mais numa era barroca em que tudo é visual, excessivo e desproporcionado. Procura-se uma arquitectura virtuosa.

Venera-se uma arquitectura de formas complexas, de imagens compostas, de um excesso de desenho que remete para o supérfluo, para o ornamental, escondendo inteligentemente o seu propósito, a sua razão, alegando que a sua justificação é expressa pela forma, muito mais que pela ideia. Vendem-se formas e a imagem prevalece, ninguém pensa, ninguém lê, ninguém estuda e a arquitectura esvazia-se, aprende-se nas formas, da maneira mais acessível e útil para qualquer um de nós."
(...)

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Memórias de um Inter-Rail (parte 1/3)

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"A partir do caderno de viagem que fui escrevendo aquando de um inter-rail que realizei em 2006 no final do mês de Fevereiro, achei interessante publicar aqui as reportagens que ia fazendo a cada dia que passava, demonstrando os sítios por onde passei e as descobertas que ia fazendo ao longo da viagem. As memórias ficaram assim registadas em palavras, desenhos e fotografias e a cada vez que as revejo, recordo-me perfeitamente de todos os acontecimentos passados."
(...)
"København Depois de uma noite passada no Nachtzug, sem dormir muito tempo seguido, ora porque havia barulho, ora porque faziam uma vistoria ao comboio e nos pediam os BI e os bilhetes, chegamos a Copenhaga pelas 10 horas, com um ar gelado e alguma neve na paisagem. Já tínhamos ideia de alugar uma bicicleta, mas não fazia ideia da quantidade enorme de bicicletas que se viam aqui (incrível). Todas as ruas estão equipadas de faixas em cada sentido para bicicletas e toda a gente as utiliza para andar de bicicleta (parece que entramos em algum mundo extraterrestre!). Fomos dar entrada no albergue e alugar as três bicicletas. Depois de andarmos um pouco pela cidade, meio perdidos, decidimos ir procurar alguns edifícios recentes com interesse, mas pelo caminho encontramos a igreja de Christiania e seguidamente a cidade anarquista de Christiania. Aquilo que em tempos foi um complexo industrial, tornou-se num abrigo de gente que apelava à liberdade sexual e de espírito, mas que foi evoluindo para se tornar num espaço onde pessoas à margem da sociedade vivem em comunidade, praticamente sem contacto com o exterior, como se o tempo por eles não tivesse passado."
(...)

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Memórias de um Inter-Rail (parte 2/3)

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(...)

"Dresden
Chegamos a Dresden depois de uma viagem relâmpago a Leipzig em 40 minutos. Chegamos à estação já de noite e deparamo-nos com as obras de reconstrução para a futura estação projectada por Norman Foster. Ficamos de nos encontrar com duas amigas que estavam a viver aí e nos iam albergar essa noite. Após algum tempo de espera fomos até à residência de estudantes mais perto onde pousamos as coisas. Os quartos eram bastante mínimos, com uma dimensão adequada para dormir e trabalhar: largura de 2 metros onde a cama estava num topo e uma janela no outro topo com uma mesa e um armário à direita. Fomos então comer para a cozinha comum que estava voltada para a estação e aproveitamos para descansar um pouco. Depois decidimos ir até ao centro a um bar. O único problema é que já com metade da viagem feita, os nossos corpos já começavam a acusar algum cansaço e então, no bar, apesar do bom ambiente, nós os três estávamos já bastante esgotados e um pouco dormidos. Chegamos finalmente a casa às 4.30h da manhã, completamente desfeitos e deitamo-nos com os nossos sacos-cama no chão."

(...)


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a cor do verde

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"As questões energéticas e as políticas de sustentabilidade estão, hoje em dia, claramente em voga. As preocupações que há décadas têm vindo a ser discutidas pela comunidade científica e que nos tentam transmitir, mais ou menos, uma visão realista de um futuro próximo, começam finalmente a ser ouvidas e valorizadas. Mas, apesar desta aparente consciencialização por parte dos orgãos governamentais, há um claro nervosismo e mesmo um certo histerismo, no que toca a repensar os nossos hábitos de produção e de consumo energético. Com isto, assistimos hoje a uma autêntica corrida frenética pela medalha “verde”. Não que essa distinção tenha como objectivos primeiros uma melhor qualidade de vida, mas sim uma meta de sustentabilidade económica para os diversos membros da União Europeia (neste caso)."

(...)

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do desenho intemporal

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(...)
"Desde logo Loos estabelece o seu posicionamento de que a arquitectura não deverá ser pitoresca. De que não nos devemos deixar levar pelo romantismo do ambiente, fazendo um exercício de colagem, de pastiche do antigo com o novo. Propõe então que devemos construir da melhor forma possível, sem excessos nem extravagâncias, de forma a que a paisagem seja o protagonista e não a mera obra de arquitectura. Loos refere ainda que antes de qualquer tipo de forma, devemos procurar uma linguagem arquitectónica que se adeque ao local onde se implanta, sem que para isso a obra perca o seu carácter contemporâneo. Defende, portanto,que devemos ser verdadeiros. Verdadeiros com aquilo que fazemos e para quem o fazemos, pois foi sempre assim que a gente local construiu. As formas advém das necessidades e a imagem da função. Tudo aquilo que nos parece tão característico e que nos tentamos a copiar é tão só a verdade da construção, a forma como se solucionam problemas comunicando através de uma linguagem directa e humilde."
(...)

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Objectivo: Bolhão

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(...)
Com a evolução dos tempos e estilos de vida e com o afastamento populacional para os subúrbios e zonas periféricas da cidade, esta foi-se assumindo cada vez mais como um centro de serviços terciários, muito mais que uma base para uma diversidade de actividades ligadas às necessidades e rotinas sociais. A cidade foi-se tornando cada vez mais num lugar de frequentação em vez de um lugar de permanência. Por sua vez, as periferias passaram a ser os locais onde o cidadão pode facilmente satisfazer as suas necessidades diárias, baseados neste sistema de subúrbio e de centro. Ao retirarmos residentes da cidade, começamos aos poucos a condená-la à sua própria extinção enquanto estrutura social. A cidade deixa de ser uma necessidade e passa a ser um parque de diversões, uma atracção turística. A sua estrutura deixa de ser funcional e passa a estar envolta num manto de nostalgia que capta certamente outras populações em busca das riquezas de um passado que a própria cidade não soube conservar enquanto tal.
(...)


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Parabéns asimplemind, li com muita curiusidade os teus artigos expostos no teu blog e gostei imenso.Um que me despertou a atenção foi o porquê e o para quê da forma*, de facto o tema de o tema sda tecnologia no tempo comtemporaneo se sobrepor à arquitectorica, ao ives, dos conceitos que sao a base desta, é algo que espelha um em certa medida a sociedade contemporanea.Alias são é desconcertante ver que , fazendo uma reflexão a arquitectura desde o inicio do seculo XX, a quantidade de estilos arquitectonicos surgiram a uma velocidade estonteante, é um facto que esta aconpanha a sociedade , sendo muitas vezes, como no modernismo apologista e demasiado pregressista para a epoca.Como mum seculo , a arquitectura alterou tanto , como numa actividade liberalista, onde o arquitecto dita a criaçao , gerando-se muitas formas de ver o mundo.Com isto quero dizer que estamos numa especie de revivalismo, em que o individualismo criativo é a peça chave para o estado da arquitectura.No entanto numa altura da historia enpregnada pelo individualismo, por uma sociedade hipertexto, de comportamente mimeticos, a arquitectura , ou mais propriamente os arquitectos apoderam-se da imagens que transmite para os seus edificios como a unica alternativa , para que estes possam ser "unicos".Eu perguntava , a arquitectura nao é uma actividade que pertende criar edificios permeiemo bem estar das pessoas?A arquitectura nao devia ser pensamente, com base nas teorias coerentes e nao metaforicas como o pos-modernisto tem exaltado desmesoradamente?
Com uma sociedade que vive ferneticamente , o bem estar momentaneo parece ser o que mais satizfaz as pessoas, e nao se preocupar com edificios bem concebidos , que sejam para durar na iventualidade a vida dos proprios.

Abraços:)

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adolf loos: tocas aí em pontos chave bastante importantes para a reflexão teórica da arquitectura contemporânea. É um assunto que irei certamente abordar em futuros artigos pois é algo que tenho reflectido bastante. A questão da metáfora, das analogias, é algo que a arquitectura hoje em dia se suporta como forma de justificação de formas e de intervenções no espaço urbano. Geralmente em arquitecturas genéricas. Um exemplo claro são os dois edifícios emblemáticos dos jogos olímpicos de Pequim. Se não houvesse uma metáfora por detrás de cada um dos edifícios, não seriam certamente aceites pelos investidores nem pela população. Apesar da grande inovação técnica e da grande criatividade presente em cada um, a metáfora conceptual é levada ao nível do figurativismo barroco. Tenta-se ao máximo justificar uma forma com base em imagens comuns à sociedade. É uma forma "democrática" de afirmar uma arquitectura genérica em determinado local. obrigado pelo interesse! :)

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a casa que não se vê

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(...) É neste “esquecimento” da casa que se referenciam as suas virtudes. Ela é um objecto quase metafísico, que ao mesmo tempo “constrói a textura da paisagem” (p. 29) e faz com que nos sintamos moradores desse mesmo entorno. E, desta forma, perante o sufoco que seria apreender a vista do horizonte de forma declaradamente moderna (em “cinemascópio”), a presença desta “cenografia” é devidamente “filtrada e sucessiva, convidando o espectador a procurá-la, a sair e puxar o estar para o logradouro” (p. 49). Aqui as janelas enquadram o horizonte tal como a secção do corredor das alcovas enquadra justamente aquele falso Miró. (...)

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A Adega: Arquitectura e Paisagem

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(...) A leitura do território agrícola enquadra-se sobretudo no domínio das suas formas geométricas humanizadas. A paisagem a que chamamos de ‘natural’ é muito mais do que isso. É uma sucessão de eventos e de transformações humanizadoras que a alteram e redesenham em função do seu uso. Desta forma, a paisagem vitivinícola surge na maioria dos casos como um sistema geométrico de formas e contornos bastante definidos. São alinhamentos e geometrias que se adaptam à topografia local, mas que se autonomizam através da sua imagem distinta. Ao mesmo tempo em que estabelecem uma regra, as vinhas tornam-se, elas próprias, o espelho das variantes topográficas dos terrenos onde se plantam, formando finalmente esta dualidade entre uma estrita ortogonalidade da sua implantação, associada à composição livre de montes, vales e planaltos. (...)

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Urbanismo de ocasião

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(...) "Numa época pós-moderna, que se estende até aos nossos dias, a evolução dos nossos centros urbanos e dos modelos de ocupação territorial em Portugal encontra-se em claro declínio. Durante décadas usamos e abusamos de todo o espaço e bom-senso disponível e o resultado é bem visível: poucos são os locais no nosso território que ainda mantém, de alguma forma, um carácter de preservação natural, cultural e histórica. A nossa demanda de evolução para acompanhar a Europa desenvolvida é tão sôfrega que apenas nos vai distanciando cada vez mais desse objectivo." (...)


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A Cidade Invisível

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(...)

Mas porque razão não estavam as pessoas a caminhar pelas ruas? Porque permaneciam as lojas inutilmente abertas? Porque é que os bancos e as sombras das árvores que povoam as praças continuavam de vago? E porque é que os cafés teimavam em chamar os transeuntes que por lá não passam? Era estranho… ou talvez não. Teria que ver com algum acontecimento? Algum evento que teria transportado as pessoas para algum outro local? Ou será que a cidade havia deixado de ter significado enquanto estrutura socio-cultural de uma comunidade que a usa e que dela depende? Mas o que era feito das comunidades? Onde estavam elas? A cidade estava deserta…


(...)


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Ana: Como podes notar, na barra de links do meu blog nao apresento sites ateliers de Arquitectura pelo facto de que nao teria forma de fazer uma seleccao dos ateliers a apresentar. Como tal apenas faco referencias a blogs de arquitectura, onde tambem aparecem alguns ateliers de arquitectura mas que desenvolvem um blog proprio. Espero ter sido compreendido

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