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Jakarta | Kampunkota Tower | Robert Gilson and Catherine Caldwell

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While the Kota is the center of power, a manifestation of Jakarta, as the center of the Indonesian government in all activities: social, cultural, economic, and political; the Kampung is an unstructured, informal settlement characterized by high population density, poverty, and compact community patterns.

The forced dispersal of Kampung communities disrupts social networks and forces citizens to horizontally relocate to inhabitable flood plains. A vertical Kota infrastructure for Kampung settlement condenses social relations and provides a foundation for the future of the city.

In order for Indonesia to participate globally a symbiotic relationship must exist between Kota and Kampung. Architects Robert Gilson and Catherine Caldwell proposed this project which is interested in the multiple scales of economic symbiosis within the skyscraper as an urban from.

The ‘Kampunkota’ is a tower that seeks to engage the wider possibilities of vertical dwelling. It is a gradient of Indonesian lifestyle that challenges and respects the socioeconomic divisions within Jakarta. The skyscraper emerges from a Kampung, blending perfectly with its urban fabric and providing new infrastructure. As it goes up, the tower slowly transforms into a Kota for more cultural and luxurious lifestyle. The idea is to create a fusion between the two with intersections, where a new type of lifestyle emerges – one that benefits from the wealthy Kota, but nurtures from the strong communal bonds and traditions of the Kampung.

in http://www.evolo.us/architecture/kampunkota-skyscraper-blends-two-lifestyles-in-jakarta/

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Interessante, mas intrínsecamente errado. Não conheço muitos projectos que promovam a continuidade espacial da rua na verticalidade, se é que algum. É também interessante a mutação da torre. Mas a forma como isso acontece, remete, e aí os autores colocaram tudo em jogo, ao mundo da banda desenhada. É interessante, a elasticidade proposta a antigos conceitos. Mas quanto a escalas de valores dos diversos tecidos urbanos, mantém-se tudo na mesma. Truques. O que eu gosto aqui, é que abre uma discussão interessante, mas como projecto.. não me parece. O que é um projecto? É isto um projecto? Ajudem-me, e alimentem a discussão.

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Acho o conceito interessante, mas não sei até que ponto exequível ou mesmo funcional. E digo que é interessante e não magnífico, porque tem um desenho a meu ver altamente apoliptico, e não me dá muita vontade de olhar para ele muitas vezes, por ter esse caracter triste e destruido. Mas é definitivamente inovador, embora ache que pertence à categoria de conceito e não de projecto, pelo menos para já.

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1 . Coloquei este projecto por ter um conceito interessante. Existe uma continuidade da cidade horizontal para a cidade vertical. Existe uma tentativa de criar uma cidade vertical que podia ser mais explorada. 2 . Existe nele uma narrativa em que a cidade se transforma num banal edifício de escritórios que tem como referencia o World Trade Center. Ou, vendo de cima para baixo, a torre que se vai adaptando á envolvente que o rodeia. 3 . Esta Ideia de criar uma Cidade Vertical não é nova. O que vemos aqui é um "poema urbano-arquitectónico". O Dialogo da suposta Cidade Vertical com a Torre enquanto Edifício. Juntamos Urbanismo com Arquitectura. Quando falamos de cidade devemos falar em Urbanismo e não de Arquitectura. Este Poema tenta então recriar um Dialogo entre duas entidades morfológicas distintas - A Cidade vs Edifício.

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Até poderia alegar:

Estruturalmente tudo é possível, desde que exista dinheiro.


Admitindo esta possibilidade, poderia colocar outra:

Por que motivo devemos repetir elementos na construção, em nome da economia de material e meios.


Admitindo ainda outra:

Porque razão devemos partilhar um mesmo telhado por dezenas de fracções, ou mesmo paredes meias entre frações, se podemos, fazer casa individualizadas, com custos muito superiores em material e mão de obra.


Ainda poderia admitir outra possibilidade:

Porque razão as coisas terão que ser explicadas, se é muito mais fácil inventar uma história.


Esta imagem diz tudo:

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A nível pratico este edifício é inconcebível. E não devemos olhar para este projecto como o Objecto Final mas como um Manifesto Teórico para reflectir. A Ideia da Cidade num Edifício não é nova. A Unidade de Marselha assenta na ideia de ser uma pequena cidade. Para Koolhaas os arquitectos nova-iorquinos no inicio do sec XX seguiam esta ideia de criar pequenas cidades em cada quadra. Mas aqui a ideia é transformar um edifício como um prolongamento da cidade.

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A Unidade de Marselha, tem o mesmo telhado, partilha paredes meias e tem a economia como um dos motes principais, não obstante é um edifício apesar de ter multiplas funções reunidas, foi construído, gerou algumas cópias pelo mundo, foi além do Manifesto Teórico e foi uma Obra de Arquitectura. Os Arquitectos quando tentam ser Urbanistas, em larga escala, no verdadeiro sentido da palavra, fazem coisas destas em cima.

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A imagem que mostras é uma caricatura daquilo que pode ser feito não é para ser levada a serio. A leitura que eu faço é a de imaginar uma torre não como um edifício mas sim como a criação de diversas plataformas de lotes onde se pode construir inúmeras moradias unifamiliares. Tu questionas porque razão havemos de ter milhares de tectos se podes ter um só tecto. Respondo em duas palavras: Privacidade e Vizinhança. Ao teres a possibilidade de criar a tua própria moradia unifamiliar aumentas a tua privacidade e diminuis as desvantagens da vizinhança. Porem manténs as vantagens da Vizinhança. Este projecto recria na verdade uma nova topografia para assentar a cidade. Ou seja, em vez de afirmar que este projecto é a criação de uma arquitectura podemos afirmar que se trata afinal de uma Estrutura. Esta estrutura afinal recria uma nova topografia, um prolongamento da superfície terrestre. E nesta nova superficie terrestre são construídas novos edifícios. Esta mesma estrutura é rematada por uma torre. Aqui a topografia artificial transforma-se em Arquitectura.

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