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Arquitectura.pt


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Estou a usar paineis de viroc numa fachada num projecto académico. Trata-se de um edifício de habitação colectiva com 5 pisos. A questão aqui é a seguinte: eu estava a aplicar o viroc pregado ou aparafusado a uma estrutura de madeira, por sua vez suportada por uma parede de betão, com isolamento e caixa de ar entre o betão e o viroc. Disse-me recentemente um professor que a parede exterior em betão é desnecessária, que uma simples estrutura de aço galvanizado (duas calhas de 6cm) com isolamento térmico no interior e impermeabilização no exterior é uma solução razoável, seguindo-se a tal estrutura de madeira e o revestimento. não acham estranho? será assim tão razoável esta solução?

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Carissimos, a parede de suporte pode até ser uma vulgar alvenaria de tijolo simples. Podem colocar o isolamento termico pelo exterior, e depois a fachada ventilada. Já agora, como alternativa de maior longevidade, em ambientes exteriores desprotegidos, utlizem os paineis ETERNIT.

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Boas

Há uns tempos atrás andei à procura das características do "Viroc" como material para correcção de pontes térmicas entre garagem e habitação ao nível do tecto.

Falaram-me de um material "Celenit" que me parece concorrente do "Viroc", ambos tratam-se de aglomerados de madeira com cimento.

Neste site poderás encontrar pormenorização da aplicação deste material:
http://www.matercaima.pt/csm/produtos/celenit/index.shtml

Site Oficial Italiano: http://www.celenit.it/home_en.asp

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Há cerca de 5/6 anos procedi à adição dum piso num edifício dum empreendimento onde na altura trabalhava. Como a estrutura do edifício inicial não estava preparada para suportar uma construção tradicional, fomos forçados a optar por opções em construção leve, desde o pavimento (viroc, apoiado em estrutura metálica), as paredes (viroc fixado a estrutura metálica com Pladur no interior, sendo o Viroc isolado em sistema ETICS) e cobertura, também VIROC sobre estrutura metálica com tecto interior em pladur, com isolamento térmico no interior (creio eu, pois não tenho a certeza disso). As paredes interiores eram todas em Pladur. O edifício tinha uma configuração semi-circular orientada Oeste-Este, com envidraçados a Norte e a Sul. Nesta última, existiam protecções exteriores fixas. Serve este relambório todo para dizer que no Verão não era possível dispensar o ar condicionado, e isto apesar dos padrões de isolamento térmico serem os da actual regulamentação para um nivel de qualidade N1 (na altura vigorava o antigo RCCTE). Moral da história: um excelente isolamento térmico não garante por si só qualidade ambiental. Naquele caso (e tinha-se consciência desse facto) havia uma falta de inércia térmica que fizesse o amortecimento e o desfasamento das ondas de calor.

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... Os professores, não sabem, não querem saber ou não querem ensinar... depois vem este pessoal, após acabar o curso, fazer projectosde arquitectura que ESBARRAM com as condicionantes impostas pela legislação, projectos de especialidades, etc... :s Depois anda meio mundo a dizer mal dos Eng.º e vice-versa... Não, não vai cumprir os requisitos acústicos exigidos para a envolvente exterior de habitações... Como é sabido o XPS, não tem propriedades de isolamento acústico, nomeadamente no que conceren a ruido por condução aérea. Como é um edificio multifamiliar, também há que ter atenção ao desempenho ao fogo dessa solução, pelo que.. também não deve cumprir. substitua o material de isolamento por uma lâ de rocha, com densidade >90kg/m3.

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